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Compositor brasileiro processa Adele por plágio em "Million Years Ago"

O compositor brasileiro Toninho Geraes afirma que "Million Years Ago", música lançada pela cantora britânica Adele em 2015, é um plágio de "Mulheres"
16:10 | Set. 10, 2021
Autor Clara Menezes
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Clara Menezes Jornal
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O compositor brasileiro Toninho Geraes, conhecido por suas obras de samba e pagode, entra na justiça por acusar a cantora britânica Adele de plágio. De acordo com ele, “Million Years Ago”, da artista do Reino Unido, é uma cópia da música “Mulheres”, popularizada na voz de Martinho da Vila.

“Fiquei estarrecido quando me dei conta. A melodia e a harmonia são iguais. É uma cópia escancarada”, disse o músico para a revista Veja. Os advogados dele enviaram notificações para a XL Recordings/Beggas Group, o grupo Sony Music e o Greg Kurstin, coautor da canção.

Segundo as informações divulgadas pelo jornal, como não houve resposta da gravadora inglesa, eles entrarão na justiça. Segundo a defesa do compositor, 87% da obra de Adele dá indícios de plágio.

Tudo começou quando o tecladista Misael Hora estava em uma festa e escutou “Million Years Ago”. Ele acreditou que era uma versão, mas não encontrou os créditos de Toninho Geraes. Então, avisou ao compositor, que iniciou o processo.

A música de Adele foi lançada em 2015 e é uma das faixas do álbum “25”. Esse foi o último disco da artista, que já recebeu 15 estatuetas no Grammy’s.

Escute e compare

“Mulheres”, de Toninho Geraes e cantado por Martinho da Vila

“Million Years Ago”, de Adele

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Xuxa sobre Bolsonaro: "o que mais precisa fazer pra deixar de ser presidente?"

Política
15:08 | Set. 10, 2021
Autor Clara Menezes
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentou relacionar a inflação no Brasil com o aumento do consumo durante a pandemia do coronavírus. "Por que aumentou (a inflação) no Brasil? Não foi só no Brasil, foi no mundo todo. O mundo todo passou a consumir mais”, disse durante sua live na última quinta-feira, 9 de setembro.

Ele buscou um exemplo no aumento de peso da população: “Alguns passam fome? Sim, passam fome. Mas a média dos que passaram a comer mais foi bem maior. Se você perguntar em casa ou olhar para você e lembrar quanto você pesava no passado e pesa agora, na média, todo mundo engordou um pouco mais. É uma realidade”, explicou.

A situação provocou indignação da apresentadora Xuxa Meneghel, que se posicionou em suas redes sociais nesta sexta-feira, 10. “Eu não sei mais o que esse ‘homem’ precisa fazer ou falar pras pessoas pararem de seguir. O que mais ele precisa fazer pra deixar de ser nosso presidente?”, questiona.

Ela continua ao citar algumas polêmicas que Jair Bolsonaro se envolveu durante seu mandato: “Negar as vacinas? Dar força a um remédio ineficaz? Rir e dizer que é ‘mimi’ a doença e a morte das pessoas? Descredibilizar o voto mais seguro de uma votação segura e sem manipulação externa? Dar força ao desmatamento da Amazônia?”.

“Agora diz que as pessoas estão gordas e não estão passando fome… O pior é dizer que Deus está com ele e seu símbolo são as armas e não o amor e a paz… O que mais ele precisa falar e fazer?”, continua.

Xuxa finaliza ao pedir que os usuários assinem a petição “Vidas Brasileiras”, organizada pela sociedade civil, que solicita o impeachment do presidente. Alguns famosos que assinaram foram: Ailton Krenak, Chico César, Fábio Porchat e Felipe Neto.

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Netflix, Disney Plus e HBO Max: veja os lançamentos do fim de semana

Nos streamings
15:03 | Set. 10, 2021
Autor Clara Menezes
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Se você está programando o que assistir durante o fim de semana, o Vida&Arte traz uma lista com os lançamentos das principais plataformas de streaming. Um dos destaques é o filme “O Esquadrão Suicida”, que chega neste domingo, 12, ao HBO Max.

Dirigido por James Gunn, o longa-metragem acompanha quatro protagonistas: Sanguinário (Idris Elba), Pacificador (John Cena), Coronel Rick Flag (Joel Kinnaman) e Arlequina (Margot Robbie).

Eles, intitulados de “Esquadrão Suicida”, estão dispostos a fugir da prisão. Para atingir seu principal objetivo, o grupo enfrentará vários adversários no caminho.

Os anti-heróis, porém, são enviados como membros da Força-Tarefa X para uma ilha sul-americana. No local, devem destruir um laboratório do período nazista, onde experimentos eram conduzidos em presos políticos.

