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Dono do hit "Plutão", cearense VMZ é eleito "artista radar" pelo Spotify

Durante o mês de setembro, o artista vai ganhar destaque na plataforma de áudio, que o recomendará a diferentes públicos
17:37 | Set. 13, 2021
Autor Wanderson Trindade
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Wanderson Trindade Repórter
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“Eu era pequeninin' tipo Plutão / Até você vir do nada e me dar sua mão” foi hit viral nas redes sociais que fez milhares de pessoas conhecerem o cantor VMZ nas últimas semanas. Agora, o cearense do hit "Plutão" está mais uma vez em evidência: foi escolhido como o "artista radar" do mês de setembro pelo Spotify.

Leia também | VMZ: Cearense ganha destaque na internet com rimas geek; conheça o rap nerd

VMZ divulgou em suas redes sociais que foi eleito para estampar a capa da playlist editorial de destaque da plataforma, que é uma ação do Spotify que evidencia artistas em ascensão. A pretensão do aplicativo é fazer recomendações e dar suporte ao artista para ser conhecido por mais usuários.

O rosto do cearense foi estampado em telas de divulgação em metrôs de São Paulo, durante esta segunda-feira, 13
O rosto do cearense foi estampado em telas de divulgação em metrôs de São Paulo, durante esta segunda-feira, 13 (Foto: Divulgação / VMZ)

O programa foi desenhado para ajudar e aprofundar a conexão dos artistas com seus fãs localmente, regionalmente e internacionalmente. “Nosso objetivo é aproveitar o poder do Spotify como plataforma para criar um impacto na cultura com o apoio aos artistas convidados”, informa a plataforma.

Para tanto, o rosto do cearense foi estampado em telas de divulgação em metrôs de São Paulo, durante esta segunda-feira, 13.

Batizado como Sandro Júnior, VMZ é conhecido artisticamente por suas produções musicais que abordam o mundo geek e o mundo real em letras de rap. Entre seus sucessos estão músicas como "Plutão", "Vênus" e "Cadê Meu Gato", que somam mais de 58 milhões de visualizações no YouTube.

“Muito obrigado Spotify Brasil. Não posso deixar de agradecer também minha tripulação. Vocês são a razão de tudo isso!”, escreveu VMZ em suas redes, avisando ainda: “Tem muita coisa vindo por aí…”

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"Mano a Mano": Mano Brown recebe Lula em seu podcast no Spotify

Quinta-feira
18:22 | Set. 08, 2021
Autor Clara Menezes
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O rapper Mano Brown recebe o ex-presidente Lula em seu podcast “Mano a Mano”. O episódio vai ao ar nesta quinta-feira, 9 de setembro, no Spotify, a partir de meia noite. Durante a conversa, os dois abordam o passado, o presente e o futuro da sociedade brasileira.

“Bom dia a todos, guerreiros e guerreiras. Próximo episódio do 'Mano a Mano' é histórico, aguardem”, disse o artista em suas rede sociais, antes do anúncio oficial.

Dividido em 16 partes, o programa conta com lançamentos semanais, sempre às quintas. Dois episódios já foram divulgados: o primeiro teve a presença da cantora Karol Conká e o o segundo recebeu o médico Drauzio Varella.

Além deles, outros nomes foram confirmados para as próximas conversas, como o pastor Henrique Vieira, o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo e o político Fernando Holiday.

No podcast, os espectadores poderão escutar várias opiniões distintas sobre temáticas como política, religião e cultura. As visões e as experiências particulares de Mano Brown também são expostas.

“Meus amigos falam que sou um contador de histórias nato. Dou exemplos, busco ideias do passado, comparo com o presente, jogo pro futuro… Isso é do compositor. Todo letrista tem isso. Então, a gente investiu nesse lado meu”, explicou o rapper, em coletiva de imprensa em agosto, sobre os motivos que o levaram a criar o programa.

