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Skate park nas Olimpíadas: conheça modalidade e diferenças para street

Após as medalhas de prata de Kelvin Hoefler e Rayssa Leal no skate street, o Brasil disputa a modalidade park; conheça a categoria, as diferenças para o street, os representantes e a programação
23:18 | Jul. 27, 2021
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O skate fez uma estreia emblemática como esporte olímpico nos Jogos de Tóquio e desde então tem despertado a curiosidade e interesse de novos admiradores. Com o objetivo de atrair o público jovem nas Olimpíadas, a inclusão do skate na competição já rendeu medalhas de prata para o Brasil.

Os skatistas brasileiros Kelvin Hoefler, de 27 anos, e Rayssa Leal, de 13 anos, fizeram história garantindo duas medalhas de prata na modalidade street. Porém, uma outra modalidade chamada “park” também está garantida no evento esportivo e tem sua estreia marcada para o dia 3 de agosto, às 20h30min (horário de Brasília).

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Skate park: Brasil com chances de medalha

No skate park, o Brasil também possui chances de medalha com o skatista Luiz Francisco, de 21 anos, terceiro lugar do ranking mundial da modalidade. Além dele, a chave masculina conta com os nomes de Pedro Barros, quarto lugar mundial, e Pedro Quinta, décimo lugar no ranking mundial. Na categoria feminina, o Brasil será representado por Dora Varela, Isadora Pacheco e Yndiara Asp, 9º, 11º e 14º lugar no ranking mundial.

Como é o skate park e as diferenças do street

Diferentemente do que foi visto na modalidade street, que é inspirada em componentes vistos nas ruas como corrimões, escadas e rampas, no skate park, os atletas irão disputar em uma arena “bowl”, uma pista que tem formato de piscina e possui paredes de até quatro metros.

Na categoria “park”, os skatistas também utilizam elementos do skate street para fazer suas manobras, além do “halfpipe”, uma estrutura na forma de “U”. Os competidores desta modalidade irão fazer quatro voltas no tempo de 45 segundos em cada. Somente a maior nota será utilizada para a classificação geral. Assim como foi no “street”, apenas os oito primeiros da fase classificatória disputarão a final.

Skate ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir, programação e horário

Programação do Skate Park nas Olimpíadas 

Terça-feira, 3 de agosto (03/08)

20h30 – Classificatória – Park feminino

Quarta-feira, 4 de agosto (04/08)

00h30min – Final do Park feminino
20h30 – Classificatória – Park masculino

Quinta-feira, 5 de agosto (05/08)

00h30m – Final do Park masculino

Curiosidades das Olimpíadas

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Olimpíadas de Tóquio: confira as últimas notícias

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Olimpíadas de Tóquio: Thiago André está eliminado nos 1500m rasos

Jogos Olímpicos
21:37 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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O brasileiro Thiago André participou das eliminatórias dos 1500 metros rasos nas Olimpíadas de Tóquio na noite desta segunda-feira, 2. Ele ficou em 13º lugar na prova classificatória, com tempo de 3:47.71, e não avançou às semifinais da competição. Dessa forma, Thiago está eliminado, pois somente os seis melhores colocados desta prova passaram de fase.

O queniano Abel Kipsang, com tempo de 3:40.68, liderou a bateria. Ele, juntamente de Matthew Centrowitz (Estados Unidos), Jake Wightman (Grã-Bretanha), Azeddine Habz (França), Samuel Zeleke (Etiópia) e Charles Grethen (Luxemburgo) foram os classificados para as semifinais dos 1500 metros rasos.

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Médico do Brasil fala sobre evolução de Macris após lesão nas Olimpíadas de Tóquio

Jogos Olímpicos
20:59 | Ago. 02, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Brasil contou com uma novidade positiva na partida contra o Quênia, nesta segunda-feira, 1°, pelo último jogo da fase de grupos das Olimpíadas de Tóquio. A levantadora Macris participou do aquecimento e esteve no banco de reservas.

Na última quinta-feira, 29, na vitória contra o Japão, a atleta torceu o tornozelo direito e deixou a quadra chorando. Ao término do jogo, Macris teve que ser conduzida por cadeira de rodas.

Julio Nardelli, médico da Seleção de vôlei, avaliou a recuperação da atleta.

“A Macris tem evoluído muito bem com tratamento clínico fisioterápico dia a dia, já regrediu bastante o edema, recuperou força e amplitude de movimento. Dia a dia ela está sendo reavaliada, o prognóstico é muito bom e estamos felizes com a recuperação”, disse, em entrevista ao Sportv.

