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Varejo farmacêutico nacional fatura R$ 66 bilhões em um ano e mira indústria de exportação

Montante representa crescimento de 14,69% nos últimos 12 meses com 2,81 bilhões de produtos farmacológicos comercializados em 910 milhões de operações
13:19 | Set. 13, 2021
Autor Alan Magno
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Alan Magno Estagiário do O POVO Online
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Entre agosto de 2020 e julho de 2021, o setor varejista farmacêutico no Brasil computou faturamento estimado em R$ 66,07 bilhões. Montante representa crescimento de 14,69% nos últimos 12 meses, conforme levantamento feito pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP) e divulgado nesta segunda-feira, 13, pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Segmento computa 27.476 empregos diretos e outros 162.230 postos indiretos como colaboradores no primeiro semestre de 2021 e consolida crescimento acelerado em meio a fragilidade econômica gerada pela pandemia de Covid-19. Foram 2,81 bilhões de produtos farmacológicos comercializados em 910 milhões de operações nos últimos 12 meses. 

No evento, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga destaca o amplo potencial de crescimento do setor impulsionado pela maior demanda gerada pela pandemia de Covid-19, porém, frisa a necessidade de modernização no segmento

"É necessário que seja mantido os investimentos na área, principalmente com relação a perspectiva industrial do segmento, não apenas para o consumo e atendimento interno, mas também pensando em exportação farmacológica", destaca.

O segmento de saúde suplementar no País e a cadeia farmacológica nacional, desde a produção de medicamentos até o consumo pelos brasileiros, na visão do gestor federal de saúde representa um núcleo estratégico para o desenvolvimento do País. "Não são apenas as farmácias, temos indústrias da produção de matérias primas, de insumos, toda cadeia química, bioquímica, de atendimento", complementa. 

Queiroga frisa que a constituição de hubs de saúde devem ser estruturados em diversas regiões do País em médio e longo prazo pelo segmento ser "motor indiscutível da economia". Como impulsionadores deste cenário, o ministro pontua a perspectiva de reforma tributária específica para produção e comercialização de medicamentos, a digitalização da cadeia, com fortalecimento do comércio digital e uma maior demanda gerada pelas preocupações com a pandemia. 

Tendências de comércio para o setor

Outro fator associado ao crescimento do segmento farmacológico no País é a adesão de serviços de telemedicina. Scott Langdoc, líder global da Cadeia de Varejo da Amazon Web Services, pontua que para o setor varejista de farmácias no Brasil, a digitalização deve ser a chave para expansão. 

Entre as novas tendências que devem se consolidar nos modelos de negócios para a área estão: 

  • Dinamicidade na compra, com ampla adesão de serviços de atendimento automatizados
  • Investimento em marcas autorais
  • Atendimento personalizado e intimista com cada cliente
  • Monitoramento de dados e padrões de consumo para experiências individualizadas de compra
  • Ampliação intensa de vendas online, por site, redes sociais e plataformas de marketplace

"Os consumidores do setor estão apresentando uma demanda crescente por melhores e mais amplas experiências de consumo, seja com maior independência na compra, facilidade de pagamento, oferta de produtos direcionados para o perfil de cada cliente. Os dados terão papel central na expansão do segmento", pontua Scott. 

Investimentos centrados em experiências de consumo inovadoras, dinâmicas, independentes e com atendimento humanizado e individualizado serão os principais diferenciais entre as grandes redes do segmento. A oferta de produtos e serviços complementares e relacionados a venda de artigos farmacológico irá implementar uma reestruturação física nas farmácias existentes. 

O foco deverá ser o sentimento antes, durante e depois da compra de cada cliente. "Cada marca é diferente, mas definir claramente o conjunto completo de atividades e interações baseadas na tecnologia que podem impulsionar a fidelidade à marca, a frequência e o valor vitalício é uma prioridade crítica e diferenciador de mercado para varejistas de farmácias", reforça o especialista.

