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PT e Psol não participarão de ato convocado pelo MBL contra Bolsonaro em Fortaleza

Partidos articulam a realização de outros atos contra o presidente da República na Capital, na próxima semana
00:00 | Nov. 30, 0001
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter Política
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O presidente do PT em Fortaleza, deputado Guilherme Sampaio, afirmou nesta quinta-feira, 9, que o partido não deve participar do super protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), marcado para o próximo domingo, dia 12 de setembro. A organização é do Movimento Brasil Livre (MBL), o Vem Pra Rua e o Juventude Livre. 

Segundo o parlamentar, o partido "não tem a tratativa" de integrar as manifestações, estando a legenda mobilizando outro ato para a próxima terça-feira, 14, com partidos progressistas e movimentos sociais. "Dia 14 temos esse ato contra a proposta de reforma administrativa. Todas as nossas atividades relativas à denúncia do governo Bolsonaro são decorrentes das tratativas do movimento Fora, Bolsonaro , que reúne partidos progressistas e movimentos sociais", disse. 

LEIA MAIS l Nomes da esquerda e da direita resistem a ato unificado contra Bolsonaro no próximo dia 12

"Enquanto partido, não. Não vamos participar", destacou o deputado federal José Guimarães (PT). Em entrevista ao site 360 nesta quinta, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), disse que a sigla também não foi convidada para se unir às manifestações e, por isso, não participará dos protestos.

“Essas manifestações já estavam sendo convocadas pelo MBL. Nós não estamos convocando. Também não temos problema nenhum com quem vai participar e não proibimos a participação. […] Nós precisamos reunir o campo democrático e fazer uma construção conjunta. O principal é isso. Não é uma adesão, mas um caminhar conjuntamente. Caminhar ao lado das forças que querem defender a democracia”, disse a senadora petista.

Já a executiva nacional do Psol se reúne na tarde desta sexta-feira, 10, para tratar da questão. Em Fortaleza, segundo o deputado estadual Renato Roseno, a tendência é construir "algo nesses moldes mais amplos" no aniversário da Constituição, no dia 5 de outubro. 

Nesta quinta, o presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, confirmou que o partido não vai aderir aos atos do dia 12 de setembro, convocados pelo MBL, contra Bolsonaro. De acordo com o dirigente, o partido não deve comparecer porque as manifestações não “foram construídas juntas”.

Em nota oficial na quarta-feira 8, o MBL mudou o tom e convocou “todos os partidos, lideranças civis e agremiações, desde que respeitem a necessidade de deixarem suas pautas particulares e suas preferências eleitorais fora do ato para nos unirmos pelo impeachment”. Antes, o grupo havia adotado o slogan “Nem Lula, nem Bolsonaro” para chamar os atos.

A decisão aconteceu após após os últimos ataques do chefe do Executivo nacional contra o Supremo Tribunal Federal e, em especial, ao ministro da Corte Alexandre de Moares, durante ato pró-governo no 7 de setembro.

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Após críticas a Bolsonaro, #EuConfioNoPresidente ganha popularidade no Twitter