A vitória sobre o Quênia confirmou a liderança do grupo A para o Brasil. Nas quartas de final, as comandadas de Zé Roberto encaram o Comitê Olímpico Russo.

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Atleta transgênero Laurel Hubbard faz história no levantamento de peso nas Olimpíadas de Tóquio

Diversidade
20:49 | Ago. 02, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A atleta neozelandesa Laurel Hubbard entrou para a história nesta segunda-feira, 2, nos Jogos de Tóquio ao se tornar a primeira esportista transgênero mulher a participar de uma disputa olímpica. Porém, não conseguiu se classificar para a final da categoria +87kg do levantamento de peso ao falhar nas três tentativas.

Sorridente e emocionada, Hubbard iniciou a disputa com uma barra de 120 kg e, depois, uma segunda e terceira de 125 kg. Como não conseguiu completar nenhuma das tentativas, está fora da disputa por medalhas.

A atleta, de 43 anos, que competiu na categoria masculina antes de fazer a transição após completar 30 anos, provocou um debate por sua convocação, depois de cumprir os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Após sua saída do torneio, Hubbard deixou uma breve mensagem à imprensa, que começou com um agradecimento ao povo e governo japonês por sediarem os Jogos nessas circunstâncias extraordinárias e às organizações que permitiram sua participação.

"É claro que não estou totalmente alheia à controvérsia em torno da minha participação", afirmou.

"Por isso, gostaria de agradecer especialmente ao COI por ratificar seu compromisso com os princípios olímpicos e estabelecer que o esporte é algo para todas as pessoas, que é inclusivo e acessível", acrescentou.

"Gostaria de agradecer a Federação Internacional do Levantamento de Pesos. Eles me apoiaram extraordinariamente e acredito que comprovaram que o levantamento de peso é uma atividade aberta a todas as pessoas do mundo. Obrigada", disse Hubbard, antes de se retirar para o vestuário, sem aceitar perguntas.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) celebrou sua participação nos Jogos como mulher trans.

"Laurel Hubbard é uma mulher e compete sob as regras de sua Federação. Devemos homenagear sua coragem e perseverança", disse à imprensa o diretor médico do COI, Richard Budgett, em Tóquio.

Os apoiadores de Hubbard afirmam que sua classificação para os Jogos representa uma vitória para a inclusão e para o direito das pessoas transgênero.

Outras pessoas alegaram que teria uma vantagem injusta sobre as rivais, por suas capacidades físicas herdadas de décadas atrás, quando competia como homem.

O debate sobre o tema é intenso e, em alguns momentos, acalorado, especialmente na Internet. Isso levou o Comitê Olímpico da Nova Zelândia a adotar medidas para proteger Hubbard.

Ao mesmo tempo em que celebrou o aspecto inclusivo da participação da atleta, o COI reconheceu, no entanto, que a presença de Hubbard levantava algumas questões legítimas sobre se Hubbard tem, no jargão usado pelo organismo para estes temas, uma "vantagem competitiva desproporcional".

Para o médico Richard Budgett, não é tão simples comparar homens e mulheres. Além disso, as mulheres transexuais podem vivenciar uma diminuição do desempenho, à medida que passam pelo processo de transição. O mais importante, para ele, é produzir mais pesquisa sobre o assunto.

"Considero que não houve mulheres abertamente transexuais no mais alto nível até agora e acho que o risco para o esporte feminino foi, provavelmente, superestimado", acrescentou.

O COI reconhece que o novo marco, que fornece pautas simples para as federações internacionais em vez de regras rígidas, não é a última palavra sobre este assunto, que continuará sendo debatido por muito tempo.

"É preciso haver uma maneira justa de obter o que precisamos e, seja qual for esse equilíbrio, é provável que alguns o critiquem. Não será a solução definitiva", afirmou o porta-voz do COI, Christian Klaue.

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Skate: história, onde comprar, os atletas e tudo do esporte das Olimpíadas

Na onda do concreto
20:46 | Ago. 02, 2021
Autor Carolina Parente
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Com o ineditismo do skate nas olimpíadas e a participação célebre de brasileiros medalhistas nas Olimpíadas de Tóquio 2021, a curiosidade por saber mais sobre o esporte cresce no País. A admiração por Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, que garantiram duas medalhas de prata para o Brasil nesta edição dos jogos, vem inspirando uma gama de jovens interessados em aprender sobre a nova modalidade olímpica.

