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Crise energética: após pressão, Petrobras vai voltar a fornecer gás natural ao Ceará em outubro

A fala é do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, nesta terça-feira, 14, na Câmara dos Deputados, após ter negado, em agosto, o reposicionamento do navio
12:57 | Set. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Beatriz Cavalcante Articulista quinzenal do O POVO
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Desde março que o Ceará está sem o navio de regaseificação no Porto do Pecém que abastecia as térmicas do terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) para geração de energia. Estado já havia tido retorno negativo da Petrobras sobre a retomada da atividade, porém, o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, disse nesta terça-feira, 14, que o reposicionamento da embarcação será feito em outubro.

"A Termofortaleza voltará em outubro com reposicionamento de navio", disse ele, ao vivo, em audiência na Câmara dos Deputados para esclarecer os preços altos dos combustíveis e a situação do acionamento das térmicas ante a crise energética que o País passa.

Até então, o navio regaseificador de gás natural tinha sido movido para a Bahia. O chefe da estatal disse que a movimentação foi feita para aumentar a produção nacional de gás, e que o retorno se dará depois de concluído o arrendamento do terminal baiano. O acordo para isto deve ser feito nesta quarta-feira, 15, afirmou.

O questionamento do fornecimento de gás natural liquefeito ao Ceará foi realizado pelo deputado Danilo Forte (PSDB-CE). O presidente da Petrobras acrescentou ainda que a estatal compensou a queda de entrega de gás para o Nordeste com diesel.

Conforme O POVO publicou em agosto deste ano, o Governo do Ceará já havia recebido um retorno negativo sobre o navio regaseificador Golar Winter, da Petrobras, ao pier 2 do Terminal de GNL no Porto do Pecém.

Sem o navio, o Ceará estava desabastecido de gás natural pela Petrobras, que atende especialmente as termelétricas do Estado e também as demandas dos vizinhos Rio Grande do Norte e Piauí. Quem confirmou a situação à época foi o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará (Sedet), Maia Júnior.

Ainda em agosto, o secretário teve uma reunião com representantes da estatal e questionou sobre o retorno do navio ao Pecém, já que desde março ele zarpou sem que a estatal desse qualquer explicação mais aprofundada do porquê nem de quando seria o retorno.

A resposta, porém, havia sido negativa. Segundo Maia, a explicação que recebeu é que a Petrobras estaria seguindo ordens do Ministério de Minas e Energia, que resolveu suspender o abastecimento no Ceará para incrementar a produção de energia elétrica nas térmicas da Bahia para que elas produzissem energia a ser enviada ao Sudeste.

Maia reclamou, e pontua que isso obriga as empresas a buscarem outras alternativas de abastecimento agravando o risco de desabastecimento energético já que as térmicas são a reserva de emergência do Estado.

"Foi uma escolha (do Ministério de Minas e Energia) que nem foi comunicada ao Estado. O que eu vou dizer para esse investidor que investiu bilhões de dólares nessas termelétricas do Ceará?".

Maia acrescentou que, para o Nordeste, a posição ainda é confortável e não existe risco de desabastecimento: "(Não há risco) Graças aos avanços na produção de energias renováveis no Ceará e nos estados nordestinos - em meio à essa priorização de destinar energia ao Sudeste -, e se não fosse as energias renováveis, mais uma vez nosso Nordeste iria ficar a ver navios."

"Isso é uma insegurança! O que é que eu vou dizer aqui para a Mitsui, que comprou uma parte da empresa do Estado (Cegás) e em outros estados também. "Te vira"?. Porque a minha exigência como Estado é que você precisa garantir abastecimento de gás na indústria, residências. O que eu digo para os investidores que compraram automóveis a gás neste País se não tiver garantia de gás? O que eu digo para os investidores que operam termelétricas no Ceará? A Petrobras retira o seu navio de suprimento de gás do Porto do Pecém sem dizer nada ao Estado", afirmou.

Mas, pelo visto, após a pressão e sessão de debate na Câmara dos Deputados, a Petrobras retomará o fornecimento de gás no Ceará, que é menos poluente em relação ao acionamento das térmicas a carvão.

Antes, a Petrobras havia informado ao O POVO, em nota, que a "disponibilidade de dois navios regaseificadores na frota da Petrobras decorre do processo em curso de arrendamento do Terminal de Regaseificação da Bahia (TRBA), objeto do compromisso assumido pela Petrobras no âmbito do TCC celebrado com o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)".

