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CPI da Covid ao vivo hoje, 15, no Senado: onde assistir na TV e online

A CPI da Covid ouve hoje, quarta, 15 de setembro (15/09), no Senado, Marconny Faria. Você pode assistir ao vivo à transmissão do depoimento na TV e online
04:00 | Set. 15, 2021
Autor Redação O POVO
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid recebe hoje, quarta, 15 de setembro (15/09), no Senado Federal, o depoimento de Marconny Faria

Ele é suspeito de ter atuado como lobista da Precisa Medicamentos na tentativa de venda da vacina Coxavin para o Ministério da Saúde. Marconny deveria ter sido ouvido pela CPI em 2 de setembro, mas apresentou um atestado médico e não compareceu à audiência. O atestado acabou sendo anulado pelo próprio médico que o concedeu.

Sessão está marcada para iniciar às 9 horas e 30 minutos (horário de Brasília). 

Assistir à CPI da Covid ao vivo

Você pode acompanhar ao depoimento na íntegra pelo YouTube da TV Senado, clicando aqui ou no player abaixo:

Na televisão paga por assinatura, a GloboNews, CNN Brasil e BandNews também costumam transmitir ao vivo trechos das sessões da CPI.

Uma maneira mais diferente de assistir online e grátis é na Twitch do narrador André Henning, que comenta em tempo real cada discurso. Clique aqui e confira se o narrador está comentando a live de hoje.

Agenda da CPI da Covid

  • Terça-feira (14/09): Marcos Tolentino, advogado e empresário
  • Quarta-feira (15/09): Marconny Faria, advogado

Agenda pode ser alterada a qualquer momento por decisão da comissão.

CPI da Covid

No dia 27 de abril, a comissão foi instalada para ações e omissões do governo Bolsonaro no enfrentamento da pandemia. Os repasses da União feitos para estados e municípios também estão na mira dos parlamentares. Confira ao final do texto a agenda de programação das audiências.

 

Com a presidência do senador Omar Aziz (PSD-AM) e vice-presidência de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a relatoria dos trabalhos ficou a cargo de Renan Calheiros (MDB-AL).

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Tasso diz pela primeira vez que não pretende tentar reeleição ao Senado em 2022

Senado Federal
17:53 | Set. 14, 2021
Autor Filipe Pereira
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O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou pela primeira vez, nesta terça-feira, 14, que não possui interesse em disputar reeleição para o Senado Federal nas eleições de 2022. “Não vou disputar. Estou com 72 anos, quero ficar com minha família, com meus netos. Tem uma hora que a gente tem que parar”, disse o tucano à coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles. 

Atualmente, o tucano tem se apresentado como pré-candidato nas prévias em que o PSDB escolherá o candidato do partido à Presidência da República, marcadas para 21 de novembro. Também estão como postulantes do partido o governador de São Paulo, João Doria, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e Arthur Virgílio, governador do Rio Grande do Sul e ex-prefeito de Manaus. 

Segundo a coluna, a expectativa entre os membros do partido é de que o senador desista da disputa para apoiar o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).

Após atuar como governador do Ceará por três vezes, em 2002, Tasso foi eleito para o Senado Federal com 1.915.781 votos. Durante o primeiro mandato, no período de 2003 a 2011, destacou-se como um dos mais ativos parlamentares, sendo seguidamente apontado como um dos parlamentares mais influentes no Congresso, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Em 2010, tentou a reeleição e perdeu. Em outubro de 2014, foi novamente eleito, com 2.314.796 votos, para o cargo de senador pelo Ceará e cumpre, atualmente, seu segundo mandato parlamentar.

Em 2019, o tucano também exerceu a relatoria da Comissão Especial de acompanhamento da Reforma da Previdência, criada no Senado para acompanhar a discussão da matéria durante tramitação na Câmara dos Deputados e foi indicado relator da Reforma, no Senado. No ano de 2021, ele foi escolhido como membro da CPI da Covid, para apurar ações e omissão do governo federal durante a pandemia no Brasil.

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CPI da Covid ao vivo hoje, 14, no Senado: onde assistir na TV e online

Programação
04:00 | Set. 14, 2021
Autor Redação O POVO
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid recebe hoje, terça, 14 de setembro (14/09), no Senado Federal, o depoimento de Marcos Tolentino da Silva. O depoimento de Tolentino, dono da Rede Brasil de Televisão, é um dos mais aguardados pela CPI.

Ele é suspeito de ser um “sócio oculto” da empresa FIB Bank, que teria fornecido à Precisa uma garantia irregular no fechamento do contrato da vacina indiana Covaxin. Segundo senadores, ele seria ligado ao deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, apontado por parlamentares como articulador de negociações sob suspeita de irregularidades.