História do skate

Idealizada por surfistas californianos cansados de esperar por boas ondas, o “surfe no concreto” foi criado na década de 1950 nos Estados Unidos. À época, improvisaram a modalidade esportiva que se espalharia pelo mundo ao acoplarem rodinhas de patins a um pedaço de madeira. Assim nasceu o inicialmente chamado “sidewalk surfing” (surf de calçada, em tradução literal).

Nos anos 60, o skate ganhou vida própria. Inspirado na cultura urbana e com adesão de cada vez mais pessoas à prática, desvencilhou-se do surfe, ganhou manobras particulares, pranchas adequadas ao solo citadino e chegou a outros países. Na década de 70, o esporte foi associado ao movimento de contracultura da juventude que tinha na diversão a possibilidade de praticar exercício e cultivar amigos.

No Brasil, foi iniciado por surfistas cariocas que tinham a chance de realizar viagens internacionais e de conhecer sobre a nova onda que despertava interesse nos praticantes da modalidade havaiana, ocorrendo no Rio de Janeiro, em outubro de 1975, o primeiro campeonato de skate do País. Mas foi somente em 1985 que o esporte se tornou febre entre os brasileiros, quando a capital paulista virou o mar dos que não tinham praia por perto.

 

Inicialmente, ser skatista não era bem visto no Brasil. Em São Paulo, o decreto municipal de número 25.871, de 6 de maio de 1988, editado por Jânio Quadros, então prefeito da cidade, limitava a prática dessa atividade no Parque Ibirapuera, onde estava localizada a sede da prefeitura.

Após protestos de praticantes que reivindicavam mais espaços urbanos para a realização do esporte na metrópole paulistana em 24 de junho de 1988, outro decreto determinou a proibição do skate em todas as partes da que já era a maior cidade do Brasil. Quem desrespeitasse as regras seria detido e os menores de 18 anos encaminhados para o Juizado de Menores.

O skate foi liberado seis meses depois por Luiza Erundina, eleita prefeita de São Paulo no mesmo ano pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Iniciada a década de 1990, começaram a brilhar atletas brasileiros que viriam a ser considerados fenômenos mundiais do esporte, como Bob Burnquist, nomeado melhor skatista do mundo em 1997. Ele foi convidado pela Rede Globo para comentar a performance dos atletas brasileiros nas olimpíadas deste ano na modalidade street.

Ainda nos anos 1990, com o surgimento e sucesso da banda santista de rock Charlie Brown Jr, cujos membros praticavam o esporte, a popularização dessa modalidade ganhou ainda mais fôlego entre os jovens. Chorão, vocalista do grupo, com seus milhares fãs ao redor do País, inspirou uma legião de pessoas a arriscar manobras ao som de suas músicas pelas selvas de pedras brasileiras.

Nos anos 2000, foi criada a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) e, com a evidente popularização dessa prática, houve a construção de centenas de pistas para skatistas no Brasil. Na década que se seguiu, uma pesquisa do Datafolha mostrou que já havia mais de 2,7 milhões brasileiros skatistas. Em 2010, segundo o mesmo instituto, esse número subiu para 3,8 milhões e em 2015 para 8,5 milhões.

Skate nas Olimpíadas

Na edição dos jogos olímpicos deste ano, as categorias “Park” e “Street” do skate são contempladas na competição, com um total de 80 atletas, sendo 40 para cada modalidade — 20 no masculino e 20 no feminino. A classificação foi definida pela World Skate, tornando aptos para a viagem ao Japão todos os atletas que estivessem entre os 20 melhores no ranking mundial de cada modalidade.

O Skate Street e os atletas do Brasil

O Skate Street, que já aconteceu e rendeu duas medalhas prateadas ao Brasil, tem elementos inspirados em ruas da cidade. A pista simula obstáculos como escadas, corrimões, rampas, muretas e guias de calçadas. Nas olimpíadas, somente oito atletas disputaram a final.

Nessa categoria, o Brasil foi representado na modalidade masculina por Kelvin Hoefler (4° no ranking mundial), Felipe Gustavo (17º no ranking mundial) e Giovanni Vianna (19º no ranking mundial). O time feminino foi composto por Pamela Rosa (atual líder do ranking mundial), Rayssa Leal, a ‘Fadinha do Skate’ (2ª no ranking mundial) e Letícia Bufoni (4ª no ranking mundial).

O Skate Park e os atletas do Brasil

Já no Skate Park, que começa nesta terça, 3 de agosto (03/08), os competidores disputarão em uma arena com os tradicionais piscinões das pistas. Nessa categoria, os skatistas fazem quatro voltas de 45 segundos cada. Somente a maior nota é usada para a classificação geral. Os oito melhores da primeira fase disputam a final, sendo as notas zeradas na busca pelas três primeiras colocações.

Na categoria masculina, os brasileiros classificados são Luiz Francisco (3º no ranking mundial), Pedro Barros (4º no ranking mundial) e Pedro Quintas (10º no ranking mundial). Entre as mulheres estão Dora Varela (9ª no ranking mundial), Isadora Pacheco (11ª no ranking mundial) e Yndiara Asp (14ª no ranking mundial).

O skate e os benefícios para o corpo

Surgido nos Estados Unidos na década de 1950, o skate é hoje popular no mundo todo. Praticado por 8,5 milhões de brasileiros na atualidade, segundo o Datafolha, o esporte deve conquistar novos adeptos no País após sua estreia como modalidade olímpica nos Jogos de Tóquio 2020.

A popularização dessa atividade se configura como algo positivo quando associado aos benefícios que promove à saúde de seus praticantes. Considerado um estilo de vida, o skate é bom para a saúde do corpo e da mente, melhora a coordenação motora, aumenta a força muscular, auxilia no emagrecimento, alivia estresse e fomenta a socialização.

Muito mais do que uma atividade física ou esporte olímpico, skate é diversão. Portanto, caso haja interesse em começar essa prática, aqui vão algumas dicas para quem deseja comprar o primeiro skate e se aventurar com manobras radicais por aí. 

Onde comprar um skate?

Indica-se buscar uma loja que seja especializada neste nicho de mercado: um skateshop, onde o comprador encontra exatamente o que precisa, bem como pessoas com a experiência necessária para auxiliar no processo de escolha de um bom skate novo.

O ideal é que a pessoa escolha uma loja da sua cidade, pois nela os vendedores provavelmente a informarão sobre a cena do skate local e indicarão bons lugares para se familiarizar com a prática. 

Como comprar um skate bom e barato?

Pesquisar muito é o primeiro passo. Buscar preços em lojas físicas e online é importante para ter noção dos valores de cada peça que compõem o skate, como prancha e rodinhas.

Em média, os skates mais baratos disponíveis em skateshops virtuais estão custando entre R$ 200 e R$ 300. Existem opções mais em conta e mais caras também.

O comprador deve avaliar o objeto de acordo com o que ele procura e buscar a opinião de alguém que entenda de skate, de modo que possa orientar iniciantes que buscam economizar dinheiro. No começo, o aprendiz não precisa comprar o skate da melhor marca, como um da Element ou Plan B, por exemplo, apenas um que seja adequado ao aprendizado.

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Brasil x México ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir à seleção de futebol

Futebol masculino
18:56 | Ago. 02, 2021
Autor O Povo
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Brasil e México se enfrentam no início da manhã desta terça-feira, 3 de agosto (03/08), no futebol masculino, em partida das semifinais das Olimpíadas de Tóquio 2020. O jogo da seleção brasileira masculina será disputado no Estádio de Kashima, em Ibaraki, no Japão, a partir das 5 horas (horário de Brasília). As Olimpíadas estão hoje, segunda, 2 de agosto (02/08), no 11º dia.

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e demais informações ao final do texto.

Depois de conquistar duas vitórias e um empate, somando sete pontos, a seleção brasileira olímpica de futebol fechou a fase de grupos na primeira posição do grupo D. Na última partida, a equipe brasileira venceu o Egito por 1x0, com gol de Matheus Cunha, garantiu a vaga para a semifinal. 

Brasil x México ao vivo: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

Bandsports e SporTV: para clientes das operadoras de TV a cabo compatíveis

Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Olimpíadas 2021 - futebol masculino

Provável escalação

Brasil:

Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos, Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães, Claudinho, Antony; Matheus Cunha e Richarlison.

México:

Ochoa; Lorona, Montes, Vásquez, Angulo; Rodríguez, Cordova, Romo; Lainez, Martín e Vega.

Quando será Brasil x México

Terça-feira, 3 de julho (03/08), às 5 horas (horário de Brasília)

Onde será Brasil x México 

Estádio de Kashima, em Ibaraki, no Japão

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