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TikTok pode dar dinheiro; saiba como ganhar com o app

O TikTok recompensa financeiramente os usuários, o que induz o download do app por cada vez mais pessoas, atraindo novos investidores para a rede social. Veja como monetizar e ganhar dinheiro com a rede social
20:38 | Ago. 12, 2021
Autor Carolina Parente
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Carolina Parente Autor
Tipo Notícia

Para quem não se interessa em produzir conteúdo, o TikTok possui mecanismos que viabilizam o ganho financeiro incentivando o engajamento diário de pessoas que utilizam a plataforma. As atividades geram pontuações aos usuários que podem ser trocadas por dinheiro, o que induz o download do aplicativo por cada vez mais pessoas, atraindo novos investidores para a empresa. Veja abaixo como monetizar e ganhar dinheiro com o app.

Tikbônus

Dessa forma, destaca-se o sistema de afiliados e o de missões diárias. O primeiro, chamado de Tikbônus, consiste em fornecer um link vinculado ao perfil do usuário para inscrição de outras pessoas na plataforma, as quais podem ser convidadas pelas redes sociais, sendo o código de convite válido até 10 dias após o envio.

Quando as pessoas se cadastram no aplicativo por meio desse link, o usuário fatura R$ 2 e o afiliado, R$ 0,50. Se o novo contato utilizar o app diariamente por um determinado período de tempo, ocorre ganho monetário para quem convidou e para o convidado.

TikTok: missões diárias

Já o sistema de missões diárias se baseia na realização de determinadas atividades para incentivar o engajamento no aplicativo. As missões incluem o compartilhamento da página da campanha Tikbônus nas demais redes sociais, assistir a vídeos disponíveis na plataforma, criar conteúdo e participar de desafios propostos pelo app. São ofertados diferentes valores para cada missão concluída.

TikTok é o app mais baixado do mundo

O TikTok se tornou o aplicativo mais baixado do mundo em 2020. A rede social de vídeos curtos chegou ao topo do ranking desbancando quatro concorrentes desenvolvidos pelo Facebook. Os dados são da consultoria App Annie, especializada em dados sobre o uso de aplicativos.

No ano anterior, o TikTok havia ficado em quarto lugar. Fechando o top 5 estavam Facebook Messenger (1º), Facebook (2º), WhatsApp (3º) e Instagram (5º). Para 2020, os aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg continuam completando o ranking.

O sucesso da rede social não foi ignorado: em 2020 o Instagram lançou o Reels, ferramenta que funciona de modo idêntico ao TikTok. O Youtube também criou sua própria versão, chamada de Shorts.

Durante a pandemia, empresas e organizações recorreram ao TikTok para se aproximar do público, bem como artistas. Shows ao vivo, lançamentos de produtos e até jogos de futebol têm sido transmitidos pela plataforma.

Principal sucesso do TikTok são vídeos dos próprios usuários

Grande parte do sucesso, porém, vem dos próprios usuários: antes anônimos, fãs da plataforma conseguem viralizar conteúdos pelo funcionamento peculiar do TikTok, em que não é preciso seguir alguém para que o vídeo seja exibido. O senegalês Khabane Lame, que começou a criar vídeos para matar o tédio durante a pandemia, viralizou ao ironizar tutoriais de internet e hoje tem quase 100 milhões de seguidores na rede social.

Outro exemplo é a cantora cearense Mari Fernandez. Sua música "Não, Não Vou" teve mais de 1 milhão de versões no TikTok - uma das funções mais usadas no aplicativo é a de gravar vídeos dublando ou dançando ao som de músicas.

A Bytedance, desenvolvedora do TikTok, não dá sinais de que ficará parada, e tem buscado novas formas de garantir o crescimento do aplicativo. Esta semana, a plataforma anunciou que está testando uma função Stories, igual à existente no Instagram (Colaborou Bemfica de Oliva).

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Superando Facebook, TikTok foi aplicativo mais baixado do mundo em 2020

Redes sociais
04:43 | Ago. 09, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Bemfica de Oliva Autor
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O TikTok se tornou o aplicativo mais baixado do mundo em 2020. A rede social de vídeos curtos chegou ao topo do ranking desbancando quatro concorrentes desenvolvidos pelo Facebook. Os dados são da consultoria App Annie, especializada em dados sobre o uso de aplicativos.

No ano anterior, o TikTok havia ficado em quarto lugar. Fechando o top 5 estavam Facebook Messenger (1º), Facebook (2º), WhatsApp (3º) e Instagram (5º). Para 2020, os aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg continuam completando o ranking.

O sucesso da rede social não foi ignorado: em 2020 o Instagram lançou o Reels, ferramenta que funciona de modo idêntico ao TikTok. O Youtube também criou sua própria versão, chamada de Shorts.

