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Prefeitura de Fortaleza entrega primeiro Ponto do Entregador na Varjota

Projeto-piloto do Ponto do Entregador entregue nesta quarta-feira é o primeiro de dois equipamentos que serão instalados na Varjota ainda neste ano; estruturas deverão contar com banheiros e espaço para lanches
05:41 | Ago. 26, 2021
Autor Isabela Queiroz Especial para O POVO
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Isabela Queiroz Especial para O POVO Jornal
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A Prefeitura de Fortaleza entregou nesta quarta-feira, 25, o projeto-piloto do Ponto do Entregador. O equipamento é o primeiro de dois pontos que serão instalados no Polo Gastronômico da Varjota. A estrutura oferece bancos para descanso, internet sem fio, câmera de videomonitoramento e tomadas para recarga de celulares para motociclistas que trabalham com entregas na Cidade. A iniciativa foi anunciada em julho deste ano pelo prefeito José Sarto (PDT).

Localizado no cruzamento entre as ruas Coronel Jucá e República do Líbano, o ponto conta ainda com calçada ampliada, iluminação própria e estacionamento para motos e bicicletas. O presidente da Fundação de Ciência, Tecnologia e Inovação de Fortaleza (Citinova), Luiz Alberto Sabóia, explicou, por meio de assessoria, que o segundo ponto será instalado na rua Professor Dias da Rocha, próximo à rua Canuto de Aguiar, e as obras iniciam em setembro. Além disso, os equipamentos deverão contar com banheiros e espaço para lanches.

Sabóia enfatizou ainda que a iniciativa tem chamado atenção de grandes empresas de entrega e que os autônomos também podem usar o espaço. “Brevemente devemos iniciar um processo de credenciamento de empresas que, uma vez aprovadas pela Prefeitura, queiram instalar mais Pontos do Entregador pela cidade”, afirmou por meio de assessoria.

Sarto anunciou o lançamento do projeto-piloto, ideia concebida ainda em sua campanha eleitoral, em suas redes sociais. Segundo ele, melhores condições de trabalho, com mais dignidade e segurança estão sendo ofertadas para os entregadores por meio do equipamento.

Segurança viária

Além da melhoria nas condições de trabalho dos entregadores, o projeto Ponto do Entregador visa atuar na segurança viária, em parceria com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), por meio de ações de educação e realização do curso de pilotagem segura, com aulas teóricas e práticas no Centro de Treinamento da AMC.

O Ponto do Entregador conta ainda com a parceria da Secretaria Municipal da Segurança Cidadã (Sesec) e da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP).

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Feira da rua José Avelino acontece com fiscalização

feira em fortaleza
00:30 | Ago. 26, 2021
Autor Júlia Duarte
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A feira da rua José Avelino, no Centro de Fortaleza, funcionou nesta quarta-feira, 25, com movimento intenso nas primeiras horas da manhã. Apesar de forte movimentação, o público era menor do que aquele normalmente registrado. A feira, palco do confronto entre os feirantes e a Guarda Municipal, que terminou com a morte do vendedor Naison Abdenego de Sousa Barros, de 31 anos, contou com presença de vereadores da oposição e agentes da Prefeitura.

A feira foi encerrada por volta das 7 horas da manhã, em uma ação da Guarda Municipal com o apoio da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). A previsão de encerramento, entretanto, era duas horas mais cedo, às 5 horas, de acordo com os vereadores que acompanharam a movimentação.

O líder da oposição na Câmara Municipal, Márcio Martins (PROS), ressaltou que para os feirantes não seria rentável sair tão cedo do local, especialmente com a chegada de pessoas de cidades do Interior. “A principal reivindicação deles é permanecer até às 7 horas da manhã e isso é possível”, afirmou.

LEIA MAIS| Saiba quem é o vendedor morto após confronto na José Avelino; sepultamento será nesta quinta (19)

Segundo Márcio, o ideal é que a Prefeitura fechasse as ruas no entorno para garantir a realização do comércio. O vereador pontuou ainda que os parlamentares devem continuar indo ao local caso a situação não seja solucionada.

