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STJD aceita pedido do Ceará e Jael é mais um atleta com pena convertida em doação

Após Mendoza e Gabriel Dias, o Vovô conseguiu a liberação de Jael. Porém o centroavante ainda cumprirá a suspensão automática pelo terceiro amarelo
13:25 | Ago. 06, 2021
Autor - Horácio Neto
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Atacante do Ceará, Jael é mais um atleta do Vovô que tem a metade da pena convertida em doações pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Na decisão do presidente da instituição, Otávio Noronha, divulgada nesta sexta, 6, foi deferido a mudança das cinco partidas restantes em R$ 30 mil destinados a cinco instituições indiciadas pelo próprio tribunal.

Jael é o terceiro jogador alvinegro que conseguiu a conversão da punição. O STJD já atendeu o pedido do Ceará nos casos de Mendoza e Gabriel Dias. A soma desembolsada em doações para a liberação das penas dos três atletas chega a R$ 100 mil. Foram R$ 30 mil do centroavante e de Gabriel, cada, e mais R$ 40 mil do colombiano.

Apesar da alteração na pena, Jael não poderá atuar contra o Atlético-GO, neste domingo, 8, às 18h15min, na Arena Castelão, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante terá que cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo recebido no duelo diante do Athletico-PR, há três semanas.

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IBGE fará manutenção em seu site das 21h desta sexta-feira até as 18h do domingo

ECONOMIA
13:26 | Ago. 06, 2021
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O site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na internet passará por manutenção entre as 21 horas desta sexta-feira, 6, e as 18 horas de domingo, 8, informou o órgão. Com a manutenção, o site ficará com "alguns serviços indisponíveis", segundo nota divulgada pelo IBGE.
A manutenção no site já estava programa, completou o IBGE.
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Pacheco critica tentativa de mudar sistema eleitoral

POLÍTICA
13:26 | Ago. 06, 2021
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), criticou a sugestão de mudança do sistema eleitoral vigente, o proporcional, para o "Distritão". De acordo com o parlamentar, não é razoável mudar o sistema eleitoral de 2017. "Temos criatividade legislativa no Brasil de tentar mudar as regras com a bola rolando", ironizou.
Em entrevista à GloboNews, contra a proposta, Pacheco declarou que, para se ter um sistema eleitoral mais eficiente no País, é preciso reduzir o número de partidos políticos, e dar condições igualitárias de disputa a todos. "No Senado há tendência à manutenção do sistema proporcional, com cláusula de barreiras", afirmou.
No modelo "Distritão", que já foi rejeitado duas vezes pela Câmara dos Deputados, os candidatos disputam votos em todo o Estado, que passam a ser considerados distritos, com a mesma quantidade de vagas no parlamento atual. No caso de São Paulo, seriam eleitos apenas os 70 mais votados da lista final para a Câmara, desprezando-se os votos recebidos pelos demais.
A tendência é que a campanha para deputado seja semelhante a uma eleição majoritária, como a de governadores, prefeitos, senadores e presidente.
No sistema proporcional, usado atualmente, o eleitor pode votar tanto em partidos quanto em candidatos. A Justiça Eleitoral calcula o quociente eleitoral, levando em conta somente os votos válidos e a quantidade de cadeiras em disputa em cada Estado. A partir desse quociente é feita a definição do número de vagas a que cada coligação ou partido isoladamente terá direito. Elas são ocupadas pelos mais bem votados das listas.
Políticos contrários à ideia afirmam que o "Distritão" encarece o custo do pleito, pois o candidato faria campanha no Estado inteiro. Também argumentam que reduz a alternância de poder e atrapalha a renovação, pois a tendência é os partidos lançarem como candidatos apenas os que já têm "recall" e demonstram capacidade de atingir votação para ganhar a eleição em cada distrito. Os que possuem mandato atualmente sairiam beneficiados, por tradicionalmente terem acesso a mais recursos para bancar as despesas.
Crise entre Poderes
O presidente do Senado avaliou, na entrevista, que a situação entre os Poderes "não vai bem" e rebateu os ataques do presidente Jair Bolsonaro ao Judiciário. Em sua avaliação, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, fez um pronunciamento "importante" contra o chefe do Executivo, na quinta-feira (5). "Nem o presidente da República nem qualquer cidadão pode agredir a Suprema Corte do País".
Pacheco prestou apoio à Corte, mas insistiu que os Poderes devem apostar no diálogo para "melhorar a situação". Segundo o senador, as críticas, tanto a Bolsonaro quanto ao STF, devem ser analisadas e, diante disso, buscar uma convergência para reforçar o aspecto de independência e convivência harmônica entre os Poderes. Pacheco diz que não repudia as críticas feitas pelo chefe do Executivo, mas sim as agressões e ironias que, em sua visão, "não cabem numa relação que deve ser institucional".
Apesar de apostar no diálogo como forma de apaziguamento, Pacheco diz que concordou com o pronunciamento de Fux mas que, uma hora ou outra, "todos precisarão sentar à mesa" e o STF "haverá de encontrar uma solução". O presidente do Senado, então, colocou a Casa para ser um ponto de pacificação. "Não fecho a porta para diálogo nenhum". Segundo Pacheco, ele já conversou com Fux e com o procurador-geral da República, Augusto Aras.
"Vivemos uma crise perene já há algum tempo, nós temos buscado conter essa crise, sempre conversando", reforçou o pedido de diálogo. Segundo ele, "essas respostas do poder Legislativo ajudaram a virar essa página que estamos vivendo nessa crise institucional".
Contra os ataques de Bolsonaro aos Poderes e instituições, Pacheco classificou como "grave" a declaração do chefe do Executivo de jogar "fora das quatro linhas da Constituição". "Temos que ser fiéis a Constituição", ponderou, emendando que deve ser feita uma análise sobre qual a razão do descontentamento do presidente para remediar com uma ação. "Qualquer ameaça mínima ao Estado de Direito será rechaçada pelo Senado". Mas, insistiu: "Não podemos nos pegar na gravidade dessas falas para interromper o diálogo".
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Rio, Niterói e Maricá unem-se contra feminicídio

