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Variante Delta: 71% dos infectados no Ceará não se vacinaram contra a Covid

Já foram confirmados 96 casos da Delta no Ceará. Destes, 68 não se vacinaram contra a Covid-19. Apenas 16 pacientes identificados com a cepa completaram o esquema vacinal
18:47 | Ago. 31, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Jornal
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Ceará já confirmou oficialmente pelo menos 96 casos da variante Delta. Desse total, apenas 28 (29%) foram vacinados com pelo menos uma dose, e 16 completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, conforme a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Ou seja, 71% dos infectados com essa mutação não foram vacinados contra a infecção. 

A primeira morte de paciente infectado com a variante Delta no Ceará foi divulgada pela pasta nesta terça-feira, 31. O paciente não tinha tomado a vacina contra a Covid-19. O homem de 45 anos estava internado em hospital particular em Fortaleza, tinha obesidade e não se vacinou. Era residente da Capital.

Vítima estava hospitalizada desde o dia 6 de agosto e faleceu no último domingo, 29. Alguns pacientes estiveram ou estão internados, informou a pasta. 

Os primeiro quatro casos da variante originalmente identificada na Índia foram confirmados no dia 29 de julho. O primeiro registro de infecção dessa cepa por transmissão comunitária foi registrado em 11 de agosto.

Por meio das redes sociais, o governador Camilo Santana (PT) fez um alerta acerca da quantidade de não-vacinados entre as confirmações da variante Delta. "Por isso, faço mais um apelo aos cearenses sobre a importância de todos se vacinarem contra a Covid. Fiquem atentos ao cadastro de vacinação e acompanhem as listas de agendamento em seus municípios", disse.

Perfil dos casos 

Do total de casos, 25 foram identificados por meio do Centro de Testagem Covid-19 para Viajantes, instalado no Aeroporto de Fortaleza – Pinto Martins. Dos casos importados, o Rio de Janeiro é o estado de procedência com maior incidência, com cerca de 50% das amostras.

Os outros 71 foram confirmados pela Vigilância estadual ou por amostras encaminhadas à Rede Genômica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Ceará por unidades de saúde ou municípios.

No rastreamento, 26 pacientes identificados com a variante Delta relataram não ter histórico recente de viagens ou contato com viajantes, confirmando a transmissão comunitária da variante Delta no Estado. 

Dos pacientes confirmados com a variante, 51 são mulheres e 45, homens. Há predominância na faixa etária de 20 a 39 anos. Todos são rastreados e monitorados pela Vigilância Epidemiológica, informou a pasta. 

Pacientes confirmados no Estado residem em 24 municípios cearenses, além de outros estados da federação: Brasília (DF), Maricá (RJ), Nova Friburgo (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

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Brasil supera 580 mil mortes por covid-19, desde o início da pandemia

Saúde
19:53 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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O Brasil superou a marca de 580 mil pessoas que morreram por covid-19, desde o início da pandemia. Com 839 óbitos registrados nas últimas 24 horas, o número de mortes alcançou 580.413. Ontem, o sistema de informações da pandemia contabilizava 579.574 falecimentos.

Ainda há 3.585 mortes em investigação. O termo designa casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o óbito do paciente.

O país chegou a 20.776.870 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, secretarias de saúde confirmaram 24.589 novos diagnósticos positivos. Até ontem, o painel de dados do Ministério da Saúde trazia 20.752.281 casos acumulados.

Ainda há 461.010 casos em acompanhamento, que indica o número de casos ativos da doença, que estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

O número de pessoas que se recuperaram da doença subiu para 19.735.447. Isso corresponde a 95% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, na noite desta terça-feira (31). O balanço consolida os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana.

Boletim epidemiológico 31.08.2021
Ministério da Saúde

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (145.836), Rio de Janeiro (62.457), Minas Gerais (52.986), Paraná (37.500) e Rio Grande do Sul (34.199). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.814), Roraima (1.942), Amapá (1.953), Tocantins (3.683) e Sergipe (5.992).

Vacinação

Até o início da noite de hoje (31), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não mostrava novas atualizações. Até esta terça-feira, o sistema marcava 191,5 milhões de doses aplicadas, sendo 130 milhões da primeira dose e 61,4 milhões da segunda dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas dois milhões de doses. 

Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 182,5 milhões de doses, sendo 124,6 milhões da primeira dose e 57,8 milhões da segunda dose.   

Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 233,2 milhões de doses, sendo entregues 222,5 milhões de doses.

