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"Vitória do povo de bem", diz Capitão Wagner após redução do ICMS no Ceará

Ao mesmo tempo, Wagner não deixou de alfinetar a governadora Izolda Cela (PDT), que se colocou contra a medida em razão de possíveis perdas de recursos para a saúde e educação

O pré-candidato ao Governo do Estado Capitão Wagner (UB) comemorou a adesão do Ceará à lei que limita a cobrança da alíquota do ICMS em 18% para produtos essenciais, como combustíveis e energia elétrica. "Vitória do povo de bem, dos cearenses que sofrem com as suas contas altas. Agora vão poder comemorar um pouquinho de alívio no posto de gasolina, na conta de energia, nas telecomunicações e no transporte", destacou em suas redes sociais.

Ao mesmo tempo, Wagner não deixou de alfinetar a governadora Izolda Cela (PDT), que se colocou contra a medida em razão de possíveis perdas de recursos para a saúde e educação. "Muita satisfação, depois de muita cobrança, muita pressão do povo de bem do Estado do Ceará. Depois de 19 estados já terem aderido a essa redução, finalmente o Estado do Ceará vai aderir". Assim como Wagner, Izolda é pré-candidata ao Palácio da Abolição, e aguarda decisão do PDT sobre o nome que será escolhido. 

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Ao anunciar a adoção do teto de 18% no imposto, a pedetista frisou os riscos da medida para investimentos em áreas sociais. "Continuaremos lutando para que o Estado não perca recursos para a educação, saúde, segurança e programas sociais", pontua na publicação. A governadora reitera a busca por uma proposta de conciliação em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme especialistas, a maior parte da redução de preços gerado pela redução do ICMS nos combustíveis, na energia e nos serviços de transporte, deve ser anulada por reajustes em decorrência de fatores externos agravados pela inflação.

Nesse contexto de dualidades entre prós e contras a medida de redução do imposto, Izolda afirma que, com a redução, "só os mais pobres são prejudicados".

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