Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Covid: Fortaleza vacina pessoas de 24 anos, nascidas em 1997, a partir de domingo

Devido à falta de imunizantes, a aplicação da D1 tinha sido paralisada desde o último fim de semana na Capital
15:36 | Ago. 06, 2021
Autor - Redação O POVO
Foto do autor
- Redação O POVO Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

Com a chegada de novas doses de imunizantes, Fortaleza avança na campanha de vacinação contra a Covid-19 e começa a contemplar com a primeira dose (D1) os nascidos em 1997 neste fim de semana. A lista com o nome dos contemplados foi divulgada no site da Prefeitura. O agendamento para esse público, com idade de 24 anos, está marcado para o próximo domingo, 8.

Agendados: >> Confira lista da população em geral para domingo (08/08):

Devido à falta de imunizantes, a aplicação da D1 chegou a ser paralisada na Capital. No entanto, no último fim de semana o Ceará recebeu um total de 316.360 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 143.200 da CoronaVac e 173.160 da Pfizer- permitindo a retomada do processo.

Até quarta-feira, 28, 502.357 fortalezenses completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, por meio da aplicação de duas doses, e garantiram uma maior proteção da doença. Com pelo menos uma das doses, o total vacinado é de cerca de 1,4 milhão de pessoas. As informações foram divulgadas na plataforma Vacinômetro, da Prefeitura de Fortaleza.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Covid-19: Fiocruz e governo do Ceará fazem acordo para produzir vacina

Saúde
18:04 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou nesta sexta-feira (6) que assinou acordo de cooperação com o governo do cearense e a Universidade C (Uece) para o desenvolvimento e produção da vacina HH-120-Defenser contra a covid-19.

O projeto começou a ser desenvolvido no Laboratório de Biotecnologia e Biologia Molecular (LBBM) da Uece em abril de 2020. A cooperação "visa a realizar ajustes solicitados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na fase de testes em animais, revendo e ampliando resultados", diz a Fiocruz.

Com a conclusão dessa etapa, os pesquisadores poderão enviar a documentação à Anvisa e solicitar autorização para testes em humanos.

O acordo foi assinado nesta quinta-feira (5) pela presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, e pelo governador do Ceará, Camilo Santana. Uma comitiva do governo do Ceará e da Uece fez uma visita oficial à Fiocruz e conheceu as instalações do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), onde é produzida a vacina a Oxford/AstraZeneca contra covid-19.

Em matéria publicada no site da Universidade Estadual do Ceará em 14 de maio, a coordenadora do LBBM/Uece, professora Izabel Florindo Guedes, explica que o estudo teve como ponto de partida o conhecimento já existente sobre o coronavírus aviário atenuado, que é semelhante ao SARS-CoV-2 mas não tem potencial para infectar humanos.

“É um vírus não infectante para humanos, mas induz a uma resposta de proteção. Faz com que as pessoas desenvolvam anticorpos, neutralizando o SARS-CoV-2, que é um vírus sobre o qual ainda estamos aprendendo”, diz a imunologista no texto divulgado pela universidade.
 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Amazon adia retorno presencial de funcionários para janeiro

INTERNACIONAL
17:37 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Na esteira das incertezas sobre a covid-19, a Amazon adiou o retorno do trabalho presencial aos escritórios para, pelo menos, 3 de janeiro de 2022, primeiro dia útil do próximo ano. A gigante do varejo online havia planejado a retomada do trabalho regular para o início de setembro. A decisão afeta os trabalhadores de escritório tanto nos Estados Unidos quanto em outros países.
"Continuaremos a seguir as orientações do governo local e a trabalhar em estreita colaboração com os principais profissionais de saúde, reunindo seus conselhos e recomendações à medida que avançamos para garantir que nossos espaços de trabalho sejam otimizados para a segurança de nossas equipes", disse a Amazon.
O Wells Fargo, que tem sede em São Francisco, disse na quinta-feira, 5, que iria adiar seu retorno escalonado ao escritório para 4 de outubro, citando casos crescentes de covid-19 nos Estados Unidos.
A orientação não afeta os funcionários que já trabalham presencialmente.
Enquanto isso, a Microsoft também anunciou esta semana que postergou a reabertura completa de seus escritórios até pelo menos 4 de outubro. A empresa havia dito anteriormente que poderia reabrir os prédios no próximo mês.
A companhia também disse que exigirá comprovação de vacinação para todos os funcionários, fornecedores e quaisquer convidados que ocupem as instalações.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Governo do Rio suspende aulas estaduais presenciais em 36 municípios