Prefeitura e Câmara Municipal

 

A Prefeitura de Fortaleza solicitou um levantamento com o quantitativo de pessoas que trabalham na rua José Avelino e no entorno. O objetivo é cruzar dados para, a partir do diagnóstico do comércio informal na região, discutir e propor soluções. O requerimento foi feito na noite da segunda-feira, 23, durante nova reunião do comitê instituído no último dia 18 para dialogar com representantes de vendedores ambulantes.

LEIA MAIS| Antônio Henrique afirma que atual gestão deve pacificar tensões na José Avelino

A feira chegou a ser proibida até o domingo, 22, mas voltou a acontecer mesmo com o decreto que proibia a movimentação. No decreto, a Prefeitura justifica que a liberação gradual das atividades econômicas no entorno da José Avelino ocasionou o comércio irregular de ambulantes nas vias públicas. O documento também destaca que a alta circulação de compradores dos comerciantes regulares da área colocaria em risco a saúde da população, pela Covid-19.

Nesta quarta, 25, a Agefis acompanhou a feira e ressaltou que atua para evitar aglomerações e permitir a livre circulação na região. “Essa ação tem como objetivo garantir o ordenamento público, garantir o pedestre de circular pelo passeio como também para que os carros possam fluir em vias desobstruídas”, pontuou Neuvani Vasconcelos, superintendente adjunto da pasta.

Já Guarda Municipal afirmou que todos os pontos da feira tiveram a presença de agentes do órgão e também atuavam para ordenamento da região, como a prevenção de aglomerações.

Entenda

 

Na madrugada de quarta-feira, 18, houve um novo confronto entre feirantes da José Avelino e a Guarda Municipal de Fortaleza - o anterior havia sido registrado no sábado, 14. No confronto, Naison Abdenego de Sousa Barros, de 31 anos, foi morto.

O crime é investigado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE). "O caso foi registrado inicialmente no 34° Distrito Policial (DP), onde o irmão da vítima de 31 anos foi ouvido", disse a nota. Agora já está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da PC-CE.

O confronto aconteceu na madrugada e um dos disparos teria sido o que atingiu o homem, que foi encaminhado ao Instituto José Frota (IJF), no Centro, onde veio a óbito, de acordo com informações dos feirantes. No dia seguinte, o feirante foi velado e enterrado no cemitério municipal de Caucaia, com uma homenagem de amigos e familiares.

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Juliana Coelho: A sua pressa vale uma vida?

00:00 | Ago. 26, 2021
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O mundo de hoje segue em ritmo acelerado e acaba exigindo de nós pressa. Até mesmo no trânsito. Na correria diária, os cuidados ao volante cedem espaço para a imprudência e o excesso de velocidade surge neste cenário como o principal fator de risco causador de acidentes.

Quanto mais rápido dirigimos, maior a chance de perdermos o controle do veículo e de não reagirmos a tempo ao nos depararmos com algum incidente na via. Nesta hora, tanto podemos tirar a vida de alguém como ser a própria vítima. Um caminho sem volta.

A velocidade elevada é responsável por 30% das mortes no trânsito. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o risco de um pedestre adulto morrer se atingido por um carro a menos de 50 km/h é de 20%. Porém, a chance de letalidade sobe para 60% se a pessoa for atropelada a 80 Km/h.

Enquanto poder público, nosso papel é criar condições de viagens seguras moderando a velocidade nos locais que apresentem alta taxa de acidentalidade. Na Capital, 25 avenidas operam com limite máximo de 50 km/h.

Embora ainda haja certa resistência de parte da sociedade, a readequação de 60 para 50 km/h aumenta em dez vezes a chance de uma pessoa atropelada sobreviver. Além disso, é uma tendência mundial já consolidada nas grandes cidades como Londres, Nova York, Paris e Tóquio.

