Fronteira do Brasil com Venezuela está calma e aberta, diz Múcio

Fronteira do Brasil com Venezuela está calma e aberta, diz ministro da Defesa

Há 200 agentes das forças armadas brasileiras na fronteira, além de 2.300 em Roraima e um total de 10 mil na Amazônia

O ministro da Defesa José Múcio informou neste sábado, 3, que a movimentação na fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila com baixo fluxo de trânsito e sob monitoramento, após o ataque dos Estados Unidos contra o país venezuelano.

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“Até o movimento automóvel é mínimo possível, de maneira que está tudo calmo, as fronteiras estão abertas, não há nenhuma restrição. (...) Nós estamos só de plantão para ver se surgem novos acontecimentos”, disse o ministro durante uma coletiva no fim da tarde de hoje, 3.

José Múcio afirmou que o governo brasileiro monitora a segurança de seus cidadãos por meio de suporte diplomático. Até o momento, não há registro de vítimas ou feridos da comunidade brasileira na Venezuela.

Conforme o ministro, a embaixada brasileira na cidade de Caracas, capital da Venezuela, acompanha com atenção a evolução dos fatos e a condição dos brasileiros residentes ou que viajam no país.

Durante a coletiva também foi comunicado que um grupo de 100 brasileiros que realizavam turismo na Venezuela conseguiu cruzar a divisa de volta ao Brasil de forma tranquila, contando com a atuação da cônsul-geral na fronteira.

As informações sobre a situação da divisa entre os países sul-americanos foi repassada depois de uma segunda reunião da cúpula do governo brasileiro, realizada às 17h, de hoje, 3, para atualizar a situação da Venezuela.

As reuniões contaram com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por videoconferência, que está na Reestinga da Marambia, no litoral do estado do Rio de Janeiro. A cúpula do governo brasileiro realizou na manhã deste sábado a primeira reunião.

Após a segunda reunião, o ministro reiterou que não há restrições e as fronteiras permanecem abertas, permitindo que brasileiros retornem ao País com auxílio diplomático, se necessário.

Depois do 1° encontro da manhã, José Mucio falou que não há necessidade de reforçar a segurança na fronteira.

O ministro destacou que há 200 agentes das forças armadas brasileiras na fronteira, além de 2.300 em Roraima e um total de 10 mil na Amazônia, que segundo ele, são um contingente suficiente para garantir a segurança.

“A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente suficiente lá, de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Há muitas notícias desencontradas”, informou o ministro da Defesa.

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