Educação
17:24 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O governo do Rio de Janeiro determinou, por uma semana, a suspensão de aulas presenciais em 36 municípios, incluindo a capital. O motivo foi o avanço da covid-19 nessas localidades. A determinação foi publicada nesta sexta-feira (6) e vale para toda a próxima semana.

Os 36 municípios onde estão suspensas as aulas presenciais são os seguintes: Aperibé, Belford Roxo, Bom Jesus de Itabapoana, Cambuci, Carapebus, Cardoso Moreira, Cordeiro, Duas Barras, Duque de Caxias, Iguaba Grande, Italva, Itaocara, Itaperuna, Japeri, Laje do Muriaé, Mesquita, Miracema, Natividade, Nilópolis, Nova Iguaçu, Porciúncula, Queimados, Rio das Flores, Rio de Janeiro, Santo Antônio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, São João de Meriti, São José de Ubá, São Pedro da Aldeia, São Sebastião do Alto, Seropédica, Silva Jardim, Teresópolis, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

Nos demais 56 municípios, foi autorizado esquema de ensino híbrido, incluindo aulas presenciais e remotas. Nesses casos, segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), as unidades escolares poderão oferecer atividades pedagógicas presenciais, obedecendo protocolos e orientações complementares já estipulados. Caberá aos responsáveis, ou alunos maiores de idade desses municípios, a opção pelo retorno presencial ou a permanência somente no ensino remoto.

Estão autorizados a oferecer aulas no modelo híbrido os seguintes municípios: Angra dos Reis, Araruama, Areal, Armação de Búzios, Arraial do Cabo, Barra do Piraí, Barra Mansa, Bom Jardim, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Campos dos Goytacazes, Cantagalo, Carmo, Casimiro de Abreu, Comendador Levy Gasparian, Conceição de Macabu, Engenheiro Paulo de Frontin, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Itatiaia, Macaé, Macuco, Magé, Mangaratiba, Maricá, Mendes, Miguel Pereira, Niterói, Nova Friburgo, Paracambi, Paraíba do Sul, Paraty, Paty do Alferes, Petrópolis, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Quissamã, Resende, Rio Bonito ,Rio Claro, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena, São Fidélis, São Gonçalo, São José do Vale do Rio Preto, Sapucaia, Saquarema, Sumidouro, Tanguá, Três Rios, Valença, Vassouras e Volta Redonda.

Capital

Na capital, a Secretaria Municipal de Educação informou que vai manter as aulas presenciais, iniciadas nesta semana. Em nota, a secretaria afirma que segue as determinações sanitárias da Secretaria Municipal de Saúde e do Comitê de Enfrentamento à Covid-19.

“As aulas presenciais estão mantidas nas escolas municipais da capital. A rede municipal de educação do Rio possui um rigoroso protocolo sanitário, validado pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19, que é aplicado em todas as unidades escolares”, diz o texto,

Texto ampliado às 17h15

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Sindicato de bares orienta empregador a demitir quem recusar vacina

Geral
17:23 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Sindicato de Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (SindResBar-SP) publicou uma nota de esclarecimento em que orienta o empregador a demitir o funcionário que se recusar a tomar vacina contra a covid-19. Segundo a entidade, a nota tem como base as conclusões obtidas pelo grupo de trabalho do Ministério Publico do Trabalho sobre a vacinação contra a covid-19.

A exceção é para casos em que seja justificada a recusa por razões médicas. Neste caso, a orientação é para que o funcionário permaneça, de preferência, em trabalho remoto.

