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Motorista de DJ Ivis confirma agressões e diz que, se não fosse ele, "alguém já tinha morrido"

Testemunha das agressões a Pâmela Holanda, Charles Barbosa disse que interviu em várias discussões do casal para evitar que algo pior acontecesse

17:28 | 12/07/2021
Prints do vídeo em que o cantor e músico DJ Ivis agride sua esposa, Pamella Holanda. O motorista do artista, Charles Oliveira, presencia a cena  (Foto: reprodução/instagram)
Prints do vídeo em que o cantor e músico DJ Ivis agride sua esposa, Pamella Holanda. O motorista do artista, Charles Oliveira, presencia a cena (Foto: reprodução/instagram)

Testemunha ocular das agressões praticadas por DJ Ivis contra a sua esposa Pâmela Holanda, Charles Barbosa de Oliveira, motorista do músico, afirmou nesta segunda-feira, 12, que as cenas mostradas nos vídeos divulgados ontem, 11, ocorriam com frequência desde fevereiro deste ano. Em áudio divulgado pelo colunista Léo Dias, do portal Metrópoles, o funcionário diz que chegou a intervir em discussões anteriores do casal para evitar, segundo ele, a morte de um dos dois.

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“Uma coisa que eu digo a você sem medo de errar, e é o que eu vou falar quando for chamado lá [na Delegacia]. Se não fosse primeiramente Deus e eu, de fevereiro para cá, alguém já tinha morrido. Aquela confusão ali não começou ali não, começou dentro do quarto”, disse Charles.

Sobre suposta omissão diante das cenas de violência, já que o caso não foi levado à Delegacia antes da divulgação dos vídeos, Charles se defende alegando que, caso não tivesse agido para interromper algumas brigas do casal, o desfecho da história poderia ser trágico. “As [discussões] que eu participei eu lembro de tudo, sei de tudo e muita coisa ali eu me meti, senão a merda tinha sido maior. Agora é fácil apontar, criticar e dizer que eu nunca fiz nada ou que fui omisso. Beleza, fui omisso, tranquilo! Vou responder pela minha omissão”, conta.

O motorista ainda diz que, em algumas ocasiões, chegou a ser lesionado ao intervir nas discussões. “E das vezes que eu me meti? E a tesoura que eu tomei? E a faca que eu tomei? Ninguém vê isso”, completa o motorista, que nos próximos dias deve ser chamado para prestar depoimento sobre o caso.

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