"Se tivesse ficado calado teria feito um bom negócio", diz Carlos Matos sobre Bolsonaro defender Jesus armado

O deputado estadual comentou a respeito da declaração do presidente sobre Jesus não ter comprado uma arma porque na época não tinha

O deputado estadual Carlos Matos (União Brasil) comentou a polêmica declaração do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre Jesus não ter comprado uma arma porque não tinha na época. Na opinião do parlamentar, o mandatário “errou” ao fazer tal comentário. Ele, que possui ligação com movimentos religiosos na Capital, afirmou que “se ele (Bolsonaro) tivesse ficado calado teria feito um bom negócio”. O parlamentar participou do programa Jogo Político, desta terça-feira, 5.

A respeito do cenário para presidente da República, no seu entendimento ainda não está fechado para o seu partido, União Brasil, que atualmente tem Luciano Bivar como pré-candidato. “Poderá ainda acontecer alianças. No embrião disso haveria uma expectativa de que o União, MDB e PSDB, fechassem um consenso para presidente da República, isso foi desfeito. Eu acho que essa configuração de como será, o cenário para presidente da República não está claro ainda, é preciso esperar um pouco mais”. Ele também projeta que Bivar pode recuar da disputa e o partido seguir um outro caminho para estas eleições.

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Questionado sobre qual seria sua posição acerca de um novo cenário para a disputa, sem o nome de Bivar, ele preferiu “esperar para se pronunciar no momento certo”. Mas tendo em vista o que as pesquisas preveem para o segundo turno, a disputa ser entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), Carlos Matos disse que “Entre Lula e Bolsonaro, eu voto em Bolsonaro”.

“Porque o Lula jamais deveria ser candidato no Brasil novamente. Foi o maior rei da corrupção no Brasil. Eles desmoralizou a democracia, a confiança das pessoas e isso, um partido sério, jamais aceitaria o nome dele de novo para ser candidato a presidente da República. O partido poderia continuar no jogo, ele não. Ele está na hora de encostar a chuteira e pedir desculpa ao Brasil e nunca mais se candidatar a nada”, disparou.


Segundo ele, o Brasil está colhendo frutos de baixa participação da sociedade na política, “de partidos políticos débeis, fracos, que não montaram programas políticos, não formaram lideranças”. “O Bolsonaro é fruto de uma falência do sistema político, jamais o Bolsonaro seria eleito num país em que os partidos fossem fortes. Que houvesse uma participação da população. Nós estamos colhendo os frutos”, declarou.

“É um presidente que não veio de uma formação daquilo que se esperaria da democracia, mesmo assim está dando uma resposta porque não se viu roubo grave, algumas políticas funcionaram outras não”. Ele diz que Bolsonaro é como qualquer outro presidente da República. “Ele tem erros, não é o presidente que eu sonho em ter, como a Dilma não foi, como o Lula não foi, mas tem pontos positivos a serem destacados”, finalizou

Confira a edição na íntegra:

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