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Presidente do Grêmio explica ameaça de não ir a campo contra Flamengo: "Queremos isonomia"

Romildo Bolzan destaca acordo realizado entre clubes e CBF e critica postura do Rubro-Negro, que quer realizar jogo da próxima quarta-feira, 15, com torcida no Maracanã
10:58 | Set. 10, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, falou nesta quinta-feira sobre a possibilidade do jogo de volta da Copa do Brasil contra o Flamengo, no dia 15, contar com público no Maracanã. Além disso, o dirigente falou como está se dando as conversas com outros clubes sobre o retorno dos torcedores aos estádios pelo Brasil.

"A posição do Grêmio é da isonomia, aquilo que significa o compromisso assumido no inicio do campeonato, é uma situação previamente aceita, que se tornou obrigatória entre as partes. Estamos fazendo nossa parte e aguardamos a reciprocidade", disse Romildo em entrevista ao SporTV, em relação ao jogo contra o Flamengo.

O Rubro-Negro conseguiu a liberação da Prefeitura do Rio de Janeiro para ter público no Maracanã a partir do dia 15 deste mês. "A gente está examinando essa situação. A reunião de ontem dos clubes refez o protocolo, criou um novo comportamento dos envolvidos e estamos aguardando até o dia 28 de setembro para se reunir novamente e pra uniformizar os protocolos estaduais, para gerar equilíbrio e regularizar as medidas sanitárias. Até o dia 28 todos nós estamos auxiliando a CBF em relação a isso. Estamos examinando o regulamento e as consequências, já que há um descumprimento em vigor, e podemos não entrar em campo (contra o Flamengo). Mas estamos analisando, vendo consequências e o resultado disso é um resultado ético. Caso não haja um acordo, vamos analisar nossas respostas de uma maneira mais forte", disse o presidente.

Bolzan também falou sobre uma relação de independência cada vez mais forte entre os clubes, gerando uma falta de união. "Estamos em um momento de fragilidade, a liga foi um sopro apenas, não era um grito de independência. Mas não estava no script esse momento de fragilidade quando chegassem os momentos de decisão. Em uma liga todo mundo tem que ganhar, pra dar equilibro técnico. Alguém vai ter que renunciar algumas coisas, esse é o principio da coletividade, para todos crescerem. Não é exatamente uma isonomia, pois os clubes têm patamares diferentes, mas não pode acontecer oportunismo. Ou tem regra ou não tem, ou tem regulamento ou não tem. Isso é uma questão cultural, vamos avançar ou não. Hoje vejo uma fragilidade."

Bolzan deu detalhes do acordo entre os clubes para que não haja presença de público em condições desiguais em competições mediadas pela CBF. "É um acordo formal. Ele ratifica o regulamento da confiança e coloca outras situações. Tem um protocolo da isonomia em relação a volta dos jogos, é algo formalizado entre os clubes. Faz parte do compromisso e do que vincula os clubes com a competição. É lei para o campeonato. Protocolo de recomendações do retorno dos públicos ao estádio."

Para finalizar, o presidente do Imortal reforçou a necessidade do retorno do público ser igualitário e abriu a possibilidade dos torcedores não retornarem esse ano caso isso não seja feito.

"Há um ausência de coordenação nacional. A pandemia foi tratada de maneira descentralizada, o que é um equivoco na minha opinião. A coordenação deveria ser federal, mas ficou vinculada as estruturas estaduais. Até o dia 28 os clubes vão ter que conversar com CBF de modo que a gente consiga conservar minimamente uma uniformidade nos protocolos para que haja uma espécie de consenso. Queremos que o público retorne, mas precisamos nos organizar, gerar um debate que influencie todos os estados da Série A. Caso contrário, há o risco do público não voltar aqui em 2021", finalizou.

Em reunião extraordinária do Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro nesta última quarta-feira, a CBF e representantes de 19 dos 20 clubes da Série A decidiram, por unanimidade, que as partidas do Brasileirão e da Copa do Brasil continuarão sem público. Os clubes também concordaram em entrar com uma ação no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) para tentar derrubar a liminar que permite torcida nos jogos do Flamengo no Maracanã durante o mês de setembro.