Na Netflix, há a estreia do documentário “Irmãos de Sangue: Muhammad Ali e Malcolm X”, que já está disponível na plataforma. A narrativa revela a trajetória de duas figuras importantes no século XX: o boxeador Muhammad Ali e o líder e revolucionário afro-americano Malcolm X.

Os dois, apesar das diferenças, mantinham um vínculo forte. Enquanto o primeiro era um campeão olímpico difamado pela imprensa, o segundo era um intelectual que lutava contra a opressão e não acreditava muito na importância do esporte.

Já no Amazon Prime Video, o destaque é “Voyeurs”, de Michael Mohan. Um jovem casal se muda para um apartamento em Montreal e se interessa pela vida sexual do vizinhos que moram do outro lado da rua.

No começo, era somente uma curiosidade. Mas os novos moradores passam a ficar obcecados em observar o apartamento da vizinhança. Entre tentação e desejo, o caminho deles se cruza e leva a consequências irreversíveis.

Netflix

quinta-feira, 9
- Amores Brutos
- Irmãos de Sangue: Muhammad Ali e Malcolm X

sexta-feira, 10
- Yowamushi Pedal Grande Road
- Yowamushi Pedal
- Lucifer (temporada 6)
- Caça Invisível
- Kate
- Nós

domingo, 12
- O Protetor 2

Disney Plus

sexta-feira, 10
- Doogie Kamealoha: Doutora Precoce (episódio 1)
- 20 e poucos
- What If…? (episódio 5)
- Tico e Teco: Vida No Parque (episódio 7)
- Turner e Hooch (episódio 8)

Amazon Prime Video

sexta-feira, 10
- LuLaRich (temporada 1)
- The Voyeurs
- Viajantes: Instinto e Desejo

HBO Max

domingo, 12
- Scenes From A Marriage
- O Esquadrão Suicida

Belas Artes À La Carte

quinta-feira, 9
- Quem Matou Lady Winsley?
- Armadilha do Destino
- Tigerland: A caminho da guerra

Mubi

quinta-feira, 9
- Fucking with Nobody

sexta-feira, 10
- Tom Na Fazenda

sábado, 11
- Boa Noite e Boa Sorte

domingo, 12
- Mama
- Dead Man’s Bluff

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Câmara discute ações para conter violência contra mulheres indígenas

Direitos Humanos
19:02 | Set. 09, 2021
Autor Agência Brasil
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Duas comissões parlamentares (Direitos Humanos e Minorias e Defesa dos Direitos da Mulher) da Câmara dos Deputados realizaram, hoje (9), uma reunião conjunta para debater a violência contra mulheres indígenas de todo o Brasil. Solicitada pelas deputadas federais Joenia Wapichana (Rede-RR) e Erika Kokay (PT-DF), a iniciativa ocorre em um momento em que milhares de pessoas se encontram acampadas em Brasília, onde ocorre a 2ª Marcha Nacional das Mulheres Indígenas.

Convidada a abordar o contexto de violações aos direitos indígenas, especialmente os das mulheres, dentro de um cenário mais amplo, a representante da ONU Mulheres Brasil, a quirguistanesa Anastasia Divinskaya destacou que este tipo de violência não deve ser avaliado isoladamente. Anastasia lembrou que relatórios da própria ONU Mulheres demonstram que, em toda a América Latina, as indígenas, sobretudo aquelas que lutam em defesa de territórios tradicionais e dos direitos humanos, estão mais sujeitas às represálias.

“As mulheres indígenas são vítimas de múltiplos atos de violência: abuso sexual, violência doméstica, assassinatos, desaparecimento, submissão à prostituição e uso não consensual de suas imagens como objetos decorativos e exóticos. Elas também experimentam formas particulares de violências, as chamadas violências ecológica - uma referência aos impactos prejudiciais das políticas e práticas que afetam a saúde das mulheres, estilos de vida, status social e sobrevivência cultural”, disse a representante da ONU Mulheres.

“[Logo] A violação aos direitos das mulheres indígenas não deve ser considerada isoladamente. Ela deve ser vista dentro do amplo espectro das violações dos direitos humanos”, acrescentou Anastasia, antes de comentar os riscos a que se expõem as lideranças que se engajam na promoção e defesa dos direitos de seus povos. “Um recente relatório que abrange os países da América Latina, incluindo o Brasil, observou que ser mulher e promover a defesa de seus direitos, especificamente o direito à terra e aos direitos humanos, aumentam os riscos de retaliação.”