A companhia dizia ainda que, "conforme previsto no processo, em havendo um vencedor, é esperada a alocação de um novo navio regaseificador pela empresa arrendatária, e a Petrobras poderá deslocar o navio ora posicionado no TRBA de volta para o Terminal do Pecém (TRPECÉM), momento em que os três terminais de regaseificação estarão operacionais".

"Até que haja a assunção de posse do TRBA pela empresa arrendatária e considerando o atual patamar de despacho termelétrico, a manutenção dos navios regaseificadores no terminal da Baía de Guanabara (TRBGUA) e no TRBA assegura uma operação para o sistema com maior disponibilidade total de gás para o sistema brasileiro, o que, juntamente com a operação da UTE Termoceará a diesel (por ser uma usina bicombustível), já oferecida pela Petrobras, provê a máxima oferta total de geração de energia."

"A Petrobras fez com que os estados estruturassem empresas (no Ceará, a Cegás), a estatal concede às empresas operação e distribuição de gás natural e ontem (quinta-feira, 5 de agosto), uma semana após vender seus ativos nessas empresas estaduais tripartite à Cosan - logicamente ainda têm alguns carnavais para serem discutidos, pois há acordos de acionistas e estados e entes privados têm prioridade na aquisição das ações - a Petrobras anuncia ao País que não vai mais garantir gás natural às empresas distribuidoras que ela própria criou", reclamou Maia Júnior.

Solicitação da volta do navio ao Ceará

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) também já havia solicitado à Agência Nacional de Petróleo (ANP) esforços para que a Petrobras colocasse em operação novamente o Terminal GNL do Pecém, no Ceará, até o fim de setembro.

Inaugurado em 2008, o terminal com capacidade de transferir até 7 milhões de m³/dia de gás natural para o Gasoduto Guamaré-Pecém (Gasfor) está parado desde março deste ano.

Nas contas do Ministério de Minas e Energia (MME), a reativação do equipamento viabilizará a operação de importantes usinas no Nordeste e acrescentaria 570 MW de disponibilidade termelétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Essa produção viria do acionamento da Termofortaleza e Termoceará, no Ceará, e da usina Vale do Açu, no Rio Grande do Norte.

Dados do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostram que as termelétricas cearenses movidas à gás natural - que tem um custo menor do que aquelas à diesel - acrescentaram ao sistema uma geração de 423 MWmed, em janeiro, e de 211 MWmed, em fevereiro.

O montante representou apenas 8,05% dos mais de 7,8 mil MWmed produzidos pelas termelétricas a gás no Brasil neste ano até o mês de junho.

 

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Deputado critica Guedes e diz que Estados têm de ser recompensados por ICMS menor

ECONOMIA
14:18 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O deputado José Melto (Podemos-GO) criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes, e disse que há um jogo de empurra-empurra entre o presidente da República e governadores em meio à escalada da alta dos preços dos combustíveis. Ele falou durante debate que ocorre sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à Petrobras no plenário da Câmara, com presença do presidente da empresa, Joaquim Silva e Luna.
"O principal agente não está aqui, que é o Paulo Guedes", disse o deputado, afirmando que o ministro é o responsável pela política cambial.
Na verdade, quem é responsável por atuações no câmbio é o Banco Central, mas a autoridade monetária sempre alerta que suas intervenções estão ligadas à questões de ajustes de mercado, e não busca uma cotação específica.
O deputado, que defendeu a quebrar do monopólio da estatal, disse que a Petrobras virou uma "Geni". "É uma empresa dos acionistas internacionais e nacionais. Quem tem dinheiro aplica, mas quem paga a conta é o povo sofrido brasileiro", declarou.
Melto também disse que o "jogo de empurra" não pode continuar. "Temos que baixar o ICMS?", questionou, respondendo que sim, mas que uma queda drástica do imposto deveria vir acompanhada de uma recompensa para que os Estados tenham como pagar professores e abastecer viaturas policiais.
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) também fez críticas ao chamado "Centrão". "Como disse uma jornalista, o Centrão vai ao velório pega na alça do caixão, mas na hora de se jogar junto para ser enterrado ele tem capacidade política para saber que isso vai levar à morte. Ele sabe que o que acontece hoje com a Petrobras é altamente impopular porque incide na renda da família brasileira."
O deputado também lembrou que, durante a campanha, o então candidato Jair Bolsonaro disse que o preço do gás não passaria de R$ 30, e que o da gasolina não seria superior a R$ 2,50. "General Luna, Bolsonaro é diretamente responsável por isso, e o senhor é co-responsável pela política que gera alto rendimento para os senhores, mas fome para milhares de brasileiros."
Glauber Braga anunciou ainda que dia 25 de setembro 2 de outubro vai ter "uma grande movimentação de atos públicos muito maiores do que em 7 de Setembro, para a derrubada do governo Bolsonaro".