POLÍTICA
12:27 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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Após o presidente Jair Bolsonaro ter virado piada nas redes sociais, na noite de quinta-feira, 9, diante do recuo dos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), aliados do presidente subiram a hashtag #EuConfioNoPresidente, que está na manhã desta sexta-feira, 10, entre as mais comentadas do Twitter no Brasil.
Nesta quinta, 9, Bolsonaro divulgou uma 'Carta à Nação', escrita com a ajuda do ex-presidente Michel Temer, na qual volta atrás do tom adotado nos discursos do 7 de Setembro e até elogia o ministro do Alexandre de Moraes, do STF. A atitude levantou dúvidas entre seus apoiadores sobre a nova postura do chefe do Executivo, até então marcada por agressões e ofensas às instituições. Em grupos de troca de mensagens instantâneas, bolsonaristas acusaram o presidente de abandonar a base aliada.
O conflito com os seguidores foi contemporizado por parte dos bolsonaristas. O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente, pediu confiança em Bolsonaro em postagem feita no Telegram.
No Twitter, o pedido de Flávio tem ganho repercussões entre as publicações, aderindo à hashtag. Nas redes, parte dos aliados tenta tranquilizar os que se sentiram traídos e reiteram que o posicionamento do presidente foi estratégico. "Não é fácil para um homem forte como ele se posicionar humildemente a favor da pátria. Estadista nato, sempre pelo Brasil e pelo povo", diz uma das mensagens.
Em outra publicação, um aliado diz que Bolsonaro não é perfeito. "Mas quem é?", questiona.
Houve, inclusive, quem comparasse o presidente brasileiro com o general e filósofo chinês Sun Tzu, a quem é atribuída a obra "A Arte da Guerra". Para esses, o recuo seria uma estratégia que faz parte do plano de ações de Bolsonaro. "Jornalistas me perguntando sobre a carta do Pr Jair Bolsonaro - a minha percepção é, que meu presidente, um militar, é estrategista. E em uma guerra fazer algo inesperado, que surpreenda o inimigo, pode ser a chave para uma vitória repentina. #EuConfioNoPresidente", escreveu o deputado Marco Feliciano (PL-SP).
Diante das mobilizações dos caminhoneiros, que ainda protestam em rodovias de três Estados (atos desde o 7 de Setembro ocuparam estradas de ao menos 15 Estados, incluindo bloqueios, que passaram a ser desestimulados pelo governo no dia 8), um eleitor afirmou que o presidente foi "sensato", pois evitou "parar o País".

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Caminhoneiros ainda protestam em pelo menos três Estados nesta sexta-feira

Política
12:08 | Set. 10, 2021
Autor Vítor Magalhães
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O Ministério da Infraestrutura informou na manhã desta sexta-feira, 10, que apenas três estados ainda registravam paralisações de caminhoneiros em rodovias federais: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia. Apesar disso, um boletim da Polícia Rodoviária Federal (PRF) das 7h30min informava que não havia “pontos de interdição em rodovias federais".

De acordo com o ministério, em Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná não há mais pontos de retenção em rodovias. Já em estados como Mato Grosso e no Pará há aglomerações de caminhoneiros, mas sem prejuízo ao fluxo de veículos nas rodovias.

Na quinta-feira, ao menos 16 estados tiveram rodovias bloqueadas total ou parcialmente pelos apoiadores do presidente. O ministério afirmou que o número de ocorrências em rodovias federais caiu 45% desde a noite de quinta-feira, 9. Grupos de caminhoneiros protestam há quatro dias em todo o País. Eles são favoráveis ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente Bolsonaro gravou um áudio pedindo aos caminhoneiros que liberem as estradas e voltem ao trabalho. Parte da categoria não acreditava na gravação onde Bolsonaro disse que a ação atrapalhava a economia e prejudicava todo mundo. Na quinta-feira, o presidente se reuniu com caminhoneiros para negociar o fim dos protestos.

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Bolsonaro justifica a apoiadores que falas acima do tom fazem dólar disparar

POLÍTICA
11:03 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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Em meio a críticas de apoiadores sobre seu recuo nos ataques às instituições, após a publicação da carta à nação na tarde da quinta-feira, 9, o presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a pedir que seus simpatizantes leiam a nota com calma e justificou a publicação do documento como uma espécie de antídoto à alta do dólar.

"O que aconteceu às três da tarde de ontem. Não posso falar para cima, que o dólar...O que acontece? Cada um fala o que quiser. O cara não lê a nota e reclama. Leia a nota, duas, três vezes. É bem curtinha, são 10 pequenos itens. Entenda", pediu Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada nesta sexta-feira. "Se o dólar dispara, influencia o combustível", acrescentou, em seguida.

Apesar da reação positiva do mercado à carta do presidente, com o dólar fechando na quinta em baixa e a bolsa, em alta, bolsonaristas criticaram o recuo do chefe do Planalto apenas dois dias depois de ameaçar o Supremo Tribunal Federal (STF) nos atos de 7 de setembro.

Na carta, Bolsonaro clamou pela harmonia entre os poderes e atestou seu "respeito" às instituições. Na quinta, mais tarde, em sua transmissão ao vivo nas redes sociais, o presidente já havia tentado minimizar o recuo ao dizer que a perda de apoio da base depois da publicação do documento seria revertida em poucos dias.