“[Em geral] mulheres indígenas experimentam um amplo e complexo espectro de abusos e de violações aos direitos humanos. Este espectro é influenciado por múltiplas formas de discriminação e marginalização, baseadas em questões de gênero, origem étnica e circunstâncias socioeconômicas”, pontuou Anastasia para, em seguida, enfatizar a importância da mobilização indígena. “Gostaria de dar crédito às mulheres indígenas brasileiras que têm sido fundamentais para a formulação dos marcos normativos globais, influenciando o estabelecimento de um sólido regime de igualdade de gêneros e de direitos das mulheres nas Nações Unidas e em outros fóruns. Há décadas, estas mulheres vêm defendendo seus direitos e os direitos humanos no Brasil”, disse a representante da ONU Mulheres, conclamando os governos a ouvir a opinião de representantes das comunidades, principalmente das mulheres, sobre projetos que afetem os povos indígenas – conforme estabelece a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário.

“É fundamental que as mulheres indígenas tenham a possibilidade de afirmar sua autonomia. O empoderamento destas mulheres não deve ser considerado um fator de desagregação cultural ou uma imposição de direitos individuais aos coletivos. A participação política, a representação das mulheres indígenas em órgãos decisórios de Estado, é essencial para assegurar o respeito a seus direitos, bem como a inclusão de suas realidades e demandas na [formulação de] políticas públicas”, finalizou Anastasia.

Denúncias

Secretária do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Maria Betania Mota de Jesus, lamentou que o Poder Público brasileiro não dê a devida atenção às principais reivindicações do movimento indígena, sobretudo no sentido de proteger os territórios tradicionais.

“As ameaças e retrocessos estão aí, à vista de todos. Estamos fazendo nosso papel, denunciando esta situação a várias instâncias que precisam se alertar e estar ao nosso lado”, declarou a secretária. Segundo ela, a Convenção 169 da OIT vem sendo descumprida, já que a opinião majoritária entre os indígenas sobre projetos de lei que visam a alterar as regras para demarcação de novas reservas e liberar a mineração em territórios de usufruto indígena não estaria sendo levada em conta.

As representantes da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, Elisângela Baré, e da Articulação dos Povos Indígenas (Apib), Alessandra Munduruku, endossaram a fala de Maria Betania.

“Precisamos sair da invisibilidade, sermos ouvidas a fim de caminharmos todos juntos”, pontuou Elisângela, ao mencionar que grande parte das terras indígenas possuem um plano de gestão territorial e ambiental elaborado pelas comunidades que ali residem, com apoio técnico, e no qual os povos originais estabelecem como pretendem gerir o território, preservando os recursos naturais e seus costumes. “Queremos desenvolvimento sim, mas não de qualquer jeito. Por isso criamos protocolos de consulta”, acrescentou Elisângela.

“O que seria de nós sem nosso território, sem nossos rios, nossas florestas? O que seria de nós se não protegêssemos a Amazônia? Fazemos isso de graça e a única coisa que queremos é viver em paz, mas, infelizmente, não temos isso. O que [recebemos em troca] é violência”, lamentou Alessandra Munduruku, criticando deputados federais e senadores que, segundo ela, vêm propondo e aprovando projetos que prejudicam não só as comunidades indígenas, mas também a outros povos tradicionais que lutam para preservar seu modo de vida ancestral.

“Não estamos mais conseguindo plantar, colher, estar dentro de nossas comunidades tranquilas. Todo o tempo a gente precisa estar aqui, em Brasília, porque temos que gritar que estamos vivos, temos que brigar por nossos direitos.”

Inconstitucionalidade

Para a procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Márcia Brandão Zollinger, muitos dos projetos de lei criticados pelo movimento indígena são claramente inconstitucionais. Caso, segundo ela, do Projeto de Lei 490/2007, que tenta alterar as atuais regras para demarcação de terras indígenas e que já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

“Vários projetos de lei que tramitam na Câmara violam os direitos dos povos indígenas porque perpetuam o esbulho das terras indígenas que ocorre desde a invasão do Brasil. São projetos que materializam violências contra os povos indígenas, e mais especificamente contra as mulheres indígenas”, declarou a procuradora. Márcia criticou também o Projeto de Lei 2.159/21, que flexibiliza as regras do licenciamento ambiental, levando em conta a exigência da consulta e autorização dos órgãos ambientais apenas para empreendimentos em terras indígenas já homologadas. “Temos, hoje, 273 territórios já em processo de demarcação, com seus limites já reconhecidos, e que serão desconsiderados para processos de licenciamento ambiental [caso o Senado aprove o PL como recebido da Câmara dos Deputados]. Fora que há ainda outras 536 áreas sendo reivindicadas. Todas seriam desconsideradas.”

