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Com 15 casos da variante Delta no Ceará, Camilo interrompe reabertura e prorroga decreto

As atuais regras de isolamento social no Estado serão mantidas por mais 15 dias
13:50 | Ago. 06, 2021
Autor - Redação O POVO
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O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), anunciou a prorrogação do decreto estadual de enfrentamento ao coronavírus. O governador destacou a preocupação em relação à variante Delta. Já são 15 casos identificados no Ceará. Por isso, a reabertura das semanas anteriores não terá continuidade nos próximos 15 dias. As atuais regras são prorrogadas.

O secretário da Saúde, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Cabeto, destacou que o Ceará tem hoje situação parecida com o que havia antes da segunda onda. Na quinta-feira, não havia nenhum paciente aguardando transferência para leitos.

Camilo apontou que se mantém a queda no número de casos, número de óbitos e manutenção da demanda assistencial baixa. Apesar disso, a novidade trazida pela variante Delta faz com que a reabertura pare.

O Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia se reuniu nesta sexta-feira, 6 de agosto, para avaliar o cenário epidemiológico e definir se a reabertura socioeconômica avança, fica como está ou regride.

O novo decreto entra em vigor na segunda-feira, 9 de agosto (09/08). 

Decretos na 2ª onda no Ceará

2º lockdown: o isolamento rígido em Fortaleza começou em 5 de março de 2021. No dia 13, decreto estadual estendeu as medidas para todo o Estado.

12 de abril: no dia 4 de abril, Camilo Santana anunciou o início da flexibilização no Ceará para o dia 12 de abril. Com a reabertura, foram permitidas algumas atividades de serviço e comércio em horários reduzidos, toque de recolher de segunda à sexta-feira e lockdown aos fins de semana. 

17 de abril: decreto anterior foi mantido, com liberação de atividades físicas individuais em espaços públicos.

23 de abril: flexibilização avança com liberações para escolas, igrejas, templos. barracas de praia e academias de ginástica. Lockdown continua aos sábados e domingos.

30 de abril: Camilo anuncia flexibilização aos sábados e domingos, com autorização para funcionamento de comércio e restaurantes. Na semana, as regras seguem as mesmas.

7 de maio: após quatro semanas de flexibilização, o Ceará não avança na reabertura, mantendo as medidas em vigor. Dois indicadores acenderam sinal de alerta: alto patamar de internações e aumento na positividade de exames

14 de maio: Região de Fortaleza e de Sobral avançam na flexibilização, com ampliação do horário de funcionamento das atividades comerciais. Cariri, Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe continuam com as mesmas restrições.

22 de maio: decreto anterior é prorrogado mantendo ampliação Fortaleza e de Sobral e medidas mais rígidas nas outras três regiões do Estado

29 de maio: decreto amplia flexibilização no Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe, que passam à mesma situação de Fortaleza e Sobral. Cariri mantém restrições

4 de junho: decreto amplia horário de funcionamento de shoppings e restaurantes até 22 horas e toque de recolher vai para 23 horas. Exceção é Cariri, onde restrições são mantidas

11 de junho: governo libera aulas em todas as séries do ensino médio, amplia a capacidade de público em academias, reabre museus, bibliotecas e cinemas. Apenas o Cariri continua com restrições

18 de junho: governador anuncia prorrogação do decreto, interrompendo a sequência de reabertura. Restrições mais severas mantidas no Cariri.

25 de junho: governo libera aulas presenciais em universidades.

28 de junho: decreto autoriza o funcionamento de feiras livres.

9 de julho: anunciado aumento do horário do comércio.

23 de julho: restaurantes podem funcionar até 23 horas. Eventos podem receber até 200 pessoas.

6 de agosto: por causa da chegada da variante Delta, decreto é prorrogado sem mudanças

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Distrito Federal vacinará quem tem 25 anos ou mais a partir do dia 10

Saúde
13:38 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, informou hoje (6), por meio de sua conta no Twitter, que disponibilizará, a partir do dia 10, vacina contra a covid-19 a pessoas com idade igual ou superior a 25 anos.

Ele disse que a ampliação do grupo para receber o imunizante será possível em razão da chegada de mais doses de vacinas à capital federal.

Fiocruz alerta para novas variantes do vírus da covid-19 

Saúde
12:40 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A nova edição do Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que o surgimento e o crescimento de novas variantes do novo coronavírus, como a Delta, acendem um alerta. Conforme o estudo, a pandemia ainda não acabou e novos cenários de transmissão e de risco podem surgir.

De acordo com a Fiocruz, o elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da nova variante, por isso, é fundamental combinar vacinação com o uso de máscaras, incluindo campanhas de informação para a população e busca ativa de quem ainda não se vacinou.

O boletim também confirma a reversão no processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil. “Novamente, as internações em leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, o número de óbitos concentram um maior número de idosos”, apontou.

A incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ainda permanece em níveis altos, muito altos ou extremamente altos no país, como indicaram os dados das semanas epidemiológicas 29 e 30,entre 18 e 31 de julho de 2021. Como a maior parte dos casos da doença é relacionada aos casos de infecção por covid-19, esses níveis indicam transmissão significativa do vírus Sars-CoV-2.

Os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim, recomendaram entre as medidas de proteção a vacinação completa para evitar as mortes e casos graves causados pela doença. “É fundamental o esquema vacinal completo para todos os elegíveis, a fim de proteger contra os casos graves e óbitos por covid-19, incluindo os relacionados à variante Delta, além da necessidade de ampliar e acelerar a vacinação”, disseram.

Perfil

A edição destacou que a proporção de casos de internações entre idosos, que atualmente é de 37,5%, ficou em 27,1% na semana 23, entre 6 e 12 de junho. Já a proporção do número de óbitos, que, na mesma semana era de 44,6%, agora está em 62,1%. O Boletim mostrou ainda uma redução importante da proporção de internações nas faixas etárias de 50 a 59 anos e uma diminuição discreta na faixa de 40 a 49 anos. Apesar disso, os cientistas alertaram que “qualquer conclusão sobre a mudança apontada no perfil da pandemia no Brasil ainda é precoce e deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas”.

Segundo o trabalho, o perfil de mortalidade por idade em países de baixa e média renda, como é o caso do Brasil, é diferente do observado em países ricos. “Os mais jovens enfrentam um risco maior de morrer em países em desenvolvimento do que em países de alta renda. Isso ocorre porque as populações não idosas nesses países têm uma maior incidência de doenças preexistentes e menos acesso a tratamento e cuidados que potencialmente salvam vidas.”

Um agravante da situação são as taxas de emprego informal mais altas, transportes públicos superlotados e habitações precárias com muitas pessoas para poucos cômodos, que são características de países de baixa renda e colocam as pessoas em maior risco de exposição ao Sars-CoV-2. “Esses riscos parecem afetar desproporcionalmente adultos não idosos e reforça nossa impressão inicial de que a vulnerabilidade específica à idade na pandemia varia, o que é fundamental para determinar se e como a adaptação das políticas de distanciamento”, observaram.

Na avaliação dos pesquisadores, mesmo com números ainda preocupantes, a boa notícia do boletim é a queda de incidência e mortalidade por covid-19. A taxa de mortalidade diminuiu 1,3% ao dia, enquanto a taxa de incidência de casos de covid-19 foi reduzida em 0,3% por dia. “A maior redução da mortalidade e menor da incidência pode ser resultado das campanhas de vacinação, que seguramente reduzem os riscos de agravamento da doença, mas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2”, apontaram.

A positividade dos testes, que ainda continua alta, indica que há intensa circulação do vírus. A taxa de letalidade está em torno de 2,8%, patamar elevado em relação a países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem em massa e cuidados intensivos para doentes graves. “O elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da variante Delta, em paralelo ao lento avanço da imunização entre os grupos mais jovens e mais expostos, combinado com maior circulação de pessoas pelo retorno das atividades de trabalho e educação. Nesse sentido, é importante refutar a ideia de que a vacinação protege integralmente as pessoas de serem infectadas e transmitir o vírus, o que pode se tornar um risco adicional com a nova variante de preocupação Delta”, relataram os cientistas.

Ocupação de leitos

Uma boa notícia é que as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19 em adulto, no Sistema Único de Saúde (SUS), seguem melhorando. Conforme o boletim, 19 estados registram taxas de ocupação inferiores a 60% e, por isso, estão fora da zona de alerta. Outros seis estados e o Distrito Federal estão na zona de alerta intermediário, que tem taxas de ocupação iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80% e somente um estado, Goiás, na zona de alerta crítico com taxa superior a 80%.

Os destaques negativos entre 26 de julho e 2 de agosto, com expressiva elevação do indicador, foram Mato Grosso, que passou de 63% para 79%) e a capital Cuiabá, saindo de 55% para 74%. Houve aumentos ainda no estado do Rio de Janeiro (59% para 61%) e nas capitais Fortaleza (55% para 65%), Belo Horizonte (58% para 60%), Rio de Janeiro (90% para 94%) e Campo Grande (67% para 74%).

As quedas no indicador atingiram pelo menos cinco pontos percentuais em Roraima (68% para 58%), Pará (61% para 54%), Tocantins (71% para 64%), Maranhão (65% para 57%), Paraíba (34% para 26%), Alagoas (46% para 26%), Sergipe (45% para 37%), Minas Gerais (56% para 51%), São Paulo (55% para 49%), Paraná (64% para 59%), Rio Grande do Sul (65% para 60%) e Distrito Federal (83% para 61%).

