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Faltosos representam 11% da população adulta para vacina; repescagem é iniciada nesta sexta, 20

Cidadãos devem verificar reagendamento nos sites disponibilizados pela Prefeitura

Com o fim dos agendamentos da população adulta nesta sexta-feira, 20, a Prefeitura de Fortaleza inicia a repescagem de faltosos. De acordo com a secretária da Saúde do município, Ana Estela, os 220 mil faltosos representam 11% da população adulta estimada da Capital. Eles devem ser reagendadas nos próximos dias, em ordem decrescente de idade da faixa etária dos 39 aos 18 anos, para receber a primeira dose (D1) da vacina contra o coronavírus.

>>Confira a lista de agendados para D1 nesta sexta-feira, 20, incluindo a repescagem de faltosos

>>Confira lista de agendados para D2 neste sábado, 21

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“Para que nós possamos manter a logística, a organização e a segurança que a gente tem dado pras nossas equipes e pras pessoas que procuram os nossos centros de vacinação, nós iremos fazer essa repescagem no modo de reagendamento”, disse a secretária em entrevista ao O POVO.

Não há um cronograma estabelecido por data de nascimento, pois Ana Estela explica que os reagendamentos serão feitos com base no número de vacinas disponíveis para a D1. Quem tem mais de 40 anos continua podendo ir a qualquer ponto de vacinação da Capital.

Para conferir o dia do novo agendamento, a população faltosa deve acessar as listas disponibilizadas diariamente no site da Prefeitura, verificar o cadastro individual no site Vacine Já ou por meio do aplicativo Mais Saúde Fortaleza (disponível para Android e iOS).

LEIA MAIS | O que fazer se perdi agendamento de primeira ou segunda dose em Fortaleza?

População de 18 anos comparece ao último dia de agendamento de adultos

As primas Lara Alves da Silva, 18, e Rayane Vitoriano Lima, 18, foram nesta sexta-feira, 20, ao Centro de Eventos tomar a D1 da vacina contra Covid-19. “Foi bem corrido por conta da distância, porque a gente mora longe daqui. Mas eu estou agradecida pela vacina”, disse Lara. Foram agendados 20 mil jovens para este dia 20.

“A sensação é boa de ter tomado”, afirma Rayane. Ela está no terceiro ano do ensino médio na rede pública do Estado e conta que ainda frequenta as aulas de forma online. Mesmo com a vacina, ela não sabe se volta este ano para as aulas presenciais.

Também com 18 anos, a estudante Júlia Maria Ramos Sales estava acompanhada pelo pai durante a vacinação. Ela agradeceu à ciência que permitiu a confecção da vacina contra o vírus. “Eu fiquei estudando em casa, tive muito problema de saúde mental, fiquei muito ansiosa, mas graças a Deus as coisas foram melhorando. A vacina foi um avanço incrível, estava esperando muito isso”, diz.

 

Secretária afirma que recusa da vacina é prejuízo coletivo

Ao comentar o projeto de lei proposto pelo Governo do Estado que prevê punições administrativas a servidores públicos que se recusarem a tomar a vacina, Ana Estela afirma que quem tece críticas ou analisa a situação deve levar em conta a responsabilidade coletiva dos cidadãos. “Todos nós sabemos que, desde o início, a gente precisa ter no mínimo 70% da população vacinada, então quando eu me recuso a receber a vacina, esse prejuízo não é individual, esse prejuízo é coletivo. A pessoa acaba assumindo um risco não somente para ela, mas comprometendo a principal forma que nós temos de enfrentamento à pandemia”, opina a chefe da SMS.

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