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Falta um ano para a Copa do Mundo de futebol; leia especial sobre o Catar-2022

Realizada pela primeira vez no Oriente Médio e em período atípico, Mundial manteve o formato de disputa com 32 seleções em 8 grupos. Brasil já carimbou o passaporte e O POVO preparou especial de quatro matérias para a contagem regressiva
00:30 | Nov. 21, 2021
Autor André Bloc
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André Bloc Editor-adjunto de Esportes
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Tipo Notícia

A esta altura do próximo ano, todos os olhos de fãs, jornalistas e jogadores de futebol estarão voltados a um pequeno, rico e desigual país com praticamente nenhuma tradição no esporte. Com início no fim do ano, de forma a driblar o cruel verão do Oriente Médio, a Copa do Mundo do Catar começará no dia 21 de novembro de 2022, com término em 18 de dezembro.

O 20º Mundial de futebol masculino terá o mesmo formato das seis edições mais recentes. As 32 seleções classificadas serão divididas em oito grupos de quatro times cada. Após três rodadas, os dois melhores de cada chave avançam ao mata-mata, nas oitavas de final, em jogo único até a decisão em 18 de dezembro. Até agora, 13 países carimbaram o passaporte rumo ao Catar — o próprio país-sede, os sul-americanos Brasil e Argentina e os europeus Alemanha, Dinamarca, França, Bélgica, Inglaterra, Croácia, Espanha, Sérvia, Suíça e Países Baixos (Holanda). Restam, portanto, 19 vagas.

Para celebrar o início da contagem regressiva dos 365 dias para a Copa do Mundo de 2022, o Esportes O POVO preparou um especial de quatro matérias detalhando diferentes pontos sobre o Mundial do Catar.

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Para falar em prognóstico pela disputa do título, o Esportes O POVO ouviu o comentarista Bruno Formiga, do TNT Sports. Já Thiago Minhoca, da Rádio O POVO CBN, dá um diagnóstico da seleção brasileira, que será mais uma vez treinada por Tite e está invicta e já classificada nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. 

O material traça ainda um perfil político e social do Catar, país-sede do Mundial. O emirado do Oriente Médio está com obras bastante adiantadas, investe milhões em esporte e cultura, mas é amplamente criticado por violações de direitos humanos, uso de trabalho análogo à escravidão e possui leis de perseguição à população LGBTQIA+.

 

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