Único homem a falar durante o debate, o secretário-adjunto de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Esequiel Roque do Espírito Santo, disse que o governo federal reconhece que o Brasil é um país “multiétnico, de enorme diversidade cultural”, e que está atento à violência contra as mulheres, incluindo as indígenas.

“Temos o grande desafio de tirar esta questão da invisibilidade e trabalharmos com foco nisto. Nos preocupamos muito também com a questão da relativização da violência contra a mulher. Existe uma ideia de que alguns atos de violência cometidos contra as mulheres indígenas são reflexos culturais. Entendemos que a Convenção 169 deixa muito claro que os povos indígenas têm o direito de conservar seus costumes e instituições próprias, desde que eles não sejam incompatíveis com os direitos fundamentais definidos pelo sistema jurídico nacional, nem com os direitos humanos internacionalmente reconhecidos”, disse o secretário.

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Inscrições do Cine Ceará seguem até sexta; melhor curta receberá R$ 15 mil

Mostras competitivas
18:50 | Set. 09, 2021
Autor Clara Menezes
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Se você tem um filme finalizado, ainda dá tempo de submeter inscrições para o 31º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema. O evento recebe obras audiovisuais de ficção, documentário, experimental ou animação que foram concluídos a partir de janeiro de 2020.

Uma das novidades é que um júri convidado pelo Canal Brasil selecionará o melhor curta-metragem. O vencedor ganhará R$ 15 mil pelo Prêmio Canal Brasil de Curtas, que tem o objetivo de incentivar a nova geração de cineastas.

Além disso, haverá três mostras competitivas, como a Mostra Olhar do Ceará, que está aberta a todos os cearenses ou que residem no Ceará há mais de três anos. A segunda é a Competitiva Brasileira de Curta-Metragem, disponível para os brasileiros ou para quem é residente no País.

A terceira é a Mostra Competitiva Ibero-Americana, direcionada a diretores da América Latina. Com onze categorias, o “Melhor Longa-Metragem” receberá R$ 20 mil. Já os outros vencedores desta competição ganharão R$ 6 mil.

O regulamento e os formulários estão no site oficial. O resultado está previsto para sair no dia 10 de outubro.

O evento acontecerá entre 27 de novembro e 3 de dezembro, com exibições no Canal Brasil e nas plataformas Canais Globo e Globoplay+ Canais Ao Vivo. Além disso, haverá sessões presenciais em Fortaleza, com limite de público a ser estabelecido pelas medidas de distanciamento social do período.

31º Cine Ceará

Quando: de 27 de novembro a 3 de dezembro
Onde: no Canal Brasil e em sessões presenciais em Fortaleza
Inscrições gratuitas: no site do Cine Ceará

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Festival Jazz & Blues disponibiliza ingressos gratuitos na sexta, 10

Evento-teste
18:17 | Set. 09, 2021
Autor Clara Menezes
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Clara Menezes Autor
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O Festival Jazz & Blues, primeiro evento-teste de música no Ceará após a retomada da economia, começa a oferecer seus ingressos nesta sexta-feira, 10 de setembro. O evento, que acontece há anos em Guaramiranga, receberá 200 pessoas por dia entre 17 e 18 de setembro.

As entradas gratuitas podem ser reservadas no site da Bilheteria Virtual. Todos que adquirirem os bilhetes deverão comprovar que receberam as duas doses ou a dose única da vacina contra a Covid-19.

Além disso, o público também terá que mostrar teste negativo para coronavírus, que será gratuito e disponibilizado pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). A testagem será realizada com dois dias de antecedência aos shows.

Além disso, o evento que ocorre em um campo de futebol de Guaramiranga não terá praça de alimentação. A área para plateia será descoberta e ao ar livre. Mais detalhes estão disponíveis no site do festival.

No primeiro dia, o Jazz & Blues recebe Fladiana e Quarteto Jazzera com o show “Meu Lugar”; o trombonista Rômulo Santiago com “Tributo a Raul de Souza”; e o cantor Marcos Lessa com “Nature Boy - Tributo a Nat King Cole”.

Já no sábado, 18, haverá a cantora Idilva Germano com “Quasar”; o pianista Ricardo Barcelar com “O viver é de improviso”; e os sanfoneiros Adelson Viana, Nonato Lima e Zé do Norte com “Sanfona Jazz”.

Além do formato presencial, as apresentações também serão exibidas no canal do Youtube do evento para aqueles que não estarão presentes.

Festival Jazz e Blues

Quando: sexta-feira, 17, e sábado, 18
Onde: em Guaramiranga
Ingressos gratuitos: a partir de amanhã, 10 de setembro, na Bilheteria Virtual
Mais informações: no site do evento

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