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Ceará recebe 316.360 doses de vacinas contra a Covid-19, mas lote é menor do que o previsto

Remessa menor deverá ser compensada em novos envios, segundo postagem do governador Camilo Santana. Imunizantes deverão ser aplicadas em primeira e segunda doses no Estado
14:35 | Jul. 31, 2021
Autor - Gabriela Almeida
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- Gabriela Almeida Repórter O POVO
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Alterado às 16h11min

O Ceará recebeu, na tarde deste sábado, 31, um total de 316.360 doses de vacinas contra a Covid, sendo 143.200 da CoronaVac e 173.160 da Pfizer. No entanto, o lote recebido é menor do que o previsto pelo Ministério da Saúde, cuja previsão era de entregar 319.960 doses. Segundo informações do governador Camilo Santana (PT), a pasta federal deve compensar quantitativo nas próximas remessas. 

Em publicação nas redes sociais, Camilo garantiu que o carregamento, embora tenha chegado com um número menor do que o esperado, será utilizado tanto na aplicação da primeiro dose (D1) como na da segunda dose (D2) e deve avançar o processo de imunização no Estado. "É importante que todos fiquem atentos ao cadastro e às listas de agendamento nos municípios. Só com a vacinação em massa conseguiremos superar de vez essa pandemia", alertou o petista.

O anúncio da previsão de chegada das doses foi dado pelo governador na última semana também por meio de suas redes sociais, utilizadas por ele como canal de comunicação direta com os cearenses. Na publicação, o gestor informou que o Ministério havia dado a previsão de enviar 319.960 doses de imunizantes ao Ceará neste fim de semana, sendo 173.160 doses da Pfizer e 146.800 da CoronaVac.

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No entanto, ficou faltando nos lotes que chegaram neste sábado, baseado na previsão do Governo Federal, 3.600 doses da CoronaVac. Já a Pfizer chegou em um quantitativo que correspondia a estimativa da pasta. Pelas informações passadas pelo gestor, o déficit deve ser recompensado em remessas futuras.

Vacinação no Ceará

O lote que chegou neste sábado foi o 57º recebido pelo Ceará, contabilizando ao todo cerca de 6.859.228 doses já entregues a Unidade Federativa. A estimativa é baseada em contabilizações feitas anteriormente pela Secretaria da Saúde (Sesa), que acompanha e realiza a campanha de vacinação no Estado.

Vacinando atualmente a população geral, entre 18 a 59 anos, em ordem decrescente, o Ceará pode não atingir a meta, de imunizar todo o público adulto até agosto, devido a falta de imunizantes. A previsão foi divulgada pela Secretária Executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, Magda Almeida.

Em Fortaleza, por exemplo, houve uma paralisação de aplicação da D1 na última semana devido a falta de estoque. O processo de agendamento só retornou com a chegada de novas doses e já contempla os nascidos até 1995. A ausência de imunizantes também paralisou as ações de repescagem do Município.

 

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Partidos pedem ao TSE interpelação de Bolsonaro por ataque ao sistema eleitoral

POLÍTICA
2021-07-31 17:12:12
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Um grupo de 11 partidos acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cobrar que o presidente Jair Bolsonaro seja obrigado a prestar esclarecimentos e apresentar provas sobre os ataques feitos às urnas eletrônicas. A petição é assinada por MDB, Solidariedade, PT, PDT, PSDB, PSOL, Rede, Cidadania, PV, PSTU e PCdoB.
O pedido de interpelação do presidente foi encaminhado pelas legendas ao corregedor-geral eleitoral, ministro Luís Felipe Salomão, responsável por acompanhar os serviços da Justiça Eleitoral no País, incluindo a realização das eleições. A maioria dos partidos que assina a petição é de oposição, mas o movimento também contou com legendas que têm aliados de Bolsonaro no Congresso, como o MDB e o Solidariedade.
Na transmissão ao vivo pela internet em que prometia apresentar provas de fraude nas urnas eletrônicas, na última quinta-feira, 29, Bolsonaro não mostrou fatos novos, exibiu vídeos que circulam há anos nas redes sociais e nada comprovam e expôs análises enviesadas sobre apuração dos votos. Além disso, admitiu não ter provas, mas, sim, "indícios" de irregularidades no sistema.
"Nesse contexto, não se pode ignorar as banalidades divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro na noite do dia 29.07.2021, quando afirmou 'não ter provas, mas indícios' e voltou a atacar as instituições, ignorando a gravidade de suas levianas palavras que, longe de prestar qualquer contribuição à segurança das eleições, busca desmerecer os pilares democráticos e uma forma de eleição cuja confiabilidade vem sendo observada por quase um século, garantindo a alternância democrática em estrito reflexo da vontade popular", diz o documento apresentado pelos partidos.
Bolsonaro já foi questionado formalmente pelo TSE sobre as declarações, mas não apresentou nenhuma prova de irregularidade. Em tom de ameaça, o presidente disse reiteradas vezes que não haverá eleição no Brasil sem o voto impresso, ameaça rechaçada pelos demais Poderes. A proposta patrocinada por Bolsonaro é considerada "enterrada" no Congresso pela própria base de apoio ao governo, incluindo o Centrão. Neste sábado, 31, em Presidente Prudente (SP), o chefe do Executivo voltou a atacar o sistema eleitoral e defendeu "eleições limpas, da forma que o povo deseja".
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Se aparecer algum problema no Ministério da Saúde, vamos responsabilizar culpados

