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São Paulo recebe seletiva de torneio mundial de Neymar

O Neymar Jr?s Five é uma competição que reúne jogadores amadores de todo o mundo e, a partir desta segunda-feira (19), suas inscrições para a terceira edição estão abertas por meio do site oficial. As seletivas acontecem em diversas cidades do Brasil e, em São Paulo, já tem datas definidas: 10 e 11 de março, [?]
17:45 | Fev. 19, 2018 Autor - Tipo Notícia

O Neymar Jr?s Five é uma competição que reúne jogadores amadores de todo o mundo e, a partir desta segunda-feira (19), suas inscrições para a terceira edição estão abertas por meio do site oficial. As seletivas acontecem em diversas cidades do Brasil e, em São Paulo, já tem datas definidas: 10 e 11 de março, no Playball Pompeia, às 7h (de Brasília).

No estilo ?cinco contra cinco?, jovens de 16 a 25 anos colocarão à prova todas as suas habilidades. Entre as novidades deste ano, as meninas ganham uma categoria exclusiva. A categoria mista, que tanto homens quanto mulheres podem participar, está mantida. Assim como em 2017, as regras do campeonato permitem que cada time inscreva até dois jogadores acima dos 25 anos.

Os vencedores da seletiva, nas categorias mista e feminina, vão representar a região na final nacional, que acontecerá também em São Paulo, no início de junho. Os grandes vitoriosos da etapa brasileira vestirão o colete do país na fase mundial, no começo do segundo semestre, e podem encarar países como Alemanha, Argentina, Itália, Espanha e Inglaterra.

?Eu estou muito feliz de o número de jogadores, de times se inscrevendo e de países participantes continuar aumentando. Esse torneio é muito grande, mas espero que fique ainda maior e é muito importante para nós termos a participação feminina?, afirmou Neymar.

Além de São Paulo, Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Santos (SP), Porto Alegre (RS) e Recife (PE) receberão seletivas feminina e mista para a competição.

Na última temporada, mais de 100 mil jogadores de 53 países participaram do torneio. Na final, no Instituto Projeto Neymar Jr, na Praia Grande, Gabriel Jesus, Cissé e Lucas Lima estiveram presentes. Em 2018, serão mais de 60 nações, de seis continentes, em busca do triunfo.

Site para inscrições: https://www.neymarjrsfive.com/pt-BR

Data/Horário: 10 e 11 de março, a partir das 7h (horário de Brasília)

Local: Playball Pompéia ? Avenida Nicolas Boer, 66, Pompeia ? São Paulo-SP

Gazeta Esportiva

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BC avança nas discussões para a criação da moeda digital brasileira

Economia
2021-07-29 15:58:17 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

Influenciado pelas inovações proporcionadas pelos ambientes digitais para as intermediações financeiras, o Banco Central está avançando nas discussões que visam a criação e a implantação da moeda digital brasileira – no caso, o Real Digital. Para tanto, inaugurou hoje (29) uma série de webinars que vai tratar do assunto, com a palestra Potenciais do Real em formato digital. Este, o primeiro dos sete encontros previstos durante o segundo semestre, teve como palestrante o professor Robert Townsend, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ele participa do projeto de criação do dólar digital.

A ideia do Banco Central brasileiro é a de “estabelecer as bases para o eventual desenvolvimento de uma CBDC [Central Bank Digital Currency] que venha a acompanhar o dinamismo da evolução tecnológica da economia brasileira e a aumentar a eficiência do sistema de pagamentos de varejo”. Dessa forma, pretende “contribuir para o surgimento de novos modelos de negócio e de outras inovações baseadas nos avanços tecnológicos”, favorecendo a participação do país em outros cenários econômicos e aumentando sua eficiência nas transações trans fronteiriças.

Moedas digitais X criptomoedas

Para melhor compreensão sobre o tema, a autoridade monetária brasileira esclarece que moedas digitais são muito diferentes de criptomoedas. Em maio, ao anunciar as diretrizes para a criação da moeda digital brasileira, o coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fabio Araujo, explicou essa diferença.

