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Kim convoca "lideranças de todos os partidos" para ato no dia 12 que pede impeachment de Bolsonaro

Segundo o deputado federal, a ideia é fazer um ato histórico, como o Diretas Já
12:49 | Set. 08, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter Política
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O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) convocou lideranças partidárias de todos as siglas a participarem do protestos em defesa do impeachment de Jair Bolsonaro marcados para o próximo domingo, 12 de setembro. A convocação acontece após os últimos ataques do chefe do Executivo contra o Supremo Tribunal Federal e, em especial, ao ministro da Corte Alexandre de Moares, durante ato pró-governo no 7 de setembro. 

Segundo o parlamentar, a ideia é fazer um ato histórico, como o Diretas Já. Kataguiri disse ainda que está se articulando com lideranças políticas, artistas e movimentos sociais. “Lideranças partidárias de todos os partidos têm meu telefone. Estou à disposição. Se ainda não entrei em contato ainda, foi por falha minha, mas nossa manifestação está aberta a todos que queiram participar: lideranças políticas, artistas, movimentos", disse em entrevista ao Antagonista. 

LEIA MAIS l Jogo Político entrevista o deputado federal Kim Kataguiri; assista 

No dia 27 de julho, em entrevista ao programa Jogo Politico, o deputado federal avaliou que um eventual processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro seria mais simples que o imposto contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. 

O parlamentar disse ainda que "em condição normal de temperatura e pressão" não defenderia o impeachment do presidente da República a um ano de terminar o mandato. Porém, ele defendeu que "mais um ano de Bolsonaro realmente o país não aguenta".

 

 

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Ao vivo: Pressionado, Arthur Lira se pronuncia às 12:30 após ataques de Bolsonaro no 7/9

Câmara dos Deputados
12:27 | Set. 08, 2021
Autor Filipe Pereira
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O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) realiza nesta quarta-feira, 8, por volta de 12h30min, um pronunciamento sobre os atos do presidente Jair Bolsonaro após as manifestações pró-governo no feriado do 7 de setembro. Em sua fala, o mandatário acirrou seu embate entre os Poderes e endossou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), em especial ao ministro Alexandre de Moraes. 

A fala do presidente da Casa acontece em meio à pressão de políticos da oposição para que analise o processo de impeachment contra Bolsonaro, após o chefe do Executivo nacional anunciar que irá descumprir decisões do STF. Apesar das cobranças, Lira não tem demonstrado a menor intenção de dar seguimento a um dos mais de 120 pedidos de impeachment apresentados à Câmara.

Assista ao vivo:

 

No Twitter, inúmeras lideranças partidárias se manifestaram contra o pronunciamento de Bolsonaro. O fundador do partido Novo, o empresário João Amoêdo, disse que após o presidente anunciar, “de forma clara”, que não cumprirá “decisões judiciais, não admitirá o sistema eleitoral atual e não sairá do poder”, Lira deveria abrir o processo de impeachment contra o presidente. 

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) disse que a fala de Bolsonaro “foi um misto de desespero e loucura”. Para ele, o presidente mostrou “medo de Bangu 8″, presídio do Rio, e ”cometeu vários crimes que aumentaram a necessidade do impeachment”. Confira outras publicações: 

 

 

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Assista: Fux se manifesta em resposta a Bolsonaro após atos do 7 de setembro

STF
11:57 | Set. 08, 2021
Autor Filipe Pereira
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O Supremo Tribunal Federal (STF) informou que seu presidente, o ministro Luiz Fux, se manifestará nesta quarta-feira, 8, na abertura da sessão da Corte, sobre os atos do 7 de setembro. Em discursos para apoiadores nesta terça-feira, 7, em Brasília e em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro fez ameaças ao Supremo e a integrantes da Corte, em especial ao ministro Alexandre de Moraes.

Na Av. Paulista, o presidente da República não apenas se negou a cumprir as decisões judiciais da Moraes, como pediu a renúncia do ministro do STF. Em Brasília, o mandatário disse, sem citar nominalmente Moraes, que ou o ministro se "enquadra" ou "esse poder pode sofrer aquilo que nós não queremos".

Devido o caráter inconstitucional do pronunciamento presidencial e do debate em torno de mais um crime de responsabilidade praticado por Bolsonaro, a expectativa é que Fux realize um pronunciamento bastante firme.

