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Bolsonaro diz que medidas sanitárias de Camilo contra pandemia foram "ato criminoso"

Segundo o presidente, medidas como lockdown e toques de recolher foram "maldosas" e incompreendidas pela população cearense
12:18 | Ago. 13, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter de Política
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Tipo Notícia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o governador Camilo Santana (PT)  atuou de forma criminosa e maldosa ao decretar as medidas sanitárias para evitar a disseminação da Covid-19 no estado. O pronunciamento aconteceu na manhã desta sexta-feira, 13, no bairro Sítio Barro Branco, em Juazeiro do Norte, onde ocorreu a cerimônia de entrega de moradias populares do programa Casa Verde e Amarela. 

Em sua fala, Bolsonaro se considerou honrado em "poder atender aos mais humildes" com os repasses do Auxílio Emergencial. "Atendemos no ano passado 68 milhões de pessoas com o auxílio emergencial. O gasto do ano passado com o auxílio emergencial equivale a 13 anos de Bolsa família. E porque fizemos isso? Porque muitos governadores, como esse desse estado, simplesmente mandou fechar o comércio, decretou lockdown, confinamentos e toque de recolher", acusou o presidente. 

O chefe do Executivo nacional disse lembrar dos mais humildes que não tinham renda fixa e não eram servidores públicos. Ele destacou que, ao decretar medidas sanitárias, as gestões estaduais jogaram grupo com vulnerabilidade social "na vala da quase miséria". "Não tinham como sobreviver. muitos trabalhavam de manhã para poder se alimentar a noite", disse. 

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"Essa medida, por alguns governadores, dentre eles deste estado, foram além de impensadas, foram muito mal recebidas pela população, mandar ficar em casa sem prover ganhou para sua subsistência isso é mais do que uma maldade é um ato criminoso", completou Bolsonaro.

Assista pronunciamento:

com informações do repórter Henrique Araújo, enviado a Juazeiro do Norte

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