A eficácia da medida é comprovada não só no exterior. Um estudo realizado por nossos técnicos da AMC apontou que a média de acidentes com mortes na cidade caiu 67% em vias onde readequamos a velocidade entre 2016 e 2020.

O quantitativo com vitimas feridas também apresentou redução de 20,9%, enquanto os índices de atropelamento sofreram queda de 19,7%.

Sabemos que todo ser humano é passível a cometer erros no trânsito, contudo, nos cabe proporcionar um ambiente viário que considere as falhas humanas sem levar à morte ou lesões graves.

Se o desenho das vias for adequado e a velocidade máxima reduzida, a probabilidade de choques fatais é menor mesmo diante de uma possível conduta indevida do condutor.

Os desafios continuam e o cuidado é sempre a melhor forma de evitar acidentes. Afinal, toda vida importa e nossa missão é protegê-la.

 

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Uma semana após confronto que vitimou comerciante, feira da José Avelino acontece com Guarda e fiscalização

feira em fortaleza
15:14 | Ago. 25, 2021
Autor Júlia Duarte
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Júlia Duarte Autor
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Tipo Notícia

A feira da rua José Avelino, no Centro de Fortaleza, funcionou nesta quarta-feira, 25, com movimento intenso nas primeiras horas da manhã. Apesar de forte movimentação, o público era menor do que aquele normalmente registrado. A feira, palco do confronto entre os feirantes e a Guarda Municipal, que terminou com a morte de um comerciante, contou com presença de vereadores da oposição e agentes da Prefeitura.

A feira foi encerrada por volta das 7 horas da manhã, em uma ação da Guarda Municipal com o apoio da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). A previsão de encerramento, entretanto, era duas horas mais cedo, às 5 horas, de acordo com os vereadores que acompanharam a movimentação.

O líder da oposição na Câmara Municipal, Márcio Martins (PROS), ressaltou que para os feirantes não seria rentável sair tão cedo do local, especialmente com a chegada de pessoas de cidades do interior. “A principal reivindicação deles é permanecer até às 7 horas da manhã e isso é possível”, afirmou.

LEIA MAIS| Saiba quem é o vendedor morto após confronto na José Avelino; sepultamento será nesta quinta (19)

Segundo Márcio, o ideal é que a Prefeitura fechasse as ruas no entorno para garantir a realização do comércio. O vereador pontuou ainda que os parlamentares devem continuar indo ao local caso a situação não seja solucionada.

Prefeitura e Câmara Municipal

 

A Prefeitura de Fortaleza solicitou um levantamento com o quantitativo de pessoas que trabalham na rua José Avelino e no entorno. O objetivo é cruzar dados para, a partir do diagnóstico do comércio informal na região, discutir e propor soluções. O requerimento foi feito na noite da segunda-feira, 23, durante nova reunião do comitê instituído no último dia 18 para dialogar com representantes de vendedores ambulantes.

LEIA MAIS| Antônio Henrique afirma que atual gestão deve pacificar tensões na José Avelino

Ao programa Jogo Político, do O POVO, o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor), vereador Antônio Henrique (PDT), garantiu que as tensões vivenciadas entre feirantes da José Avelino devem ser pacificadas durante a atual gestão municipal. "Hoje estou mais próximo dessa pauta. Não podemos, mesmo querendo ajudar, atrapalhar o acesso das pessoas poderem caminhar e circular na cidade. O espaço público tem que ser respeitado e isso talvez tenha sido o entrave disso", disse Henrique.


A feira chegou a ser proibida até o domingo, 22, mas voltou a acontecer mesmo com o decreto que proibia a movimentação. No decreto, a Prefeitura justifica que a liberação gradual das atividades econômicas no entorno da José Avelino ocasionou o comércio irregular de ambulantes nas vias públicas. O documento também destaca que a alta circulação de compradores dos comerciantes regulares da área colocaria em risco a saúde da população, pela Covid-19.

