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Ciro confirma presença em atos contra Bolsonaro convocado pelo MBL em São Paulo

A adesão aos atos está dividindo a opinião de representantes tanto da esquerda como da direita brasileira
12:56 | Set. 10, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter Política
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O ex-ministro e presidenciável Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta quinta-feira, 10, que deve participar das manifestações deste domingo, 12, contra o presidente Jair Bolsonaro, articuladas por grupos de centro-direita, como Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre (MBL) e Livres. O ato deve acontecer na Avenida Paulista, mesmo local onde o chefe do Executivo mobilizou seus apoiadores no 7 de setembro. 

Em publicação nas redes sociais, o pedetista disse que pretende participar de outras manifestações contra o governo Bolsonaro. “Sempre tentarei ir a outras manifestações que forem convocadas contra Bolsonaro. Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente”, disse.

“Esta luta não é mais um símbolo ou uma metáfora, mas um embate real em defesa da justiça e da liberdade. Ela está acima de pessoas, de partidos ou posicionamentos ideológicos. Estamos às voltas com duas ameaças mortais: uma é a Covid e outra Bolsonaro”, escreveu Ciro.

Ao lado do ex-ministro, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta também já confirmou presença nos atos. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), outro presidenciável em 2022, afirmou que sua participação nos atos ainda está em avaliação.

As manifestações do dia 12 de setembro são uma resposta aos atos pró-governo realizados no feriado do Dia da Independência. O protesto também deve acontecer em Fortaleza, após mobilização do Movimento Brasil Livre (MBL), o Vem Pra Rua e o Juventude Livre. Todavia, a adesão aos atos está dividindo a opinião de representantes tanto da esquerda como da direita brasileira

Em nota oficial na quarta-feira 8, o MBL mudou o tom e convocou “todos os partidos, lideranças civis e agremiações, desde que respeitem a necessidade de deixarem suas pautas particulares e suas preferências eleitorais fora do ato para nos unirmos pelo impeachment”. Antes, o grupo havia adotado o slogan “Nem Lula, nem Bolsonaro” para chamar os atos.

 

 

 

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Varejo opera em nível recorde dentro de série histórica, diz IBGE

ECONOMIA
12:53 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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Após um avanço de 1,2% no volume vendido em julho ante junho, o varejo opera em patamar recorde dentro da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em 2000, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 10. Já o varejo ampliado, que cresceu 1,1% em julho ante junho, está em nível 3,8%, aquém do ápice registrado em agosto de 2012.
O IBGE ainda informou nesta sexta que revisou o resultado das vendas no varejo em junho ante maio, de uma queda de 1,7% para uma alta de 0,9%.
Segundo Cristiano Santos, analista da pesquisa do IBGE, a revisão acentuada é decorrente do próprio modelo de ajuste sazonal, que tem sido afetado por mudanças no padrão de consumo das famílias decorrentes da pandemia de covid-19.
No varejo ampliado, a taxa de junho ante maio foi revisada de um recuo de 2,3% para queda de 2,1%.

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Indígenas marcham pelo centro de Brasília e fazem reivindicações

Geral
12:53 | Set. 10, 2021
Autor Agência Brasil
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Indígenas realizam hoje (10) um ato na região central de Brasília. O grupo reúne participantes da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Indígenas. Segundo os organizadores, cerca de 5 mil mulheres de mais de 172 etnias indígenas estão acampadas próximo à Fundação Nacional de Artes (Funarte), a 5 quilômetros da Praça dos Três Poderes.

Com faixas contra o governo federal e pela manutenção de seus direitos constitucionais, o grupo deixou o acampamento por volta das 9h de hoje e seguiu em caminhada pelo Eixo Monumental até a avenida W3 Sul, de onde foi para a Praça do Compromisso. Na praça, o grupo homenageou a memória do índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, morto, no local, por cinco jovens de classe média que, em 1997, atearam fogo em seu corpo. Durante o ato, um boneco alusivo ao presidente Jair Bolsonaro foi queimado.

A marcha pela região central de Brasília estava prevista para ontem (9), mas, por segurança, os coordenadores decidiram adiá-la. Ainda por segurança, os indígenas optaram por caminhar até a Praça do Compromisso, e não mais até a Praça dos Três Poderes.

"As forças de segurança do Distrito Federal recomendaram que, por precaução, as mulheres ficassem aqui mesmo, no acampamento. Decidimos não fazer a marcha até a Praça dos Três Poderes por entender que ainda há muita gente armada na cidade”, disse ontem Danielle Guajajara à Agência Brasil.

Luta Pela Vida

Desde a última terça-feira (7), os participantes da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Indígenas se somam aos remanescentes do movimento Luta Pela Vida, acampamento indígena que, nas últimas semanas, chegou a reunir 6 mil pessoas na capital federal para acompanhar o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do futuro das demarcações das terras indígenas.