Segundo o sindicato, a recusa injustificada do trabalhador em tomar a vacina “pode caracterizar ato faltoso e possibilitar a aplicação de sanções previstas na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ou em estatuto de servidores, dependendo da natureza jurídica do vínculo de trabalho”, afirma o texto.

No entanto, o sindicato alerta que a sanção só deve ocorrer após uma conversa do empregador com o funcionário, em que devem ser informadas a importância da vacinação e as consequências da recusa. “Persistindo a recusa injustificada, o trabalhador deverá ser afastado do ambiente de trabalho, sob pena de colocar em risco a imunização coletiva, e o empregador poderá aplicar sanções disciplinares, inclusive a despedida por justa causa”, diz o texto.

Em resposta, o Sinthoresp, sindicato de São Paulo que representa os trabalhadores dos hotéis, pousadas, bares e restaurantes e similares, também publicou uma nota de esclarecimento em que afirma ser contra a demissão por justa causa caso os trabalhadores se recusem a tomar a vacinar. “O Sinthoresp é terminantemente contra quaisquer atos empresariais ou entendimentos estatais que consubstanciem na demissão por justa causa de trabalhadores que se recusem a se vacinar”, diz o texto.

MPT

No início deste ano, o Ministério Público do Trabalho (MPT) editou uma recomendação interna direcionada aos procuradores. No guia técnico, o MPT definiu que, exceto em situações excepcionais e plenamente justificadas, o trabalhador não pode se negar a ser imunizado.

Para o MPT, a vacinação é uma ferramenta de ação coletiva e alegações de convicção religiosa, filosófica ou política não são justificativas para deixar de tomar a vacina. Para o órgão, a vontade individual não pode se sobrepor ao interesse coletivo.

“Diante de uma pandemia, como a de covid-19, a vacinação individual é pressuposto para a imunização coletiva e controle da pandemia. Nesse contexto, se houver recusa injustificada do empregado à vacinação, pode caracterizar ato faltoso, nos termos da legislação. Todavia, a empresa não deve utilizar, de imediato, a pena máxima ou qualquer outra penalidade, sem antes informar ao trabalhador sobre os benefícios da vacina e a importância da vacinação coletiva, além de propiciar-lhe atendimento médico, com esclarecimentos sobre a eficácia e segurança do imunizante”, diz o Ministério Público do Trabalho.

O MPT também esclarece que o empregador deve antes conversar com o trabalhador para entender as razões da recusa. Se for justificado por razões médicas, o órgão esclarece que a empresa deve adotar medidas de proteção ao trabalhador, colocando-o, se possível, em trabalho remoto.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Pandemia reduz em cerca de 60% volume de colonoscopias

Saúde
16:28 | Ago. 06, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A pandemia de covid-19 reduziu em cerca de 60% o volume de colonoscopias, revela pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Autor da pesquisa, o proctologista Rogério Serafim Parra disse hoje (6) à Agência Brasil que isso ocorreu devido ao fechamento de alguns centros de endoscopia e à dificuldade dos pacientes para fazer os exames.

O estudo envolveu 225 pacientes de 18 a 74 anos, dos quais 179 (79,6%) tinham doença de Crohn e 46 (20,4%), retocolite ulcerativa. Publicada na edição de 2021 da revista Annals of Gastroenterology, a pesquisa revela que cerca de 85% dos pacientes entrevistados faltaram às consultas por causa da pandemia, quase 50% perderam a coleta de exames laboratoriais, 42% não tomaram as vacinas na época e quase 20% não conseguiram a prescrição dos seus medicamentos.

Houve reflexos também no âmbito psicológico. No primeiro pico da pandemia, sintomas de depressão foram relatados por mais de 80% dos entrevistados. Medo da morte e ansiedade gerados pela pandemia foram observados em quase 60% dos pacientes. Insônia, em mais da metade dos pacientes, e problemas relacionados à produtividade ao trabalho em cerca de 45% dos participantes também foram informados pelas pessoas ouvidas.