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Ex-Grêmio, Jael projeta reencontro e almeja evolução do Ceará no returno da Série A

Camisa 9
11:16 | Set. 10, 2021
Autor Afonso Ribeiro
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Além do técnico Tiago Nunes, que estreará no comando do Ceará, o atacante Jael também reencontrará um velho conhecido na partida diante do Grêmio-RS, no próximo domingo, 12, às 11 horas, em Porto Alegre, pela 20ª rodada da Série A. Jogador do Tricolor entre 2017 e 2019, o camisa 9 mira uma vitória no embate e projeta evolução do Alvinegro sob novo comando.

No clube gaúcho, o centroavante de 32 anos conquistou o título da Copa Libertadores e um Campeonato Gaúcho, além de balançar as redes em jogos importantes e virar xodó da torcida. Na disputa por uma vaga no time titular do Vovô, o jogador esperar conquistar um triunfo na velha casa.

"Todos tentando dar o seu melhor para poder entender o mais rápido possível o que o Tiago vem passando. Tem sido uma semana proveitosa, que todo mundo tem dado o melhor de si. Agora é ter esse primeiro jogo e espero que a gente consiga um grande resultado e possa ter uma sequência de bons jogos", disse Jael à Vozão TV, canal oficial do clube no YouTube.

Depois da troca no comando técnico, com a demissão de Guto Ferreira, Tiago Nunes iniciou os trabalhos no último dia 1º e desde então teve o calendário livre para os treinos - o jogo contra o Palmeiras, pela 19ª rodada do Brasileirão, foi adiado. O atacante destaca a qualidade do elenco e afirma que o novo modelo de jogo pode contribuir para a equipe alçar voos maiores.

"A gente espera sempre fazer o nosso melhor, sempre almejando estar subindo na tabela. Nós temos um time de muita qualidade. Com o trabalho e a qualidade que a gente vem desempenhando nesses dias de treino com o Tiago, a gente tem tudo para fazer um grande segundo turno. Espero que a gente possa fazer o torcedor feliz, subir na classificação e ser melhor do que no ano passado", projetou o camisa 9.

Reforço do Ceará para a temporada 2021, Jael disputou 18 partidas e anotou quatro gols. O centroavante é um dos cinco jogadores pendurados com dois cartões amarelos para a sequência do Campeonato Brasileiro.

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Prefeitura de Belo Horizonte libera público para jogos de Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG

Em Minas Gerais
10:53 | Set. 10, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, anunciou nesta quinta que a capital mineira voltará a receber público nos jogos a partir do dia 28, na partida entre Atlético-MG e Palmeiras, no Mineirão, pela Libertadores.

Os jogos terão 30% da capacidade do estádio liberada para receber torcedores. A decisão foi tomada durante uma reunião entre o prefeito e os presidentes de Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG, junto com membros de torcidas organizadas.

A reunião também foi marcada pelo estabelecimento de medidas restritivas e imposições para que não haja aglomerações. Líderes das organizadas foram encarregados de orientar outros membros, para que não haja excessos que descumpram o protocolo estabelecido.

Recentemente, o Mineirão recebeu dois jogos com torcida: Atlético-MG 3 x 0 River Plate e Cruzeiro 1 x 0 Confiança. Especialmente após o jogo do Galo, Kalil fez duras críticas ao comportamento dos torcedores, que se aglomeraram e não respeitaram os protocolos estabelecidos.

A prefeitura do Rio de Janeiro também deu o aval para que o Flamengo receba torcedores a partir do dia 15 deste mês. Em reunião nesta quarta, todos os clubes da Série A, com exceção do Rubro-Negro, se disseram contra o retorno dos torcedores aos estádios enquanto ele não seja para todos.

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Covid-19: São Paulo aplica hoje primeira e segunda doses de vacina

Saúde
10:23 | Set. 10, 2021
Autor Agência Brasil
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A aplicação das primeiras doses da vacina contra a covid-19 será feita hoje (10), em São Paulo, exclusivamente nas 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas 82 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, nesses locais também serão aplicadas as segundas doses, além das doses de reforço somente para quem tem acima de 90 anos. O público elegível para receber a segunda dose e a adicional também poderá ser vacinado nos drive-thrus.

Até ontem (9), às 13h, a capital paulista havia aplicado 15.614.297 doses, sendo 9.932.794 primeiras doses, 5.343.022 segundas doses, 321.709 doses únicas e 16.772 doses adicionais.

