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Netflix de Windows? Microsoft anuncia serviço de streaming do sistema

Windows 365, lançado pela Microsoft em julho, é pago mensalmente, e sistema pode ser acessado de qualquer dispositivo; entenda o funcionamento do serviço e veja preços
08:01 | Ago. 03, 2021
Autor - Bemfica de Oliva
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- Bemfica de Oliva Repórter
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A Microsoft anunciou em julho uma forma inusitada de usar seu sistema operacional. O novo serviço, chamado Windows 365, é um plano de assinatura que permite acessar uma máquina virtual por streaming, uma espécie de "Netflix de Windows". Nessa terça-feira, 3, a empresa revelou os preços da plataforma.

O Windows 365 funciona da seguinte forma: o usuário paga um valor mensal, que depende das configurações escolhidas, como quantidade de núcleos do processador, armazenamento e memória RAM. O computador poderá, então, ser acessado virtualmente através de um site, de forma similar a qualquer serviço de streaming.

A máquina virtual funciona como um Windows normal, permitindo instalar e executar programas. O diferencial é que, por estar sendo acessada via internet, ela pode ser controlada a partir de qualquer dispositivo: um computador com Linux, celulares Android, até mesmo um iPad, da Apple... Ou outro computador com Windows.

Segundo a Microsoft, qualquer aplicação que rode num computador "normal" rodará sem problemas no Windows 365. Isso inclui, de acordo com a empresa, tarefas pesadas como jogos ou edição de vídeos.

Windows 365 é voltado a usuários corporativos

 

A novidade parece fazer pouco sentido para usuários comuns, mas pode ser muito útil para empresas. O modelo permite, por exemplo, que computadores de trabalho possam ser acessados sem que os funcionários estejam no mesmo local.

Não por acaso, o Windows 365 é voltado para usuários corporativos, tendo as versões "Business" e "Enterprise". O primeiro é voltado a negócios menores, tendo limite de 300 usuários, enquanto o segundo pretende atender a empresas de grande porte.

Preços do Windows 365 vão de R$ 114 a R$ 925 mensais

 

Os preços são calculados por máquina, e dependem das configurações escolhidas. O modelo mais básico, com processador single-core, 2 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento, custa R$ 114,30 por usuário.

A possibilidade mais potente tem oito núcleos na CPU, 32 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Ela sai por R$ 925,50 por usuário.

Todos os valores são por mês de uso, e a tabela completa pode ser vista no site da Microsoft. É possível testar o serviço gratuitamente por dois meses.

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Após fracasso do primeiro modelo, Microsoft prepara novo Surface Duo

Nova tentativa
08:00 | Jul. 29, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Apesar de não ser brasileira, a Microsoft parece não querer desistir nunca: imagens vazadas esta semana mostram uma suposta segunda geração do celular dobrável da empresa, o Surface Duo. As principais novidades são um conjunto de câmeras melhorado e uma nova cor preta, além da versão branca do modelo atual.

O primeiro Surface Duo foi anunciado em 2019, com uma proposta peculiar: um celular Android dobrável, como a linha Z da Samsung, mas que, em vez de usar uma tela flexível, trazia dois painéis com uma borda ultra fina entre eles. No mesmo evento, a Microsoft revelou o notebook Surface Neo, também com a proposta de tela dupla, que rodaria o Windows 10 X, versão modificada do sistema operacional da empresa.

Surface Duo foi fiasco de vendas, chegando a 70% de desconto

Nos meses seguintes, os projetos tiveram sérios problemas. O Surface Neo foi cancelado, e o Windows 10 X passou por mudanças para ser uma versão focada em computadores de entrada, similar ao Chrome OS, da Google - alguns meses depois, o sistema também abortado, e as mudanças visuais passaram para o Windows 11. O Surface Duo, por sua vez, chegou a ver a luz do dia: chegou às lojas em agosto de 2020.

A proposta do modelo, porém, não agradou. As especificações já estavam datadas quando o smartphone começou a ser vendido, e o preço inicial de US$ 1.400 (mais de R$ 7.000) era pouco convidativo. Outras limitações em comparação com celulares da época, como a câmera única, de baixa qualidade, as bordas espessas, e o design pouco prático (mesmo dobrado, a largura do aparelho é de quase 10 cm, dificultando o uso com uma mão só), fizeram com que o Surface Duo fosse um fracasso de vendas.

No começo de julho, o smartphone era encontrado com mais de 70% de desconto na loja virtual Woot, da Amazon. O corte no preço equivale a US$ 991, ou cerca de R$ 5.200, em relação ao valor de lançamento.