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O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

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John Amplificado domina Spotify e Deezer com apenas uma música lançada

música
10:13 | Set. 01, 2021
Autor Ana Flávia Marques
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Ana Flávia Marques Autor
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"Chega e Senta" é o único single de John Amplificado no Spotify e bastou apenas ele para estourar na música. A faixa alcançou o primeiro lugar do Top 50 Brasil no Spotify e também da playlist Top Brasil do Deezer. Já são mais de 14 milhões de visualizações no YouTube e 15 milhões de streams em apenas uma das plataformas.

Natural de Recife (PE), John, hoje aos 25 anos, aprendeu a tocar violão aos 11. Com 15 anos, deu os primeiros passos na carreira artística, criando o grupo “John e Banda Geração” e lançando seu primeiro CD. O cantor tem um vasto repertório de composições e já viajou todo o Nordeste com o projeto "Espelho Meu". Na nova fase da carreira, porém, até agora só lançou "Chega e Senta".

A música mistura sertanejo, piseiro e arrocha, estilos que estão cada vez mais se destacando no cenário nacional. O cantor viu a faixa crescer após o cantor Henrique, da dupla sertaneja com Juliano, viralizar em um vídeo cantando o novo hit. Outros famosos como Maiara, da dupla com Maraisa, o ex-BBB Arthur Picoli e a influencer Gkay também já compartilharam vídeos dançando a música.

Desde o lançamento da canção no dia 6 de agosto, John cresceu 47% na Deezer, além de alcançar o 2º lugar no 'trending artists' (ranking que mostra os artistas que mais cresceram na Deezer) no Brasil e em 4º lugar no ranking de 'trending tracks' no mundo.

São Paulo é a cidade que mais ouviu o hit, seguida por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife e Brasília. Já os países, após o Brasil, estão os Estados Unidos, seguido por França, Irlanda e Paraguai. A faixa etária que mais distribui streams para a artista é a de 26 a 35 anos (50%), logo depois vem a de 18 a 25 anos (31%).

Confira o clipe de "Chega e Senta":

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Mano Brown recebe convidados famosos em seu novo podcast no Spotify

Mano a Mano
19:15 | Ago. 24, 2021
Autor Clara Menezes
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Mano Brown decidiu estudar temas diferentes quando a pandemia começou no ano passado. Leu sobre teologia, arqueologia, ciências sociais, diáspora africana e muitos outros assuntos relacionados à África. Começou, então, a conversar sobre esses novos conhecimentos entre amigos, que o incentivaram a fazer um podcast. Foi assim que surgiu o “Mano a Mano”, conteúdo exclusivo do Spotify, que estreia nesta quinta-feira, 26 de agosto.

Com episódios semanais, totalizando 16, o objetivo é dialogar com personalidades famosas - sejam elas odiadas ou amadas pelos brasileiros. Por isso, há a cantora Karol Conká, o médico Drauzio Varella, o pastor Henrique Vieira, o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo e o político Fernando Holiday. Outros nomes ainda não foram divulgados, mas o rapper e compositor afirma que também conversou com ídolos que admira.

“Meus amigos falam que sou um contador de histórias nato. Dou exemplos, busco ideias do passado, comparo com o presente, jogo pro futuro… Isso é do compositor. Todo letrista tem isso. Então, a gente investiu nesse lado meu. Eu sempre coloquei em forma de música, de batida. Mas as pessoas disseram que eu estava cheio de coisa para falar”, contou em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 24.

Ele, que nunca teve experiência como apresentador, passou a ver entrevistas para se habituar ao formato. “Ao fazer, você entende como é difícil para um jornalista, para um repórter, para a pessoa que veicula a notícia, tirar do entrevistado a verdade. É uma ciência, não é simples”, explica.

No programa, os espectadores poderão escutar várias opiniões distintas sobre temáticas como política, religião e cultura. Mas o artista ressalta que, em determinados momentos, também mostra sua visão. “Há temas que você não tem como se acovardar e não falar. Eu tenho meu jeito de pensar, mas eu não estou fechado a entendimentos novos. Não sou um cara com pensamentos concretizados, consumados, a gente está sempre em transformação e aprendendo”.