Sessão está marcada para iniciar às 9 horas e 30 minutos (horário de Brasília). Segundo a TV Senado, o advogado Marcos Tolentino seria sócio oculto da FIB Bank e avalista do contrato da Precisa Medicamentos com o Ministério da Saúde.

Assistir à CPI da Covid ao vivo

Você pode acompanhar ao depoimento na íntegra pelo YouTube da TV Senado, clicando aqui ou no player abaixo:

Na televisão paga por assinatura, a GloboNews, CNN Brasil e BandNews também costumam transmitir ao vivo trechos das sessões da CPI.

Uma maneira mais diferente de assistir online e grátis é na Twitch do narrador André Henning, que comenta em tempo real cada discurso. Clique aqui e confira se o narrador está comentando a live de hoje.

Agenda da CPI da Covid

  • Terça-feira (14/09): Marcos Tolentino, advogado e empresário
  • Quarta-feira (15/09): Marconny Nunes, advogado

Agenda pode ser alterada a qualquer momento por decisão da comissão.

CPI da Covid

No dia 27 de abril, a comissão foi instalada para ações e omissões do governo Bolsonaro no enfrentamento da pandemia. Os repasses da União feitos para estados e municípios também estão na mira dos parlamentares. Confira ao final do texto a agenda de programação das audiências.

 

Com a presidência do senador Omar Aziz (PSD-AM) e vice-presidência de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a relatoria dos trabalhos ficou a cargo de Renan Calheiros (MDB-AL).

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Justiça autoriza condução coercitiva de depoentes na CPI da Pandemia

Justiça
21:07 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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A Justiça Federal autorizou hoje (13) a condução coercitiva de Marconny Albernaz de Faria, suspeito de atuar como lobista da Precisa Medicamentos, caso não compareça ao depoimento marcado para quarta-feira (15) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado. 

A decisão foi proferida pela juíza Pollyana Kelly Maciel, da 12ª Vara Federal em Brasília, e atendeu ao pedido liminar feito pela CPI. O depoimento estava previsto para ocorrer no dia 2 de setembro, mas Marconny apresentou um atestado médico e não compareceu. 

“Defiro o pedido de expedição de mandado de condução coercitiva para a testemunha acaso não compareça nem justifique a sua ausência ao ato de inquirição designado, fato que deverá ser imediatamente comunicado a este juízo para fins de expedição do mandado de condução coercitiva”, decidiu a magistrada.

Em outra decisão, o juiz Francisco Codevila, da 15ª Vara Federal, autorizou, no caso de não comparecimento, a condução coercitiva de Marcos Tolentino, empresário suspeito de ligações com o FIB Bank, fundo garantidor do contrato entre a Precisa e o ministério para a compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, suspenso após denúncias de irregularidades.

O depoimento está marcado para amanhã (14), às 9h30. 
 

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TCU suspende aditivo de contrato de empresa investigada pela CPI da Covid