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15 municípios cearenses vão participar de pesquisa do Ministério da Saúde sobre Covid

saúde
14:16 | Set. 14, 2021
Autor Júlia Duarte
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O Ceará é um dos estados escolhidos para participar da Pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 (Precov) no Brasil. O estudo é conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) para estimar quantas pessoas foram infectadas pelo vírus. No Ceará, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) e do projeto Vigiar SUS vão efetivar a pesquisa em 15 municípios cearenses.

A análise pretende chegar a cálculos mais precisos da morbidade e da letalidade pela Covid-19. O estudo vai ser uma das maiores análises sorológicos de Covid-19 registradas no mundo até o momento.

LEIA MAIS | Covid-19: Fortaleza chega a média móvel de menos de um óbito por dia

A pesquisa vai considerar não só o aspecto da infecção por coronavírus, como também as características socioeconômicas e demográficas dos participantes. A estimativa é que 10.985 pessoas serão entrevistadas no Ceará, após seleção pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Todos que aceitarem participar da pesquisa terão uma amostra de sangue coletada para identificar a presença de anticorpos contra a doença. O estudo vai poder dizer também se a pessoa já foi contaminada e/ou desenvolveu imunidade após a vacinação, por meio da análise das proteínas IgG, produzidas pelo organismo com o objetivo de defender o organismo contra agentes infecciosos.

De acordo com a Sesa, todas as informações dos participantes serão mantidas em sigilo, e a secretaria ressalta a importancia de traçar estratégias baseadas em evidências. "Com as informações adquiridas, tomar decisões baseadas em evidências, embasando as respostas em saúde pública”, ressaltou a interlocutora do Vigiar SUS, Viviane Duarte, por meio de nota.

O material será analisado nas unidades de Apoio ao Diagnóstico de Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Ceará e no Rio de Janeiro.
Municípios cearenses que farão parte da pesquisa

Aquiraz
Cascavel
Caucaia
Chorozinho
Eusébio
Fortaleza
Guaiúba
Horizonte
Itaitinga
Maracanaú
Maranguape
Pacajus
Pacatuba
Pindoretama
São Gonçalo do Amarante

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Dólar forte torna todas as commodities mais caras, diz presidente da Petrobras

ECONOMIA
13:57 | Set. 14, 2021
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Depois de ouvir muitas críticas sobre a alta dos preços dos combustíveis, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, salientou que o dólar forte torna todas as commodities mais caras. Ele também disse que cumprirá as regras que estiverem estabelecidas durante debate que ocorre sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa no plenário da Câmara. "Repassamos aumentos estruturais, não os conjunturais, para reduzir volatilidade", argumentou.
Respondendo ao questionamento de um parlamentar, o general disse que a estatal compensou a queda de entrega de gás para o Nordeste com diesel e comentou que a Petrobras saiu da Operação Lava Jato "sozinha" e passou a ser empresa sólida.
Sobre campanha publicitária, ele disse que a decisão foi tomada para esclarecer à sociedade o que cabe à empresa na formação de preço dos combustíveis. "Não é provocação", garantiu.
Reservas em riqueza
O presidente da Petrobras disse também ter pressa de que as reservas brasileiras se transformem em riqueza. "Vamos produzir cada vez mais", previu.
Segundo o general, a estatal teve momento difícil, mas já saiu dessa fase e, direto aos brasileiros afirmou: "orgulhe-se da Petrobras".
Comentou também que os uniformes da companhia emprestam uma espécie de "elegância moral" a todos que têm orgulho de vesti-los. "O que importa para o Brasil, importa para a Petrobras", disse.
Silva e Luna salientou ainda que duas vendas de refinarias foram frustradas, mas que a empreitada será retomada. Além disso, destacou que outras quatro estão em curso.