Quando questionado sobre a decisão de convidar a também rapper Karol Conká, sua resposta foi clara: ela lhe interessava. Depois que a participante saiu do Big Brother Brasil com 99,17% de rejeição, Mano Brown, que não assistiu ao reality, queria ouvir sua história. “Entrevistei a Karol Conká em um momento delicado para ela e até para mim. Imagina a pessoa que teve tanta rejeição? As pessoas não querem ouvi-la”.

Ele comenta que conhecidos ficaram surpresos com sua decisão. “Uma rejeição de 99% me interessa muito (...). Ela também é uma mulher negra. Não é uma mulher fácil, tem opinião forte e atitudes inesperadas. Em alguns momentos, eu a comparava com minha mãe. Isso fez o diálogo flluir melhor”, pontua.

Sobre Fernando Holiday, filiado ao Partido Novo e ex-coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), indica: “Eu discordo do que ele pensa, mas eu quero ouvir um cara que ninguém quer ouvir… Ele é uma inteligência negra emergente, embora esteja equivocado o lado político dele”.

“O Fernando Holiday, como os outros que votam em partidos de direita, estão nas ruas, praticando o que pensam. Não é deixando de falar com ele que eles vão deixar de existir. A gente vai ter que dialogar com eles. Quem votou no Bolsonaro está aí. Talvez o Bolsonaro tenha decepcionado alguns, mas eles continuam pensando daquela forma. Não é uma massa que pode ser desprezada”, ressalta.

Ele espera que, antes de entreter, o podcast seja útil para os ouvintes. Porém, não dá direcionamentos sobre o que o público deve focar, pois acredita que cada experiência é uma visão única. “Numa época que imagem e som andam juntos, a palavra ganha mais força quando só tem áudio. Quando, por exemplo, você faz um videoclipe, que é meu trabalho, você pega uma música que tem mil interpretações, interpreta da sua maneira e faz um clipe. Sem o clipe, continua a ter mil interpretações”, defende.

Entretanto, o rapper comenta que todos vão descobrir que ele é um homem comum. “Sou o cara mais comum do mundo. Sou um brasileiro médio, de mentalidade mediana, mas estou aprendendo. Sou filho de mulher negra com um cara branco desconhecido. Sou um produto tipicamente brasileiro, fruto da escravidão. Sou a cara da massa brasileira”, afirma.

 
 
 
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Panorama da carreira

Aos 51 anos, Mano Brown tem uma trajetória extensa: rapper do Racionais MC’s desde o início da vida adulta, influenciou uma geração de brasileiros e abriu espaço para novos artistas negros se destacarem no rap. Com dezenas de músicas que abordam suas experiências pessoais e as desigualdades do Brasil, seu objetivo atual é continuar sendo útil nos diálogos que propõe.

“A gente vai aprendendo novas maneiras com o decorrer do tempo. O que era relevante na década de 1990 não é relevante hoje. O que era relevante nos anos 1960, com os Beatles, Elvis Presley, Jimi Hendrix, Guerra do Vietnã, movimento hippie, não era relevante em 1980. Agora, há uma população jovem que quer viver o hoje”, comenta.

Segundo ele, a juventude negra atual quer chegar ainda mais longe do que a geração dele. “A minha geração lutava por direitos básicos, educação, comer, ler, escrever, ter uma roupa pra vestir… Eu andava quilômetros pra pegar um ônibus. Isso não cabe pra ‘molecada’ de hoje, é uma nova perspectiva”, diz.

“‘Matuê, Djonga, Orochi... Tem que quebrar esse preconceito, falar o nome desses caras que tão balançando, Hungria, Rincon, Rael, Kayblack, Caverinha, Kyan... Toda essa inteligência emergente. Eles que são o ouro, o diamante. Eles falam com os jovens”, afirma.

Avalia, porém, que ainda há pessoas que não querem ver o negro rico, principalmente, no Brasil. “Dizem: ‘ah, esse moleque está rico’, ‘bom é o fulano que está pobre até hoje’. Bom é ver o preto bem, isso é que é o ouro. Esse movimento que está vindo agora, de uns anos pra cá, é ouro. O Emicida, cara, está dando aula em Portugal, tem que exaltar”, cita.

