Eleições legislativas na França 'não vão perturbar os Jogos', diz presidente do COI

Em meio à preparação para os Jogos Olímpicos, as novas eleições no país foram marcadas para 30 de junho (1º turno) e 7 de julho (2º turno)

As eleições legislativas na França são "um processo democrático que não vão perturbar os Jogos", garantiu nesta segunda-feira o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) Thomas Bach, durante visita a uma escola em Paris, um dia após o anúncio da dissolução do Parlamento francês.

"Vemos um grande consenso a favor dos Jogos de Paris", insistiu Bach, quando questionado sobre as consequências das eleições legislativas três semanas antes do evento olímpico entre 26 de julho e 11 de agosto.

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"A França está habituada a realizar eleições e vão celebrá-las novamente, haverá um novo governo e um novo Parlamento e todos apoiarão aos Jogos", reiterou o dirigente olímpico.

O presidente do COI foi acompanhado na visita pela prefeita de Paris, Anne Hidalgo, e pelo presidente do comitê organizador dos Jogos, Tony Estanguet.

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Prefeita de Paris expressa preocupação pelas datas das novas eleições

Hidalgo expressou preocupação com a decisão do presidente Emmanuel Macron de dissolver o Parlamento e convocar eleições legislativas após a vitória da extrema direita nas eleições europeias no domingo.

A decisão "pouco antes dos Jogos é muito preocupante", declarou a prefeita, embora tenha esclarecido que "nada poderá arruinar" o evento.

Questionada se poderia "receber o mundo" com um possível primeiro-ministro de extrema direita, Hidalgo respondeu: "Receberei o mundo como prefeita de Paris, com o presidente da República, o presidente do COI e Tony Estanguet".

A autoridade máxima da organização reforçou sua "determinação em organizar grandes Jogos".

"Já tivemos que enfrentar grandes adaptações, uma dezena de eleições desde a criação da comissão de candidatura e sempre soubemos trabalhar com os atores públicos. Estamos na última fase (...), todos os principais as decisões já foram tomadas, agora estamos operacionais", resumiu Estanguet.

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