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Camilo pede na Justiça que seja obrigatório teste ou vacinação com 2 doses para viajar ao Ceará

A medida será adotada para evitar novo aumento de casos de Covid-19, uma vez que já houve confirmação de 15 passageiros chegaram ao Estado infectados pela variante Delta do Sars-Cov-2
13:54 | Ago. 06, 2021
Autor - Gabriela Custódio
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- Gabriela Custódio Repórter Editoria de Cidades
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O governador Camilo Santana (PT) anunciou no início da tarde desta sexta-feira, 6, que o Estado vai ingressar com ação judicial para ter maior controle sobre os passageiros que chegam ao Ceará. O objetivo é que passe a ser obrigatória a apresentação, antes do embarque no aeroporto do local de origem, de comprovante de vacinação com duas doses da vacina contra a Covid-19 ou de testagem negativa para a Covid-19, por meio de exame RT-PCR feito até 72 horas antes do voo.

A medida será adotada para evitar novo aumento de casos de Covid-19 no Estado, uma vez que já houve confirmação de 15 passageiros que chegaram ao Ceará infectados pela variante Delta do Sars-Cov-2. "Essa é a nossa maior preocupação nesse momento, para que não haja recrudescimento da doença e do vírus", afirmou o governador. Além disso, Camilo informou que a testagem de pacientes no Aeroporto de Fortaleza será reforçada, assim como a fiscalização na entrada das pessoas que venham de outros estados ao Ceará.

"Isso é fundamental para ter esse controle da entrada de pessoas aqui no estado do Ceará. Então, nós estamos ingressando com essa ação judicial solicitando autorização para que isso ocorra em todos os voos, que o Governo Federal informe às companhia aéreas a obrigatoriedade da exigência de comprovante de teste negativo para Covid-19 ou da vacinação das duas doses antes de embargar para o Ceará", afirmou o chefe do Executivo estadual.

Decretos na 2ª onda no Ceará

2º lockdown: o isolamento rígido em Fortaleza começou em 5 de março de 2021. No dia 13, decreto estadual estendeu as medidas para todo o Estado.

12 de abril: no dia 4 de abril, Camilo Santana anunciou o início da flexibilização no Ceará para o dia 12 de abril. Com a reabertura, foram permitidas algumas atividades de serviço e comércio em horários reduzidos, toque de recolher de segunda à sexta-feira e lockdown aos fins de semana. 

17 de abril: decreto anterior foi mantido, com liberação de atividades físicas individuais em espaços públicos.

23 de abril: flexibilização avança com liberações para escolas, igrejas, templos. barracas de praia e academias de ginástica. Lockdown continua aos sábados e domingos.

30 de abril: Camilo anuncia flexibilização aos sábados e domingos, com autorização para funcionamento de comércio e restaurantes. Na semana, as regras seguem as mesmas.

7 de maio: após quatro semanas de flexibilização, o Ceará não avança na reabertura, mantendo as medidas em vigor. Dois indicadores acenderam sinal de alerta: alto patamar de internações e aumento na positividade de exames

14 de maio: Região de Fortaleza e de Sobral avançam na flexibilização, com ampliação do horário de funcionamento das atividades comerciais. Cariri, Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe continuam com as mesmas restrições.

22 de maio: decreto anterior é prorrogado mantendo ampliação Fortaleza e de Sobral e medidas mais rígidas nas outras três regiões do Estado

29 de maio: decreto amplia flexibilização no Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe, que passam à mesma situação de Fortaleza e Sobral. Cariri mantém restrições

4 de junho: decreto amplia horário de funcionamento de shoppings e restaurantes até 22 horas e toque de recolher vai para 23 horas. Exceção é Cariri, onde restrições são mantidas

11 de junho: governo libera aulas em todas as séries do ensino médio, amplia a capacidade de público em academias, reabre museus, bibliotecas e cinemas. Apenas o Cariri continua com restrições

18 de junho: governador anuncia prorrogação do decreto, interrompendo a sequência de reabertura. Restrições mais severas mantidas no Cariri.

25 de junho: governo libera aulas presenciais em universidades.

28 de junho: decreto autoriza o funcionamento de feiras livres.

9 de julho: anunciado aumento do horário do comércio.

23 de julho: restaurantes podem funcionar até 23 horas. Eventos podem receber até 200 pessoas.

6 de agosto: por causa da chegada da variante Delta, decreto é prorrogado sem mudanças

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Ceará vai reforçar testagem no Aeroporto e fiscalização no Estado em preocupação à variante Delta da Covid-19

ECONOMIA
13:51 | Ago. 06, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Novo decreto vai reforçar testagem no Aeroporto Internacional Pinto Martins e fiscalização no Ceará em preocupação à variante Delta da Covid-19. Já foram identificados 15 casos nos exames de pessoas que passam pelo equipamento em Fortaleza. 