Acompanhe ao vivo:

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Mourão cita 'maioria confortável', descarta clima de impeachment e critica Moraes

POLÍTICA
11:39 | Set. 08, 2021
Autor Agência Estado
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Embora a discussão dentro dos partidos políticos sobre um eventual apoio ao impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro, tenha crescido após as manifestações governistas com pautas antidemocráticas, o vice-presidente Hamilton Mourão descartou, nesta quarta-feira,8, existir clima no Congresso para aprovar a cassação do chefe do Planalto. Ele também fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alvo preferencial de Bolsonaro nos discursos deste 7 de Setembro.

"Não vejo que haja clima para impeachment do presidente. Clima tanto na população como um todo como dentro do próprio Congresso. Acho que nosso governo tem maioria confortável de mais de 200 deputados. Não é maioria para apoiar grandes projetos, mas é maioria capaz de impedir que grandes projetos prosperem contra a pessoa do presidente", declarou Mourão a jornalistas, em sua chegada ao Palácio do Planalto.

Além do endosso do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), hoje um aliado do governo e que precisaria pautar o tema, a abertura de um processo de impeachment dependeria de voto favorável de ao menos 342 dos 513 deputados, antes de seguir para apreciação do Senado.

Depois de participar da cerimônia de hasteamento da bandeira, na terça, Mourão fez outro aceno a Bolsonaro, com quem tem uma relação conflituosa, ao criticar Alexandre de Moraes. "Eu tenho ideia clara que o inquérito que é conduzido pelo Alexandre de Moraes não está correto. Juiz não pode conduzir inquérito", avaliou o vice-presidente nesta quarta-feira pela manhã.

Em agosto, o ministro do STF incluiu o presidente da República no inquérito das fake news e gerou revolta entre bolsonaristas. Na terça, o chefe do Planalto disse que não vai cumprir decisões do magistrado e afirmou ser necessário "enquadrá-lo".

Na avaliação de Mourão, "tudo se resolveria" se o inquérito nas mãos de Moraes passasse para os cuidados da Procuradoria-Geral da República. O atual PGR, Augusto Aras, é considerado um aliado político do Planalto.

"A gente precisa distensionar. Existem cabeças ali dentro (no Judiciário) que entendem que isso foi além do que era necessário. Conversando a gente se entende", acrescentou o vice-presidente, sobre a tensão entre Executivo e STF.

Mourão, porém, não quis comentar os discursos de tom antidemocrático feitos na terça por Bolsonaro pelo que chamou de "questão ética", mas avaliou as manifestações como "expressivas": "É uma mudança isso aí porque as ruas sempre foram domínio da esquerda."

As declarações foram feitas antes de o vice-presidente embarcar para uma agenda na Amazônia. Devido ao compromisso, ele não deve participar da reunião de Bolsonaro com ministros no Conselho de Governo, que ocorre no período da manhã desta quarta-feira.

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Manifestantes bolsonaristas tentam invadir sede do Ministério da Saúde; veja vídeo!

ATOS DE 7 DE SETEMBRO
11:22 | Set. 08, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Autor
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Manifestantes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro tentaram, na manhã desta quarta-feira, 8, invadir a sede do Ministério da Saúde, em Brasília. A ação acontece um dia após os atos pró-governo realizados no 7 de setembro, Dia da Independência.

Em vídeo que circula pelas redes sociais, o grupo bolsonarista tenta avançar em catracas que ficam na entrada da instituição do governo federal, quando são impedidas pelas Forças de segurança que estavam no local.

Mais informações em instantes

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Agentes de segurança do DF registraram sete tentativas de invasão do STF em atos pró-Bolsonaro

Política
11:02 | Set. 08, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Autor
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Ao menos sete tentativas de invasão ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) foram registradas por forças de segurança do Distrito Federal (DF) durante os atos a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) realizados na última terça-feira, feriado de Independência, na capital federal. A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

De acordo com a coluna, duas tentativas de invasão do STF pelos muros de trás foram interceptadas, além da derrubada de grades e ameaças de avanços por um caminho em frente ao prédio do Itamaraty. Durante os atos da última terça-feira, agentes de segurança usaram bombas de gás para dispersar uma dessas ofensivas de bolsonaristas inflamados.

Autoridades do DF ainda não descartam novos atos nesta quarta-feira, 8, já que alguns apoiadores de Bolsonaro acamparam em Brasília. A expectativa é que o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, abra a sessão desta quarta-feira com uma resposta aos discursos de Bolsonaro, feitos nos atos de 7 de setembro, em que atacou a democracia e ministros da Suprema Corte.

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