Scott detalha sete pontos cruciais de investimentos para as empresas do setor:

>> Personalização da experiência de compra associando valores a cada produto.

>> Execução otimizada de compra com pagamentos digitais e serviços automatizados.

>> Engajamento e consulta de sobre cada consumidor das redes, buscando novos serviços requeridos para melhorar a experiência do cliente.

>> Privacidade, agilidade e segurança nas formas de pagamento.

>> Oferta de entregas dinâmicas, em horários diversos e com consulta prévia ao consumidor devem ser implementadas retorno da empresa com agradecimento ao consumidor pela compra como estratégia de fidelização.

>> Ações de consulta sobre a experiência do cliente com o produto e serviço contratado para criação de banco de dados que guiem reformulações nas unidades de venda.

"Outra perspectiva de crescimento para o segmento é a adoção de métricas de sustentabilidade, de responsabilidade social e no uso de dados para otimizar e aumentar a eficiência dos varejos", complementa.

Ele reforça a necessidade de um monitoramento constante do comportamento dos clientes, especialmente dos motivos que os levam a não comprar algo na unidade como forma de construir um modelo de negócios adaptável a cada padrão de comportamento, seja por região ou por grupo especifico de consumidores. 

"Quanto mais fortalecido estiver o varejo, mais impulsionado será toda cadeia produtiva daquele segmento", complementa ao relacionar as perspectivas de reestruturação industrial da cadeia farmacológica no Brasil com o aumento do consumo dos produtos no País e em eventuais transações econômicas de exportação. 

 

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Grupo Mulheres do Brasil Fortaleza lança projeto para apoiar egressas em processo de liberação

Economia
18:09 | Set. 13, 2021
Autor Laura Beatriz
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O Grupo Mulheres do Brasil Fortaleza lança amanhã, terça-feira, 14 de setembro, às 8h30, no hotel Blue Tree Towers, o projeto “Vozes da Liberdade”. A iniciativa tem como objetivo apoiar egressas em processo de liberação e reinserção social, e é financiada pelo Fundo Dona de Mim, ação que impulsiona microempreendedoras individuais (MEI) impactadas pela crise econômica e social provocada pela pandemia da Covid-19.

 

“O Grupo Mulheres do Brasil inicia esse processo enquanto as mulheres ainda estão cumprindo pena no sistema carcerário, ou as contata assim que saem, como egressas, e se inserem no Programa Um Novo Tempo do Poder Judiciário. As ações oferecidas às internas e/ou egressas possuem, a priori, duas vertentes básicas, a de valorização humana e a de profissionalização como artesãs”, afirma Aline Miranda, membro do colegiado do Grupo Mulheres do Brasil e líder do Comitê Cultura de Paz.

Aline pontua que enquanto na valorização humana são desenvolvidas, com voluntárias e parcerias, as práticas restaurativas, tais como: comunicação não violenta, círculos de construção de paz, constelação familiar e educação em direitos. No aspecto da profissionalização, são qualificadas para produzir artesanato de alto padrão. São agregados a esses acompanhamentos, educação financeira e desenvolvimento de habilidades.

“Nosso intuito é apoiá-las em várias dimensões através de nossa rede de parceiros, para que esta fase seja menos dramática do que costuma ser e que determina, muitas vezes, o ciclo da violência e retorno ao cárcere. Desejamos desenvolver com essas mulheres, uma metodologia que possa gerar condições de empoderamento e de sustentabilidade psicológica e socioeconômica, para que superem a exclusão social e se integrem inteiramente à sociedade, como cidadãs que são”, finaliza Aline Miranda.