Surface Duo de segunda geração terá câmera melhor

Apesar do fiasco, a Microsoft parece disposta a apostar em uma renovação do Surface Duo. Imagens vazadas esta semana mostram uma suposta segunda geração do aparelho. Elas foram divulgadas pelo canal Tech Rat no Youtube, e tiveram a autenticidade confirmada pelo site Windows Central, especializado em notícias sobre a empresa.

Algumas das principais reclamações sobre o Surface Duo original parecem ter sido resolvidas na nova geração. Em vez de uma câmera única na borda de uma das telas, há agora um conjunto de três lentes na traseira. Não há informações, porém, sobre resolução e outros detalhes dos sensores, como se haverá lente de zoom ou ultra-wide.

No vazamento também foi informado que o Surface Duo de segunda geração usará um processador atualizado - o modelo original chegou com um Snapdragon 855, de 2019, enquanto a concorrência tinha o modelo 865 em seus aparelhos. Não está certo, ainda, qual será exatamente a CPU do Surface Duo 2, mas espera-se que sejam os modelos de 2021, Snapdragon 870 ou 888.

Fechando as novidades, o aparelho será vendido também na cor preta, enquanto a primeira geração estava disponível apenas em branco. Haverá ainda a tecnologia NFC para conexão com outros dispositivos e pagamentos por aproximação, algo que, apesar de já ser corriqueiro até em celulares mais básicos, ficou de fora do Surface Duo original.

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Microsoft supera previsão no lucro ajustado do 4º trimestre fiscal

ECONOMIA
17:58 | Jul. 27, 2021
Autor Agência Estado
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A Microsoft informou que teve lucro líquido de US$ 16,46 bilhões no quarto trimestre do ano fiscal de 2021, encerrado em 30 de junho, ou US$ 2,17 por ação. O resultado representa um avanço de 49% do lucro ajustado em relação ao ganho de US$ 1,46 do mesmo período do ano passado, e superou a estimativa de analistas da FactSet, que estimavam ganho de US$ 1,91 por ação. Apesar disso, o papel da companhia recuava 2,71% no after hours das bolsas de Nova York, às 17h39 (de brasília).

Entre os resultados apontados por operadores como decepcionantes, e que podem ter justificado o mau desempenho da ação da Microsoft após a divulgação do balanço, está a queda de 3% na receita com as vendas do sistema operacional Windows à fabricantes de equipamentos eletrônicos. Já os ganhos com a venda de serviços e conteúdo do Xbox, divisão de jogos eletrônicos da empresa, caiu 4% no período reportado.

Ainda assim, a receita trimestral da Microsoft teve avanço anual de 21%, a US$ 46,15 bilhões. CEO da empresa, Satya Nadella afirmou, em comunicado à imprensa, que os resultados mostram que a gigante de tecnologia é capaz de gerar crescimento quando "atende as variadas necessidades de consumidores em mercados grandes ou em desenvolvimento".

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Pentágono cancela contrato 'JEDI' de computação em nuvem com Microsoft

INTERNACIONAL
15:38 | Jul. 06, 2021
Autor Agência Estado
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O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira, 6, em comunicado o cancelamento de um contrato para a solicitação de Infraestrutura de Defesa Corporativa Conjunta (JEDI, na sigla em inglês). O Pentágono diz ter concluído que o contrato atual não atendia mais a suas necessidades de computação em nuvem abrangidas pelo acordo.

Na mesma nota, o órgão do governo do presidente Joe Biden diz que tem a intenção de buscar "novos esforços na computação em nuvem". "O Departamento pretende buscar propostas de um número limitado de fontes, a saber, a Microsoft Corporation (Microsoft) e a Amazon Web Services (AWS), já que pesquisas de mercado indicam que esses dois fornecedores são os únicos provedores de serviços em nuvem capazes de atender aos requerimentos do Departamento", afirma o comunicado. O Departamento de Defesa diz que ainda manterá contatos com a indústria e continuará a pesquisar no mercado, para decidir se outra empresa nos EUA pode também atender aos requisitos para esse investimento, e em caso positivo diz que poderá negociar também com outras empresas.

O contrato JEDI teve como vencedor anunciado, em outubro de 2019, a Microsoft. A Amazon, porém, afirmou ter sido prejudicada na disputa e entrou naquele mesmo ano com uma queixa na Justiça americana. O anúncio da empresa vitoriosa foi feito durante o governo do presidente Donald Trump, que mantinha uma relação conflituosa com Jeff Bezos, executivo chefe da Amazon.

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