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Governo zera alíquota de importação de sete vacinas

A lista inclui a vacina contra a gripe, hepatite B, Dtpa, Papilomavírus Humano, Hepatite A, Raiva e a adsorvida contra a difteria, tétano e outras doenças. A medida terá validade de um ano
09:14 | Set. 13, 2021
Autor Irna Cavalcante
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Irna Cavalcante Repórter no OPOVO
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O Governo Federal decidiu zerar as alíquotas do Imposto de Importação das mercadorias de sete tipos de vacinas e outros insumos médicos. Dentre estas, a vacina da gripe, hepatite B e Papilomavírus humano (HPV). A medida, tomada com base nas diretrizes do Mercosul, foi publicada nesta segunda-feira, 13, e tem validade de um ano a partir do início da redução dos impostos.   

De acordo com decisão do Comitê-executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que faz parte do Ministério da Economia, para que o imposto seja zerado, é preciso que a importação tenha um número de doses mínimas. O Governo também estabeleceu as datas em que a redução do imposto começam a valer.

Além dos imunizantes, foi zerada a alíquota de importação, de forma temporária, para os seguintes materiais: lignossulfonatos, policarbonato na forma de pó ou flocos, ligas de níquel e braçadeiras para aferir pressão arterial.

Veja quais são vacinas que terão alíquota de importação zerada:

Contra a gripe

Limite mínimo: 20 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 26/11/2021

Contra a hepatite B

Limite mínimo: 30 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 16/10/2021

Vacina contra a Difteria, o Tétano e a Pertussis (acelular) - dTpa

Limite mínimo: 10 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 01/12/2021

Vacina contra o Papilomavirus Humano 6, 11, 16, 18, (recombinante)

Limite mínimo: 18 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 01/12/2021

Vacina contra a Hepatite A

Limite mínimo: 10 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 24/10/2021

Vacina Contra raiva (inativada)

Limite mínimo: 4 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 16/10/2021


Vacina adsorvida contra a difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Haemophilus influenzae B

Limite mínimo: 20 milhões de doses

Data de início do benefício fiscal: a partir de 01/04/2022

 

 

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Bolsonaro abandona ataques e usa tom conciliador com China: "Essencial na produção de vacinas"

Brics
12:40 | Set. 09, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Autor
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adotou, nesta quinta-feira, 9, um tom conciliador ao tratar da China em encontro virtual da cúpula do Brics. em seu pronunciamento, o chefe do Executivo disse que o país foi essencial para a gestão da Covid-19 no Brasil, em especial pela produção de insumos para vacinas contra a Covid-19.

A fala de Bolsonaro representa um recuso de sua postura agressiva em relação aos chineses durante a pandemia, quando a China era alvo de críticas diretas de ministros como o da Educação, Abraham Weintraub, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. 

Ao se referir à China durante discurso no qual falou sobre parcerias bilaterais com os outros integrantes do Brics (Índia, Rússia e África do Sul), Bolsonaro disse: "Essa parceria tem se mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia no Brasil, tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira são produzidas com insumos originários da China". 

Curiosamente, ao longo da pandemia, os principais ataques de Bolsonaro à China ocorreram por meio de críticas aos imunizantes produzidos no país, exatamente o ponto em que fez elogios em seu discurso nesta quinta. O alvo preferencial de Bolsonaro era a CoronaVac, produzida em parceria do instituto Butantan, ligado ao Governo e distribuída primeiramente em São Paulo. Na época, houve atritos entre Bolsonaro e o governador de SP, João Dória (PSDB).

Outros imunizantes, como o desenvolvida pelo AstraZeneca e produzido no Brasil pela Fiocruz, também depende de insumos chineses para a sua fabricação. A 13ª Cúpula do Brics, grupo formado Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, é realizada por encontro virtual a partir de Nova Deli, na Índia, país que ocupa a presidência do bloco em 2021. 

Polêmicas

Em maio deste ano, o presidente sugeriu que o vírus foi criado em um laboratório na China. Para atestar sua afirmação, ele insinuou que o país asiático se favoreceu economicamente durante a pandemia. “Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês”, declarou. Em resposta, o governo da China avisou que se opõe com firmeza a "qualquer tentativa de politizar e estigmatizar" a pandemia de coronavírus. 

Em outro episódio, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, atualmente fora do governo, afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes que não foi racista e preconceituoso em sua publicação no Twitter em que criticava a China usando o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. "Quem disse que eu sou racista, tem que provar que sou racista. Eu não sou racista. Pela minha origem familiar e pela origem pessoal".

O ministro ainda acusou a China de segurar informações sobre o coronavírus e afirmou que, agora, o país estaria lucrando com leilões de equipamentos hospitalares, como respiradores. A publicação do tuíte por Weintraub gerou críticas na web, sendo que a própria embaixada chinesa repudiou o ministro da Educação. Ele escreveu, usando a fala característica do Cebolinha - que troca a letra "R" por "L".

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Quinze municípios cearenses recebem hoje novas doses da Astrazeneca, Coronavac e Pfizer 

saúde
11:32 | Ago. 24, 2021
Autor Redação O POVO
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Redação O POVO Autor
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Quinze municípios cearenses recebem nesta terça-feira, 24, novas doses de todos os imunizantes atualmente aplicados no Estado -AstraZeneca, Coronavac e Pfizer. A ação é parte do processo de distribuição das vacinas para as Áreas Descentralizadas de Saúde do Ceará, para então serem encaminhados para as demais localidades do Estado.

Recebem novas doses: Aracati, Russas, Limoeiro, Quixada/Canindé( primeira rota); Sobral, Acarau, Camocim (segunda rota), Juazeiro/ Crato, Brejo Santo, Iguatu, Icó (terceira rota) e Taua, Crateús, Tianguá (quarta rota). O transporte é feito de forma aérea ou terrestre.

LEIA MAIS| Ceará recebe 152.420 doses da vacina da AstraZeneca, que serão utilizadas para D2

O Ceará recebeu, na tarde desta segunda-feira, 23, mais 152.420 doses da vacina da AstraZeneca, contra Covid-19. No domingo, 22, chegaram também 97.110 doses da Pfizer, que serão utilizadas para D1 e D2, além de 97.400 doses da CoronaVac.

LEIA MAIS| Covid-19: Ceará começa a vacinar público de 12 a 17 anos até o fim da semana

As doses devem ser encaminhadas aos municípios, contribuindo para o avanço do processo de imunização contra a patologia. Contemplando a população geral, entre 18 e 59 anos, em ordem decrescente, o Ceará já se aproxima de concluir a vacinação de adultos.

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) estima que os municípios cearenses devem iniciar vacinação de crianças e adolescentes, entre 12 e 17 anos, já a partir do fim desta semana- logo após concluírem repescagem da primeira dose.

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