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"Enquanto você dormia dia 16": Brasil prata no vôlei e no boxe, e liderança dos EUA nas medalhas

O POVO traz o resumo do que aconteceu entre a noite de sábado, 7, e a madrugada de domingo, 8, enquanto você dormia
07:45 | Ago. 08, 2021
Autor - Afonso Ribeiro
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- Afonso Ribeiro Repórter de Esportes
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As Olimpíadas de Tóquio chegaram ao 16º e último dia. O Time Brasil conquistou duas medalhas de prata nas últimas horas, no encerramento da melhor campanha da história do país em Jogos Olímpicos, com Bia Ferreira no boxe feminino peso leve e a seleção brasileira feminina de vôlei.

No total, a delegação brasileira conquistou 21 medalhas - número recorde - e ficou na 12ª posição do quadro geral. Foram sete medalhas de ouro, seis de prata e oito de bronze conquistadas pelos atletas do Brasil.

a liderança geral ficou mais uma vez com os Estados Unidos. O título na decisão do vôlei feminino garantiu a a primeira colocação geral para os norte-americanos pela terceira vez consecutiva nos Jogos - a 18ª na história. Foram 39 de ouro, 41 de prata e 33 de bronze, totalizando 113 medalhas.

O POVO traz o resumo do que aconteceu entre a noite de sábado, 7, e a madrugada de domingo, 8, enquanto você dormia.

Queniano campeão na maratona

Ouro no Rio-2016, o franco favorito Eliud Kipchoge, do Quênia, terminou a prova da maratona masculina em 2h08min38s e se tornou bicampeão olímpico. O brasileiro Daniel do Nascimento chegou a brigar pelas primeiras posições, mas ele passou mal e deixou a disputa. Único brasileiro que completou a prova, Paulo Roberto de Paula fechou a prova em 69º, com 2h26min10s.

Prata no boxe

A pugilista Beatriz Ferreira ficou com a medalha de prata na disputa da final do boxe feminino, categoria até 60kg, em Tóquio 2020. Ela foi superada pela irlandesa Kellie Harrington, que ficou com o ouro. Atual campeã do mundo, em 2019, Beatriz chegou ao Japão com o favoritismo ao título, que não veio.

+ Após prata no boxe, Bia Ferreira mira Olimpíada de Paris: "Não vou parar por aqui"

Prata no vôlei

O Brasil perdeu para os Estados Unidos na final do vôlei de quadra feminino em Tóquio 2020. As brasileiras foram superadas por 3 sets a 0 e assim ficaram com a medalha de prata. As americanas confirmaram o favoritismo na decisão, apesar da campanha 100% do Brasil.

+ Zé Roberto lamenta atuação do Brasil na final do vôlei feminino e despista sobre futuro
+ Em despedida olímpica, Fernanda Garay valoriza seleção feminina de vôlei: "Muito orgulhosa"

COB x CBF

Em nota oficial, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) criticou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e os jogadores da seleção masculina de futebol pelo não uso do agasalho do Time Brasil na cerimônia de premiação após a final contra a Espanha, em que a equipe se sagrou bicampeã olímpica e conquistou o ouro. O COB prometeu anunciar "as medidas que serão tomadas para preservar os direitos do Movimento Olímpico, dos demais atletas e dos nossos patrocinadores".

Fratus também na bronca

Medalha de bronze nos 50m livres da natação em Tóquio, Bruno Fratus reforçou o coro do COB contra os atletas do futebol masculino pelo ocorrido na premiação e detonou nas redes sociais: "Estão completamente desconexos e alienados as consequências que isso pode gerar a inúmeros atletas que não são milionários como eles".

Título sérvio na saideira

A Sérvia conquistou o título do torneio masculino de polo aquático ao vencer a Grécia na final por 13 a 10 e levou a última medalha de ouro em disputa nos Jogos Olímpico de Tóquio-2020, antes da cerimônia de encerramento.