Neste sábado (11), estarão abertas apenas as AMAs/UBSs Integradas para todo o público elegível, com funcionamento das 7h às 19h. Já no domingo (12) a vacinação ocorrerá nos seguintes postos: farmácias Avenida Paulista: vacinação D1, D2 e DA (dose adicional. Avenida Paulista, 2.371 e 266 - das 8h às 16h; Galeria Prestes Maia (megaposto): vacinação D1, D2 e DA. Praça do Patriarca, 2 - das 8h às 17h; Parques: vacinação D1, D2 e DA, com funcionamento das 8h às 17h.

Idosos

A imunização acontece ainda no Centro Esportivo Esportes Radicais (Centro); Parque do Guarapiranga (zona Sul); Parque do Carmo (zona Leste); Parque Villa Lobos (zona Oeste); Parque Recreativo Ceret e Parque da Independência (região Sudeste); e Parque da Juventude (zona Norte).

A Secretaria de Saúde informou, ainda, que idosos com mais de 60 anos podem fazer a inscrição nas UBSs para receber as doses de reforço, caso haja dose remanescente perto do término das atividades do serviço de saúde. Vale para quem tomou a segunda dose há mais de seis meses na capital. Para isso, é preciso apresentar o comprovante de vacinação com ciclo vacinal completo, documento com foto e comprovante de residência. Também podem se cadastrar para a aplicação do reforço vacinal, pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose ou única há pelo menos 28 dias.

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa.

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Los Angeles obriga vacinação para estudantes maiores de 12 anos

Volta às aulas
03:40 | Set. 10, 2021
Autor AFP
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Todos os estudantes maiores de 12 anos das escolas públicas de Los Angeles deverão estar vacinados contra a covid-19 até o fim do ano, decidiu nesta quinta-feira (9) o distrito escolar da cidade californiana. A medida, decidida em votação, pode abrir precedente por ser a primeira do tipo imposta por um distrito escolar dos Estados Unidos, que enfrenta um aumento no número de infecções, impulsionadas principalmente pela variante Delta do coronavírus.

Todos os adolescentes com mais de 12 anos em aulas presenciais nas escolas públicas do distrito terão até 21 de novembro para receber a primeira dose do imunizante, e até 19 de dezembro para a segunda. "A vacina é segura, eficaz e é a melhor maneira de manter nossos alunos protegidos contra o vírus", tuitou Kelly Gonez, presidente do conselho do distrito escolar, minutos após a votação. Todos os alunos com mais de 12 anos que frequentam aulas presenciais devem estar vacinados até 10 de janeiro de 2022, destacou o distrito escolar em um comunicado.

"Estamos exigindo essas vacinas porque continuamos a priorizar a saúde e a segurança de nossos alunos e funcionários", explicou o membro do conselho distrital George J. McKenna III, citado no texto, acrescentando que, na semana passada, mais de 250.000 crianças foram diagnosticadas com covid-19. Cerca de 600.000 alunos estão matriculados em escolas públicas no distrito de Los Angeles, uma cidade na costa oeste do país com quase 4 milhões de habitantes.

O distrito já havia exigido que as crianças fossem testadas regularmente, bem como o uso de máscaras em espaços abertos e fechados. Professores e outros funcionários devem ser vacinados. Cerca de 58% dos adolescentes entre 12 e 18 anos nos Estados Unidos foram inoculados com pelo menos uma dose. A decisão de Los Angeles vem logo após o presidente Joe Biden ordenar a vacinação ou testes semanais em todas as empresas com mais de 100 funcionários, como parte do plano para lidar com a pandemia.

Vacinas, máscaras e outras medidas de controle contra a covid-19 se tornaram o centro de um debate político nos Estados Unidos. Os estados e condados onde governa o Partido Republicano resistem à imposição de regras recomendadas pelos médicos, argumentando que elas interferem nas liberdades pessoais.

A implementação de um programa de imunização abrangente e gratuito foi considerada fundamental para reduzir novos casos de coronavírus, uma doença responsável por mais de 650.000 mortes e mais de 40 milhões de infecções nos Estados Unidos. Mas o surgimento da variante Delta, altamente contagiosa, ameaça essa evolução, com novo aumento de casos, principalmente onde a vacinação teve baixa adesão.

