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Cabeto deixa secretaria da Saúde do Ceará

Cabeto foi responsável por coordenar as ações de combate à pandemia de Covid-19 no Ceará e comprou briga com setores empresariais
11:05 | Ago. 17, 2021
Autor Redação O POVO
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O médico Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o dr. Cabeto, deixa a secretaria da Saúde do Ceará. O anúncio foi feito pelo governador Camilo Santana (PT). O secretário pediu para sair.

"Comunico aos cearenses que estaremos fazendo mudanças no comando da Secretaria Estadual da Saúde. Dr Cabeto, que esteve a frente da pasta nos últimos dois anos e sete meses, manifestou seu desejo de saída", informou o governador nas redes sociais. 

Cabeto foi responsável por coordenar as ações de combate à pandemia de Covid-19 no Ceará. No processo, comprou briga com setores empresariais insatisfeitos com as restrições. O Estado foi o primeiro a adotar restrições mais rígidas, como lockdown, que mais tarde seriam seguidas em outros lugares. Foi o único em toda a pandemia a ficar com todo o Estado em lockdown, neste ano.

"Agradeço ao Dr Cabeto por todo o trabalho e dedicação ao nosso estado, sobretudo no momento desafiador da pandemia. Seu empenho, juntamente com toda a equipe, fez o nosso estado avançar nas políticas de saúde pública, melhorando o acolhimento das pessoas e deixando um legado importante para o Ceará", acrescentou Camilo.

Camilo não anunciou quem assumirá o cargo. " Ainda temos muitos desafios, mas continuaremos trabalhando firme para conseguir superar e vencer. Muito obrigado, Dr Cabeto! Nosso Ceará agradece", escreveu o governador.

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Mercado de trabalho LGBTQIA+ ganha plataforma de emprego no Ceará

ECONOMIA
11:30 | Ago. 17, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Para aumentar a empregabilidade da população LGBT+ no Ceará, a Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS) e o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) lançaram a Plataforma LGBT+, no portal do IDT.

A ferramenta, antecipada pelo O POVO no especial "O Preconceito custa caro" da série para o mês do orgulho LGBTQIA+, foi desenvolvida para facilitar o cadastramento e contribuir com o acesso da comunidade aos serviços de intermediação de mão de obra e às vagas de emprego disponíveis no sistema IDT/Sine. 

Inscrição

Para se inscrever, basta acessar o site IDT, na área de trabalhador LGBTQIA+ e realizar o cadastro. O interessado deve informar os nomes civil e social, data de nascimento, CPF e um e-mail para contato.

É importante disponibilizar no cadastro currículo, identidade de gênero, faixa etária, localização geográfica, escolaridade, cursos e experiências de trabalho.

 

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CPI: arquivo sobre mortes não era documento do TCU, diz Alexandre Marques

POLÍTICA
11:27 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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O auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Marques afirmou, em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que o documento apontando uma suposta subnotificação de mortes por covid-19 no Brasil foi apenas interno e não teve validade oficial na Corte de Contas.
O documento foi usado pelo presidente Jair Bolsonaro no início de junho para questionar o número de óbitos pelo novo coronavírus no País e foi desmentido em seguida pelo próprio tribunal. Aos senadores, o auditor confirmou nesta terça-feira, 17, a autoria do conteúdo e disse que seu pai, Ricardo Silva Marques, foi quem encaminhou o levantamento ao presidente Jair Bolsonaro.
O pai de Alexandre Marques é o coronel da reserva do Exército Ricardo Silva Marques, que foi colega de Bolsonaro na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) e ocupa um cargo de gerente da Petrobras. "Em nenhum momento passou pela minha cabeça que ele compartilharia o arquivo com quem quer que fosse", disse o auditor na CPI, que negou ter recebido qualquer vantagem para produzir o documento.
De acordo com Marques, ele realizou uma pesquisa na internet e verificou que as declarações de óbito poderiam gerar inconsistências nas notificações, informação negada pelo próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na comissão do Senado. O auditor afirmou que compartilhou um documento para discussão interna com auditores do tribunal no dia 31 de maio, mas não protocolou nenhuma informação no sistema oficial de processos do TCU.
"Não afirmei que houve subnotificação, apenas compilei informações para promover um debate junto à equipe da auditoria", afirmou o auditor. "Não era um relatório, era simplesmente um arquivo do Word sem nenhuma oficialidade." Ainda de acordo com ele, a equipe técnica do TCU deu assunto como encerrado e concluiu que seria impossível um "conluio" para subnotificação das mortes por covid-19.