“Os criptoativos, como o Bitcoin, não detém as características de uma moeda, mas sim de um ativo. A opinião do Banco Central sobre criptoativos continua a mesma: esses são ativos arriscados, não regulados pelo Banco Central, e devem ser tratados com cautela pelo público”, detalhou. Já a CBDC é uma nova forma de representação da moeda já emitida pela autoridade monetária nacional. Ou seja, faz parte da política monetária do país de emissão e conta com a garantia dada por essa política.

Papel do banco público

Na palestra apresentada hoje, o professor Robert Townsend seguiu a mesma linha. “O papel do banco publico vai além do lucro e abrange o bem-estar da sociedade como um todo”, disse o professor do MIT ao ressaltar a importância de “regras, esquema e desempenho do sistema financeiro” para que esse objetivo seja atingido. “A CBDC é uma outra opção para substituir o papel-moeda, podendo ter moedas estáveis com apoio da moeda bancária, de forma a garantir que o dinheiro é real. Dinheiro público e privado [como é o caso das criptomoedas] podem coexistir de forma saudável nesse ambiente”, disse.

Ele, no entanto, pondera que essas “moedas privadas” devem ser negociadas em mercados secundários. “A vantagem dos contratos inteligentes, sem usar terceira parte, é a de possibilitar um novo aporte de intermediação financeira. Em alguns aspectos é fácil de monitorar, no sentido de que os acordos são todos codificados e existentes, antes de tudo ser deslanchado”. “O futuro chegou e o sistema financeiro sempre continuará evoluindo com inovações muitas vezes desejáveis. Então é papel tanto de um banco central como das moedas digitais evoluir. Temos de estar prontos e pensar sobre isso, em vez de responder a coisas que aconteçam sequencialmente”, acrescentou.

De acordo com o professor, entre as regras a serem seguidas pelos bancos centrais está a de planejar um sistema financeiro com rastreamento, criptografia, computação multipartidária e privacidade. “Há um papel para o setor público no design de infraestrutura de plataforma aberta, o que inclui programabilidade que potencialmente permita à CBDC [moedas digitais fornecidas por bancos centrais] funcionar”.

Infraestrutura

Professor da Escola de Negócios da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Diniz explicou de forma didática alguns dos processos que devem ser observados para a “construção da parte técnica” da moeda digital brasileira. “Quando se tem a moeda em papel, a Casa da Moeda constrói um papel físico. Há toda uma infraestrutura técnica para a produção dessa moeda, com máquinas, impressoras, tintas. Essas camadas operam de forma conjunta para fazer o sistema funcionar. O que vemos agora é a transposição disso para o mundo digital. Você continuará tendo controle, regras e funcionamento do sistema de pagamento. Isso continuará na mão do BC. Mas terá uma infraestrutura para validar que aquilo que está circulando é, de fato, [moeda] Real”.

Ele acrescenta que, quando se migra de um sistema para ou outro, mantém-se “a mesma estrutura lógica do sistema de pagamento, com o BC tendo controle sobre as regras de funcionamento do mercado; tendo mecanismos de validação necessários para dizer que o que está sendo operado está sendo feito de forma confiável para a população; e também, no nível do código, a tecnologia que será implementada e executada”.

Complementariedade

Diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, João Manoel Pinho de Mello disse que o objetivo do BC, ao estudar modelos e discutir os meios pelos quais se adotará tal tecnologia, poderá auxiliar a autoridade monetária brasileira “na gestão da moeda em suas três funções: reserva de valor, unidade de conta e meio de pagamento, considerando um cenário de inovação e de maior digitalização de nossa sociedade”.

“Portanto, não é um debate de substituição, mas de complementariedade do meio digital para cobrir lacunas e superar fricções que a moeda tradicional tem dificuldade de superar, em um equilíbrio no qual os benefícios de adoção de uma CBDC superam os riscos e os custos”, argumentou.

“De forma geral, entendemos que o uso da CBDC se dará nas situações em que ela for capaz de trazer maiores eficiência e transparência para as transações, seja sob a ótica do varejo ou do seu uso pelos agentes que compõem a indústria financeira e de pagamentos, que chamamos de atacado. Além disso, CBDCs podem trazer, se bem desenhadas, oportunidades para ampliar a inclusão financeira e para melhorar a experiência e diminuir o custo e tempo de pagamentos trans-fronteiriços”, acrescentou.

