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Prefeitura inicia levantamento de dados para planejar soluções ao comércio na José Avelino

O levantamento ocorre por meio de uma unidade móvel de atendimento da Secretaria da Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE), situada no estacionamento do Mercado Central
23:05 | Ago. 26, 2021
Autor Gabriela Almeida
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Gabriela Almeida Repórter O POVO
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A Prefeitura de Fortaleza vai estar, desta quinta-feira, 26, até o dia 3 de setembro, levantando dados das pessoas que atuam no comércio informal da rua José Avelino e entorno. Iniciativa é estratégia do Comitê criado pelo órgão para dialogar com feirantes e visa fazer um diagnóstico da comercialização para propor soluções à área. O levantamento ocorre por meio de uma unidade móvel de atendimento da Secretaria da Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE), situada no estacionamento do Mercado Central.

Os agentes vão atuar no espaço de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas. Conforme Prefeitura, os dados coletados devem dar uma dimensão de quantas pessoas atuam na área e trazer outras informações para o Comitê, que após análise deve pensar em ações de "reordenamento do centro da Cidade", buscando não prejudicar os trabalhadores que dependem do espaço para ter renda.

A coleta ocorre cerca de uma semana após um confronto entre feirantes e a Guarda Municipal resultar na morte de um comerciante. Os agentes teriam ido ao local de madrugada para impedir a feira, que é proibida em decreto estadual vigente. Contudo, ambulantes relataram violência da parte dos guardas, que teriam disparado balas de borracha contra eles.

Uma arma de fogo foi usada na ação e um tiro dela atingiu o feirante Naison Abdenego de Sousa Barros, de 31 anos, que chegou a ser levado para uma unidade hospitalar mas não resistiu ao ferimento e veio a óbito. O crime é investigado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e ainda não há informações se o autor do disparo que vitimou o comerciante foi um dos agentes da Guarda Municipal.

Logo em seguida ao confronto o prefeito da Cidade, José Sarto (PDT) anunciou a criação de um Comitê para dialogar com feirantes e trazer soluções "dignas" a um embate que já ocorre há anos. O secretário de Governo, Renato Lima, é um dos interlocutores da entidade, que é composta ainda por representantes de órgãos como a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis).

Funcionamento da feira

De acordo com decreto vigente, as atividades de comercialização na José Avelino só podem acontecer dentro de balcões e lojas, sendo proibidas as atividades econômicas em ruas e avenidas da Cidade. Logo após o conflito entre comerciantes e guardas, a Prefeitura suspendeu o comércio atacadista, incluindo lojas e galpões, no entorno da área até o último domingo, 22. 

Nesta quarta-feira, 25, O POVO registrou um movimento intenso na feira durante as primeiras horas da manhã- embora público fosse menor do que o normalmente registrado. Vereadores da oposição estiveram no espaço, em defesa dos feirantes. Além deles, agentes da Prefeitura também estavam presentes, mas para garantir o ordenamento do comércio e evitar aglomerações.

Serviço

Levantamento do comércio informal da rua José Avelino e entorno

Quando: 26 de agosto ao dia 3 de setembro; de segunda a sexta-feira, sempre das 8h às 12h e das 13h às 17h

Onde: Unidade Móvel da SDE - Estacionamento do Mercado Central (Avenida Alberto Nepomuceno, 199 - Centro)

Mais informações: 0800 081 4141

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Prefeitura solicita levantamento de trabalhadores da José Avelino

Fortaleza
00:30 | Ago. 24, 2021
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A Prefeitura de Fortaleza solicitou um levantamento quantitativo de pessoas que trabalham na rua José Avelino e no entorno. O objetivo é cruzar dados para, a partir do diagnóstico do comércio informal na região, discutir e propor soluções, conforme informações da Prefeitura. O requerimento foi feito na noite desta segunda-feira, 23, durante nova reunião do comitê instituído no último dia 18, para dialogar com representantes de vendedores ambulantes.

De acordo com o secretário de governo e interlocutor da Prefeitura no comitê, Renato Lima, o levantamento é importante para avançar nas negociações. Segundo ele, o esperado é que seja recebido o levantamento nesta terça-feira, 24, para que a “real necessidade” seja dimensionada e a partir disso, propor soluções.

O diálogo com o segmento tem contado com a mediação do presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Antônio Henrique. Para o parlamentar, o levantamento solicitado pela Prefeitura será fundamental para se discutir alternativas viáveis para o comércio na região.