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Brasil conquista em Tóquio 2020 recorde de medalhas em uma edição de Olimpíadas

Jogos Olímpicos
05:06 | Ago. 08, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil encerrou Tóquio 2020 como a melhor edição de Jogos Olímpicos já disputados em sua história. Em 12º lugar no quadro de medalhas, os brasileiros bateram seu recorde de medalhas ao subirem ao pódio em 21 oportunidades.

Foram sete medalhas de ouro, seis de prata e oito de bronze conquistadas pelos atletas do Brasil. Este feito superou a melhor marca do País, até então alcançada nos Jogos Olímpicos disputados em casa, no Rio de Janeiro, em 2016. À época, foram 19 medalhas no peito.

Neste ano, os brasileiros que subiram no pódio foram:

 

Os Estados Unidos terminaram o ciclo olímpico na primeira colocação, sendo a 18º vez que isso acontece e a terceira vez consecutiva. Os americanos ficaram durante quase toda a Olimpíada atrás da China, que foi superada na madrugada deste domingo, 8.

Os atletas dos EUA conquistaram 39 medalhas de ouro, 41 de prata e 33 de bronze. Foram 113 no total.

 

Confira como ficou o quadro de medalhas de Tóquio 2020

 

 

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Estados Unidos terminam Tóquio 2020 na liderança do quadro de medalhas

Jogos Olímpicos
04:38 | Ago. 08, 2021
Autor Wanderson Trindade
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No último dia de competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, os Estados Unidos assumiram a liderança no quadro de medalhas. Os americanos ficaram durante quase toda a Olimpíada atrás da China, que foi superada na madrugada deste domingo, 8.

Esta é a 18º vez que os EUA encerram um ciclo olímpico na primeira colocação geral, sendo a terceira vez consecutiva que isso acontece. Nesta edição realizada no Japão, os americanos conquistaram 113 medalhas no total, sendo delas de 39 de ouro, 41 de prata e 33 de bronze.

Já a China, alcançou 88 pódios, com 38 medalhas de ouro, 32 de prata e 18 de bronze.

Os anfitriões, por sua vez, subiram ao lugar mais alto do pódio em 27 oportunidades, conquistando ainda 14 medalhas de prata e 17 de bronze. Ao todo, o Japão conquistou 58 títulos.

Para o Brasil, estes foram os melhores Jogos Olímpicos disputados em sua história. O hino nacional foi tocado em sete oportunidades, quando brasileiros estiveram no topo do pódio. Tivemos ainda seis conquistas de prata e oito de bronze, encerrando a competição com 21 medalhas, na 12º posição do ranking.

Este feito foi um recorde para o País, que até então havia alcançado sua melhor marca nos Jogos disputados em casa, no Rio de Janeiro, em 2016. À época, foram 19 medalhas.

 

Confira como ficou o quadro de medalhas de Tóquio 2020

 

 
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Brasil perde para EUA e fica com a prata no vôlei de quadra feminino em Tóquio 2020

jogos olímpicos
02:58 | Ago. 08, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil perdeu para os Estados Unidos na final do vôlei de quadra feminino em Tóquio 2020. As brasileiras foram superadas por 3 sets a 0 e assim ficaram com a medalha de prata, na madrugada deste domingo, 8.

As americanas chegaram na final com o favoritismo, apesar da campanha 100% do Brasil. Com isso, a medalha de ouro chegou para evidenciar ainda mais a superioridade da seleção americana, que foi campeã há dois meses em cima das brasileiras na Liga das Nações.

Durante a partida, as brasileiras se mostraram muito nervosas, apresentando alguns lapsos de reação, o que não aconteceu.

Confira como ficaram as parciais:

1º set - Brasil 21 x 25 EUA

2º set - Brasil 20 x 25 EUA

3º set - Brasil 14 x 25 EUA

 

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Beatriz Ferreira é superada por irlandesa e fica com a prata no boxe feminino em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
02:14 | Ago. 08, 2021
Autor Wanderson Trindade
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A pugilista Beatriz Ferreira ficou com a medalha de prata na disputa da final do boxe feminino, categoria até 60kg, em Tóquio 2020. Ela foi superada pela irlandesa Kellie Harrington na madrugada deste domingo, 8, que ficou com o ouro.