De acordo com o diretor do BC, é preciso reconhecer que há que se tomar “extremo cuidado” na escolha do desenho e das tecnologias que serão utilizadas, de forma a evitar que a moeda digital a ser criada desrespeite a lei geral de proteção de dados, facilite corridas bancárias ou seja vulnerável a ataques cibernéticos.

“Além disso, o uso trans-fronteiriço dessas moedas deve ter especial consideração no desenho da solução, de modo a evitar substituições indesejadas da moeda soberana de um país pela de outro”, complementou.

Desenvolvimento gradual

Ele lembrou que a pandemia acelerou transformações na forma que a sociedade transaciona, com o crescente uso dos meios digitais de pagamento. “Hoje, o celular se tornou peça fundamental nos pagamentos, trazendo novos termos para nosso cotidiano, como QR Code ou pagamento por aproximação. Nessas condições, temos a oportunidade de debater o assunto de CBDC como ferramenta complementar, para trazer mais eficiência e inclusão”.

Ainda segundo Mello, o desenvolvimento da moeda digital brasileira tem de ser gradual, de forma que permita ao regulador avaliar os riscos e benefícios dessa inovação, definindo adequadamente a regulação necessária.

“Posso afirmar que a estratégia do regulador é a de estimular reformas estruturais que lidam com falhas de mercado, com potencial de promoverem benefícios de longo prazo para nossa sociedade. O BC busca, nesse contexto de inovações, permitir que os consumidores se aproveitem, de forma segura, dos enormes benefícios que as mudanças tecnológicas trarão, ao passo que irá zelar pela solidez prudencial e pela proteção dos dados dos cidadãos e das empresas”, completou.

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Escalação: como Fortaleza e CRB vão a campo pela Copa do Brasil

QUEM VAI A CAMPO
2021-07-29 15:39:00 Autor Brenno Rebouças Tipo Notícia

Fortaleza e CRB-AL disputam a primeira partida pelas oitavas de final da Copa do Brasil na tarde desta quinta-feira, 29, a partir das 16h30min, no Castelão. Forte em casa, o Tricolor tentará construir uma vantagem para o jogo da volta, em Alagoas, na próxima semana. Já o clube Regatiano está 100% como visitante na competição e pensa em levar pelo menos um empate para casa.

+"É um jogo perigoso, temos que ter muito cuidado", diz David, do Fortaleza, sobre duelo contra o CRB

+Fortaleza mira classificação e pode chegar a quase R$ 10 milhões em cotas na Copa do Brasil

Veja como os técnicos Juan Pablo Vojvoda e Alan Aal escalaram as equipes de Fortaleza e CRB para o jogo de ida:

Fortaleza

3-5-2: Marcelo Boeck; Tinga, Jackson, Titi; Pikachu, Felipe, Éderson, L. Crispim, Romarinho; Robson, David. Téc: Vojvoda

CRB

4-2-3-1: Diogo Silva; Reginaldo, Gum, Caetano, Marthã; Guilherme Romão, Erik, Jean Patrick; Careca, Diego Torres e Bressan, Erick. Téc: Alan Aal

Local: Castelão, em Fortaleza-CE
Data: 29/7/2021
Horário: 16h30min
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior-PR
Assistentes: Rafael Trombeta-PR e Victor Hugo dos Santos-PR
VAR: Adriano Milczvski

Leia Mais: Pela Copa do Brasil, Fortaleza tenta igualar melhor campanha de sua história

 

 

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Programa selecionará soluções inovadoras para problemas de competitividade econômica no Ceará

ECONOMIA
2021-07-29 15:35:00 Autor Alan Magno Tipo Noticia

O edital do programa Clusters Econômicos de Inovação, em parceria com o programa Corredores Digitais, lançado nesta quinta-feira, 29, busca impulsionar empreendedores que possuam ideias inovadoras para solucionar os principais problemas de competividade nos conglomeradores econômicos existentes no Ceará.

Nesta etapa, busca-se selecionar startups atuantes na Região Metropolitana de Fortaleza que possuam ideias para aumentar a eficiência das matrizes econômicas instaladas nos 19 municípios que integram a região. 