O anúncio foi realizado pelo governador do Estado, Camilo Santana (PT), em live nesta sexta-feira, 6 de agosto, nas redes sociais. Os dados sobre a pandemia no Ceará foram detalhados pelo secretário da Saúde, Dr. Cabeto.

Agora as divulgações dos novos decretos são realizados a cada 15 dias. A última atualização das regras de distanciamento social na pandemia foi no dia 23 de julho deste ano. 

Preocupação 

Na última semana, a variante delta foi confirmada pela primeira vez no Estado. A Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) já confirmou 15 casos de pessoas vindas do Rio de Janeiro que confirmaram a infecção com a cepa originária da Índia.

A Fiocruz monitorava até essa quarta-feira, 4, 40 casos suspeitos da variante delta do coronavírus no Estado. Os casos envolvem viajantes que estiveram recentemente no Rio de Janeiro e em São Paulo (cidades com transmissão comunitária da cepa).

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Com 15 casos da variante Delta no Ceará, Camilo interrompe reabertura e prorroga decreto

PANDEMIA DE COVID-19
13:50 | Ago. 06, 2021
Autor Redação O POVO
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O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), anunciou a prorrogação do decreto estadual de enfrentamento ao coronavírus. O governador destacou a preocupação em relação à variante Delta. Já são 15 casos identificados no Ceará. Por isso, a reabertura das semanas anteriores não terá continuidade nos próximos 15 dias. As atuais regras são prorrogadas.

O secretário da Saúde, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Cabeto, destacou que o Ceará tem hoje situação parecida com o que havia antes da segunda onda. Na quinta-feira, não havia nenhum paciente aguardando transferência para leitos.

Camilo apontou que se mantém a queda no número de casos, número de óbitos e manutenção da demanda assistencial baixa. Apesar disso, a novidade trazida pela variante Delta faz com que a reabertura pare.

O Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia se reuniu nesta sexta-feira, 6 de agosto, para avaliar o cenário epidemiológico e definir se a reabertura socioeconômica avança, fica como está ou regride.

O novo decreto entra em vigor na segunda-feira, 9 de agosto (09/08). 

Decretos na 2ª onda no Ceará

2º lockdown: o isolamento rígido em Fortaleza começou em 5 de março de 2021. No dia 13, decreto estadual estendeu as medidas para todo o Estado.

12 de abril: no dia 4 de abril, Camilo Santana anunciou o início da flexibilização no Ceará para o dia 12 de abril. Com a reabertura, foram permitidas algumas atividades de serviço e comércio em horários reduzidos, toque de recolher de segunda à sexta-feira e lockdown aos fins de semana. 

17 de abril: decreto anterior foi mantido, com liberação de atividades físicas individuais em espaços públicos.

23 de abril: flexibilização avança com liberações para escolas, igrejas, templos. barracas de praia e academias de ginástica. Lockdown continua aos sábados e domingos.

30 de abril: Camilo anuncia flexibilização aos sábados e domingos, com autorização para funcionamento de comércio e restaurantes. Na semana, as regras seguem as mesmas.

7 de maio: após quatro semanas de flexibilização, o Ceará não avança na reabertura, mantendo as medidas em vigor. Dois indicadores acenderam sinal de alerta: alto patamar de internações e aumento na positividade de exames

14 de maio: Região de Fortaleza e de Sobral avançam na flexibilização, com ampliação do horário de funcionamento das atividades comerciais. Cariri, Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe continuam com as mesmas restrições.

22 de maio: decreto anterior é prorrogado mantendo ampliação Fortaleza e de Sobral e medidas mais rígidas nas outras três regiões do Estado

29 de maio: decreto amplia flexibilização no Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe, que passam à mesma situação de Fortaleza e Sobral. Cariri mantém restrições

4 de junho: decreto amplia horário de funcionamento de shoppings e restaurantes até 22 horas e toque de recolher vai para 23 horas. Exceção é Cariri, onde restrições são mantidas

11 de junho: governo libera aulas em todas as séries do ensino médio, amplia a capacidade de público em academias, reabre museus, bibliotecas e cinemas. Apenas o Cariri continua com restrições

18 de junho: governador anuncia prorrogação do decreto, interrompendo a sequência de reabertura. Restrições mais severas mantidas no Cariri.

25 de junho: governo libera aulas presenciais em universidades.