O lançamento contará com a presença da vice-presidente nacional do Grupo Mulheres do Brasil e presidente do Fundo Dona de Mim, Sônia Hess; das líderes locais Annette de Castro, Vera Lima e Ethel Whitehurst; além das instituições parceiras que apoiam a execução do Projeto Vozes da Liberdade. A ação também conta com a participação dos Comitês do Grupo Mulheres do Brasil Fortaleza, sob a liderança das voluntárias Aline Miranda, líder do Comitê Cultura de Paz e Defensora Pública do Ceará; a empresária Ethel Whitehurst, líder do Comitê Artesanato; e Vera Lima, empresária e líder do Comitê de Empreendedorismo e Vozes.


Serviço

Lançamento do projeto “Vozes da Liberdade”
Quando: terça-feira, 14 de setembro
Horário: 8h30
Local: hotel Blue Tree Towers

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Acordo com Câmara de Comércio Árabe abre perspectivas de negócios ao Ceará

ECONOMIA
13:48 | Set. 13, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB) assinaram Acordo de Cooperação Técnica, que abre perspectivas para ampliar negócios com o Ceará.



Dentre as ações previstas, está networking na Expo Dubai, que começa em outubro, curso de qualificação de empresas brasileiras para que adequem processos e produtos aos requisitos legais e critérios determinados para serem reconhecidos em países islâmicos.

Além disso, há capacitação de startups brasileiras de áreas como segurança alimentar, logística, sustentabilidade, games que desejem se internacionalizar.

No acordo, também haverá roadshows no Brasil, visando atrair investidores árabes para agendas customizadas em diferentes estados da Federação, tendo como foco o setor público brasileiro.

Serão mapeadas ainda as dificuldades e barreiras encontradas por empresários brasileiros que atuam no mercado árabe para negociar nos países da região e posteriormente elaborado estudo para apresentar o passo a passo necessário à instalação nos países árabes.

O plano de trabalho inclui qualificação de empresas brasileiras para adequação de processos e produtos a exigências de países islâmicos, roadshows, capacitação de startups e estudos de mercado específicos.

E no bojo dos negócios, para Lucas Fiúza, diretor de negócios da Apex-Brasil, essa agenda traz boas perspectivas para o Ceará. “Há uma grande comunidade de ascendência árabe no Ceará e esse estreitamento das relações comerciais com o Brasil pode gerar novos negócios para o nosso estado”, frisa.

 

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Reajuste do valor máximo nos imóveis do Casa Verde e Amarela vai até 15%

ECONOMIA
12:53 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta segunda-feira, 13, de forma unânime, uma reforma no Casa Verde e Amarela (novo nome do Minha Casa Minha Vida). O reajuste será de 10% em empreendimentos das capitais e regiões metropolitanas; 15% para cidades com 50 mil e 100 mil habitantes; e 10% entre 20 mil e 50 mil habitantes. Já as com menos de 20 mil habitantes não terão reajuste.

A aprovação é para fazer frente à disparada da inflação das obras. O conselho aprovou um aumento generalizado nos valores máximos das casas e apartamentos comercializados dentro do programa habitacional.

A última alteração ampla nos tetos do programa aconteceu em fevereiro de 2017. Depois disso, aconteceram apenas ajustes pontuais.

A decisão do conselho curador do FGTS atendeu um pleito da indústria imobiliária, que passou a cancelar empreendimentos dentro do Casa Verde e Amarela alegando que as margens não ficavam mais de pé com a escalada dos custos dos materiais. O INCC acumulado dos últimos 12 meses chegou ao recorde de 17,3%.

O conselheiro Abelardo Campoy Dias, representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), disse durante o encontro que a medida atende apenas parcialmente o setor imobiliário, mas é considerada positiva.

"Embora o reajuste não seja suficiente para cobrir a alta dos insumos, traz um certo equilíbrio e permite ao setor retomar projetos que tinham ficado inviáveis", avaliou. "Embora não atenda totalmente os anseios do setor da construção, ele é muito bem-vindo", acrescentou.

Na mesma reunião nesta segunda-feira, o conselho curador do FGTS também aprovou de forma unânime o aumento de 0,25% do subsídio concedido para diminuir o valor das prestações para os mutuários com renda familiar mensal de até R$ 2 mil, enquadrados no grupo 1 (antiga faixa 2 do Minha Casa Minha Vida).