O vereador afirmou que a Prefeitura vai fazer o cruzamento de dados para que possa ter a dimensão da quantidade de pessoas que realmente trabalham nesse entorno e conseguir encontrar uma “solução viável para todos”. “Tanto para o poder público, que tem a obrigação de ordenar o espaço público da Cidade, quanto para os trabalhadores, que precisam ter esse trabalho para sustentar suas famílias”, explicou por meio de assessoria.

A reportagem tentou contato com a presidente da Associação dos Feirantes, Silvia Braz, por meio de ligação, às 21h44min e ainda por mensagem via WhatsApp às 21h47min, mas não obteve retorno.

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Prefeitura solicita levantamento de trabalhadores da José Avelino

Fortaleza
22:52 | Ago. 23, 2021
Autor Isabela Queiroz Especial para O POVO
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Isabela Queiroz Especial para O POVO Autor
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A Prefeitura de Fortaleza solicitou um levantamento quantitativo de pessoas que trabalham na rua José Avelino e no entorno. O objetivo é cruzar dados para, a partir do diagnóstico do comércio informal na região, discutir e propor soluções, conforme informações da Prefeitura. O requerimento foi feito na noite desta segunda-feira, 23, durante nova reunião do comitê instituído no último dia 18, para dialogar com representantes de vendedores ambulantes.

De acordo com o secretário de governo e interlocutor da Prefeitura no comitê, Renato Lima, o levantamento é importante para avançar nas negociações. Segundo ele, o esperado é que seja recebido o levantamento nesta terça-feira, 24, para que a “real necessidade” seja dimensionada e a partir disso, propor soluções.

O diálogo com o segmento tem contado com a mediação do presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Antônio Henrique. Para o parlamentar, o levantamento solicitado pela Prefeitura será fundamental para se discutir alternativas viáveis para o comércio na região.

O vereador afirmou que a Prefeitura vai fazer o cruzamento de dados para que possa ter a dimensão da quantidade de pessoas que realmente trabalham nesse entorno e conseguir encontrar uma “solução viável para todos”. “Tanto para o poder público, que tem a obrigação de ordenar o espaço público da Cidade, quanto para os trabalhadores, que precisam ter esse trabalho para sustentar suas famílias”, explicou por meio de assessoria.

A reportagem tentou contato com a presidente da Associação dos Feirantes, Silvia Braz, por meio de ligação, às 21h44min e ainda por mensagem via WhatsApp às 21h47min, mas não obteve retorno.

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Comerciantes realizam feira no entorno da José Avelino mesmo com proibição

Fortaleza
10:33 | Ago. 22, 2021
Autor Gabriel Borges
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Ainda sob a luz da lua, as primeiras lonas foram estendidas ao longo da avenida Alberto Nepomuceno, neste domingo 22. Os feirantes utilizam o trecho entre as ruas Sobral e José Avelino para disputar a atenção dos clientes em busca de garantir o sustento familiar. Desde a última quarta-feira, 18, um decreto proíbe o comércio atacadista, incluindo lojas e galpões, no entorno da rua José Avelino. De acordo com a Prefeitura de Fortaleza, a medida, que possui validade até este domingo, visa reduzir as aglomerações no local.

O POVO esteve no entorno da rua José Avelino desde as primeiras horas da manhã deste domingo, 22. Pouco depois das 4 horas da manhã já era possível observar a presença de alguns feirantes no local. Apesar dos galpões da José Avelino estarem fechados, por imposição do decreto, o número de feirantes no entorno só aumentou durante as primeiras horas da manhã.

"Hoje tá normal, até agora não tivemos problemas. Tivemos bastante problema nos últimos dias, eles (Prefeitura) não estavam deixando a gente trabalhar. É complicado, temos funcionários, aluguel e família", relata Cesar Teixeira, 48. O feirante foi um dos primeiros a chegar no local.

Entre os feirantes, o sentimento é de perseguição. Muitos alegam que não entendem as medidas adotadas pela Prefeitura de Fortaleza. "Já tinham tentado tirar os feirantes daqui pra colocar em outro lugar, mas não conseguem. Essa feira aqui vem de muito tempo. Tem outras feiras na cidade, mas eles sempre implicam com essa", reclama Maria Santos, 50, que possui mais de dez anos como feirante.