POLÍTICA
2021-07-31 17:12:11
Autor Agência Estado
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Em meio à investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o presidente Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de "problemas" no Ministério da Saúde, mas voltou a falar que não há nenhuma denúncia de corrupção no governo.
Neste sábado, 31, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que é formalmente investigado pela CPI, visitaram o Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente (SP), para oficializar o credenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.
"Pode ser que apareça algum problema no ministério dele (Queiroga), afinal de contas o orçamento diário dele são R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas, repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos os primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados", afirmou o presidente.
A CPI da Covid investiga um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo Ministério da Saúde após o avanço das investigações no Senado. Os senadores suspeitam de favorecimento à empresa Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação, e acusam Bolsonaro de ter cometido o crime de prevaricação por não ter determinado a investigação das denúncias. O governo nega as acusações e tenta conter o desgaste na CPI.
No mês passado, o ministério demitiu o diretor do Departamento de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias, após ele ser acusado de pedir propina para negociar vacinas. Agora, o grupo majoritário da CPI decidiu que vai solicitar o afastamento da médica Mayra Pinheiro, acusada de interferir nas apurações, da Secretaria de Gestão em Trabalho.
No evento, Queiroga declarou que Bolsonaro "interfere" no Ministério da Saúde, mas, para cobrar a execução das políticas públicas. A falta de autonomia dos ministros da pasta na pandemia de covid-19 é uma das linhas de investigação da CPI, que retoma os trabalhos na terça-feira, 3, após o recesso parlamentar.
"As pessoas me perguntam: o presidente Bolsonaro interfere no Ministério da Saúde? A resposta é sim. O presidente interfere no Ministério da Saúde e em todos os ministérios porque ele cobra que os ministros trabalhem para que todos recursos públicos sejam revertidos em políticas públicas para a sociedade brasileira", disse Queiroga.
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FHC diz que Doria é candidato à presidência e tem seu voto

POLÍTICA
2021-07-31 17:12:11
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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou neste sábado que o governador de São Paulo, João Doria, é candidato à Presidência da República e "tem o meu voto". Um vídeo do momento da fala do ex-presidente foi divulgado pela assessoria de imprensa do governador paulista e FHC estava acompanhado dos presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, além do ex-presidente Michel Temer e do governador João Doria, por ocasião da reabertura do Museu da Língua Portuguesa, neste sábado em São Paulo.
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Áudios apontam lobby de militar para a Davati

