CGD abre procedimento contra PM por morte de soldado na Praia do Futuro

CGD abre procedimento contra PM por morte de soldado na Praia do Futuro

Órgão descreveu que o caso ocorreu "após um desentendimento entre supostos seguranças do evento e clientes, os quais também seriam policiais militares"

A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD) instaurou processo administrativo disciplinar contra um soldado da Polícia Militar do Ceará (PM-CE) que teria participado da confusão que resultou na morte do também soldado Paulo Henrique de Lima Silva — caso ocorrido em uma barraca da Praia do Futuro II, em Fortaleza, na noite do último domingo, 11.

A portaria de instauração do procedimento foi publicada na edição desta sexta-feira, 16, do Diário Oficial do Estado (DOE). Conforme descrito na publicação, o caso se deu “após um desentendimento entre supostos seguranças do evento e clientes, os quais também seriam policiais militares”.

Não consta na portaria se o PM alvo do processo administrativo é quem estava trabalhando como segurança. Também não há menção a outros policiais militares no episódio.

Na terça-feira, 13, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) divulgou que dois PMs se apresentaram ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e tiveram as armas apreendidas para realização de exame balístico.

A portaria publicada no DOE descreve que, além de Paulo Henrique, um amigo dele foi baleado, mas foi socorrido. Ainda houve um funcionário da barraca de praia atingido.

Saiba Mais

As câmeras de vigilância do estabelecimento registraram parte da confusão. Conforme as imagens que foram divulgadas nas redes sociais, Paulo Henrique estava na fila de entrada para a barraca quando se desentendeu com um homem que seria segurança do lugar.

Os vídeos que vieram à tona não mostram o momento exato do início do tiroteio. Paulo Henrique morreu ainda no local. Gravações também mostram um homem que teria se envolvido no tiroteio deixando o espaço em uma moto.

A Sunrise, barraca onde o episódio ocorreu, divulgou nota afirmando que os envolvidos no tiroteio não tinham vínculo com o estabelecimento. Por enquanto, nenhuma prisão referente ao caso foi realizada.

O POVO opta por não divulgar o nome do PM investigado por não haver acusação formal contra ele até o momento.

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