Durante a pandemia, empresas e organizações recorreram ao TikTok para se aproximar do público, bem como artistas. Shows ao vivo, lançamentos de produtos e até jogos de futebol têm sido transmitidos pela plataforma.

Principal sucesso do TikTok são vídeos dos próprios usuários

Grande parte do sucesso, porém, vem dos próprios usuários: antes anônimos, fãs da plataforma conseguem viralizar conteúdos pelo funcionamento peculiar do TikTok, em que não é preciso seguir alguém para que o vídeo seja exibido. O senegalês Khabane Lame, que começou a criar vídeos para matar o tédio durante a pandemia, viralizou ao ironizar tutoriais de internet e hoje tem quase 100 milhões de seguidores na rede social.

Outro exemplo é a cantora cearense Mari Fernandez. Sua música "Não, Não Vou" teve mais de 1 milhão de versões no TikTok - uma das funções mais usadas no aplicativo é a de gravar vídeos dublando ou dançando ao som de músicas.

A Bytedance, desenvolvedora do TikTok, não dá sinais de que ficará parada, e tem buscado novas formas de garantir o crescimento do aplicativo. Esta semana, a plataforma anunciou que está testando uma função Stories, igual à existente no Instagram.

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Aplicativo promoverá educação fiscal em escolas públicas do DF

Educação
19:08 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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Um aplicativo lúdico-pedagógico, em formato de jogo, será disponibilizado pelo governo do Distrito Federal a escolas da rede pública, com o objetivo de promover educação fiscal a professores e alunos. O EnCena aborda “assuntos diversos e interligados necessários à formação para a cidadania”, como Estado; tributos; orçamento, finanças e gestão pública; ética; e controle social.

A proposta, segundo o governo do DF, é usar tecnologia e produção audiovisual de forma estratégica para a transposição didática dos conteúdos relativos ao tema educação fiscal. Em um primeiro momento, será executado, até o final do ano, um piloto a estudantes e professores do ensino fundamental e médio de 80 escolas da rede pública.

A expectativa é que o aplicativo ganhe escala e alcance outras escolas nos próximos anos letivos. Escolas interessadas podem se inscrever no projeto pela internet,

O aplicativo “dialoga com diversos objetos dos respectivos componentes curriculares e áreas de conhecimento”, informa o governo do DF, apontando-o como “resultado da expertise construída ao longo do trabalho desenvolvido com o tema complexo de educação fiscal”.

O projeto foi conduzido no âmbito do Programa de Educação Fiscal do Distrito Federal, que foi criado em 1998 com a finalidade de disseminar conhecimentos, de forma a contribuir para a formação da cidadania.

Ele tem por base dois eixos estruturantes: a função social do tributo, e o controle social, de forma a harmonizar a relação Estado-cidadão, “que até então tem sido assimétrica, onde o Estado se sobrepõe ao Cidadão”, justifica, em nota, o governo do DF.

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Alunos criam aplicativo para melhorar experiência sensorial de surdos

Geral
15:53 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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Um grupo de alunos da Escola de Inovadores desenvolveu um aplicativo para proporcionar uma experiência sensorial aos portadores de deficiência auditiva. Utilizando uma programação de inteligência artificial o aplicativo Feel the Music (FTN, sinta a música, em tradução livre), capta os sons que estão sendo emitidos e faz o aparelho de telefone celular vibrar no ritmo desses sons, em tempo real.

Segundo os idealizadores do projeto, a ideia nasceu em um hackathon que tinha a proposta de encontrar ideias inovadoras para o mercado da música. O FTM ficou em terceiro lugar na competição que aconteceu em 2020. Em seguida o projeto foi inscrito na edição do primeiro semestre de 2021 da Escola de Inovadores da agência Inova CPS, quando se transformou em startup e foi selecionado para a Vitrine Inova CPS.

O Inova CPS é um curso de extensão online e gratuito do Centro Paula Souza (CPS), que ensina os participantes a transformarem ideias inovadoras em startups. Os idealizadores do FTM, Rafael Zinni Lopes, Ricardo Teruaki Fujikawa e Victor Dias de Oliveira contam que durante o curso entenderam qual seria a capacidade de abrangência da ideia.

“Percebemos que o aplicativo poderia ser usado para levar acessibilidade não só para os aplicativos de música, mas também para transmissões de streaming e canais de vídeos, como Netflix e YouTube. Muitos desses canais mantêm apenas legendas como forma de acessibilidade e temos conhecimento de que muitas pessoas com deficiência auditiva não sabem ler, então, não são devidamente incluídas nesse mercado”, explicou Zinni.

Segundo Zinni, o aplicativo é destinado tanto para pessoas que não sabem libras nem escrita, sabem libras mas não escrevem, sabem libras e sabem escrever. Com o FTM é possível criar um estímulo a mais para que a pessoa com deficiência auditiva sinta a vibração das letras para aprender a escrever.

