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À frente da Secretaria da Saúde há um mês, Marcus Gadelha diz que transição foi tranquila

Secretário Estadual da Saúde diz que não houve dificuldade durante transição na chefia da pasta tampouco em dar prosseguimento ao projeto elaborado pelo antecessor, dr. Cabeto
17:35 | Set. 25, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Jornal
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Tipo Notícia

Há pouco mais de um mês atuando como titular da Secretario da Saúde do Ceará (Sesa), o médico Marcus Gadelha avalia o processo de transição da gestão como "tranquilo". Apesar de adaptações inerentes à mudança, visto que "cada gestor tem sua forma de conduzir", não houve dificuldade em dar prosseguimento ao planejamento elaborado na gestão do antecessor, o médico Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o dr. Cabeto. Marcus Gadelha pondera que deverá ficar pouco tempo no cargo, visto que o mandado de Camilo chega ao fim em 2022.

A participação na primeira coletiva de impressa no cargo ocorreu na última quinta-feira, 23, na Central de Armazenamento e Distribuição de Imunológicos (Ceadim), em anúncio sobre a chegada do primeiro lote de vacinas adquiridas diretamente pelo Governo do Estado para a imunização contra a Covid-19. 

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Dr. Cabeto pediu para sair da pasta após 2 anos e 7 meses na gestão da Saúde. O anúncio foi feito pelo governador Camilo Santana (PT) no dia 17 de agosto. Ele foi responsável por coordenar, dentre outras medidas, as ações de destaque no combate à pandemia de Covid-19 no Ceará. Dois dias depois, Marcos Gadelha foi anunciado como novo titular. 

No mesmo dia, o recém-nomeado secretário firmou como seu primeiro compromisso no cargo a vacinação de todos os cidadãos cearenses. Em vídeo publicado nas redes sociais da Sesa, ele adiantou que daria continuidade ao projeto de gestão em curso. 

"Vou ficar em um período muito curto", disse nessa quinta, referindo-se ao final da gestão Camilo Santana, no próximo ano. "Não há necessidade de fazer replanejamento. No início da gestão do dr. Cabeto, foi desenvolvimento um planejamento, uma plataforma de modernização da Saúde", explicou.

Ele pondera que "com o cenário da pandemia toda a agenda se modificou", citando algumas medidas já planejadas, mas que tiveram de ser antecipadas em razão da Covid-19.

"A pandemia trouxe algumas oportunidades. Como se quebrar alguns paradigmas, trabalhar mais a questão da telemedicina, da oportunidade de descentralizar serviços. O que estava previsto nessa plataforma, como abrir mais leitos no Interior do Estado", detalhou.

"Existem adaptações que a gente vai ter que fazer mas a gente tá seguindo o planejamento inicial que foi feito. Não existe nenhuma dificuldade relativa a essa questão de planejamento e a gente está trabalhando uma continuidade desde processo", reiterou.

Situação da pandemia 

 

Durante a coletiva, ele afirmou que ainda há risco de terceira onda de casos, principalmente considerando a transmissão comunitária da variante Delta já constatada no Estado. "A gente não acredita que isso vai acontecer. Mas se acontecer, a gente tá preparado".

Há cerca de duas semanas, Gadelha anunciou que o Ceará apresenta cenário epidemiológico e assistencial de maior controle da pandemia. À época, ele afirmou que os indicadores da Covid-19 no Estado se mostravam favoráveis para a "evolução de um processo de retomada gradual, progressiva e responsável no Estado".

Conforme acompanhamento da pasta, cenário segue com redução de indicadores da infecção, sobretudo em razão do avanço da cobertura vacinal na população. 

Histórico

 

Antes da mais recente nomeação, o médico ocupava o cargo de secretário executivo de Políticas em Saúde do Ceará. Marcus já havia atuado como secretário-adjunto da Saúde do Ceará de agosto de 2015 até 31 de dezembro de 2018. Além de também já ter exercido o cargo de diretor-geral do Hospital de Messejana, em Fortaleza.

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