Mais sobre a vacinação contra a Covid-19

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Biden anunciará obrigatoriedade da vacina a todos os funcionários federais

MUNDO
22:33 | Set. 09, 2021
Autor AFP
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, elevou o tom perante os antivacina ao anunciar nesta quinta-feira, 9, estritas normas de imunização que abrangem dezenas de milhões de trabalhadores, em uma escalada importante na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19. O plano de seis pontos, que se dirige às empresas com mais de 100 funcionários, estabelece as medidas mais agressivas já adotadas até agora pelos Estados Unidos contra a crescente variante delta.

"Uma clara minoria de americanos, apoiados por uma clara minoria de funcionários de cargos eletivos impede virar a página" da pandemia, disse Biden em discurso transmitido pela televisão. "Os não vacinados abarrotam nossos hospitais, estão saturando as emergências e as unidades de terapia intensiva, e não deixam espaço para alguém com ataque cardíaco, pancreatite ou câncer", acrescentou.

A maior parte do plano consistirá em exigir das empresas privadas que empregam mais de 100 pessoas que se certifiquem de que todos os trabalhadores se vacinem ou se submetam a exames semanais. A medida federal atingirá cerca de 80 milhões de pessoas. Os legisladores republicanos atacaram imediatamente o governo, afirmando que estava extrapolando suas funções. "Parece muito com uma ditadura", tuitaram republicanos da Câmara de Representantes.

O plano também prevê a vacinação de todos os funcionários federais e terceirizados. Atualmente, os funcionários do governo devem se vacinar ou se submeter a exames periódicos, enquanto a nova norma obrigará uma vacinação praticamente total. Cerca de 17 milhões de trabalhadores da saúde de centros sanitários que recebem financiamento dos programas governamentais Medicare ou Medicaid também terão que se vacinar.

Só serão permitidas exceções por razões religiosas ou a pessoas com deficiência, uma abordagem estrita que certamente colocará Biden em um rota de colisão com os meios de comunicação da direita e outros grupos poderosos que argumentam que as determinações equivalem a um ataque às liberdades individuais. Cerca de 80 milhões de americanos continuam sem se vacinar. As pesquisas mostram que tendem ser mais jovens, menos educados e mais propensos a ser republicanos.

Os brancos representam a maioria das pessoas que continuam sem se vacinar, mas os negros e os hispânicos têm menos probabilidades do que os brancos de receber uma vacina, segundo a Kaiser Family Foundation. O êxito inicial do governo no envio de vacinas e na promoção do uso de máscaras impulsionou o democrata Biden logo após assumir o mandato.

Depois de liderar o índice mundial de mortes pelo coronavírus durante o governo do ex-presidente republicano Donald Trump, os Estados Unidos se tornaram um modelo de como vencer a pandemia. Em 4 de julho, Biden chegou a organizar um grande churrasco na Casa Branca para comemorar o Dia da Independência e o fim do confinamento.

Mas o aparecimento da variante delta da covid - extremamente contagiosa - durante o verão no hemisfério norte, fez com que os casos voltassem a níveis críticos, com os hospitais de alguns estados novamente lotados com doentes e moribundos.

Biden precisa urgentemente mudar o rumo da pandemia - que volta a gerar incertezas na recuperação econômica e em outros aspectos da sua gestão - ou pelo menos demonstrar que a tem sob controle. Mas grande parte do problema está fora de seu alcance.

O governo federal distribuiu vacinas gratuitas em todo o país, além de ter se tornado o maior doador do mundo aos países mais pobres. No entanto, os governos estaduais, sobretudo os republicanos do Texas e da Flórida, têm resistido ativamente a impor o uso obrigatório das máscaras, enquanto setores de suas populações se negam a se vacinar, mesmo diante da disparada dos contágios.

Assim, Biden e seus partidários começaram a chamar a atual onda de covid de "pandemia dos não vacinados". Apesar do papel desempenhado pelos líderes republicanos, Biden, que ao mesmo tempo é muito criticado pela traumática saída do exército dos Estados Unidos do Afeganistão, está levando grande parte da culpa. Na última pesquisa do jornal The Washington Post-ABC News, 52% aprovavam a gestão de Biden da pandemia, contra 62% em junho.

A média de aprovação geral de Biden está abaixo de 50% pela primeira vez em sua Presidência. Segundo a pesquisa do Washington Post-ABC News, apenas 44% aprovam seu desempenho contra 50% de junho.

 

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