"Alguns querem imediatismo. Se você namorar e casar em uma semana, vai dar errado o seu casamento", acrescentou Bolsonaro no período da manhã desta sexta, na mesma linha do dito na Live de quinta. "A gente vai acertando."

De acordo com o ex-presidente da República Michel Temer, que ajudou na produção do documento, Bolsonaro está convencido de adotar uma postura de diálogo daqui para frente, após o presidente do Supremo, Luiz Fux, alertar ao presidente que sua promessa de descumprir uma ordem judicial configura crime de responsabilidade. No meio político, contudo, ainda há dúvidas se o recuo será perene.

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Fernando Holiday promete "distância segura" de Ciro Gomes nos atos de 12 de setembro

IMPEACHMENT
10:35 | Set. 10, 2021
Autor Alice Araújo
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O vereador paulistano Fernando Holiday (Novo-SP) garantiu que manterá “distância segura” de Ciro Gomes, durante a participação nos atos de 12 de setembro, organizados pelo MBL (Movimento Brasil Livre) e pelo Vem Pra Rua. As manifestações serão realizadas na Avenida Paulista e tem como objetivo pedir o impeachment de Jair Bolsonaro (sem partido).

Holiday e Ciro têm um histórico turbulento em suas atuações políticas. Ciro Gomes chegou a chamar o vereador de “capitãozinho do mato” mais de uma vez, durante entrevistas, e foi processado pelo parlamentar por racismo. No episódio, o pré-candidato à Presidência foi condenado pela justiça a penhorar um carro de luxo para indenizar Holiday.

O vereador do Novo se manifestou contra a participação de Ciro Gomes nos atos e afirmou que “jamais” se aliaria ao político. “Ciro é condenado por ofensas racistas, tem um histórico autoritário no Ceará e já ameaçou “receber Moro na bala’”, criticou. No Twitter, Holiday reforçou sua opinião contrária à presença de Ciro. “O coronel racista não representa a terceira via. Não concordo com nem 1% de suas pautas e ideologias”, declarou ao reprovar a participação de político cearense.

Ex-militante do MBL, o vereador ainda reforçou ser contrário a uma aliança com a esquerda, o que chamou de “erro grotesto”. Para Holiday, as manifestações do dia 12 devem ser marcadas não somente pelo impeachment de Bolsonaro, mas também pela busca de “uma terceira via de verdade”. “Lula e Bolsonaro representam opções antidemocráticas, a diferença é que um esconde melhor suas intenções”, afirmou o parlamentar.

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Apenas RS, SC e RO têm concentração com abordagem a caminhoneiros, diz ministério

ECONOMIA
08:52 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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O Ministério da Infraestrutura informou nesta sexta-feira, 10, que apenas três Estados registraram ocorrências de concentração de caminhoneiros em rodovias federais na manhã desta sexta-feira: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia. De acordo com o boletim, que considera registros até 7h30 - com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) -,"não há pontos de interdição em rodovias federais" no momento, embora ainda haja aglomerações da categoria espalhadas pelo país e abordagem a outros veículos.
Nos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná não há mais qualquer ponto de retenção nas rodovias.
Já no Mato Grosso e Pará há aglomerações sem prejuízo ao fluxo de veículos.
Este é o quarto dia de manifestações promovidas por caminhoneiros que são a favor do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, e contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na quinta-feira, concentrações foram registradas em rodovias de pelo menos 16 Estados. Na maioria dos locais, apenas carros pequenos, veículos de emergência e cargas de alimentos perecíveis tiveram o trânsito liberado pelos manifestantes.
Segundo o Ministério da Infraestrutura, o número de ocorrências caiu 45% desde a noite de quinta-feira.
O presidente Jair Bolsonaro gravou um áudio pedindo aos caminhoneiros que liberem as estradas do País. Na gravação, Bolsonaro diz que a ação "atrapalha a economia" e "prejudica todo mundo, em especial, os mais pobres". Na quinta, ele se reuniu com caminhoneiros.

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