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Secretário de Guedes diz que 'não faz sentido' falar em prorrogação de auxílio

ECONOMIA
19:28 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Estado
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Sem conseguir reajustar o Bolsa Família como deseja o presidente da República, Jair Bolsonaro, a equipe econômica tenta conter o movimento pela prorrogação do auxílio emergencial. O secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Funchal, disse que, com a queda da curva de contágios e mortes por covid-19 e a economia voltando, não faz sentido falar em novas prorrogações do benefício.
"O auxílio emergencial não é uma escolha política, é uma necessidade que vem de crédito extraordinário para uma imprevisibilidade", alegou Funchal.
Na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022, enviada ao Congresso Nacional, a Economia destinou R$ 34,7 bilhões ao programa social, montante que manterá o mesmo valor do Bolsa Família pago este ano para as mesmas 14,7 milhões de famílias.
Nesta terça-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), admitiu a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial diante do impasse para aumentar o Bolsa Família e a necessidade de respeitar o teto de gastos e o pagamento de precatórios em 2022.
Como mostrou o Estadão/Broadcast, Bolsonaro foi aconselhado a prorrogar mais uma vez o auxílio emergencial em novembro por crédito extraordinário, fora do teto. Dentro da ala política, há quem deseje a manutenção do benefício, cujo alcance é maior: 39 milhões de famílias. A equipe econômica, porém, não vê sustentação técnica para a decisão.
"O Congresso Nacional tem uma premissa, a premissa de que é preciso socorrer as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade no Brasil, com o Bolsa Família, ou um programa análogo, como se queira chamar o programa, com a prorrogação de auxílio emergencial. O fato é que essas pessoas precisam ser socorridas com recursos que tenham valor e poder de compra maior do que é hoje", disse Pacheco em coletiva de imprensa no Senado.
Pacheco se reuniu nesta terça-feira, 31, com o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para discutir o pagamento de precatórios (dívidas judiciais) em 2022. As autoridades avaliam se é necessário provocar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a oferecer uma solução para o pagamento das despesas, corrigindo os valores pelo teto de gastos, o que abriria caminho para o novo programa social.
Funchal voltou a dizer que, caso a reforma do Imposto de Renda não avance, o "plano B" do governo para financiar o aumento do Bolsa Família - a ser rebatizado de Auxílio Brasil - é a redução de gastos tributários.
Até o dia 15 de setembro, o governo tem que enviar ao Congresso Nacional um plano de redução desses gastos tributários e a "economia" poderá ser utilizada para compensar o aumento do Auxílio Brasil. Inicialmente, o governo desejava financiar a ampliação do programa com a cobrança do tributo sobre dividendos, prevista na reforma, que encontra resistências no Congresso Nacional.

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Fiocruz alerta para tendência de alta nos casos de covid-19 no Rio

Saúde
19:23 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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Um estudo publicado hoje (31) por pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alerta que a cidade do Rio de Janeiro vive uma nova tendência de aumento de casos da doença, com um cenário de alta circulação do vírus, predomínio da variante Delta e baixa adesão às medidas de prevenção. 

Os pesquisadores publicaram a análise em uma nota técnica, que esmiúça a série histórica da pandemia na cidade. Os dados mostram que a capital fluminense apresenta neste momento uma tendência contrária à do conjunto do país, que tem queda nos números absolutos de casos.

"A atual pandemia da covid-19 se apresenta, até o momento, como o maior desafio sanitário deste século. Ainda é cedo para garantir que a queda observada pelo Brasil para casos e óbitos seja sustentada. A situação do município do Rio de Janeiro serve de alerta para o fato de que a pandemia ainda está longe de ser considerada controlada", diz a nota técnica.  

Apesar do aumento de casos, o cenário é de queda nas mortes, o que a nota técnica atribuiu à proteção das vacinas. Mesmo assim, o texto avalia que a cobertura vacinal ainda é incipiente e projeta que, se esse crescimento de casos não for contido e não houver preparo do sistema de saúde, um novo crescimento das mortes é previsível.

"O aumento dos casos é o indicador mais sensível, muitas vezes o prenúncio do aumento de outros indicadores, como hospitalizações, taxa de ocupação de leitos e óbitos. Qualquer decisão de redução de restrições sobre a circulação de pessoas deve ser tomada a partir de uma tendência de queda de indicadores de forma sustentada no tempo. O momento é, portanto, de alerta".

O estudo considera que foi acertada a decisão da prefeitura de adiar por tempo indeterminado o plano de retomada das atividades que chegou a ser anunciado para começar em setembro. "Os resultados indicam que é muito cedo para tomar decisões radicais sobre o retorno às atividades pré-bloqueio envolvendo grupos potencialmente grandes de pessoas".

Os pesquisadores defendem que haja uma gestão regionalizada e pactuada da pandemia em toda a região metropolitana, uma vez que há grande circulação de pessoas entre as cidades, e a capital funciona como polo de saúde que atende aos municípios do entorno. "Podemos dizer que o esforço isolado do município do Rio de Janeiro pode não resultar nos efeitos esperados para a redução das taxas de ocupação de leitos, bem como para reduzir a circulação do vírus".

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Morre 1ª pessoa com variante Delta do coronavírus no Ceará; ele não se vacinou

COVID-19
17:21 | Ago. 31, 2021
Autor O Povo
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Ceará confirmou a primeira morte de paciente infectado com a variante Delta. Paciente não tinha tomado a vacina contra a Covid-19. O homem de 45 anos estava internado em hospital particular em Fortaleza, tinha obesidade e não se vacinou. Era residente da Capital.