"O app é importante para pessoas que lutam por acessibilidade no Brasil e nós estamos aqui como um auxílio para eles. Podemos pegar qualquer aplicativo que tenha como base e fazer a tradução para a vibração e assim a pessoa sentir a emoção da música vibrando. Os resultados têm sido positivos entre aqueles que testaram".

Zinni explicou que a solução está sendo desenvolvida com Interface de Programação de Aplicativos (APIs) em Python, voltado para banco de dados e uma API que traduz o som de maneira diferente do React.JS, também usado para o desenvolvimento do aplicativo. “O React é usado para trabalhar a interface que hoje se assemelha a um Ipod”, disse.

A solução será liberada inicialmente para dispositivos com sistema Android, para que tenha maior abrangência e atinja pessoas que não têm poder aquisitivo alto.

O professor da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Ribeirão Preto, Adriano Buzoli, um dos orientadores do time, explicou que, além das mentorias e dos conteúdos estudados, o curso ofereceu aos alunos a oportunidade de contato com profissionais especialistas no mercado.

“Criamos um elo com mentores voluntários focados em trabalhos com linguagem de programação, marketing e branding. Assim, os estudantes conseguiram tirar dúvidas, foram aprimorando novas versões do produto e puderam chegar ao modelo atual, que está muito próximo do que será lançado ao mercado. Trabalhamos muito também sobre a viabilidade economia, o posicionamento de marca do FTM e tivemos consultoria para a identidade visual. Esse estágio do projeto é crucial para as próximas etapas, como a Vitrine CPS”.

O projeto foi selecionado pela Vitrine Inova SP, que reúne os 50 melhores projetos da Edição da Escola de Inovadores. Os selecionados são conhecidos e avaliados por mentores, investidores e possíveis parceiros. Os dez mais avaliados da etapa participam do Acelera Inova CPS.

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TikTok testa função stories, similar à do Instagram

Redes sociais
05:45 | Ago. 06, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Com o sucesso do TikTok, que ganhou alcance mundial em 2018, o Instagram trabalhou em lançar uma ferramenta similar. Anunciado em agosto de 2020, os reels funcionam de maneira idêntica ao aplicativo chinês: vídeos curtos, que podem incluir músicas, e passam em sequência aleatória para os usuários, mesmo que não sigam o autor do conteúdo.

Por ironia, o TikTok resolveu revidar: a empresa está trabalhando em uma função chamada "TikTok Stories". Como o nome da novidade implica, ela é idêntica à existente no Instagram, com vídeos ou imagens que somem após 24 horas. O próprio modo stories do Instagram é uma cópia direta do Snapchat, aplicativo lançado em 2011.

A novidade foi percebida primeiro pelo blogueiro Matt Navarra. Em entrevista ao site de tecnologia The Verge, um representante do TikTok confirmou que a funcionalidade está em testes dentro do aplicativo.

Apesar da confirmação, a empresa não deu mais detalhes sobre o TikTok Stories. Ainda não se sabe, por exemplo, a duração máxima, se serão aceitos somente vídeos, como na funcionalidade principal do aplicativo, nem a data em que a novidade será disponibilizada para todos os usuários.

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IBGE lança novo aplicativo de conversão de altitudes

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13:13 | Ago. 05, 2021
Autor Agência Brasil
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lança hoje (5) um aplicativo com um novo modelo para conversão de altitudes, o hgeoHNOR2020, disponível para uso apenas no Portal do IBGE. Mais rápido e mais preciso que o antecessor, o aplicativo possibilita o acesso a grandes volumes de informação em poucos minutos.

Essas informações são necessárias, por exemplo, em grandes projetos de irrigação ou de geração hidrelétrica. De maneira simples, a altitude significa o quão alto é um território, o que impacta diretamente no escoamento de massas líquidas, como a água.

Há duas formas de medir a altitude. A mais comum leva em consideração o nível do mar e a força da gravidade, ou seja, a elevação de um ponto qualquer da superfície terrestre em relação ao nível zero ou nível dos oceanos. É ela que encontramos registrada na maioria dos mapas e nos livros escolares. Mas existe ainda a altitude geométrica, adotada pelos sistemas de satélites, como o GPS.

Desde a década de 1990, o IBGE oferece modelos com aplicativos que fornecem o fator para conversão das altitudes calculadas com o GPS para valores compatíveis com o nível do mar. O primeiro aplicativo foi o MAPGEO92, resultado de um esforço conjunto do IBGE e da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP).

Desde então, foram lançadas novas versões desses modelos e respectivos aplicativos. O mais recente até hoje era o MAPGEO2015. Agora, de acordo com o IBGE, o hgeoHNOR2020 permite aos usuários diminuir a incerteza da conversão das altitudes para menos da metade em relação aos resultados do modelo anterior. 

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