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"Oportunistas", diz Camilo sobre bolsonaristas que comemoraram queda do ICMS no Ceará

Nas redes sociais, o petista disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) "nunca fez nada para mudar a política criminosa de preços da Petrobras, verdadeira vilã do combustível caro"

O ex-governador Camilo Santana (PT) usou as redes sociais, nesta segunda-feira, 4, para criticar os políticos bolsonaristas que comemoraram a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Ceará. A aplicação do teto de 18% na alíquota para combustíveis, energia e serviços de transporte foi anunciada hoje pela governadora Izolda Cela (PDT).

Em publicação, o petista destacou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi omisso ao não mudar a política de preços que vincula o preço dos combustíveis ao dólar. "Alguns políticos oportunistas do CE comemoram redução do ICMS, mas apoiam o presidente que nunca fez nada para mudar a política criminosa de preços da Petrobras, verdadeira vilã do combustível caro? Esses apostam no quanto pior melhor para a saúde, educação, segurança e social", escreveu Camilo.

Na manhã desta segunda, parlamentares apoiadores de Bolsonaro foram às redes sociais para defender a redução do ICMS. Entre os nomes, estão os vereadores Pedro Matos, Priscila Costa e Carmelo Neto, todos do PL.  "O mínimo que podíamos esperar da governadora era o cumprimento da lei. O preço dos combustíveis impacta em todos os setores da economia e a redução do ICMS é imprescindível para baixar o preço do diesel e gasolina", disse o vice-presidente do União Brasil no Ceará, Heitor Freire (UB).

Quem também entrou no debate foi o pré-candidato ao Governo do Estado Capitão Wagner (UB), adversário político de Camilo. O presidente estadual do União Brasil comemorou a adesão do Ceará à lei que limita a cobrança da alíquota do ICMS. "Vitória do povo de bem, dos cearenses que sofrem com as suas contas altas. Agora vão poder comemorar um pouquinho de alívio no posto de gasolina, na conta de energia, nas telecomunicações e no transporte", destacou em suas redes sociais.

A medida sobre o ICMS foi elogiada por membros da base governista no Ceará que apoiam a ação de Izolda, mas criticam o veto de Bolsonaro no trecho da lei que determinava que o governo federal também compensasse os estados e municípios que perdessem recursos para garantir os mínimos constitucionais da saúde e educação. A preocupação é que diversas cidades cearenses sofram com um desfalque considerável em verbas consideradas essenciais. 

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