Durante as primeiras horas da manhã, antes mesmo do raiar do sol, duas viaturas da polícia estavam estacionadas na esquina das avenidas Alberto Nepomuceno com Pessoa Anta, mas, de acordo com feirantes, nenhum problema foi registrado.

"Quando a gente chegou, elas já estavam lá, mas tá tudo tranquilo. Mas essa semana, você sabe, morreu até um colega da gente", lamenta Santos. Na última quarta-feira, 18, um confronto entre a Guarda Municipal e os feirantes da José Avelino resultou na morte de um dos comerciantes da região. A polícia ainda investiga o caso.

Devido aos últimos acontecimentos, há quem relate que não consegue sentir mais segurança para trabalhar no local, é o caso de Luciene Braga, 52, que vive como feirante há mais de 20 anos. "Nosso dinheiro para comer e pagar aluguel é daqui. Vamos fazer o que se eles tirarem a gente da feira? Aqui está em guerra. Ontem eu não fiquei por medo", desabafa.

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Em parte da madrugada deste domingo, viaturas da Polícia Militar e da Autarquia Municipal de Trânsito (AMC) constantemente circulavam pela região da feira. Agentes da AMC chegaram ao local por volta das 6 horas, mas não houve nenhuma ação contra os feirantes. Uma das faixas da Av. Alberto Nepomuceno estava completamente ocupada pelos produtos expostos na feira.

Apesar da tranquilidade registrada nas primeiras horas deste domingo, os feirantes lamentam a baixa movimentação de clientes. "Cheguei por volta de 5h30min, mas até agora não apareceu ninguém. O movimento tá fraco. Tem acontecido muita coisa por aqui, e as pessoas ficam com medo. Se você olhar aí, só tem feirante", comenta Maria das Dores, 49.

A expectativa dos feirantes é que uma reunião entre os representantes do grupo e a Prefeitura de Fortaleza aconteça nesta segunda-feira, 23. Eles esperam que alguma solução seja encontrada para acabar os conflitos na feira.

"Isso é antigo, mas nunca esteve tão grave como agora. Aqui já foi tranquilo, depois que inventaram essas confusões, acabou perdendo o controle. Espero que resolvam logo, querem tirar essa feira daqui, mas acho que não conseguem", afirma Conceição Araújo, 52.

O POVO constatou que até às 7h30min da manhã deste domingo, a movimentação no local era tranquila, sem registro de conflitos. Apesar da presença considerável de feirantes, a movimentação de clientes no local estava bem baixa. 

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Em nota, a Prefeitura de Fortaleza afirma que as "ações de dispersão de ambulantes que insistem em descumprir as medidas estão sendo realizadas por fiscais e guardas municipais na tentativa de preservar o ordenamento público". A Agência de Fiscalização de Fortaleza alerta que o descumprimento pode resultar em multa e apreensão do material comercializado.

Atualizada às 13h50min

 

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Proibição de comércio na José Avelino preocupa feirantes

IMPASSE
00:30 | Ago. 21, 2021
Autor Gabriel Borges
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Feirantes que dependem das vendas realizadas na rua José Avelino foram surpreendidos com a proibição do funcionamento dos galpões do local, imposta pela Prefeitura de Fortaleza por meio do decreto publicado na última quarta-feira, 18. De acordo com a Prefeitura, a proibição visa reduzir aglomerações, mas a medida não foi bem aceita pelos feirantes do local.

Um dos galpões da rua emitiu um comunicado aos clientes, no qual expressava a surpresa com a decisão da gestão municipal: "Estaremos impedidos de funcionar de quinta-feira, 19, até domingo, 22. Assim como vocês, todos fomos surpreendidos".

Em conversa com O POVO, Queiroz Barbosa, uma das lideranças dos feirantes da região, relata que será tentada a liberação da retomada do comércio na região. "A gente está tentando (a liberação), já que o Centro Fashion tá liberado. Por que os galpões da José Avelino estão fechados e os do Centro Fashion, parceiros da Prefeitura, estão abertos?", indaga Queiroz.

O representante espera que as medidas sejam tomadas sem a promoção de pessoas no campo político. "Quando a gente pede a liberação para a feira da José Avelino, estamos pedindo a liberação para os feirantes. O que eu estou vendo nesse momento é que o espaço está sendo invadido por 'politiqueiros', que querem se promover", opina.

