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COB vai pagar R$ 4,6 milhões em premiação para medalhistas em Tóquio

Com recorde de 21 medalhas na melhor participação nos Jogos, Comitê distribuirá valores de acordo com medalha e coletividade
Autor - Gazeta Esportiva
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As Olimpíadas de Tóquio chegaram ao fim neste domingo, 8. A delegação brasileira fez história no torneio e somou o maior número de medalhas do Brasil em uma única edição (21), superando 2016, no Rio de Janeiro (19).

Os atletas brasileiros conquistaram sete ouros, seis pratas e oito bronzes. As sete vitórias nos Jogos garantiram a 12ª colocação do Brasil no ranking de medalhas de Tóquio.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) informou que irá premiar todos seus competidores que subiram no pódio. A premiação varia para o nível de coletividade e da medalha conquistada.

O atleta que levou o ouro em modalidades individuais irá receber R$ 250 mil, R$150 mil para prata e R$ 100 mil para quem ficou com o bronze. As competições envolvendo equipes de até seis participantes terão premiações de R$ 500 mil (ouro), R$ 300 mil (prata) e R$ 200 mil (bronze).

Para as disputadas envolvendo um grupo com sete ou mais integrantes, será distribuído R$ 750 mil para os campeões, R$ 450 mil para os segundos colocados e R$ 300 mil para os medalhistas de bronze.

Confira as medalhas do Brasil em Tóquio:

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Olimpíada: cerimônia põe fim aos Jogos "mais difíceis da história"

Esportes
11:24 | Ago. 08, 2021
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A cerimônia de encerramento da Olimpíada de Tóquio (Japão), realizada na manhã (noite no horário local) deste domingo (8) na capital japonesa, pôs um ponto final ao evento de forma parecida com a celebração que iniciou o evento. Ainda em volta com medidas restritivas em relação ao novo coronavírus (covid-19), também não teve público e contou com número reduzido de atletas. Ao final, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, disse que esta foi a Olimpíada “mais difícil da história”.

No início da cerimônia, a ginasta Rebeca Andrade, vencedora de um ouro e uma prata nos Jogos, foi a responsável por carregar a bandeira do Brasil.

Veja fotos da cerimônia de encerramento da Olimpíada de Tóquio

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11:22 | Ago. 08, 2021
Autor O Povo
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Realizada neste domingo, 8, a cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Tóquio começou com a entrada das bandeiras dos 205 países, seguida do desfile dos atletas que participaram nestes Jogos, marcados sobretudo pela Covid e as restrições sanitárias, como a realização de competições com portões fechados.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, recebeu a bandeira olímpica das mãos do presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, neste domingo, na cerimônia. A ginasta Rebeca Andrade, que ganhou medalhas de ouro e prata, foi a porta-bandeira do Brasil no evento.

Confira galeria de fotos:

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Brasil é prata no vôlei feminino após ser superado pelos EUA em Tóquio

Esportes
10:39 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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Os Estados Unidos não deram chance ao Brasil e conquistaram o ouro olímpico no vôlei feminino ao vencerem a final por 3 sets a 0 (parciais de 25/21, 25/20 e 25/14), em 1 hora e 22 minutos de jogo. Na decisão realizada na Arena de Ariake na madrugada deste domingo (8), as americanas finalmente chegaram ao primeiro título em Olimpíadas na modalidade, após três pratas e dois bronzes. Já as brasileiras tiveram frustrado o sonho do terceiro ouro. Curiosamente, os outros dois foram conquistados em finais diante dos Estados Unidos (Pequim 2008 e Londres 2012).

Caminhos da Reportagem deste domingo trata da energia solar no Brasil

Geral
09:54 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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As fontes de energia não renováveis, como o petróleo, o carvão mineral, o gás natural e a energia nuclear, apesar de serem encontradas na natureza em grandes quantidades, uma vez esgotadas, não podem mais ser regeneradas. Enquanto isso, as fontes renováveis são inesgotáveis. Entre elas, estão a hídrica, proveniente da água dos rios; a eólica, do vento; a biomassa, da matéria orgânica; e também aquela que vem do sol, a energia solar. 