Regiões

A Região Nordeste está fora da zona de alerta do indicador, onde também se somam o Norte, exceto por Tocantins, o Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro, e o estado do Paraná, localizado na Região Sul.

Nas capitais, Rio de Janeiro (94%) e Goiânia (94%), as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 são superiores a 80%. Já São Luis (69%), Fortaleza (65%), Belo Horizonte (60%), Curitiba (67%), Porto Alegre (66%), Campo Grande (74%), Cuiabá (74%) e Brasília (61%) estão na zona de alerta intermediário. Fora da zona de alerta estão Porto Velho (40%), Rio Branco (26%), Manaus (59%), Boa Vista (58%), Belém (49%), Macapá (33%), Palmas (49%), Teresina (50), Natal (39%), João Pessoa (23%), Recife (34%), Maceió (21%), Aracaju (46%), Salvador (44%), Vitória (46%), São Paulo (45%) e Florianópolis (36%).

Síndrome respiratória

São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal apresentaram taxas superiores a 10 casos por 100 mil habitantes em casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave. Embora estejam com taxas inferiores, os outros estados possuem ainda níveis superiores a um caso por 100 mil habitantes. “Como os casos de SRAG são essencialmente severos, que demandam hospitalização, ou casos que vieram a óbito, as taxas preocupam, por impor demanda significativa ao sistema hospitalar”, alertaram os cientistas.

Projeto

Segundo a Fiocruz, o projeto InfoGripe indica estimativas para as semanas que colocam a maior parte do país em estabilidade nas taxas de incidência de SRAG. “Alguns estados como Mato Grosso do Sul, Pará e Acre estão com tendência de aumento na incidência. São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Bahia, Sergipe, Roraima, Tocantins e Maranhão têm tendência de redução nos casos. Os demais estados encontram-se em situação de estabilidade. Entretanto, tal cenário não é confortável para a saúde pública, uma vez que a transmissão permanece elevada”, informou.

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Covid-19: Rio recua em reabertura com aumento do número de casos

Saúde
11:35 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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Com o aumento do número de casos de covid-19 na cidade do Rio de Janeiro, verificado nas duas últimas semanas, e o avanço da variante Delta, a prefeitura recuou no planejamento da reabertura. O mapa de risco, que avançava com áreas na bandeira amarela, de risco moderado de contágio pelo novo coronavírus, voltou para o laranja, de risco alto, em todo o município. Os dados foram apresentados hoje (6) na divulgação do 31º boletim epidemiológico da prefeitura.

O prefeito Eduardo Paes ressaltou que, caso o cenário epidemiológico continue apresentando piora, o calendário de reabertura, previsto para iniciar em 2 de setembro, pode ser adiado.

“Quando a gente anuncia uma programação de reabertura, a gente não quer dizer que a situação está sob controle. Vou enfatizar as premissas. Todo o nosso planejamento guarda relação direta com a evolução do cenário epidemiológico. Nesse momento, se a gente continua tendo o número de casos aumentando, a tendência não é de abrir, a tendência é de fechar mais. Assumo a responsabilidade de talvez ter passado uma impressão de que as coisas estavam melhores do que estão”.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), os atendimentos na rede de urgência e emergência permanecem estáveis em um nível alto. A secretaria destaca que a variante Delta já representa 45% dos casos no município, mas 95% deles apresentam sintomas de síndrome gripal e apenas três casos entre os que fizeram a genotipagem foram de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), com 99% evoluindo para alta e cura. Foi registrado um óbito por covid-19, com confirmação para a variante Delta, de uma idosa que não se vacinou por opção própria.

O decreto que impõe medidas restritivas na cidade foi renovado até 23 de agosto. Permanece obrigatório o uso de máscaras e suspenso o funcionamento de boates, danceterias e festas que precisem de autorizaqção do Poder Público. Há limites de ocupação e distanciamento em bares, restaurantes, academias, cinemas e teatros.

Vacina

A prefeitura destacou que apenas 5% das pessoas que se internam por covid-19 tomaram ao menos uma dose da vacina. Os outros 95% são de pessoas que não tomaram nenhuma dose, tendência verificada há quatro semanas. De acordo com o secretário de Saúde, Daniel Soranz, a cidade já teve 1.400 pessoas internadas ao mesmo tempo por causa da covid-19 e hoje são 650.

Até o momento, 80% dos adultos moradores da cidade já tomaram ao menos a primeira dose, o que corresponde a 62,5% da população total. Na faixa entre 40 e 59 anos, a imunização parcial chegou a 90%. A segunda dose ou dose única foi aplicada em 35,8% da população adulta, chegando a 92% dos maiores de 60 anos.