Atual campeã do mundo, em 2019, Beatriz chegou ao Japão com o favoritismo ao título, que não veio.

Após o combate, Beatriz comentou o seu feito e prometeu que disputará os Jogos de Paris, em 2024. "Claro que o objetivo era o ouro, o ouro não veio, mas estou contente com essa aqui. Sou medalhista olímpica, é para poucas. Acredito que representei bem, não foi o ouro, mas foi a medalha de prata com sabor de ouro", afirmou.

 

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Queniano confirma favoritismo e se torna bicampeão na maratona em Tóquio 2020; brasileiros não sobem no pódio

Jogos Olímpicos
22:56 | Ago. 07, 2021
Autor Agência Estado
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Até foi possível acreditar que a maratona dos Jogos Olímpicos de Tóquio terminaria com a surpresa de ter um brasileiro no pódio, já que Daniel do Nascimento chegou a brigar pelas primeiras posições, mas ele passou mal e viu a prova terminar de maneira previsível, ao menos na primeira colocação. Ouro no Rio-2016, o franco favorito Eliud Kipchoge, do Quênia, terminou a prova em 2h08min38s e se tornou bicampeão olímpico.

Logo atrás, vieram o holandês Abdi Nageeye e o belga Bashir Abdi, que ultrapassaram o queniano Lawrence Cherono na reta final para fechar o pódio, com os tempos de 2h09min58s e 2h10min, respectivamente. Único brasileiro que completou a prova, Paulo Roberto de Paula fechou a prova em 69º, com 2h26min10s.

Outro representante do País, Daniel Chaves abandonou a disputa antes de Daniel do Nascimento. Além deles, 28 maratonistas desistiram, já que a taxa de umidade estava alta, ainda que Sapporo tenha sido escolhido para sediar o evento justamente porque costumar ser mais fresca que Tóquio nesta época do ano.

Com a vitória, Kipchoge, de 36 anos, se consolida ainda mais como uma lenda do esporte. O maratonista foi o único da história a correr uma prova em menos de duas horas, quando completou uma maratona não oficial, em Viena, na Áustria, em 1h59min40s. Em provas oficiais, ele é o recordista com 2h01min39s, tempo que não conseguiu diminuir no Japão.

Os primeiros 5km terminaram com o alemão Amanal Petros e o colombiano Jeison Alexandar Suarez como donos do melhor tempo, quando muitos atletas ainda estava embolados no primeiro bloco. O favorito Kipchoge, contudo, não demorou para assumir a ponta, com parcial de 30min53s, aos 10km de prova, ainda com bastante gente na cola, inclusivo o brasileiro Daniel do Nascimento, que criou boas expectativa com o excelente início de prova.

Daniel vinha tão bem que chegou até a ficar em primeiro lugar, com 15km percorridos, pouco antes de seu xará, Daniel Chaves, desistir da prova. Algum tempo depois, após os 25km, foi a vez de Nascimento desistir. Diante do forte calor que fazia em Sapporo, ele começou a passar mal e foi ao chão. Mesmo assim, voltou para a prova, mas conseguiu correr apenas por alguns momentos de parar de vez.

Com a saída dos dois xarás, o único brasileiro que restou na prova foi Paulo Roberto. Enquanto isso, Kipchoge começava a disparar lá na frente, se consolidando cada vez mais na liderança, sem ser ameaçado pelos adversários. Quando ele bateu os 35km de prova, vinha seguido pelo também queniano Lawrence Cherono e o espanhol Ayad Lamdassem.

A partir deste momento, já havia ficado claro que a vitória de Kipchoge era certa, mas a briga pelo segundo e terceiro lugares do pódio reservou boas surpresas para a reta final. Lawrence Cherono estava prestes a fazer uma dobradinha queniana com o campeão, quando foi ultrapassado por Nageeye e Abdi, que fechara o pódio da maratona na Olimpíada do Japão.

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