Sony avalia adiar PlayStation 6 em meio à crise por chips

Sony avalia adiar PlayStation 6 em meio à crise de demanda por chips

Alta nos custos de memória e a demanda por chips de IA podem empurrar o lançamento do console para 2028 ou 2029, prolongando o ciclo do PS5
Atualizado às Autor Isabella Pascoal Tipo Notícia

Mesmo sem qualquer anúncio formal, o PlayStation 6 já é alvo de especulações dentro do setor de games. Informações recentes indicam que o cronograma da próxima geração pode sofrer alterações relevantes.

Relatos divulgados pela Bloomberg, empresa de tecnologia e dadosapontam que a Sony estaria considerando postergar a chegada do PlayStation 6 para 2028 ou até 2029.

A possível revisão não estaria relacionada a entraves no desenvolvimento do console, mas sim a um contexto externo que vem pressionando toda a cadeia tecnológica.

O pano de fundo seria a intensificação da demanda por chips destinados à inteligência artificial.

A expansão acelerada desse mercado tem provocado impacto direto na disponibilidade e no preço de componentes essenciais, especialmente memórias de alto desempenho.

Se o adiamento se confirmar, o PlayStation 5 poderá ter um ciclo de vida significativamente ampliado.

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Pressão sobre os componentes do dispositivo

A questão central envolve os custos de fabricação. Consoles de nova geração exigem avanços técnicos expressivos, incluindo maior capacidade de memória e soluções de armazenamento mais velozes.

Atualmente, porém, esses itens enfrentam uma escalada de preços. Equipamentos como PCs gamer e dispositivos portáteis, a exemplo do Steam Deck, também refletem os efeitos da valorização dos semicondutores.

Nesse cenário, antecipar o lançamento poderia representar um desafio comercial.

Um preço elevado demais poderia comprometer a competitividade e reduzir o apelo junto ao grande público.

Ajustes na arquitetura do console

Fontes do setor indicam ainda que a Sony teria adotado uma abordagem alternativa na construção do novo hardware.

A empresa não utilizaria integralmente a arquitetura RDNA 5 da AMD, optando por uma configuração híbrida.

A ideia seria combinar recursos mais avançados com tecnologias já consolidadas, buscando um ponto de equilíbrio entre desempenho e viabilidade econômica.

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