Nesta quarta, 25, a Agefis acompanhou a feira e ressaltou que atua para evitar aglomerações e permitir a livre circulação na região. “Essa ação tem como objetivo garantir o ordenamento público, garantir o pedestre de circular pelo passeio como também para que os carros possam fluir em vias desobstruídas”, pontuou Neuvani Vasconcelos, superintendente adjunto da pasta.

Já Guarda Municipal afirmou que todos os pontos da feira tiveram a presença de agentes do órgão e também atuavam para ordenamento da região, como a prevenção de aglomerações.

Entenda

 

Na madrugada de quarta-feira, 18, houve um novo confronto entre feirantes da José Avelino e a Guarda Municipal de Fortaleza - o anterior havia sido registrado no sábado, 14. No confronto, Naison Abdenego de Sousa Barros, de 31 anos, foi morto.

O crime é investigado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE). "O caso foi registrado inicialmente no 34° Distrito Policial (DP), onde o irmão da vítima de 31 anos foi ouvido", disse a nota. Agora já está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da PC-CE.

O confronto aconteceu na madrugada e um dos disparos teria sido o que atingiu o homem, que foi encaminhado ao Instituto José Frota (IJF), no Centro, onde veio a óbito, de acordo com informações dos feirantes. No dia seguinte, o feirante foi velado e enterrado no cemitério municipal de Caucaia, com uma homenagem de amigos e familiares.

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Proibição de comércio na José Avelino preocupa feirantes

IMPASSE
00:30 | Ago. 21, 2021
Autor Gabriel Borges
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Feirantes que dependem das vendas realizadas na rua José Avelino foram surpreendidos com a proibição do funcionamento dos galpões do local, imposta pela Prefeitura de Fortaleza por meio do decreto publicado na última quarta-feira, 18. De acordo com a Prefeitura, a proibição visa reduzir aglomerações, mas a medida não foi bem aceita pelos feirantes do local.

Um dos galpões da rua emitiu um comunicado aos clientes, no qual expressava a surpresa com a decisão da gestão municipal: "Estaremos impedidos de funcionar de quinta-feira, 19, até domingo, 22. Assim como vocês, todos fomos surpreendidos".

Em conversa com O POVO, Queiroz Barbosa, uma das lideranças dos feirantes da região, relata que será tentada a liberação da retomada do comércio na região. "A gente está tentando (a liberação), já que o Centro Fashion tá liberado. Por que os galpões da José Avelino estão fechados e os do Centro Fashion, parceiros da Prefeitura, estão abertos?", indaga Queiroz.

O representante espera que as medidas sejam tomadas sem a promoção de pessoas no campo político. "Quando a gente pede a liberação para a feira da José Avelino, estamos pedindo a liberação para os feirantes. O que eu estou vendo nesse momento é que o espaço está sendo invadido por 'politiqueiros', que querem se promover", opina.

O coronel Eduardo Holanda, secretário de segurança cidadã do município de Fortaleza, destaca que todas as medidas adotadas visam combater a propagação das novas cepas do coronavírus. O secretário destaca que aglomerações não podem ser permitidas e pede a compreensão das pessoas.

"Lembrando que existe também um decreto em vigor, já agradeço a população que está entendendo a importância deste momento e respeitando onde existe toda uma poligonal no entorno da José Avelino, onde o comércio está proibido. Não podemos permitir neste momento, por conta da aglomeração", explica. Ainda de acordo com o secretário, o comitê estabelecido pela Prefeitura e os feirantes estão em busca das melhores condições de segurança e saúde de todos.

LEIA TAMBÉM | Prefeitura suspende tombamento provisório do Edifício São Pedro, em Fortaleza

Investigações sobre a morte de ambulante

Na manhã desta sexta-feira, 20, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) informou que a 4ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua as investigações para identificar as circunstâncias da ocorrência que resultou na morte do vendedor Naison Abdenego de Sousa Barrosde 31 anos, na feira da José Avelino.