28 de junho: decreto autoriza o funcionamento de feiras livres.

9 de julho: anunciado aumento do horário do comércio.

23 de julho: restaurantes podem funcionar até 23 horas. Eventos podem receber até 200 pessoas.

6 de agosto: por causa da chegada da variante Delta, decreto é prorrogado sem mudanças

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Ceará tem 15 casos confirmados da variante Delta do coronavírus

Covid-19
13:48 | Ago. 06, 2021
Autor Gabriela Custódio
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O Ceará soma, atualmente, 15 pacientes com Covid-19 infectados com a variante Delta do Sars-Cov-2. O número foi informado pelo governador Camilo Santana (PT) no início desta sexta-feira, 6, em transmissão ao vivo para atualização das medidas de contenção da Covid-19 no Estado. A identificação da variante no Estado levou o Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia a não alterar o decreto estadual de controle da pandemia.

O Estado vai ingressar com ação judicial para que passageiros que venham para o Ceará apresentem, antes do embarque no local de origem, comprovação de testagem negativa para a Covid-19  ou de imunização com duas doses da vacina contra a doença. O gestor destacou, ainda, a importância de a população respeitar as medidas sanitárias, utilizarem máscara de proteção, e evitar aglomerações. "Para enfrentar essa variante, é preciso estar vacinado com as duas doses", pontuou. 

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Distrito Federal vacinará quem tem 25 anos ou mais a partir do dia 10

Saúde
13:38 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, informou hoje (6), por meio de sua conta no Twitter, que disponibilizará, a partir do dia 10, vacina contra a covid-19 a pessoas com idade igual ou superior a 25 anos.

Ele disse que a ampliação do grupo para receber o imunizante será possível em razão da chegada de mais doses de vacinas à capital federal.

Fiocruz alerta para novas variantes do vírus da covid-19 

Saúde
12:40 | Ago. 06, 2021
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A nova edição do Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que o surgimento e o crescimento de novas variantes do novo coronavírus, como a Delta, acendem um alerta. Conforme o estudo, a pandemia ainda não acabou e novos cenários de transmissão e de risco podem surgir.

De acordo com a Fiocruz, o elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da nova variante, por isso, é fundamental combinar vacinação com o uso de máscaras, incluindo campanhas de informação para a população e busca ativa de quem ainda não se vacinou.

O boletim também confirma a reversão no processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil. “Novamente, as internações em leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, o número de óbitos concentram um maior número de idosos”, apontou.

A incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ainda permanece em níveis altos, muito altos ou extremamente altos no país, como indicaram os dados das semanas epidemiológicas 29 e 30,entre 18 e 31 de julho de 2021. Como a maior parte dos casos da doença é relacionada aos casos de infecção por covid-19, esses níveis indicam transmissão significativa do vírus Sars-CoV-2.

Os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim, recomendaram entre as medidas de proteção a vacinação completa para evitar as mortes e casos graves causados pela doença. “É fundamental o esquema vacinal completo para todos os elegíveis, a fim de proteger contra os casos graves e óbitos por covid-19, incluindo os relacionados à variante Delta, além da necessidade de ampliar e acelerar a vacinação”, disseram.

Perfil

A edição destacou que a proporção de casos de internações entre idosos, que atualmente é de 37,5%, ficou em 27,1% na semana 23, entre 6 e 12 de junho. Já a proporção do número de óbitos, que, na mesma semana era de 44,6%, agora está em 62,1%. O Boletim mostrou ainda uma redução importante da proporção de internações nas faixas etárias de 50 a 59 anos e uma diminuição discreta na faixa de 40 a 49 anos. Apesar disso, os cientistas alertaram que “qualquer conclusão sobre a mudança apontada no perfil da pandemia no Brasil ainda é precoce e deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas”.

Segundo o trabalho, o perfil de mortalidade por idade em países de baixa e média renda, como é o caso do Brasil, é diferente do observado em países ricos. “Os mais jovens enfrentam um risco maior de morrer em países em desenvolvimento do que em países de alta renda. Isso ocorre porque as populações não idosas nesses países têm uma maior incidência de doenças preexistentes e menos acesso a tratamento e cuidados que potencialmente salvam vidas.”

Um agravante da situação são as taxas de emprego informal mais altas, transportes públicos superlotados e habitações precárias com muitas pessoas para poucos cômodos, que são características de países de baixa renda e colocam as pessoas em maior risco de exposição ao Sars-CoV-2. “Esses riscos parecem afetar desproporcionalmente adultos não idosos e reforça nossa impressão inicial de que a vulnerabilidade específica à idade na pandemia varia, o que é fundamental para determinar se e como a adaptação das políticas de distanciamento”, observaram.

