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Tati Quebra Barraco questiona uso de máscara e proibição de shows

Em conversa com Dynho Alves e Solange Almeida, a cantora destacou o prejuízo com a proibição de shows durante a pandemia
10:45 | Out. 07, 2021
Autor Ana Flávia Marques
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Ana Flávia Marques Jornal
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Tipo Notícia

Na madrugada desta quinta, 7 de outubro, Tati Quebra Barraco conversou com os colegas Dynho Alves e Solange Almeida sobre as medidas de proteção contra a Covid-19. Os participantes criticaram a falta de oportunidade de trabalho, devido ao isolamento social, e Tati chegou a afirmar que o uso de máscara não é 100% eficaz.

A conversa iniciou com os peões falando sobre a saudade que sentem de suas famílias. "Dá uma tranquilidade a mais e aproveita aqui o tempo. Lá fora as coisas não estão fáceis, gente. Se aqui está difícil, lá está pior", afirmou Solange. "Ainda mais a gente que ajuda família", acrescentou Tati. "Trabalho, oportunidade, nossa, as coisas tão bem difíceis", reforçou Solange.

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Tati lamentou a falta de shows e disse que agora vive apenas de Instagram. Dynho concordou: "E é o que a gente gosta e ama fazer. Pelo menos o que eu amo fazer é estar em cima do palco fazendo show, cantando e dançando".

A cantora ainda disse que há muitos artistas fazendo shows clandestinos, mas há o risco de perder a reputação caso sejam descoberto. "Não é que não está dando. Tem lugar que está rolando, mas, pra mim, não criticando, cada um sabe a temperatura da sua panela, mas pra gente não é uma boa. Sai na mídia e queima a gente. Daqui a pouco a gente crê que isso vai passar e a gente fica queimado. Fazer um show que não pode estar fazendo é R$ 50 mil de multa no Rio. Os shows não param", afirmou.

"Tem alguns que fazem e tão nem aí", declarou Dynho. "Tem alguns que fazem e não dá em nada. Tem alguns que fazem e se complicam", disse Tati. Solange afirmou que não vai em aglomerações e que ainda tem medo. "Eu não vou pra aglomeração. Eu tenho medo. Tô sendo muito honesta, tá gente?", contou.

"Se for pensar no mercado, é aglomeração total. Pessoal sai pra trabalhar e van e ônibus é lotado. BRT, então, não se fala. Tu vê essas estações de São Paulo do metrô", pontuou Tati. "Você concorda comigo que quando tem shows e eventos, as pessoas vão pra lá e ficam sem máscara porque tão bebendo e conversando com os amigos. A probabilidade [de se infectar] é maior, né? Tem isso", opinou Solange.

Mas Tati discordou, para ela não tem sentido liberar estabelecimentos como supermercados e não liberar shows. "Mas não é só isso o que eu tô te falando. No mercado, a pessoa até entra de máscara, mas a máscara não quer dizer que você não vai pegar, não, filha", declarou. "Mas protege mais", alertou Solange. "Protege, mas não quer dizer nada", rebateu Tati.

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