Segundo a nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), oitivas estão sendo realizadas acerca do caso. Nenhuma outra prisão foi realizada, além das que já haviam sido registradas no dia da ocorrência.

De acordo com a SSPDS, duas pessoas foram autuadas em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência. Uma terceira pessoa, que já foi liberada após pagar fiança, também havia sido autuada em um inquérito policial por dano ao patrimônio público, sob suspeita de ter danificado uma viatura da Guarda Municipal.

LEIA TAMBÉM | Controle mais rígido e aumento do número de feirantes antecederam morte na José Avelino

LEIA TAMBÉM | Prefeito de Fortaleza institui comitê para dialogar com feirantes da José Avelino e entorno

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Feirantes buscam liberação do funcionamento do comércio na José Avelino

IMPASSE
15:28 | Ago. 20, 2021
Autor Gabriel Borges
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Gabriel Borges Autor
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Feirantes que dependem das vendas realizadas na rua José Avelino foram surpreendidos com a proibição do funcionamento dos galpões do local, imposta pela Prefeitura de Fortaleza por meio do decreto publicado na última quarta-feira, 18. De acordo com a Prefeitura, a proibição visa reduzir aglomerações, mas a medida não foi bem aceita pelos feirantes do local.

Um dos galpões da rua emitiu um comunicado aos clientes, no qual expressava a surpresa com a decisão da gestão municipal: "Estaremos impedidos de funcionar de quinta-feira, 19, até domingo, 22. Assim como vocês, todos fomos surpreendidos".

Em conversa com O POVO, Queiroz Barbosa, uma das lideranças dos feirantes da região, relata que uma reunião com outros representantes da feira está marcada para a tarde desta sexta-feira, 20. Em pauta, está a discussão de um pedido de retomada do comércio na região. "A gente está tentando (a liberação), já que o Centro Fashion tá liberado. Por que os galpões da José Avelino estão fechados e os do Centro Fashion, parceiros da Prefeitura, estão abertos?", indaga Queiroz.

O representante espera que as medidas sejam tomadas sem a promoção de pessoas no campo político. "Quando a gente pede a liberação para a feira da José Avelino, estamos pedindo a liberação para os feirantes. O que eu estou vendo nesse momento é que o espaço está sendo invadido por 'politiqueiros', que querem se promover", opina.

O coronel Eduardo Holanda, secretário de segurança cidadã do município de Fortaleza, destaca que todas as medidas adotadas visam combater a propagação das novas cepas do coronavírus. O secretário destaca que aglomerações não podem ser permitidas e pede a compreensão das pessoas.

"Lembrando que existe também um decreto em vigor, já agradeço a população que está entendendo a importância deste momento e respeitando onde existe toda uma poligonal no entorno da José Avelino, onde o comércio está proibido. Não podemos permitir neste momento, por conta da aglomeração", explica.

Ainda de acordo com o secretário, o comitê estabelecido pela Prefeitura e os feirantes estão em busca das melhores condições de segurança e saúde de todos.

LEIA TAMBÉM | Prefeitura suspende tombamento provisório do Edifício São Pedro, em Fortaleza

Investigações sobre a morte de ambulante

Na manhã desta sexta-feira, 20, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) informou que a 4ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua as investigações para identificar as circunstâncias da ocorrência que resultou na morte de um homem de 31 anos, na feira da José Avelino.

Segundo a nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), oitivas estão sendo realizadas acerca do caso. Nenhuma outra prisão foi realizada, além das que já haviam sido registradas no dia da ocorrência.

De acordo com a SSPDS, duas pessoas foram autuadas em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência. Uma terceira pessoa, que já foi liberada após pagar fiança, também havia sido autuada em um inquérito policial por dano ao patrimônio público, sob suspeita de ter danificado uma viatura da Guarda Municipal.

LEIA TAMBÉM | Controle mais rígido e aumento do número de feirantes antecederam morte na José Avelino

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