Na avaliação dos pesquisadores, mesmo com números ainda preocupantes, a boa notícia do boletim é a queda de incidência e mortalidade por covid-19. A taxa de mortalidade diminuiu 1,3% ao dia, enquanto a taxa de incidência de casos de covid-19 foi reduzida em 0,3% por dia. “A maior redução da mortalidade e menor da incidência pode ser resultado das campanhas de vacinação, que seguramente reduzem os riscos de agravamento da doença, mas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2”, apontaram.

A positividade dos testes, que ainda continua alta, indica que há intensa circulação do vírus. A taxa de letalidade está em torno de 2,8%, patamar elevado em relação a países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem em massa e cuidados intensivos para doentes graves. “O elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da variante Delta, em paralelo ao lento avanço da imunização entre os grupos mais jovens e mais expostos, combinado com maior circulação de pessoas pelo retorno das atividades de trabalho e educação. Nesse sentido, é importante refutar a ideia de que a vacinação protege integralmente as pessoas de serem infectadas e transmitir o vírus, o que pode se tornar um risco adicional com a nova variante de preocupação Delta”, relataram os cientistas.

Ocupação de leitos

Uma boa notícia é que as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19 em adulto, no Sistema Único de Saúde (SUS), seguem melhorando. Conforme o boletim, 19 estados registram taxas de ocupação inferiores a 60% e, por isso, estão fora da zona de alerta. Outros seis estados e o Distrito Federal estão na zona de alerta intermediário, que tem taxas de ocupação iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80% e somente um estado, Goiás, na zona de alerta crítico com taxa superior a 80%.

Os destaques negativos entre 26 de julho e 2 de agosto, com expressiva elevação do indicador, foram Mato Grosso, que passou de 63% para 79%) e a capital Cuiabá, saindo de 55% para 74%. Houve aumentos ainda no estado do Rio de Janeiro (59% para 61%) e nas capitais Fortaleza (55% para 65%), Belo Horizonte (58% para 60%), Rio de Janeiro (90% para 94%) e Campo Grande (67% para 74%).

As quedas no indicador atingiram pelo menos cinco pontos percentuais em Roraima (68% para 58%), Pará (61% para 54%), Tocantins (71% para 64%), Maranhão (65% para 57%), Paraíba (34% para 26%), Alagoas (46% para 26%), Sergipe (45% para 37%), Minas Gerais (56% para 51%), São Paulo (55% para 49%), Paraná (64% para 59%), Rio Grande do Sul (65% para 60%) e Distrito Federal (83% para 61%).

Regiões

A Região Nordeste está fora da zona de alerta do indicador, onde também se somam o Norte, exceto por Tocantins, o Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro, e o estado do Paraná, localizado na Região Sul.

Nas capitais, Rio de Janeiro (94%) e Goiânia (94%), as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 são superiores a 80%. Já São Luis (69%), Fortaleza (65%), Belo Horizonte (60%), Curitiba (67%), Porto Alegre (66%), Campo Grande (74%), Cuiabá (74%) e Brasília (61%) estão na zona de alerta intermediário. Fora da zona de alerta estão Porto Velho (40%), Rio Branco (26%), Manaus (59%), Boa Vista (58%), Belém (49%), Macapá (33%), Palmas (49%), Teresina (50), Natal (39%), João Pessoa (23%), Recife (34%), Maceió (21%), Aracaju (46%), Salvador (44%), Vitória (46%), São Paulo (45%) e Florianópolis (36%).

Síndrome respiratória

São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal apresentaram taxas superiores a 10 casos por 100 mil habitantes em casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave. Embora estejam com taxas inferiores, os outros estados possuem ainda níveis superiores a um caso por 100 mil habitantes. “Como os casos de SRAG são essencialmente severos, que demandam hospitalização, ou casos que vieram a óbito, as taxas preocupam, por impor demanda significativa ao sistema hospitalar”, alertaram os cientistas.

Projeto

Segundo a Fiocruz, o projeto InfoGripe indica estimativas para as semanas que colocam a maior parte do país em estabilidade nas taxas de incidência de SRAG. “Alguns estados como Mato Grosso do Sul, Pará e Acre estão com tendência de aumento na incidência. São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Bahia, Sergipe, Roraima, Tocantins e Maranhão têm tendência de redução nos casos. Os demais estados encontram-se em situação de estabilidade. Entretanto, tal cenário não é confortável para a saúde pública, uma vez que a transmissão permanece elevada”, informou.

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