Projeto prevê, além de investimentos, orientações e formações técnicas para empresas inovadoras que busquem fortalecer o desenvolvimentos de empresas que atuem nas seguintes áreas: Agronegócio, Saúde, Energias Renováveis, Turismo, TIC e Logística-Infraestrutura. 

Ao todo serão investidos R$ 3,3 milhões em bolsas de incentivo para pesquisadores e empreendedores que sejam selecionados para o programa. Os técnicos científicos que irão orientar as startups na melhor forma de implementação da solução proposta e até dois membros de cada grupo de empreendedores receberão as bolsas.

O valor será variável a depender do perfil de cada negócio e da solução proposta, ficando na média de R$ 1.200 e R$ 1.500 por bolsa. O pagamento será realizado pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) e deve abranger até 96 empreendedores, já que a bolsa será paga a no máximo dois integrantes por startup selecionada. A bolsa será paga por seis meses.

Como forma de simplificar a gestão das propostas de solução e dos clusters econômicos na Região Metropolitana da Capital, esta foi dividida em três, da seguinte forma:

  • Grande Fortaleza 1: Fortaleza, Maracanaú, Maranguape, Guaiúba, Pacatuba e Itaitinga
  • Grande Fortaleza 2: Aquiraz, Eusébio, Horizonte, Cascavel, Pindoretama, Chorozinho, Pacajus
  • Grande Fortaleza 3: Caucaia, São Gonçalo do Amarante, São Luís do Curu, Paracuru, Paraipaba e Trair

Cada sub-região possui áreas econômicas específicas a serem abarcadas pelos programas. Na Grande Fortaleza 1 serão temas relacionados a cadeia de saúde, tecnologia da informação e comunicação, e turismo. Na Grande Fortaleza 2 será Agronegócio e a cadeia de empreendimentos da Saúde e por fim, na sub-região 3 serão projetos voltados para geração de energia, preservação do meio ambiente e logística. 

O Programa Clusters Econômicos de Inovação é um construído em conjunto pelas Secretarias do Desenvolvimento e Trabalho (Sedet) e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Ceará (Secitece), com apoio da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). Além de contar com apoio do representantes do setor comercial, como a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza e de instituições de ensino superior, público e privado. 

Como funciona o programa?

O programa ocorre em nível estadual, possuindo um edital específico para cada região do Ceará, e se estrutura em ciclos com tripé de articulação entre entidades governamentais, representantes empresariais e especialistas científicos. Em cada ciclo, ocorre a seleção prévia de pesquisadores que auxiliam na identificação das principais problemáticas das cadeias econômicas instaladas no Estado. 

Diante deste mapeamento, ocorre conforme cronograma de cada ciclo, a apresentação dos problemas, momentos de orientação entre os pesquisadores e interessados em propor soluções para tais pontos, com a modelagem dos negócios a serem construídos para implementação das soluções propostas.  

A partir de então, tais empreendedores poderão se inscrever no processo seletivo do edital, por meio da metodológica do programa Corredores Digitais, para que, os selecionados, possam receber as bolsas de incentivo e colocar em prática a implementação de suas ideias. 

Quais os problemas identificados nas cadeias econômicas da Grande Fortaleza?

  • Baixo controle biológico de pragas no agronegócio
  • Baixo aproveitamento de biomassa
  • Problema logísticos na parada obrigatória de manutenção de aerogeradores
  • Dificuldade de conectividade com fornecedores, prestadores de serviços, transportadoras, centros de pesquisas e mesmo entre as empresas
  • Dificuldade na predição, identificação e prevenção da sepse (infecção generalizada)
  • Elevada contaminação na utilização de dispositivos de geração de ambientes climatizados
  • Gestão ineficiente de dados da Saúde
  • Dificuldade em garantir o acesso a saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades
  • Dificuldade do gerenciamento remoto de projetos de inovação
  • Competitividade das empresas no gerenciamento Multi Cloud
  • Insegurança de dados sensíveis nas empresas de TIC
  • Desconexão entre os territórios e pontos turísticos do Estado
  • Ausência de dados relativos a empresas e ocupações nas atividades turísticas

Como participar da seleção de startups do edital?

>> As inscrições devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponível no site da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará, aqui, e posterior envio de vídeo de 4 minutos falando do problema, da ideia de solução do grupo de empreendedores, a ser enviado junto com o formulário. 