Direitos Humanos
13:23 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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As cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Maricá unem-se, a partir deste final de semana, na Campanha Juntas Contra o Feminicídio, que prevê ações planejadas como a iluminação de pontos importantes em roxo e a fixação de cartazes e distribuição de panfletos com os canais de atendimento às mulheres em situação de violência nos transportes públicos. De acordo com as prefeituras, a proposta é mostrar que as mulheres não estão sozinhas e que podem pedir ajuda, mesmo quando ainda não se sentem preparadas para denunciar o caso.

Na capital, serão iluminados pontos como o Cristo Redentor; a Igreja da Penha; o Maracanã; o Estádio São Januário; a Igreja Nossa Senhora da Penna; os Arcos da Lapa; a Câmara de Vereadores; o Museu do Amanhã; o hotel Copacabana Palace; o chafariz da Estrada do Galeão; o telão da Cidade das Artes; e o prédio da prefeitura; em Niterói, o Caminho Niemeyer e o Museu de Arte Contemporânea; em Maricá, a entrada da cidade e a Igreja Nossa Senhora do Amparo. A iluminação será neste sábado (7), a partir das 18h.

As ações marcam os 15 anos da Lei Maria da Penha, que se completam amanhã. A Lei 11.340/2006 recebe o nome da cearense Maria da Penha, que ficou paraplégica em decorrência das duas tentativas de feminicídio por parte do marido, em 1983. Após a criação da lei, foram implementados mecanismos para combater a violência doméstica e familiar. A lei abrange outras formas de violência além da física, como a psicológica, sexual, patrimonial e moral.

Mesmo com 15 anos de vigência da Lei Maria da Penha e de ser referência internacional, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de violência contra as mulheres, e esses dados se tornaram mais preocupantes durante a pandemia da covid-19.

Mais de 40 mil denúncias de casos de violência doméstica, familiar e outros tipos de violência contra a mulher foram registradas pelos canais de atendimento da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos só no primeiro semestre deste ano.

Somente no estado do Rio de Janeiro, entre março e dezembro de 2020, durante o isolamento social, mais de 250 mulheres foram vítimas de violência por dia. Cerca de 61% desses casos ocorreram dentro das residências, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP).

