62% das estradas federais no Ceará estão com índice bom, diz Dnit

O Estado é o sétimo do Nordeste no índice

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) classificou que dos 2,3 mil km de rodovias federais do Ceará, 62% estão com índice bom. O resultado coloca o Estado como sétimo do Nordeste no índice.

No Estado, o Dnit colocou um orçamento de cerca de R$ 560 milhões. De acordo com a autarquia, foram retomados os trabalhos de duplicação, restauração e melhoramentos da BR-222, que vai garantir a ligação entre os portos marítimos cearenses do Mucuripe e Pecém, essenciais para o escoamento de cargas.

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Ainda na BR-222, foi concluída a duplicação da Travessia Urbana de Tianguá. Com um investimento total em torno de R$ 96 milhões, a obra teve como objetivo garantir maior segurança viária aos usuários, priorizando o fluxo de longa distância.

Foram realizadas intervenções, como a construção de viadutos, passarela, calçadas e ciclo-faixas nos trechos urbanizados, sinalização, restauração da pista existente e execução de vias marginais segregadas das pistas principais.

No Nordeste, durante o ano, a autarquia disponibilizou um orçamento de R$ 6 bilhões distribuídos para os nove estados da região.

Rio Grande do Norte, com 1,5 mil quilômetros de extensão, e Alagoas, com 798,2 quilômetros, foram os estados com maior número de estradas com índice bom, com 80% e 78%, respectivamente. Pernambuco (2,1 mil km), Piauí (2,6 mil km) e Paraíba (1,3 mil km) também tiveram ritmo positivo com 74%, 70% e 69%, respectivamente.

Sergipe e Maranhão tiveram o maior salto nas condições da sua malha. Em Sergipe, atualmente 58% dos 319,2 quilômetros de rodovias federais que cortam o estado estão em boas condições contra 34% registrados em 2022.

Com 3,5 mil quilômetros de rodovias o estado do Maranhão que tinha índice de 34% na faixa bom, em 2022, passou para 57% em 2023.

Já a Bahia, que possui a maior malha rodoviária do país, com cerca de 6,7 mil quilômetros de rodovias sob administração do Dnit, também registrou melhora nas condições das suas estradas no último ano, passando de 49% com índice bom para 65%.

Com Agência Gov

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