>> Podem se inscrever grupos de 2 até 5 participantes, desde que residam na sub-região para qual estão propondo soluções econômicas

>> Ao menos um dos membros da equipe deve ter idade igual ou maior do que 18 anos

>> Cada grupo, deve, no ato da inscrição detalhar sua ideia serviço ou  produto que incorpore tecnologia(s) digital(is), e outras tecnologias inovadoras, com maior potencial de contribuição para o crescimento econômico em curto ou médio prazo. 

>> Os membros do time devem ter o poder de exercer o papel principal na tomada
de decisão referente ao seu projeto ao longo de todas as fases do programa

>> As inscrições terão cronograma compatível com o ciclo desenvolvido pelo edital, para o ciclo um, elas já estão abertas e se encerram no dia 15 de agosto. 

Para demais requisitos, critérios de seleção e diferenciais buscados em cada projeto, os interessados podem ter acesso ao detalhamento do processo de seleção no edital, clicando aqui. O foco do projeto é impulsionar o desenvolvimento regional, por meio da criação, implementação e aperfeiçoamento de soluções para problemas geria de cada setor econômico. 

Um dos focos do edital é encerrar sua atuação com projetos estruturados e com potencial de serem exportados em larga escala, seja para outros estados do Brasil, ou mesmo outros países que se deparem com situações problemas semelhantes as enfrentadas nos ciclos produtivos do Ceará. 

Cronograma e abrangência de cada ciclo do edital

Grupo 1 - Regiões e setores econômicos 

  • Agronegócio – Litoral Leste
  • Agronegócio – Vale do Jaguaribe
  • Comércio – Sertão do Cariri 
  • Construção Civil - Sertão de Crateús
  • Educação – Sertão de Sobral
  • Energias Renováveis – GrandeFortaleza 3
  • Energias Renováveis - Sertão de Sobral
  • Mineração e Metalmecânica – Vale doJaguaribe
  • Saúde - Grande Fortaleza 1
  • Saúde - Sertão de Sobral
  • TIC - Sertão Central
  • Turismo - Grande Fortaleza 1

Calendário - Ciclo 1

  1. Inscrições - 15/07 a 15/08
  2. Modelagem de Soluções - 02/08 - 15/08
  3. Resultado Parcial - 30/08
  4. Recursos 31/08 a 1º/09
  5. Resultado Final - 02/09
  6. Outorga de Bolsas -- 03/09 a 30/09
  7. Jornada de Implementação de Soluções - 03/09 a 31/01/2022

Grupo 2 - Regiões e setores econômicos 

  • Agronegócio - Grande Fortaleza 2
  • Agronegócio - Sertão Central
  • Agronegócio – Serra da Ibiapaba
  • Comércio - Sertão de Crateús
  • Infraestrutura e Logística - Grande Fortaleza 3
  • Indústria da Madeira – Litoral Norte
  • Saúde – Sertão do Cariri
  • Saúde - Grande Fortaleza 2
  • TIC - Grande Fortaleza 1
  • Turismo – Sertão do Cariri
  • Turismo - Sertão de Sobral
  • Turismo – Serra da Ibiapaba

Calendário - Ciclo 2

  1. Inscrições - 16/08 a 15/09
  2. Modelagem de Soluções - 02/09 - 15/09
  3. Resultado Parcial - 30/09
  4. Recursos 1º/10 a 04/10
  5. Resultado Final - 05/10
  6. Outorga de Bolsas -- 06/10 a 1º/11
  7. Jornada de Implementação de Soluções - 06/10 a 28/02/2022
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Banco do Nordeste libera R$ 302 milhões em crédito para micro e pequenas empresas pelo Pronampe

ECONOMIA
2021-07-29 15:32:00 Autor Alan Magno Tipo Noticia

Responsáveis por micro e pequenas empresas poderão recorrer ao Banco do Nordeste para solicitar financiamento para capital de giro. Em adesão ao  Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), a entidade liberou nesta quinta-feira, 29, fundo de R$ 302 milhões para empréstimos de até R$ 150 por empresa. Cada empreendimento poderá terá prazo de 18 meses para quitação, sendo 11 meses de carência. 