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Exame antidoping de Tandara deu positivo para anabolizante Ostarina

Esportes
13:23 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
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A Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) divulgou, nesta sexta-feira (6), comunicado informando que foi constatada a presença da substância proibida Ostarina em exame antidoping realizado na atleta da seleção brasileira feminina de vôlei, Tandara Caixeta, em julho passado, antes do embarque para a Olimpíada de Tóquio 2020.

De acordo com a ABCD, a coleta do material biológico de Tandara foi feita no dia 7 de julho de 2021, no Centro de Treinamento de vôlei de quadra da seleção, em Saquarema-RJ, junto à coleta das outras atletas da equipe. Na quinta-feira passada (5 de agosto), o resultado do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD) confirmou a presença da substância anabolizante Ostarina que, pelo Código Brasileiro Antidopagem, implica na aplicação obrigatória de uma suspensão provisória da atleta.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) foi notificado pela ABCD na quinta-feira (5 de agosto) sobre o caso e desligou a jogadora da seleção de vôlei feminino, horas antes da semifinal da Olimpíada. O Brasil venceu a Coreia do Sul na semifinal por 3 sets a 0, nesta sexta-feira (6), sem a presença de Tandara.

Depois do desligamento da seleção de vôlei, Tandara Caixeta divulgou nas redes sociais uma nota dizendo que está trabalhando em sua defesa e só se manifestará após a conclusão do caso. Ela já está voltando ao Brasil.

"Vamos nos doar para conseguir a vitória", diz Macris após vaga para a final do vôlei

tóquio 2020
13:14 | Ago. 06, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Brasil se classificou nesta sexta-feira, 6, para a final do vôlei feminino nas Olimpíadas de Tóquio. A equipe brasileira venceu a Coreia do Sul por 3 sets 0 e repetiu o placar de quando as duas equipes se enfrentaram na primeira fase do torneio.

LEIA MAIS| Brasil vence Coreia do Sul e avança à final do vôlei feminino na Olimpíada

Agora, o Brasil irá enfrentar os Estados Unidos pelo ouro, disputa que acontece neste próximo domingo, à 1h30 (de Brasília). Após a partida, algumas jogadoras brasileiras comentaram sobre a equipe americana. Entre ajustes que devem fazer para o duelo e elogios à seleção dos Estados Unidos, o que prevalece é a vontade de lutar para conseguir a primeira posição do pódio. 

Esta será a terceira final olímpica entre Brasil e Estados Unidos. A equipe brasileira levou a melhor nas duas oportunidades anteriores, ficando com o ouro em Pequim-2008 e Londres-2012.

“Cada jogo é uma nova história. Cada coisa que ficou para trás, independentemente de vitória ou derrota, em algum momento tem que zerar. Sabemos da importância de sacar bem porque elas têm um jogo muito rápido e de sermos obedientes na tática bloqueio/defesa. É importante obedecer taticamente e conseguir contra-atacar bem, ter paciência no jogo e manter a agressividade e a alegria dentro de quadra, jogando juntas. Sabemos que vai ser difícil, mas chegamos até aqui, vamos nos doar para conseguir a vitória”, comentou Macris.

“A gente tem mostrado que está pronta para entrar na final e deu certo. Acredito que os Estados Unidos são o time a ser batido faz um tempo. Temos alguns ajustes para fazer para jogar bem contra elas, mas é um time redondo com muitas peças de reposição”, destacou Rosamaria.

“É pensar em jogo a jogo. Sabíamos que seria um caminho longo. E nós sabemos da força que elas têm e o quanto a gente evoluiu. Vamos comemorar até a meia-noite de hoje, agradecer por estarmos em uma final olímpica com esse grupo e depois é focar 100% nos estudos, nos treinamentos e na recuperação para a final”, afirmou Fe Garay, em sua última participação em Olimpíadas.

Gabi demonstra confiança para a decisão: “Estamos jogando com muita agressividade, empurrando nosso saque o tempo inteiro. A gente sabe da qualidade das americanas de saque, recepção, volume de jogo. Vai ser um jogo de igual para igual e vai vencer quem estiver mais preparado emocionalmente e começar agredindo desde o começo”, concluiu a jogadora.

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