O conselheiro Daniel Ferreira, representante do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu que esse esforço do fundo na concessão do subsídio é pequeno para ajudar as famílias de baixa renda. "São pequenos acréscimos no desconto, então entendemos que estamos mantendo as condições de contratação."

Ainda assim, a ampliação desse subsídio a fundo perdido terá impacto na ordem de R$ 460 milhões sobre o FGTS considerando um aumento de 5% no volume total de contratações. Ferreira ponderou, entretanto, que esse montante extra pode ser absorvido pelo próprio do FGTS sem seu orçamento anual entrar no vermelho nos próximos anos.

Essas medidas entrarão em vigor só em 2022. Após a publicação da resolução pelo colegiado, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) terá 30 dias para regulamentar as condições da proposta, e a Caixa Econômica Federal (que é o agente operador do programa) terá mais 30 dias para fazer suas regulamentações próprias. Por fim, os agentes financeiros terão mais 120 para adequarem os sistemas às novas regras.

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Profissionais da segurança pública terão programa habitacional do Governo Federal

ECONOMIA
11:28 | Set. 13, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Os profissionais da segurança pública terão programa habitacional voltado para a categoria anunciado nesta segunda-feira, 13, pelo Governo Federal, com a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O Habite Seguro será lançado às 16h30min, no Palácio do Planalto, e é visto como um aceno do governo Bolsonaro à categoria. 

A gestão do Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação para Profissionais da Segurança Pública ficará à cargo da Caixa Econômica Federal. 

Na ocasião da divulgação, o presidente do banco, Pedro Guimarães, dará mais detalhes do financiamento voltado para a categoria.

 


 

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Programa Juventude Digital vai capacitar 4 mil jovens ainda neste ano

Economia
10:20 | Set. 13, 2021
Autor Irna Cavalcante
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O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), lançou nesta segunda-feira, 13, o programa Juventude Digital. Além de capacitação de jovens na área de tecnologia, o objetivo do programa é fomentar o desenvolvimento da economia digital na capital cearense. A meta é capacitar pelo menos 4 mil jovens ainda neste ano e, a partir do ano que vem, formar uma média de 12,5 mil novos profissionais por ano.

"Fortaleza tem um cinturão digital fantástico, e nosso objetivo é ser a Capital que vai implantar uma das maiores economias digitais do País. Juntos, vamos executar essa política", afirmou o prefeito. 

Para viabilizar o programa, será encaminhado à Câmara dos Vereadores um projeto de lei que cria oficialmente no Município o programa Juventude Digital. 

O programa terá três eixos de formação. O primeiro é capacitar alunos da rede pública municipal a partir do 9º ano. O segundo é a formação em programação e design com foco na inserção de jovens para o  mercado de trabalho. E o terceiro é lançar cursos específicos na área de jogos digitais, em parceria com Sebrae.

Os cursos serão ofertados gratuitamente de forma presencial, virtual e no modelo híbrido e será executado em parceria com diversas secretarias municipais. "É uma política pública permanente para promover a inclusão digital e gerar emprego e renda para os nossos jovens".

Após aprovação do projeto na Câmara, a Prefeitura irá lançar um portal por onde os interessados poderão se cadastrar para participar. Haverá cursos de curta e longa duração.

De acordo com o presidente da Citinova, Luiz Alberto Sabóia, Fortaleza, como a maior economia do Nordeste, é uma cidade de vanguarda, e não poderia ser diferente na área da economia digital.

"Esse programa é, essencialmente, de desenvolvimento econômico da Cidade, para capacitar esses jovens de áreas de baixa renda e colocar num mercado que está superaquecido, sobrando emprego em Tecnologia da Informação e faltando mão de obra, então a gente quer fazer essa ponte. Vamos ter sucesso nessa política e mudar a face econômica de Fortaleza".

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