Ação deve beneficiar microempresas e empresas de pequeno porte que estejam sediadas em qualquer estado da região Nordeste ou no Norte dos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. O BNB pontua ainda que o valor do crédito a ser disponibilizado para cada entidade será proporcional à receita bruta anual do empreendimento, não ultrapassando os 30% do montante faturado no ano anterior ao pedido do empréstimo.

Dessa forma, somente terão direito ao empréstimo microempresas com receita bruta igual ou inferior a R$ 360 mil e empresas de pequeno porte, com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, na base de cálculo do ano imediatamente anterior ao pedido de financiamento. 

Nos casos de empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite do crédito será estabelecido a partir de carta de habilitação ao Pronampe, emitida pela Receita Federal do Brasil, ou de no máximo 50% do montante que corresponde ao capital social do negócio. O BNB, frisa, porém, que não há exceções para o teto máximo de R$ 150 mil por empréstimo.

No balanço semestral, o BNB já liberou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em recursos para micro e pequenas empresas por meio de outros programas de financiamento. Com relação ao Pronampe, na primeira etapa, realizada em 2020, a entidade aplicou R$ 207 milhões em linhas de crédito relacionadas a medida federal, beneficiando 3.314 empreendedores.  

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte é um programa do Governo Federal, instituído pela Lei nº 13.999, ainda em maio de 2020 como medida de apoio ao setor empresarial que foi afetado pela pandemia de Covid-19. Neste ano, a medida foi renovada no dia 2 de julho, com a construção de um fundo garantidor de R$ 5 bilhões, com intuito de ser um reforço aos bancos na liberação de crédito para tal público.

Interessados em saber mais sobre a adesão do BNB ao Pronampe e como podem se beneficiar das linhas de crédito ofertadas, podem ligar para o número 0800 728 3030 caso sejam clientes da instituição e caso não sejam, podem consultar o site do Banco do Nordeste, clicando aqui.

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Museu da Língua Portuguesa será reaberto ao público no domingo

Geral
2021-07-29 15:28:15 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O Museu da Língua Portuguesa será reaberto ao público a partir do próximo domingo (1º). No sábado (31), será feita uma cerimônia de abertura com autoridades de países falantes da língua portuguesa e ex-presidentes do Brasil. O museu que fica na Estação da Luz, um edifício do final do século 19 centro de São Paulo, foi destruído por um incêndio em dezembro de 2015. Hoje (29), as obras de reconstrução foram entregues.

Foram investidos cerca de R$ 85 milhões nas obras de reconstrução de diversos apoiadores privados e do governo do estado de São Paulo e do governo federal, pela Lei Rouanet. As obras começaram em 2017 e foram acompanhadas pelos órgãos federais, estaduais e municipais de proteção do patrimônio histórico e artístico.

Novos espaços

A reconstrução trouxe novos espaços ao projeto original, assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha (1928-2021). Entre as novas intervenções está um terraço com vista para o Jardim da Luz e para a torre do relógio, símbolo da estação. Também foi criado um centro de referência de estudos da língua portuguesa, para receber fóruns e permitir a aproximação de pesquisadores.

O museu manteve o conceito de exposições imersivas e interativas, com conteúdo desenvolvido com a colaboração de linguistas, estudiosos e artistas do Brasil e outros países lusófonos. Entre os nomes de destaque estão o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela D’Alva e o documentarista Carlos Nader.

Protocolos de segurança

A reabertura acontece dentro dos protocolos de segurança para evitar a disseminação da covid-19, com a necessidade de agendamento prévio das visitas e restrição de público. As pessoas também vão receber uma caneta especial para poderem interagir com os vídeos e jogos com tecnologia touch screen.

A instituição também tem como foco além da missão educativa, segundo a diretora-executiva, Renata Motta, o diálogo com a vizinhança. “A gente tem todo um restauro muito bonito desse edifício, com a ativação de novos espaços com ocupação de serviços de café e loja e também um saguão com uma programação cultural que faz o diálogo com esses diferentes públicos do entorno”, destacou.

Serviço

O Museu da Língua Portuguesa fica aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. A entrada é gratuita aos sábados. Nos demais dias, os valores são de R$ 20 e R$ 10 para a meia entrada. As informações sobre a visitação e aquisição de ingressos podem ser vistas na página da instituição.

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