Saiba como é o presídio de Nova York onde Maduro ficará preso

Saiba como é o presídio de Nova York onde Maduro ficará preso

Presidente da Venezuela deve ser mantido no Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn, enquanto aguarda julgamento

Nicolás Maduro foi capturado por tropas dos Estados Unidos (EUA) após os ataques à Venezuela. Enquanto aguarda julgamento, ele deve ser mantido na unidade penitenciária de segurança máxima no Brooklyn, em Nova York – a única prisão federal da cidade.

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Os EUA levaram Maduro e sua esposa depois do ataque na capital Caracas, e outros três estados da Venezuela na madrugada de hoje, 3. O governo de Donald Trump o acusa de chefiar um cartel de drogas e cometer atos de terrorismo.

Em Nova York, Maduro poderá enfrentar acusações de tráfico de drogas, porte de armas e atos de terrorismo, em Manhattan.

Maduro deve ser mantido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC, em inglês) do Brooklyn, onde esteve preso Joaquín “El Chapo” Guzmán — líder de uma das maiores organizações criminosas do México — antes da sentença de prisão perpétua.

A penitenciária tomou medidas especiais para abrigar El Chapo, que já havia fugido de outras prisões no México anos atrás.

O Centro de Detenção tem regras de segurança rigorosas e situações precárias. Lá os prisioneiros habitam celas monitoradas 24 horas por dia, com contato externo limitado e visitas restritas.

Embora a unidade prisional esteja equipada para abrigar presos provisórios e condenados de alto risco, ele está situado em uma área metropolitana densamente povoada.

Por isso, ainda não há certeza se os EUA arriscarão manter o presidente de outro país no local e aumentar as preocupações com a segurança que vão além dos detentos e dos funcionários do centro de detenção.

Instalado com capacidade para hospedar 1775 pessoas, o presídio manteve uma população média diária nos últimos 12 meses de 1346, segundo o site oficial do governo dos EUA. 

Já o número de detentos admitidos na unidade nos últimos 12 meses cuja permanência na unidade foi de 72 horas ou mais, corresponde a 3103.

O presídio de segurança máxima no Brooklyn também hospedou temporariamente outras pessoas famosas como Sean “Diddy” Combs, Ghislaine Maxwell, R. Kelly e Sam Bankman-Fried.

No mesmo lugar, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin ficou privado de liberdade, após ter sido extraditado da Suíça e responder por corrupção nos Estados Unidos.

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