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Apple vai lançar iPhone 13 com conexão via satélite? Entenda o caso

Rumor sobre próxima geração do celular da Apple fez disparar ações de empresa de telefonia via satélite; entenda como pode funcionar a nova funcionalidade dos iPhones
06:51 | Ago. 31, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Bemfica de Oliva Repórter
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Tipo Notícia

Um rumor sobre a próxima geração dos celulares da Apple foi divulgado na internet nessa segunda-feira, 30. Segundo o analista de mercado Ming-Chi Kuo, especializado em previsões sobre a marca, a fabricante pode incluir conexão via satélite na linha iPhone 13.

Com a novidade, os smartphones da Apple teriam sinal mesmo em locais onde nenhuma operadora de celular atua. A funcionalidade usaria satélites de órbita baixa, como os das empresas SpaceX e Globalstar - esta última viu suas ações na bolsa de Nova Iorque subirem 63% após a divulgação do rumor.

A informação inicial, porém, provavelmente estava incompleta. Pouco tempo após os boatos se espalharem, a Bloomberg, agência especializada em notícias do mercado financeiro, publicou seu próprio relatório, com mais detalhes sobre a operação.

Segundo a notícia da Bloomberg, o objetivo não é fazer com que iPhones virem celulares via satélite, que podem ser usados sem a necessidade de operadoras de telefonia. A nova conexão seria usada apenas para emergências, enviando informações básicas, como localização e mensagens de texto, em casos como desastres naturais ou quedas de avião.

Outro ponto do relatório da Bloomberg é que, embora a função possa ser anunciada já com a linha iPhone 13, que será lançada em setembro, as redes necessárias para o funcionamento do serviço ainda não estão ativas. Elas entrariam em ação apenas em 2022, e o modo de uso ainda pode sofrer alterações.

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Aplicativo conhecido como "Tinder dos antivacina" é removido da App Store

INFORMAÇÕES FALSAS
10:55 | Ago. 02, 2021
Autor Marília Freitas
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Marília Freitas Autor
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O aplicativo Unjected foi removido da loja de aplicativos da Apple, a App Store, devido a violações de políticas de uso. Informalmente, o aplicativo tem sido chamado de "Tinder Anti-vax" ou "Tinder dos antivacina", voltado para pessoas que não foram vacinadas contra a Covid-19. Ainda, o aplicativo tentou o processo de revisão da App Store, o que vai contra as diretrizes da Apple.

A remoção foi decidida após a agência de notícias Bloomberg ter publicado um relatório sobre o Unjected, no qual analisou como o Google e a Apple estavam lidando com informações falsas sobre a vacina da Covid-19 veiculadas dentro do aplicativo.

Segundo informações do portal Olhar Digital, o Google já avisou aos desenvolvedores do Unjected que informações falsas sobre as vacinas estariam circulando no feed da rede social. Dentre elas, teorias conspiratórias envolvendo os imunizantes, mas que já foram desmentidas.

A titulo de exemplo, não há fetos abortados nas vacinas da Covid-19 e muito menos não existe a possibilidade da existência de microchips implementados nos imunizantes.

O Unjected, entretanto, segue disponível na Play Store - loja equivalente a App Store para dispositivos Android. Caso o conteúdo não seja removido, o aplicativo deve ter o mesmo destino no Android. Os moderadores já iniciaram o processo de exclusão de tais conteúdos, mas os criadores desejam restabelecer a timeline em breve.

Além de encontros, o intuito do aplicativo é reunir empresas e usuários que tenham os mesmos ideais antivacinas. O Unjected vai de encontro às medidas propostas a favor da segurança de usuários nas plataformas Facebook, Instagram, Twitter e o próprio Tinder.

Em um período de desinformação, Mark Zuckerberg anunciou medidas para combater as notícias falsas nas gigantes de tecnologia Instagram e Facebook. Para exemplificar a ação do Facebook, o empresário citou a exclusão de uma publicação feita pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

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