O paciente estava hospitalizado desde o dia 6 de agosto e faleceu no último domingo, 29. Estado tem 96 casos identificados da variante Delta. Desse total, apenas 28 (29%) foram vacinados com pelo menos uma dose e 16 completaram o esquema vacinal contra a Covid-19. Alguns pacientes precisaram de internação, conforme a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). 

Os primeiro quatro casos da variante originalmente identificada na Índia foram confirmados no dia 29 de julho.  O primeiro registro de infecção dessa cepa por transmissão comunitária foi registrado em 11 de agosto. 

Perfil dos casos 

Do total de casos, 25 foram identificados por meio do Centro de Testagem Covid-19 para Viajantes, instalado no Aeroporto de Fortaleza – Pinto Martins. Dos casos importados, o Rio de Janeiro é o estado de procedência com maior incidência, com cerca de 50% das amostras.

Os outros 71 foram confirmados pela Vigilância estadual ou por amostras encaminhadas à Rede Genômica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Ceará por unidades de saúde ou municípios.

No rastreamento, 26 pacientes identificados com a variante Delta relataram não ter histórico recente de viagens ou contato com viajantes, confirmando a transmissão comunitária da variante Delta no Estado. 

Dos pacientes confirmados com a variante, 51 são mulheres e 45, homens. Há predominância na faixa etária de 20 a 39 anos. Todos são rastreados e monitorados pela Vigilância Epidemiológica, informou a pasta. 

Pacientes confirmados no Estado residem em 24 municípios cearenses, além de outros estados da federação: Brasília (DF), Maricá (RJ), Nova Friburgo (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

Municípios com casos confirmados da variante Delta:

  1. Aquiraz
  2. Beberibe
  3. Cascavel
  4. Caucaia
  5. Choró
  6. Crateús
  7. Eusébio
  8. Fortaleza
  9. Hidrolândia
  10. Icó
  11. Ipaporanga
  12. Ipueiras
  13. Irauçuba
  14. Itapipoca
  15. Jaguaretama
  16. Maracanaú
  17. Monsenhor Tabosa
  18. Nova Russas
  19. Paraipaba
  20. Poranga
  21. Quixeramobim
  22. São Gonçalo do Amarante
  23. Sobral
  24. Tauá

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Governo foca em programas de emprego

ECONOMIA
17:08 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Estado
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O governo tenta garantir que o texto da medida provisória com um pacotão trabalhista seja votado no Senado, mesmo que haja mudanças. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, "jabutis" (matérias estranhas ao texto) como mudanças em horas extras de categorias profissionais como professores e advogados devem ser excluídos. Aliados do governo tentam manter os programas de incentivo à geração de novas vagas, mas o relator, senador Confúcio Moura (MDB-RO), disse que vai "sentir a temperatura no plenário".
A apresentação do parecer está programada para amanhã, mas a votação pode se estender até quinta-feira. Segundo o relator, a estratégia será buscar mudanças apenas de redação no texto, sem alterações de mérito, para evitar a necessidade de nova votação na Câmara dos Deputados - o que poderia resultar na perda de validade da MP, cujo prazo se encerra em 7 de setembro.
Aliados do governo dão como certa a remoção dos dispositivos que alteram a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), como a mudança nas horas extras, mas ainda trabalham para manter de pé os três programas de incentivo ao emprego: o Priore, que prevê desonerar a contratação de jovens de 18 a 29 anos e pessoas com mais de 55 anos; o Requip, que concede bolsas de qualificação para os profissionais mais jovens ou aqueles que estão há muito tempo fora do mercado de trabalho; e o serviço social voluntário, pelo qual prefeituras teriam flexibilidade para absorver mão de obra jovem ou com mais de 50 anos.
O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou uma questão de ordem para tentar impugnar, ou seja, excluir sumariamente dez dispositivos do projeto que foi aprovado pela Câmara dos Deputados, por não terem relação com a proposta original de reinstituir o programa de redução de jornada e salário e de suspensão de contrato de trabalho durante a pandemia de covid-19. Entre os itens questionados, estão as mudanças na CLT e os programas apresentados pelo governo.
'Mais leve'
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), deve responder à questão de ordem dizendo se excluirá os dispositivos. As mudanças na CLT devem cair, segundo admitem aliados do governo, mas ainda se busca manter os programas. Em reunião com Pacheco na manhã de ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou a importância da matéria.
Confúcio Moura disse ao Estadão/Broadcast que, se Pacheco aceitar a questão de ordem (mesmo que parcialmente), o texto ficará "mais leve". Hoje, ele tem 84 páginas. Além disso, ele ressaltou que, dos três programas, o mais polêmico é o Requip, feito "por fora da CLT". O senador afirma que há forte resistência da oposição. Na semana passada, o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, estimou um potencial de até 3 milhões de contratações com os três programas, mas as centrais sindicais apelidaram o texto de "MP da escravidão".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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