Hoje se vacinam as pessoas de 28 anos e amanhã, as de 27. Por causa de atrasos na entrega das vacinas, a prefeitura determinou que neste sábado (7) os postos abrirão um pouco mais tarde, às 10h, em vez das 8h como de costume, fechando às 17h. Foi aberta a repescagem permanente para maiores de 50 anos, pessoas com comorbidade, gestantes e puérperas. Nas próximas duas semanas será aplicada a segunda dose nas pessoas com comorbidades.

Eduardo Paes adiantou que, caso o calendário seja cumprido e até o dia 18 de agosto todas as pessoas com 18 anos ou mais estejam imunizadas, a prefeitura estuda adiantar a aplicação da dose de reforço nos idosos, prevista para outubro, e também diminuir o intervalo entre as doses de quem recebeu a vacina da Pfizer. No cartão de vacinação, foi previsto o prazo de 12 semanas, mas a fabricante autoriza a aplicação do reforço com três semanas.

Réveillon

O Diário Oficial do município publicou hoje o caderno de encargos com o planejamento para a festa de réveillon na cidade. Além de Copacabana, com três palcos, estão previstos shows e queima de fogos também no Boulevard Olímpico, Bangu, Penha, Parque Madureira, Praia do Flamengo, Praia da Moreninha (Paquetá), Praia da Bica (Ilha do Governador), Guaratiba, Praia de Sepetiba e Piscinão de Ramos.

Paes destacou que a realização da festa depende da evolução positiva do cenário epidemiológico.

“O réveillon é daqui a cinco meses. Se fosse amanhã, seria uma incoerência. Mas tudo aponta para a enorme possibilidade de a gente ter réveillon este ano, não dá para preparar um evento como esse em um mês. Então nós vamos trabalhar para o réveillon como se ele fosse acontecer, respeitando os prazos de licitação. Há todo o processo administrativo e burocrático. Daqui a cinco meses, a gente espera estar com todo mundo vacinado com as duas doses, a propulação protegida, a terceira dose para os idosos. É com esse olhar otimista que a gente olha paro o futuro”.

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United Airlines exigirá que todos os funcionários sejam vacinados contra covid

INTERNACIONAL
11:24 | Ago. 06, 2021
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A United Airlines exigirá que todos os seus funcionários nos Estados Unidos recebam uma vacina contra a covid-19, a primeira grande aérea a emitir tal obrigação, à medida que os casos continuam a aumentar em grande parte do país devido à variante delta. O CEO, Scott Kirby, e o presidente da empresa, Brett Hart, disseram aos funcionários, nesta sexta-feira, que todos estão mais seguros quando todos são vacinados, de acordo com o The Wall Street Journal.
"Nos últimos 16 meses, Scott enviou dezenas de cartas de condolências aos familiares de funcionários da United que morreram devido à covid-19. Estamos determinados a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para evitar que outra família da United receba essa carta", afirmaram os executivos.
No início desta semana, a cidade de Nova York e a Tyson Foods também anunciaram que seus trabalhadores devem ser vacinados.
A Tyson Foods, sediada no Estado do Arkansas, disse que exigirá que todos os 120 mil de seus funcionários nos EUA sejam vacinados em um cronograma contínuo até 1º de novembro. Cerca de 56 mil dos funcionários já foram vacinados.
Amazon.com, Wells Fargo e BlackRock juntaram-se às empresas que adiaram seus planos de retornar ao trabalho pessoal em resposta ao aumento de casos de coronavírus causados pela variante Delta.
Além delas, o Goldman Sachs instituiu a determinação de que todos os funcionários relatem ao banco o status de vacinação.
A Cisco vai permitir que apenas pessoas imunizadas frequentem os escritórios. A Google também ordenou que somente trabalhadores vacinados podem entrar em suas instalações.
Na quinta-feira, a CNN demitiu três funcionários que foram à sede da empresa sem terem recebido a vacina.
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São Paulo começa vacinação para pessoas com 25 anos

Saúde
10:51 | Ago. 06, 2021
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A cidade de São Paulo começa hoje (6) a vacinação das pessoas com 25 anos de idade contra o coronavírus. A estimativa é que 147 mil pessoas sejam imunizadas nessa fase da campanha.  

Para se vacinar, é necessário apresentar um comprovante de residência na capital paulista e documento de identidade, de preferência com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Também é recomendado que seja feito o pré-cadastro na página Vacina Já https://www.vacinaja.sp.gov.br/, o que agiliza o procedimento. 

É possível acompanhar as filas nos pontos de vacinação pela plataforma De Olho na Fila.

A lista completa dos pontos de vacinação também está disponível na internet. 

Balanço 

Até ontem (5), já haviam sido aplicadas 10,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 na capital paulista, sendo 7,5 milhões de primeira dose, 2,7 milhões de segunda dose e 315,9 de dose única.

Com isso, 85% da população da cidade com mais de 18 anos recebeu ao menos uma dose do imunizante.  

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