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"Superação Digital", de Xand Avião, atinge 1 milhão de plays no Spotify

Música
18:18 | Ago. 24, 2021
Autor O Povo
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A aposta do feat do ano entre Xand Avião e Zé Vaqueiro está se concretizando. O single recém-lançado "Superação Digital" acaba de atingir a marca de 1 milhão de plays no Spotify e segue crescendo entre as mais ouvidas no Brasil.

Leia também | Confira mais histórias e opiniões sobre música na coluna Discografia, com Marcos Sampaio

O conteúdo audiovisual da música, gravado na lagoa de Uruaú, município de Beberibe (CE), já bateu a marca de 3,7 milhões de visualizações no canal oficial de Xand no YouTube. É importante destacar que o resultado foi conquistado em uma semana.

Com mais um hit no topo das playlists, o cantor agora se prepara para o lançamento do álbum completo intitulado "Viva La Vida". "Superação Digital foi a nossa primeira aposta nesse segundo semestre com o novo álbum que vem aí, pois é uma música que fica na cabeça, a famosa 'chiclete'. Eu e Zé Vaqueiro estamos muito felizes com toda essa repercussão positiva", comenta Xand Avião.

"Viva La Vida" trará mais seis faixas inéditas e tem a previsão de lançamento pela Som Livre para o dia 24 de setembro.

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Cantor morre em acidente de trânsito horas após encontrar ídolo, o cearense Nathanzinho

Tianguá
23:46 | Ago. 20, 2021
Autor Leonardo Maia
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O cantor maranhense Bruno Silva, de 17 anos, morreu na manhã desta sexta-feira, 20, em acidente em rodovia estadual entre os municípios de Coroatá e Vargem Grande, no Maranhão. Ele estava em um carro modelo Volkswagen Saveiro quando o veículo foi atingido por um caminhão. As informações são do portal maranhense O Imparcial.

Horas antes do acidente, Bruno participou do show do cantor cearense conhecido como Nathanzinho, em Vitorino Freire, também no Maranhão. Os dois tinham uma relação de proximidade, após Bruno começar a ir nos shows do cearense, natural de Sobral, e pedir para cantar nas apresentações.

Segundo testemunhas ouvidas pelo G1 Maranhão, o adolescente dirigia o veículo quando perdeu o controle e entrou na contramão, colidindo contra o caminhão. Bruno Silva morreu no local do acidente, devido à gravidade da colisão. O motorista do caminhão e um amigo que o acompanhava tiveram ferimentos leves.

LEIA TAMBÉM | Conheça Nathanzinho: grande nome da nova geração do forró

Artistas construíram uma relação de parceria durante as apresentações

Em vídeo publicado nas redes sociais de Nathanzinho após a morte do cantor, os dois aparecem abraçados em cima do palco durante show do cearense. Na ocasião, Bruno viajou 400 quilômetros para chegar ao show de seu ídolo e pedir para cantar na apresentação. “Eu lembrei que na minha cidade ninguém me dava oportunidade no começo. Então, dê oportunidade para as pessoas mostrarem seu talento, para as pessoas sonharem”, falou Nathanzinho.

“Cada show que eu fazia no Maranhão ele (Bruno) tava indo. Você cria afinidade por essas pessoas, pelo jeito humilde de ser, de querer persistir no som e na música. Quando eu soube da notícia não acreditei”, disse o cantor. Após o show, Bruno chegou a ir para o hotel onde Nathanzinho estava hospedado e gravou um vídeo cantando com o artista e sua banda. Quando ele estava indo embora, um amigo de Nathanzinho disse para ele dormir no local, mas ele recusou e disse que ia embora no mesmo dia, por volta de 5 horas da manhã desta sexta-feira.

Por meio de nota, a Prefeitura de Brejo, município onde Bruno nasceu, lamentou a morte do músico. “O jovem já era reconhecido pelo seu talento e paixão pela música, tendo dividido o palco com grandes nomes da música nacional”, enfatiza a gestão.

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