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Política
NOTÍCIA

Sara Winter desabafa nas redes sociais e diz não reconhecer mais Bolsonaro

A bolsonarista entende que o presidente Bolsonaro está dando muito atenção à esquerda e dando "surra" em quem gosta dele

11:13 | 05/10/2020
Sara Winter utilizou suas redes sociais para reclamar sobre o governo de Bolsonaro (Foto: Reprodução/Facebook)
Sara Winter utilizou suas redes sociais para reclamar sobre o governo de Bolsonaro (Foto: Reprodução/Facebook)

A extremista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, usou as redes sociais para desabafar sobre o governo Bolsonaro. Segundo ela, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está dando “surra” em quem gosta dele e dando muita atenção à esquerda. “Talvez eu devesse virar feminista de novo. Assim pelo menos eu teria atenção do governo, teria sua estima, teria meus direitos restabelecidos”, reclamou.

De acordo com ela, que está em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, o governo está exonerando todas as pessoas que tinham envolvimento com ela, a começar pelo “Ministério da Damares”. Giromini trabalhou em 2019 como coordenadora nacional de políticas à maternidade no Ministério de Mulheres, Família e Direitos Humanos. “Damares? Eu sou a filha que Damares abortou”, critica.

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Giromini ainda alega ter sido obrigada a responder às demandas da imprensa sobre a pasta pública e sem agressões aos jornalistas. Segundo o relato, o general Heleno teria a impedido de xingar os jornalistas porque “eles precisam trabalhar”.

Na opinião da militante, o presidente Bolsonaro nunca a estimou, mesmo ela tendo entregado seu “destino e vida” a ele. “Que inveja eu tenho do Toffoli. Ele pelo menos ganhou um abraço do Bolsonaro”, lamentou, após ver uma imagem em que Bolsonaro e o ministro do STF se abraçam.

A conservadora terminou o texto afirmando sentir saudades de Ustra, coronel do Exército Brasileiro que chefiou o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) durante o período mais duro da ditadura militar brasileira. Ele foi condenado em 2008 pela Justiça Brasileira por seus crimes como torturador durante a ditadura.

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Publicado por Sara Giromini em Domingo, 4 de outubro de 2020