O movimento indígena reivindica pressa na demarcação de novas reservas, com a conclusão dos processos de reconhecimento em fase avançada. E, principalmente, cobra que os ministros do STF refutem o chamado Marco Temporal, tese segundo a qual só teriam direito às terras pertencentes a seus ancestrais as comunidades que as estavam ocupando ou já as disputavam na Justiça em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.

Os índios também se opõem às propostas de liberar a mineração em seus territórios e flexibilizar as normas de licenciamento ambiental em todo o país e ainda cobram ações públicas contra a violência contra as mulheres indígenas e a favor da saúde dos povos tradicionais.

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PT e Psol não participarão de ato convocado pelo MBL contra Bolsonaro em Fortaleza

Manifestação
12:51 | Set. 10, 2021
Autor Filipe Pereira
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O presidente do PT em Fortaleza, deputado Guilherme Sampaio, afirmou nesta quinta-feira, 9, que o partido não deve participar do super protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), marcado para o próximo domingo, dia 12 de setembro. A organização é do Movimento Brasil Livre (MBL), o Vem Pra Rua e o Juventude Livre. 

Segundo o parlamentar, o partido "não tem a tratativa" de integrar as manifestações, estando a legenda mobilizando outro ato para a próxima terça-feira, 14, com partidos progressistas e movimentos sociais. "Dia 14 temos esse ato contra a proposta de reforma administrativa. Todas as nossas atividades relativas à denúncia do governo Bolsonaro são decorrentes das tratativas do movimento Fora, Bolsonaro , que reúne partidos progressistas e movimentos sociais", disse. 

LEIA MAIS l Nomes da esquerda e da direita resistem a ato unificado contra Bolsonaro no próximo dia 12

"Enquanto partido, não. Não vamos participar", destacou o deputado federal José Guimarães (PT). Em entrevista ao site 360 nesta quinta, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), disse que a sigla também não foi convidada para se unir às manifestações e, por isso, não participará dos protestos.

“Essas manifestações já estavam sendo convocadas pelo MBL. Nós não estamos convocando. Também não temos problema nenhum com quem vai participar e não proibimos a participação. […] Nós precisamos reunir o campo democrático e fazer uma construção conjunta. O principal é isso. Não é uma adesão, mas um caminhar conjuntamente. Caminhar ao lado das forças que querem defender a democracia”, disse a senadora petista.

Já a executiva nacional do Psol se reúne na tarde desta sexta-feira, 10, para tratar da questão. Em Fortaleza, segundo o deputado estadual Renato Roseno, a tendência é construir "algo nesses moldes mais amplos" no aniversário da Constituição, no dia 5 de outubro. 

Nesta quinta, o presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, confirmou que o partido não vai aderir aos atos do dia 12 de setembro, convocados pelo MBL, contra Bolsonaro. De acordo com o dirigente, o partido não deve comparecer porque as manifestações não “foram construídas juntas”.

Em nota oficial na quarta-feira 8, o MBL mudou o tom e convocou “todos os partidos, lideranças civis e agremiações, desde que respeitem a necessidade de deixarem suas pautas particulares e suas preferências eleitorais fora do ato para nos unirmos pelo impeachment”. Antes, o grupo havia adotado o slogan “Nem Lula, nem Bolsonaro” para chamar os atos.

A decisão aconteceu após após os últimos ataques do chefe do Executivo nacional contra o Supremo Tribunal Federal e, em especial, ao ministro da Corte Alexandre de Moares, durante ato pró-governo no 7 de setembro.

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Dirigente do Fed diz estar 'muito confortável' com perspectiva de 'tapering'

ECONOMIA
12:38 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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A presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Cleveland, Loretta Mester, afirmou nesta sexta-feira estar "muito confortável" com a perspectiva de a redução gradual nas compras de bônus ("tapering") ocorrer neste ano. Além disso, ela notou que gostaria de que esse processo estivesse concluído até meados de 2022.
Mester considera que o Fed já alcançou as metas de emprego e inflação para começar o tapering.
Segundo a dirigente, a variante Delta da covid-19 é um risco à perspectiva, mas não deve acabar com a retomada econômica.

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Biden vai liberar mais de US$ 25 bilhões para hospitais em fundos de alívio

INTERNACIONAL
12:38 | Set. 10, 2021
Autor Agência Estado
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A administração do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá liberar mais de US$ 25 bilhões em fundos de auxílio para organizações da saúde. A verba vem do orçamento que o Congresso norte-americano aprovou no ano passado para cobrir as despesas financeiras causadas pela pandemia da covid-19. Isso depois da crescente pressão de congressistas e grupos médicos que afirmam que os hospitais estão sendo financeiramente afetados pelo aumento de casos da doença.
O financiamento inclui US$ 8,5 bilhões do American Rescue Plan, plano de resgate da economia americana, para os que atendem pacientes em áreas rurais e fazem parte de programas federais, como o Medicaid e Medicare, segundo autoridades.
Os outros US$ 17 bilhões são para uma ampla gama de provedores que podem registrar perda de receita e despesas associadas à pandemia.
Cerca de US$ 7 bilhões permanecem no fundo para cobrir sinistros de pacientes da covid-19 sem plano de saúde.

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