Dois PMs são suspeitos de matar policial a tiros em barraca na Praia do Futuro

Dois PMs são suspeitos de matar policial a tiros em barraca na Praia do Futuro

Crime vitimou o agente Paulo Henrique de Lima Silva, 37, que estava de folga, na noite desse domingo, 11, após uma discussão na área externa do estabelecimento
Atualizado às Autor Mirla Nobre Tipo Notícia

Dois policiais militares são suspeitos de matar a tiros o PM Paulo Henrique de Lima Silva, 37, na noite desse domingo, 11, em uma barraca na Praia do Futuro, em Fortaleza. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) ao O POVO, nesta terça-feira, 13.

Os suspeitos, que também estavam de folga, foram identificados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os dois policiais se apresentaram na unidade especializada, onde foram ouvidos e tiveram as armas apreendidas. A investigação segue em andamento. A pasta não confirmou se eles foram presos.

O crime aconteceu após uma discussão na fila de acesso da barraca. Imagens de uma câmera de segurança do estabelecimento comercial flagraram o momento em que dois homens se estranham e um deles dá um tapa em um dos envolvidos. Após a situação, uma troca de tiros teria sido iniciada.

A vítima de 37 anos foi lesionada e morreu no local. Outras duas pessoas também ficaram feridas e foram socorridas. Ainda não há informações do estado de saúde delas.

Em nota de pesar, a Polícia Militar do Ceará (PMCE) informou que o policial Paulo Henrique ingressou na corporação em 11 de junho de 2018 e, atualmente, era lotado na 2ª Companhia do 19º Batalhão da Polícia Militar, em Fortaleza.

“Nosso irmão Sd P. Silva sempre será lembrado como um profissional exemplar, leal, comprometido, disciplinado, e, acima de tudo, por seu coração generoso. Nunca mediu esforços para ajudar o próximo e honrar a farda que vestiu.”, disse o sargento Diego, amigo do policial.

A Sunrise Beach Club, local onde o crime aconteceu, informou, em nota, que não houve entrada de pessoas armadas na área interna do local.

“O episódio ocorreu integralmente na área externa, antes do acesso ao estabelecimento, e os protocolos de controle e segurança da casa atuam justamente para impedir a entrada de objetos ou armas que coloquem em risco a integridade do público, colaboradores e da operação”, disse.

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