Tereza Cristina, ministra da Agricultura, divulga que está com Covid-19
Nas redes sociais, a ministra informou que está bem e permanecerá em isolamento conforme orientações médiacs
A ministra Tereza Cristina, da Agricultura, informou nesta sexta-feira, 24, que está com Covid-19. Ao contrário de Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, e do deputado Eduardo Bolsonaro, que também pegaram a doença nos últimos dias, Cristina não fazia parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem para Nova York.
Tereza Cristina tem 67 anos de idade e já recebeu as duas doses de vacina contra a Covid-19. Em postagem em redes sociais, ela afirmou que está se sentindo bem.
É + que streaming. É arte, cultura e história.
“Bom dia! Informo a todos que testei positivo para Covid-19. Estou bem. Cancelei meus compromissos presenciais e permanecerei em isolamento durante o período de orientação médica”, publicou no Twitter.
Bom dia! Informo a todos que testei positivo para #Covid19. Estou bem. Cancelei meus compromissos presenciais e permanecerei em isolamento durante o período de orientação médica.
— Tereza Cristina (@TerezaCrisMS) September 24, 2021
Com a declaração feita há pouco por Tereza Cristina, o governo federal contabiliza dois de seus ministros com a doença. Queiroga permanece nos EUA, onde faz quarentena. Segundo nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), os demais integrantes da comitiva realizaram o exame e testaram negativo para a doença. A ministra não integrou a comitiva.
O avião presidencial decolou na noite de terça-feira, 22, dos Estados Unidos e pousou em Brasília no início da manhã dessa quarta, 22. Bolsonaro seguiu para o Palácio da Alvorada, residência oficial. O presidente deve realizar um novo teste RT-PCR no fim de semana e sair do isolamento se não for detectada a presença do vírus.
O mandatário esteve em Nova Iorque desde domingo, 20, para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A viagem de Bolsonaro foi marcada por um discurso negacionista, em que o mandatário atacou medidas de distanciamento social e defendeu medicamentos comprovadamente ineficazes para a doença.