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Crise hídrica se arrasta e deve perdurar até novembro, diz Silva e Luna

ECONOMIA
13:42 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse nesta terça-feira, 14, que a crise hídrica, com a consequência de uma crise energética, já se arrasta "há algum tempo" e deve perdurar até novembro. "Estamos necessitando de várias mãos para encontrar um caminho", afirmou durante debate que ocorre no plenário da Câmara dos Deputados.
Ele destacou que a companhia ampliou a capacidade instalada e de entrega de gás de 2 GW para 8 GW. "Nosso comprometimento é com a situação que vivemos nesse momento", afirmou, repetindo que a estatal é controlada por vários setores.
O general comentou há um contrato com a térmica de Linhares (ES) até 2025 e que a Petrobras vai cumprir com o fornecimento o gás.
Ele disse que a térmica Norte Fluminense tinha problema, mas voltou a funcionar de forma plena hoje, que a Térmica Santa Cruz está em manutenção programada, mas que volta a operar em 30 de setembro, e que a companhia atende hoje quase toda a demanda de gás no Nordeste.
O presidente da Petrobrs também previu que, em outubro, estará com operações em 100%, além de citar a situação da produção em vários outros Estados questionados pelos parlamentares.

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Petrobras tem forte governança para evitar qualquer desvio

Economia
13:42 | Set. 14, 2021
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O presidente da Petrobras, general da reserva Joaquim Silva e Luna, defendeu hoje (14) a atuação na empresa na política de preço de combustíveis. Durante debate no plenário da Câmara dos Deputados, Silva e Luna disse que a empresa atua para não repassar a "volatilidade momentânea" dos preços internacionais do petróleo para o valor dos combustíveis no Brasil.

Segundo o presidente da empresa, durante o processo de reajuste nos combustíveis, a Petrobras verifica se o aumento se deve a questões estruturais, de longo prazo, ou conjunturais, de curto prazo.

"O que é conjuntural, ela absorve e procura entender ao máximo possível essa lógica de mercado", disse Silva e Luna durante comissão geral da Câmara para debater o preço dos combustíveis das usinas termelétricas.

Gás natural

De acordo com Silva e Luna, a empresa tem uma rigorosa governança corporativa, estando submetida a diferentes órgãos reguladores e de mercado. Silva e Luna disse que desde o início da crise energética, a empresa tem atuado para aumentar a oferta de gás natural no país.

O presidente da Petrobras disse que, dos 14,882 megawatts gerados no país por usinas termelétricas movidas a gás natural, a empresa é responsável, por cerca de 5,6 megawatts.

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa. A Petrobras triplicou a entrega de gás para operação das termoelétricas nos últimos 12 meses e contribui para este momento de crise energética”, afirmou.

Combustíveis

Silva e Luna disse ainda que o interesse da Petrobras é o Brasil e que, parte do preço da gasolina está relacionado à cobertura de custos com produção, investimentos e juros da dívida e outra parte vai pagamento de impostos.

“Petrobras atua para não repassar preço internacional. Faz investimentos selecionados e tem uma forte governança para evitar qualquer desvio".

Silva e Luna disse ainda que do preço médio de R$ 6 reais na gasolina, a Petrobras é responsável por cerca de R$ 2 e que o tributo que mais impacta no preço é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados.

O presidente da Comissão de Minas e Energia (CME), Édio Lopes (PL-RR), disse que o colegiado tem acompanhado o desenrolar da crise energética e que não compartilha uma visão “tão otimista” quanto a do governo.

Lopes citou, além da alta dos combustíveis, o baixa no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do Centro-Oeste e Sudeste e o aumento na utilização das usinas termelétricas mais caras.

O deputado citou ainda o preço do gás de cozinha, do óleo diesel e da gasolina e disse que é simplista atribuir ao ICMS a culpa pela alta dos combustíveis.

“Seria por demais simplista queremos atribuir o elevado preço de combustíveis no Brasil apenas passando a responsabilidade no ICMS que é tributo de fundamental importância para os estados. Em 2001, a gasolina custava R$ 2,90 e a carga tributária era a mesma dos dias atuais. Que a carga tributária, no caso o ICMS, pesa no resultado final do combustível é verdade, mas é simplista dizer que a causa é só essa”, criticou.

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