Problemas

Membro titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), Parra destacou que a diminuição das colonoscopias trouxe dois problemas: o primeiro refere-se ao diagnóstico. “As pessoas que têm diarreia, dor na barriga e sangramento, não têm plano de saúde e não conseguiram realizar os exames têm, com certeza, atraso no diagnóstico, tanto do câncer de intestino quanto das doenças inflamatórias do intestino, como as colites.”

O segundo problema é o atraso no acompanhamento dos pacientes. ”Aqueles que estavam tomando medicamento para câncer ou para colite não tiveram acompanhamento adequado e tiveram também atraso na realização dos exames”, disse o médico, que é responsável pelo Ambulatório de Proctologia e Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

Com a melhora da pandemia no país, os serviços de endoscopia no sistema público de saúde estão reabrindo, mas enfrentam demanda reprimida, com número grande de casos para serem encaixados. No serviço do hospital de Ribeirão Preto, só há vagas para atendimento em março de 2022. “O paciente não pode, muitas vezes, esperar todo esse tempo”, alertou Parra.

Para reduzir o problema, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia tem feito campanhas e mutirões de colonoscopia em parceria com empresas privadas, em todo o Brasil. Nesta sexta-feira (6), o mutirão está sendo realizado no Recife. No próximo dia 14, será no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Parra argumentou, no entanto, que essa iniciativa não será suficiente para suprir a demanda. Segundo o médico, serão necessários mais mutirões para tentar vencer a fila de espera criada durante a pandemia.

Somente no Hospital da USP em Ribeirão Preto, os pesquisadores constataram que o número de colonoscopias caiu de 1.274, uma média de 182 exames por mês, de abril a outubro de 2019, para 513, com média de 73 exames por mês, no mesmo período de 2020. A colonoscopia é um exame essencial no diagnóstico do câncer de intestino. Este é o segundo câncer mais frequente em mulheres atualmente no Brasil, depois do de mama, e o terceiro em homens, depois dos cânceres de próstata e de pulmão.

Faixa etária

De acordo com o proctologista, inflamações do intestino, como a doença de Crohn e a retocolite, acometem mais pessoas jovens, na faixa de 20 até 50 anos de idade . Já o câncer de intestino pode acometer pessoas a partir de 40 anos ou 45 anos até os 70 anos de idade. Segundo Parra, a prevenção relativa ao câncer de intestino deve ser iniciada aos 45 anos, ou em alguns casos, aos 50 anos, em média. No caso das colites, a prevenção deve ser antes dos 40 anos.

As campanhas são fundamentais para que os especialistas possam diagnosticar o paciente na fase pré-câncer, que são os pólipos. Cerca de 90% dos casos de câncer colorretal têm origem em um pólipo, que é uma alteração decorrente do crescimento anormal da mucosa do intestino grosso. Inicialmente, os pólipos são pequenos e benignos, mas podem crescer e se tornar malignos. Quando descobertos e removidos precocemente, por meio da colonoscopia, evita-se que se transformem em câncer.

“Os pólipos são algumas verruguinhas que dão no intestino, crescem e viram câncer. A pessoa, fazendo colonoscopia, detecta e retira esse pólipo e evita que haja uma progressão para tumor”, explicou o médico. Também nas inflamações do intestino, quando são diagosticadas no começo, as chances de tratamento efetivo são maiores.

Na opinião de Rogério Parra, para desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS), é preciso que outras instituições se unam à SBCP para realizar mais mutirões e disponibilizar colosconospias em outros locais.

O médico recomenda aos que apresentem sintomas digestivos como diarreia, sangramento, dor na barriga e emagrecimento que procurem um especialista, que pode ser um gastroenterologista ou um protectologista, para avaliação e, se for o caso, encaminhamento para colonoscopia. “Em algumas situações, não há necessidade da colonoscopia. Um exame físico bem-feito detecta, por exemplo, uma hemorroida que, em paciente jovem, não requer colonoscopia. Isso precisa ser avaliado, porém, em uma consulta”. No caso de pessoas com mais de 45 anos que tenham sangramento, quase sempre é necessária a colonoscopia, a não ser que esta já tenha sido feita antes, disse Parra.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags