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Campos Neto: Petrobras repassa preços mais rápido do que ocorre em outros países

11:53 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira, 14, que o efeito da alta de commodities no Brasil em meio à recuperação global do choque da pandemia de covid-19 foi maior e mais rápido no Brasil e que agora se dissemina por outros países pares. "A Petrobras repassa preços muito mais rápido do que ocorre em outros países."
Campos Neto também destacou que a inflação brasileira também foi muito influenciada por fatores climáticos, para além da crise hídrica. "Tivemos onda de calor, depois geadas, depois problemas de chuva."
O presidente do BC também indicou que a avaliação é que a inflação mais prolongada no mundo, com normalização mais lenta.
Campos Neto participou nesta terça do evento MacroDay 2021, do BTG Pactual, que ocorre de forma presencial, seguindo, segundo a instituição, os protocolos sanitários.

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Decreto antecipa flexibilização de fidelidade à bandeira em postos

Economia
11:13 | Set. 14, 2021
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O presidente Jair Bolsonaro publicou, no Diário Oficial da União de hoje (14), um decreto que obriga os revendedores varejistas de combustíveis automotivos a identificar - de forma “destacada e de fácil visualização” - a origem do combustível comercializado.

A medida vale para os revendedores que vendem combustíveis de marcas diferentes da exibida nos postos de revenda. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a decisão flexibiliza a chamada “tutela à bandeira”, pondo fim às restrições impostas aos postos que optem por exibir a marca comercial de um distribuidor, ditos “bandeirados”, que eram proibidos de comercializar combustível de outros fornecedores.

O decreto disciplina a aplicação de uma norma legal prevista na Medida Provisória (MP) 1.063, publicada em agosto. Posteriormente, uma outra MP autorizou a regulamentação dessa matéria por meio de decreto presidencial enquanto não estiver vigente a norma da agência reguladora.

“As disposições do decreto visam, em especial, assegurar que o consumidor seja devidamente informado sobre a origem do combustível que está adquirindo, que deverá ser identificada de forma destacada e de fácil visualização. Nesse sentido, os postos ficam obrigados a expor em cada bomba medidora o CNPJ [Cadastro de Pessoas Jurídicas] e também o nome de fantasia ou a razão social do fornecedor”, justificou a Secretaria-Geral, ao informar que o painel de preços do revendedor deverá exibir também o nome fantasia de seu fornecedor.

Ainda segundo a secretaria, a medida possibilita a antecipação da flexibilização da tutela à bandeira, enquanto a Agência Nacional do Petróleo (ANP) finaliza o rito processual regulatório, de forma a cumprir os objetivos de ampliação da competição no setor de combustíveis.

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Petrobras tem forte estrutura de governança corporativa, diz Silva e Luna

ECONOMIA
10:48 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, enalteceu nesta terça-feira, 14, o trabalho da petroleira, lembrando que a companhia teve três momentos de superação. Para o general, a empresa continua a ser importante e supera a produção de 2 milhões de barris de óleo por dia. "É uma empresa muito, mas muito bem controlada", afirmou durante debate sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à empresa no plenário da Câmara dos Deputados.
Inicialmente, Silva e Luna seria ouvido pela comissão de Minas Energia, mas o evento foi transferido ao plenário para que todos os deputados pudessem participar.
O presidente da estatal afirmou que a Petrobras tem forte estrutura de governança corporativa. "É uma empresa forte, e faz investimentos selecionados, além de ter forte governança evitando qualquer desvio de seu foco, naquilo que faz de melhor."
Ele afirmou que a empresa contribui para o Brasil, principalmente nestes tempos desafiadores e salientou que, em dois anos, a estatal pagou R$ 546 bilhões em tributos.
Na noite de segunda-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou a gestão da Petrobras, causando forte reação nos papéis da petroleira no after hours em Nova York. A mensagem foi publicada no Twitter após a Casa confirmar que o presidente da estatal participaria do debate. "Tudo caro: gasolina, diesel, gás de cozinha. O que a Petrobras tem a ver com isso? Amanhã [terça], a partir das 9h, o plenário vira Comissão Geral para questionar o peso dos preços da empresa no bolso de todos nós. A Petrobras deve ser lembrada: os brasileiros são seus acionistas", escreveu Lira.
O posicionamento de Lira vem na sequência de ataques feitos à política de preços da Petrobras - realizados da oposição a membros do governo, incluindo o presidente Jair Bolsonaro - diante da alta da inflação.
Após as declarações do presidente da Câmara, o ADR da Petrobras em Nova York mergulhou mais de 2% na sessão estendida. Depois de certa oscilação, o papel encerrou o pregão extra da segunda-feira em US$ 10,19, baixa de 1,16%.
O requerimento para a realização do debate da manhã desta terça foi apresentado pelo deputado Danilo Forte (PSDB-CE) e assinado por líderes e deputados de diversos partidos.
O deputado avaliou que o momento era adequado por causa da atual crise hídrica, desencadeada pela escassez de chuvas nas regiões onde estão localizados os reservatórios de hidrelétricas. Para Danilo Forte, o problema se agravou com os atrasos em investimentos de geração e de transmissão.

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Campos Neto: BC não alterará plano de voo a cada número novo de alta frequência

ECONOMIA
10:28 | Set. 14, 2021
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O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira, 14, em seu último evento antes do período de silêncio antes do Comitê de Política Monetária (Copom), que o BC não irá alterar o plano de voo de política monetária a cada número novo de alta frequência de inflação que seja divulgado. Frisou, no entanto, que a taxa Selic será levada onde for preciso para alcançar a meta de inflação. "Vamos levar a Selic aonde precisar, mas não vamos reagir sempre a dados de alta frequência", disse, durante participação no evento MacroDay 2021, do BTG Pactual.
Depois da surpresa negativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto (0,87%), o mercado passou a precificar aumento entre 1,25 ponto porcentual e 1,50 ponto no próximo Copom, neste mês, o que seria uma aceleração do passo ante a última reunião, em que houve alta de 1 ponto.
O presidente do BC afirmou que nunca houve tantos choques de inflação em um período tão curto no Brasil, destacando as surpresas com alimentos, energia elétrica e combustíveis.
Campos Neto reconheceu que a inflação em 12 meses tem rodado bem acima da meta e disse que o BC tem observado os núcleos para verificar a disseminação.
Segundo o presidente do BC, já era esperado o aumento de serviços e reajustes mais fortes em componentes que foram represados.
Campos Neto ainda repetiu que as expectativas de inflação para 2021 e 2022 estão subindo e que o BC está avaliando as diferenças entre as previsões do mercado e do Copom, indicando novamente que podem estar ligadas às estimativas de hiato do produto e de inércia inflacionária.
Percepção sobre inflação de outros BCs
O presidente do Banco Central afirmou que os bancos centrais pelo mundo estavam otimistas com recuperação com menos inflação, com um processo inflacionário temporário, mas isso não está se mostrando verdade. Ele citou os problemas com a falta de semicondutores e que era esperada resolução em seis meses, agora já se espera em um ano.
Segundo ele, a produção de semicondutores só cresceu na pandemia, o que afasta a tese de disrupção de oferta. "Fica mais fácil dizer hoje que tem algo estrutural acontecendo. A gente espera que tenha normalização, mas que está demorando um pouco mais, o que cria uma persistência inflacionária."
O presidente do BC voltou a destacar que as surpresas negativas têm ocorrido por toda a parte. Nos Estados Unidos, Campos Neto repetiu que há uma inflação contratada em virtude dos preços de aluguéis.
Ele ainda repetiu que os esforços para a economia verde têm demandado mais minerais e metais, impulsionando os preços dessas commodities. Mas ponderou que, recentemente, o preço do minério tem tido queda forte, com estabilização de grãos e metais.
Em relação ao crescimento econômico, disse que o mundo ainda está otimista
Ruídos
O presidente do Banco Central reafirmou também que há melhora na dinâmica fiscal do ponto de vista de estoque, fluxo e convergência, mas que há volatilidade no balanço de riscos, que tem sido afetado pelos ruídos derivados da percepção de parte do mercado em relação a alguns programas do governo. "Há um ruído atrelado a vários programas do governo. Tem a percepção de mercado que estão ligados à eleição", disse, citando a intenção de ampliação do Bolsa Família.
Nesse sentido, Campos Neto afirmou que é necessário avançar na mensagem de credibilidade fiscal. "Grande parte das reformas que fizemos não foram apreciadas como deveriam ter sido."
Campos Neto repetiu que as projeções de dívida atuais são similares às realizadas no início do governo, apesar da pandemia de covid-19.
O presidente do BC também rebateu novamente as críticas de que a melhora fiscal deve-se apenas à inflação, afirmando que há outros fatores influenciando também o resultado fiscal.

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Começa audiência na Câmara com Silva e Luna sobre térmicas e combustíveis

ECONOMIA
10:18 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), abriu na manhã desta terça-feira no plenário da Casa o debate com a participação do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, sobre a situação da operação das termelétricas, o preço dos combustíveis e outros assuntos relacionados à estatal. Lira fez apenas a abertura formal da audiência sem dar declarações.
Inicialmente, Silva e Luna seria ouvido pela Comissão de Minas Energia, mas o evento foi transferido ao plenário para que todos os deputados pudessem participar. Esta mudança, que não é usual, mostra a importância que o Legislativo quer dar ao tema.
Na noite de segunda-feira, Lira criticou a gestão da Petrobras, causando forte reação nos papéis da petroleira no after hours em Nova York. A mensagem foi publicada no Twitter após a Casa confirmar que o presidente da estatal participaria do debate. "Tudo caro: gasolina, diesel, gás de cozinha. O que a Petrobras tem a ver com isso? Amanhã [terça-feira], a partir das 9h, o plenário vira Comissão Geral para questionar o peso dos preços da empresa no bolso de todos nós. A Petrobras deve ser lembrada: os brasileiros são seus acionistas", escreveu o presidente da Câmara.
O posicionamento de Lira vem na sequência de ataques feitos à política de preços da Petrobras - realizados da oposição a membros do governo, incluindo o presidente Jair Bolsonaro - diante da alta da inflação. Após as declarações do presidente da Câmara, o ADR da Petrobras em Nova York mergulhou mais de 2% na sessão estendida. Depois de certa oscilação, o papel encerrou o pregão extra em US$ 10,19, baixa de 1,16%.
O requerimento para a realização do debate da manhã desta terça foi apresentado pelo deputado Danilo Forte (PSDB-CE) e assinado por líderes e deputados de diversos partidos. O deputado avaliou que o momento era adequado por causa da atual crise hídrica, desencadeada pela escassez de chuvas nas regiões onde estão localizados os reservatórios de hidrelétricas. Para Danilo Forte, o problema se agravou com os atrasos em investimentos de geração e de transmissão.

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EUA têm sido questionado por volumoso gasto na pandemia, diz Campos Neto

ECONOMIA
10:13 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira que os Estados Unidos têm sido questionados pelo volumoso gasto na pandemia de covid-19. Segundo ele, a recuperação global parou de ter surpresas positivas, com especial fraqueza na Ásia, à exceção da China.
Campos Neto também destacou que a recuperação da Europa preocupa um pouco mais, porque a volta está mais lenta. Em relação aos emergentes, disse que a maioria já voltou ao nível pré-pandemia e que a recuperação tem surpreendido em 2021, mas há revisão para baixo para 2022, como o Brasil.
Ele ainda ressaltou que os novos óbitos por milhão no Brasil por causa da pandemia de coronavírus convergiu para níveis semelhantes aos de países desenvolvidos, até melhor do que alguns, segundo o presidente do BC. "Temos programa histórico de vacinação com muito sucesso", citou, destacando que o País já começou a vacinação de adolescentes e a terceira dose para idosos.
Campos participa nesta terça do evento MacroDay 2021, do BTG Pactual, que ocorre de forma presencial, seguindo, segundo a instituição, os protocolos sanitários.

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