O coronel Eduardo Holanda, secretário de segurança cidadã do município de Fortaleza, destaca que todas as medidas adotadas visam combater a propagação das novas cepas do coronavírus. O secretário destaca que aglomerações não podem ser permitidas e pede a compreensão das pessoas.

"Lembrando que existe também um decreto em vigor, já agradeço a população que está entendendo a importância deste momento e respeitando onde existe toda uma poligonal no entorno da José Avelino, onde o comércio está proibido. Não podemos permitir neste momento, por conta da aglomeração", explica. Ainda de acordo com o secretário, o comitê estabelecido pela Prefeitura e os feirantes estão em busca das melhores condições de segurança e saúde de todos.

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Investigações sobre a morte de ambulante

Na manhã desta sexta-feira, 20, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) informou que a 4ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua as investigações para identificar as circunstâncias da ocorrência que resultou na morte do vendedor Naison Abdenego de Sousa Barrosde 31 anos, na feira da José Avelino.

Segundo a nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), oitivas estão sendo realizadas acerca do caso. Nenhuma outra prisão foi realizada, além das que já haviam sido registradas no dia da ocorrência.

De acordo com a SSPDS, duas pessoas foram autuadas em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência. Uma terceira pessoa, que já foi liberada após pagar fiança, também havia sido autuada em um inquérito policial por dano ao patrimônio público, sob suspeita de ter danificado uma viatura da Guarda Municipal.

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Feirantes buscam liberação do funcionamento do comércio na José Avelino

IMPASSE
15:28 | Ago. 20, 2021
Autor Gabriel Borges
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Feirantes que dependem das vendas realizadas na rua José Avelino foram surpreendidos com a proibição do funcionamento dos galpões do local, imposta pela Prefeitura de Fortaleza por meio do decreto publicado na última quarta-feira, 18. De acordo com a Prefeitura, a proibição visa reduzir aglomerações, mas a medida não foi bem aceita pelos feirantes do local.

Um dos galpões da rua emitiu um comunicado aos clientes, no qual expressava a surpresa com a decisão da gestão municipal: "Estaremos impedidos de funcionar de quinta-feira, 19, até domingo, 22. Assim como vocês, todos fomos surpreendidos".

Em conversa com O POVO, Queiroz Barbosa, uma das lideranças dos feirantes da região, relata que uma reunião com outros representantes da feira está marcada para a tarde desta sexta-feira, 20. Em pauta, está a discussão de um pedido de retomada do comércio na região. "A gente está tentando (a liberação), já que o Centro Fashion tá liberado. Por que os galpões da José Avelino estão fechados e os do Centro Fashion, parceiros da Prefeitura, estão abertos?", indaga Queiroz.

O representante espera que as medidas sejam tomadas sem a promoção de pessoas no campo político. "Quando a gente pede a liberação para a feira da José Avelino, estamos pedindo a liberação para os feirantes. O que eu estou vendo nesse momento é que o espaço está sendo invadido por 'politiqueiros', que querem se promover", opina.

O coronel Eduardo Holanda, secretário de segurança cidadã do município de Fortaleza, destaca que todas as medidas adotadas visam combater a propagação das novas cepas do coronavírus. O secretário destaca que aglomerações não podem ser permitidas e pede a compreensão das pessoas.

"Lembrando que existe também um decreto em vigor, já agradeço a população que está entendendo a importância deste momento e respeitando onde existe toda uma poligonal no entorno da José Avelino, onde o comércio está proibido. Não podemos permitir neste momento, por conta da aglomeração", explica.

Ainda de acordo com o secretário, o comitê estabelecido pela Prefeitura e os feirantes estão em busca das melhores condições de segurança e saúde de todos.

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Investigações sobre a morte de ambulante

Na manhã desta sexta-feira, 20, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) informou que a 4ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua as investigações para identificar as circunstâncias da ocorrência que resultou na morte de um homem de 31 anos, na feira da José Avelino.

Segundo a nota enviada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), oitivas estão sendo realizadas acerca do caso. Nenhuma outra prisão foi realizada, além das que já haviam sido registradas no dia da ocorrência.

De acordo com a SSPDS, duas pessoas foram autuadas em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência. Uma terceira pessoa, que já foi liberada após pagar fiança, também havia sido autuada em um inquérito policial por dano ao patrimônio público, sob suspeita de ter danificado uma viatura da Guarda Municipal.

LEIA TAMBÉM | Controle mais rígido e aumento do número de feirantes antecederam morte na José Avelino

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