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Co-circulação de vírus e profissionais com Covid são desafios na 3ª onda em Fortaleza, diz secretária

Na manhã desta quarta-feira, 12, a secretária da Saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite, afirmou que a Capital está vivendo uma terceira onda de casos da Covid-19
13:30 | Jan. 12, 2022
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Na manhã desta quarta-feira, 12, a secretária da Saúde de Fortaleza, Ana Estela afirmou que a Capital vive terceira onda da Covid-19. Durante transmissão ao vivo para anunciar ampliação de leitos para pacientes com síndromes gripais, a secretária analisou as principais dificuldades enfrentadas na pandemia.

"Quando a gente olha as três ondas da Covid-19, a nossa dificuldade na primeira foi principalmente adquirir Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e estrutura de leitos; na segunda onda, tivemos grande dificuldade em insumos do kit de intubação. Nessa terceira onda, ela vem acompanhada de um co-circulação de outros vírus e do adoecimento dos profissionais", analisou, referindo-se aos casos de Covid, Influenza A e gripe comum.

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Na live, a Prefeitura de Fortaleza apresentou dados do aumento de síndromes gripais na Capital. Em 10 de dezembro, 266 fortalezenses com sintomas gripais foram atendidos nas UPAs e outros 390 recorrerram aos postos de saúde. Um mês depois, em 10 de janeiro, esse número foi a 1.081 atendimentos e 2.939 atendimentos, respetivamente. No mesmo período, as solicitações de internação em enfermaria e em UTI passaram de seis pacientes para 18 pacientes.

"Isso representa apenas os pacientes atendidos com síndrome gripal, mas tem todas as outras doenças que a população também necessita de atendimento e procura esses serviços", pontuou a secretária municipal da Saúde, Ana Estela Leite, enfatizando a sobrecarga que os equipamentos têm sofrido.

Na live, o prefeito José Sarto (PDT) apontou balanço segundo o qual cerca de 1.300 profissionais de saúde na Capital estão afastados das funções após testarem positivo para Covid-19.

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