O Brasil tem aumentado o uso do sol para esta finalidade; e a energia solar é o tema do Caminhos da Reportagem deste domingo (8). Em 2017, o país ocupava a 26ª posição no ranking mundial de países que mais usam a tecnologia. Em 2019, pulou para a 16ª posição. “Reino Unido, Alemanha e Japão são três países que estão no top 10. Eles têm na média a metade do recurso solar que o Brasil tem”, afirma Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). 

De acordo com Rafael Amaral Shayani, professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília, a quantidade de energia que o sol fornece para a terra é 10 mil vezes maior do que a quantidade que a gente utiliza. Ou seja, se utilizarmos apenas uma pequena fração, ele diz, conseguimos abastecer o mundo inteiro. 

Um segmento de mercado que cresce no Brasil é a chamada geração distribuída solar fotovoltaica, que são os telhados solares, o uso da energia solar junto das residências, de pequenos comércios, de empresas de uma forma geral, como uma padaria, uma farmácia ou um açougue, por exemplo. A energia elétrica é gerada junto do local onde os consumidores a utilizam. 

Nossa equipe de reportagem visitou um prédio em um bairro de Brasília para conhecer a experiência dos moradores com essa tecnologia. O síndico, Geová Parente, justifica a decisão de usar placas fotovoltaicas no condomínio com dois argumentos: energia limpa é melhor para o meio ambiente, e ainda significa economia em dinheiro para os moradores. “A vantagem de você gerar a sua própria energia é que, em primeiro lugar, você não está agredindo o meio ambiente. Em segundo, você tem a garantia de que terá aquela energia por um bom tempo”.  

O programa exibido na TV Brasil ainda vai mostrar o Cine Solar, um cinema movido à luz do sol. Em um veículo adaptado com placas fotovoltaicas, o projeto percorre cidades Brasil afora para levar arte a comunidades indígenas e quilombolas, por exemplo. E por falar em viagem, outra experiência que vamos conhecer é a do Aeroporto de Brasília, que construiu uma unidade de usina fotovoltaica para produção de energia de fonte solar para abastecer parte do consumo do terminal aéreo.

A questão da energia elétrica implica em desafios no Brasil. A analista de conservação do WWF-Brasil Alessandra Mathyas lembra que o país ainda não tem 100% de acesso à energia. Na Região Norte, mais de 1 milhão de pessoas vivem em comunidades isoladas, rurais, ribeirinhas, terras indígenas, “que não estão conectadas à rede de eletricidade e que precisam, como todos nós, ter acesso urgente à energia de qualidade. Isso não é um favor, isso é um direito”. O WWF-Brasil, em parceria com o ICMBio e parceiros locais, instalou pequenos sistemas de energia solar fotovoltaica em comunidades extrativistas isoladas na Amazônia.

O programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, vai ao ar aos domingos, às 20h. Ele é reprisado nas segundas-feiras, às 14h30.

Clique aqui para saber como sintonizar a emissora em canais abertos, em TV por assinatura e por parabólica.

Ficha técnica do programa
Reportagem: Claiton Freita
Produção: Amanda Cieglinski, Claiton Freitas, Natália Neves e Suzana Guimarães
Imagens: André Rodrigo Pacheco
Apoio às imagens: Sandro Tebaldi.e Sigmar Gonçalves
Auxílio técnico; Alexandre Souza
Apoio ao auxílio técnico: Carlos Júnior, Marcelo Vasconcelos, Jairom Rio Branco
Edição de texto: Suzana Guimarães e Flávia Lima
Edição de imagens: André Eustáquio e Jerson Portela

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Olimpíada de Tóquio: Bia Ferreira conquista prata no boxe

Esportes
09:54 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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O sonho era de uma medalha de ouro, mas Bia Ferreira fez história na Olimpíada de Tóquio (Japão) ao conquistar a prata após perder a final da categoria até 60 kg do boxe para a irlandesa Kellie Harrington, por decisão unânime dos juízes, na madrugada deste domingo (8) na Arena Kokugikan.