POLÍTICA
2021-07-31 17:07:15
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Áudios obtidos pelo Estadão em posse da CPI da Covid indicam que o tenente-coronel da reserva do Exército Marcelo Blanco, ex-assessor do Departamento de Logística (DLOG) do Ministério da Saúde, usou a experiência como funcionário da pasta e a boa relação com seu ex-chefe, Roberto Dias, para abrir caminho a um interessado em vender 400 milhões de doses inexistentes de vacina contra covid-19.
As mensagens com as orientações foram enviadas cerca de 40 dias após o militar deixar o ministério. Os áudios sugerem uma atuação de Blanco em conjunto com Dias, nome indicado pelo Centrão para ocupar a diretoria do DLOG no governo de Jair Bolsonaro.
As gravações, mantidas sob sigilo, foram entregues à CPI por Cristiano Alberto Hossri Carvalho, representante da Davati Medical Supply, empresa que propôs vender até 400 milhões de doses da AstraZeneca ao governo. A Davati, no entanto, não representava a farmacêutica e não possuía as doses.
No dia 3 de março, Blanco enviou mensagem de áudio a Carvalho, na qual deu orientações sobre como acessar Dias. O coronel havia sido exonerado em 19 de janeiro. "Então, me faz uma gentileza, faz em nome do Roberto e manda naquele e-mail dele, do Roberto, né, e do DLOG. São dois e-mails que eu passei para o Dominghetti. Dele, Roberto, institucional, e do próprio departamento institucional. Entendeu?", orientou Blanco, numa referência ao policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que também se apresentou como representante da Davati.
O segundo áudio também menciona Dominghetti. "Cristiano, só uma dúvida aqui. A representação não ia se dar por intermédio do Dominguetti? Ou eu entendi errado? É, porque aí no caso é você representando, né? Nessa carta, né?"
Cabo da PM de Minas, Dominghetti tinha aval de Carvalho para negociar vacinas em Brasília. O policial relatou ter ouvido de Dias, então diretor de Logística do Ministério da Saúde, pedido de propina de US$ 1 por dose para fechar o acordo.
A mensagem de Blanco é posterior ao jantar em que, segundo Dominghetti, a cobrança de propina teria sido apresentada, em 25 de fevereiro. Foi o coronel quem levou Dominghetti ao local do encontro e estava à mesa quando o pedido de pagamento teria sido feito. Três dias antes do encontro, Blanco abriu a Valorem Consultoria em Gestão Empresarial, representante comercial de medicamentos e insumos, que também atua na área de consultoria empresarial.
A CPI da Covid quer aprofundar as investigações sobre a relação entre Dias e Blanco. O coronel deve prestar depoimento ao colegiado após o recesso parlamentar. A comissão retoma as atividades em agosto e o requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) para ouvir Blanco já foi aprovado.
‘Orientação’
Blanco disse ao Estadão que não negociou as vacinas e passou apenas uma orientação a Carvalho. "Eu oriento, (que) seja enviado nos e-mails institucionais, justamente para dar uma clareza e uma transparência de um ato lícito", afirmou. "Eu jamais articulei ou intermediei nada. Eu só orientei: ‘Cara, envia nos e-mails institucionais’. Porque ali a coisa é formal. Foi tão somente isso", declarou.
No depoimento à CPI, em 15 de julho, Carvalho disse que, logo após o jantar que Dominghetti teve com Blanco e com Dias, "me foi reportado que tinha um pedido de ‘comissionamento extra’ para o grupo do Blanco". De acordo com ele, Blanco o procurou pela primeira vez em 1.º de março e disse que gostaria de fazer uma call com ele e Dias. "Aparentemente, o Roberto Dias havia indicado Marcelo Blanco para negociar comigo, porque ele falava em nome do Roberto Dias o tempo todo", afirmou Carvalho.
O coronel, porém, negou que tenha havido pedido de propina e que existisse um "grupo do Blanco". "Que grupo? Chega a ser hilário um negócio desses. Me colocou como chefe de quadrilha." Ele disse achar "natural" usar o conhecimento agregado de sua passagem pelo Ministério da Saúde em sua empresa de consultoria empresarial. "É natural que você possa utilizar isso daí de forma lícita, legal, quando você estiver do lado de fora. Até porque o meu cargo, até por ser um cargo de muito pouca expressão no ministério, não exigia quarentena", afirmou ele ao Estadão.
Relação
Ao depor na CPI da Covid, Dias desconversou sobre seu vínculo com Blanco. "É um ex-colega de trabalho", disse. Para o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Dias afirmou apenas que conversava com o então colega de trabalho. "Foi meu assessor, foi meu diretor substituto. Era uma indicação do general (Eduardo) Pazuello e, eventualmente, eu conversava com o coronel Blanco." Blanco disse que tinha uma relação "muito amistosa" com Dias, "como tinha com todo mundo".
Por meio de nota, a defesa de Dias afirmou que "falas, escritas e/ou posicionamentos do coronel Blanco devem ser a ele questionados". "Desconheço quaisquer desses diálogos com a minha pessoa, eis que nunca representaram um posicionamento meu ou do departamento", diz o comunicado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Nas redes sociais, presidente Jair Bolsonaro elogia atletas olímpicos

Esportes
2021-07-31 17:06:59
Autor Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais na tarde deste sábado (31) para elogiar a delegação brasileira que está no oitavo dia de competição nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O presidente manifestou seu apoio e força aos atletas que, segundo ele, estão dando o melhor nas Olimpíadas. “Tudo tem um propósito. É agradecer a Deus, aprender com as quedas, relevar algumas claras injustiças, levantar a cabeça e seguir em frente. Desistir jamais! Esse é o espírito do nosso povo”, disse:

Até este sábado (31), o Brasil conseguiu um total de 8 medalhas na competição sendo uma de ouro, três de prata e quatro de bronze e aparece na vigésima primeira posição ranking.

Hoje ainda o Brasil compete no hipismo (19h45), atletismo (a partir das 21h40 e depois, às 22h30), vôlei de praia (22h), tênis de mesa (22h), natação (22h30), vôlei de quadra masculino (23h05) e luta olímpica (23h10).

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