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Monitor do PIB aponta queda de 0,3% no 2ª trimestre ante 1º trimestre, diz FGV

ECONOMIA
11:27 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 0,3% no segundo trimestre deste ano, frente aos três meses imediatamente anteriores, pela série com ajuste sazonal do Monitor do PIB, indicador calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
O resultado evidencia que houve "certo otimismo" com o desempenho da economia no primeiro trimestre, mostrando que "ainda há um longo caminho para a retomada mais robusta da economia," afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, em nota divulgada nesta terça-feira, 17, pelo Ibre/FGV.
Na comparação ao segundo trimestre de 2020, o PIB cresceu 12,1%, conforme os dados divulgados. A magnitude da taxa tem relação com a base de comparação baixa, uma vez que o segundo trimestre do ano passado foi a fase aguda dos impactos das medidas de isolamento social sobre a economia.
Em junho, isoladamente, o Monitor apontou alta de 1,2% no PIB na comparação a maio, com ajuste sazonal. Em relação a junho de 2020, houve avanço de 10,1% da atividade econômica.
Demanda
Pela ótica da demanda, o consumo das famílias contribuiu positivamente para o PIB do segundo trimestre, frente ao primeiro. Esse componente da demanda cresceu 0,8% pelos cálculos da FGV. O período foi marcado, contudo, por forte queda da formação bruta de capital fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB), que recuou 2,2% frente aos três meses anteriores, com ajuste sazonal.
Na comparação ao segundo trimestre do ano passado, ambos os componentes tiveram resultados positivos. O consumo das famílias cresceu 12,5% por essa comparação. O destaque foi o consumo de serviços, produtos duráveis e semiduráveis. Já o investimento cresceu 35,2% frente ao segundo trimestre do ano passado, segundo o Monitor do PIB.
"O elevado crescimento do componente de máquinas e equipamentos (85,7%) segue sendo o principal responsável por esse desempenho significativo dos investimentos. Isso se deveu, em grande parte, ao crescimento de automóveis, caminhões e veículos automotores em geral.", diz a nota da FGV.
Desta forma, a taxa de investimentos medida pelo Ibre/FGV ficou em 19,3% do PIB no segundo trimestre deste ano, acima da média histórica calculada desde 2000.
O Monitor do PIB procura antecipar a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

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PIB recua 0,3% do primeiro para o segundo trimestre, aponta FGV

Economia
11:24 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) teve queda de 0,3% na passagem do primeiro para o segundo trimestre. O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

“A economia apresentou retração de 0,3% no segundo trimestre comparado ao primeiro, evidenciando que houve certo otimismo com o resultado do primeiro trimestre, mostrando que ainda há um longo caminho para a retomada mais robusta da economia”, disse o coordenador da pesquisa, Claudio Considera.

O levantamento mostra que, na comparação com o segundo trimestre de 2020, no entanto, o PIB apresentou uma alta de 12,1%.

Considerando-se apenas o mês de junho, houve alta de 1,2% em relação a maio e de 10,1% na comparação com junho do ano passado.

A alta de 12,1% na comparação do segundo trimestre com o mesmo período do ano passado foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que avançaram 35,2% no período, e pelo consumo das famílias, que cresceu 12,5%.

Também houve alta nas exportações (12,9%), mas de forma mais moderada do que nas importações (36,7%).

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Bolsonaro: aliança para 2022 vai ser formada a partir do início do ano que vem

POLÍTICA
11:11 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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De olho nas eleições de 2022, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a aliança política para o pleito vai começar a ser formada a partir do início do ano que vem. Segundo ele, até o momento, "não tem compromisso com Estado", mas disse que evita falar isso para não ter problemas dentro do Parlamento. "Preciso aprovar coisas para o bem do Brasil", pontuou.
Em entrevista à Rádio Capital Notícia - Cuiabá/MT, Bolsonaro avaliou que uma aliança na atual situação nacional vai complicar ainda mais a estabilidade. "Trazer para dentro agora desse turbilhão que a gente vive, do problema que a gente vive aqui, a gente complica mais a situação do Brasil", disse.
Para o pleito, no entanto, o chefe do Executivo permanece sem partido para concorrer. Se dependesse dele, conforme pontua, a escolha já teria sido feita. "Mas o casamento é difícil, sempre tem um problema pela frente, estou correndo atrás", reforçou Bolsonaro. Segundo o presidente, há a possibilidade de el ir para o PP, porém, a sigla também "precisa querer".

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