POLÍTICA
10:37 | Set. 11, 2021
Autor Agência Estado
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O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU), determinou nesta sexta-feira, 10 que o Ministério da Saúde suspenda um aditivo contratual da empresa VTC Operadora Logística (VTCLog), alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid por suspeita de irregularidades. Zymler decretou que a pasta não faça nenhum pagamento relacionado à manipulação de insumos médicos enquanto o caso não for analisado pelo tribunal.
A empresa é a encarregada do transporte de medicamentos e também a atual responsável pela distribuição de vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). A decisão foi tomada numa representação dos senadores do Cidadania, Eliziane Gama (MA) e Alessandro Vieira (SE). O parlamentar é suplente da CPI da Covid. Gama é presença constante na comissão. As suspeitas sobre o aditivo foram reveladas, em julho, pelo Jornal Nacional, da TV Globo.
O contrato da VTCLog e a Saúde que está na mira do TCU foi assinado em 24 de maio deste ano pelo então diretor do Departamento de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias. Ele é investigado pela CPI da Covid, que apura se houve pagamento de propina na compra de vacinas pelo governo federal.
O aditivo contratual alterou a forma de calcular o valor que o Ministério da Saúde deveria pagar para a empresa pelos serviços de manipulação de insumos médicos. Segundo o despacho de Zymler, o termo de referência do contrato previa a manipulação de 600 mil itens por ano. Entre novembro de 2018 a janeiro de 2021, no entanto, a empresa apontou que haviam sido manipulados uma quantidade bem maior, de 8.978.112 itens. A diferença geraria um acréscimo no pagamento: os estimados R$ 3,9 milhões passariam a R$ 57,7 milhões.
"Tal discrepância de valores sugere duas hipóteses. Ou constou um grande erro na estimativa desse serviço no termo de referência ou o termo 'item' não diz respeito ao quantitativo unitário de cada produto", afirmou o ministro do TCU.
A discrepância entre o que a Saúde acreditava ser o correto e o que a empresa queria levou as duas partes a discutirem qual métrica seria a ideia para garantir "o equilíbrio econômico-financeiro". Na avaliação da pasta, os insumos seriam contados de forma agregada - por lote, embalagem ou tipo de insumo e ela deveria desembolsar R$ 1,044 milhão.
De acordo com o despacho, a empresa "propôs que fosse utilizado volume de transporte como métrica", o que foi considerado pela Saúde como "um meio-termo". O valor a ser pago, então, passaria a R$ 18,98 milhões.
Zymler afirmou no despacho que "não cabe aos gestores negociar um 'meio termo' com a contratada, sob pena de violação do princípio da licitação prévia". "O contrato está vinculado ao procedimento licitatório e às condições lá fixadas. Em sendo estas impertinentes para a execução contratual, cabe anular o procedimento e não travar negociações ao arrepio da lei", anotou.
O ministro do TCU afirmou que há "fundados elementos de que a celebração do segundo termo aditivo não atinge o interesse público, quer por caracterizar fuga ao regular procedimento licitatório, quer por indicar a prática de ato antieconômico para a administração pública".
De acordo com Zymler, o Ministério da Saúde se manifestou no sentido de que "vai buscar a anulação do contrato", mas o acordo ainda está vigente. O despacho aponta que a pasta e a empresa devem se pronunciar em até 15 dias.
O ministro determinou ainda que a Saúde informe como "era realizada, medida e paga a manipulação de itens em contratos anteriores do Ministério da Saúde ou em outros contratos utilizados como referência". Zymler requereu também que a pasta "demonstre, por meio de planilhas, fotografias, vídeos e/ou outros meios que evidenciem, como deve se dar, na prática, a mensuração e o pagamento" dos itens.
Em nota, a VTCLog informou que está "absolutamente tranquila em relação à análise do Tribunal de Contas da União". "Cabe destacar que o segundo termo aditivo em voga foi extremamente benéfico para a Administração Pública e a Egrégia Corte de Contas está fazendo seu louvável papel e tem todo direito em requerer às partes envolvidas os devidos esclarecimentos técnicos", afirmou a empresa.
"A suspensão não afeta a legalidade e a lisura com que o termo aditivo foi realizado. A empresa já apresentou à CPI todos os esclarecimentos devidos e fará da mesma forma ao TCU."
A empresa ressaltou, na nota, "seu compromisso com a integridade, legalidade, transparência e não lançará mão de seus direitos e sobretudo da justa remuneração dos seus serviços prestados - já que a empresa até o momento não está sendo remunerada pela execução contratual".
Procurado, o Ministério da Saúde não se manifestou até a publicação da notícia.

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Pacheco cancela sessões e comissões do Senado marcadas para hoje e quinta-feira

REPERCUSSÃO
12:20 | Set. 08, 2021
Autor Alice Araújo
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Alice Araújo Autor
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O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), cancelou as sessões deliberativas remotas e as reuniões de comissões que estavam previstas para acontecer nesta quarta, 8, e quinta-feira, 9. A decisão foi comunicada aos senadores, na noite de terça, 7, após os discursos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nas manifestações do dia 7 de setembro.

Dentre as audiências canceladas, estão a da CPI da Covid-19, que contaria com a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a audiência pública da Comissão de Meio Ambiente (CMA) sobre o impacto do uso de agrotóxicos no Brasil.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a decisão de Pacheco teria sido tomada por “não haver clima para votações e nem garantia de segurança para senadores e servidores”. O cancelamento das sessões desta semana está sendo interpretado como uma resposta inicial às falas do presidente da República contra as instituições.

Durante os atos de 7 de setembro, em Brasília e São Paulo, Bolsonaro voltou a ameaçar e questionar o Supremo Tribunal Federal (STF), fazendo referências ao ministro Alexandre de Morais. “Ou o chefe desse Poder enquadra o seu ou esse Poder pode sofrer aquilo que nós não queremos” afirmou o presidente. “Respeitamos todas as instituições. Quando alguém do Poder Executivo começa a falhar, eu converso com ele. Se não se enquadra, eu demito. Quando um deputado ou senador começa a fazer algo que está fora das quatro linhas, ele é submetido ao conselho de ética e pode perder seu mandato. Mas no STF isso não acontece”, disse em outro trecho.

Após a repercussão das falas de Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), tiveram posicionamentos cobrados, tanto por partidos de oposição ao Governo, que pedem a abertura do impeachment contra Bolsonaro, quanto pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. No twitter, Santa Cruz afirmou que com a ameaça da democracia, "chegou o momento histórico de os presidentes da Câmara e do Senado tomarem posição”, disse na postagem.

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