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Busca do Google ganha modo escuro em computadores; veja como ativar

Função já estava disponível em celulares e está sendo liberada aos poucos para usuários da busca no computador; veja como ativar o modo escuro do Google no navegador
05:34 | Set. 10, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Bemfica de Oliva Repórter
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A busca do Google em computadores agora pode ser acessada com um "modo noturno". A função, que já havia sido liberada para celulares há alguns meses, está sendo disponibilizada aos poucos para os usuários.

Ao ativar o tema escuro, o Google passa a exibir um fundo cinza, com o logo e texto da página em branco. Embora não gere economia de energia, como o modo noturno de aplicativos em celulares com tela do tipo Amoled, a funcionalidade permite um uso com menos desgaste na visão do usuário.

Como ativar o modo noturno do Google

Como a função está em fase final de testes, sendo liberada aos poucos para os usuários, é preciso checar se a novidade já foi ativada. Veja o passo a passo:

  1. Abra a página inicial do Google e realize uma pesquisa;
  2. Na tela com os resultados, selecione, no canto superior direito, o ícone de engrenagem, e em seguida a opção "Configurações de pesquisa";
  3. Na tela que abrirá, se o modo noturno estiver disponível, haverá uma seção "Aparência" no menu à esquerda;
  4. Selecionando esta seção, três opções podem ser escolhidas. Além de manter o tema claro e o tema escuro ativos continuamente, é possível também escolher o modo "padrão do dispositivo", que usa as mesmas configurações do restante do sistema;
  5. Após fazer a mudança pela primeira vez, é possível trocar de forma rápida na página de resultados de pesquisa: ao clicar no ícone da engrenagem, o último item do menu será "tema escuro", permitindo ativar ou desativar a função.

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Google reuniu R$ 35 bi para startups no País

ECONOMIA
17:07 | Ago. 20, 2021
Autor Agência Estado
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Agência Estado Autor
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Tipo Notícia
O Google for Startups, programa dedicado a impulsionar empresas de tecnologia, acelerou 250 startups desde que começou a atuar no Brasil, em 2016 - ao todo, essas empresas levantaram R$ 35 bilhões em investimentos por meio de fundos de capital de risco e geraram cerca de 15 mil empregos.
Os números fazem parte de relatório de impacto feito em parceria com o instituto Kantar e divulgado pela companhia ontem, em comemoração aos cinco anos do projeto no País.
A taxa de crescimento dos aportes nas startups participantes do programa foi de 108% ano a ano - o investimento não é feito diretamente pelo Google, e sim por outros agentes do ecossistema conectados às empresas por meio do projeto. Desde 2020, a companhia mantém um fundo dedicado a startups de fundadores e líderes negros, chamado Black Founders Fund, mas o valor já investido pela iniciativa não foi revelado.
Segundo o relatório, startups da rede do Google for Startups levantaram em média R$ 4,5 milhões por meio de fundos em 2020, volume 86% superior ao investimento recebido no primeiro ano do programa no País.
Desde 2016, cinco das startups brasileiras que participaram da iniciativa se tornaram "unicórnios" (título dado a empresas de inovação avaliadas em mais de US$ 1 bilhão): Creditas, Loft, Loggi, Nubank e QuintoAndar.
"Ao longo desse período, com a expansão do acesso à internet móvel, passamos a incorporar uma série de produtos e serviços na rotina. Às vezes, nem lembramos mais como era a vida sem eles", escreveu André Barrence, diretor do Google for Startups na América Latina, no relatório. "Várias dessas transformações só foram possíveis por causa de startups."
Ecossistema
Além da atuação do programa, foram avaliadas as percepções dos fundadores de startups sobre a evolução do ecossistema brasileiro de inovação como um todo nos últimos anos. Apesar de ter aumentado o volume do setor e o acesso a organizações e programas de suporte a startups, empreendedores ainda citam o ambiente regulatório como principal entrave.
"O ambiente regulatório teve melhorias, mas ainda é um dos pilares do ecossistema que merecem atenção", diz Barrence.
Lincoln Ando, fundador e CEO da startup Idwall, que participou de programas da companhia, aponta que alguns avanços em regulação nos últimos anos foram fundamentais para a evolução da empresa, que hoje soma 209 funcionários e 250 clientes.
"Em 2014, houve a regulamentação de abertura e fechamento de contas bancárias online. Com essa mudança do Banco Central, não só os bancos e as fintechs tiveram oportunidade de explorar o segmento, mas também empresas de segurança como a Idwall", disse Ando.
Olhando para frente, a tendência é de que a abertura do mercado ao trabalho das startups se consolide, diz Barrence. "Acredito que as startups terão um papel de protagonistas no processo de retomada da economia, com capacidade de adaptação e velocidade para crescer."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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