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Veja fotos da cerimônia de encerramento da Olimpíada de Tóquio

Japoneses encerram Jogos Olímpicos neste domingo, 8, e fazem passagem de bastão para Paris 2024; ginasta Rebeca Andrade foi a porta-bandeira do Brasil
Autor - O Povo
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Realizada neste domingo, 8, a cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Tóquio começou com a entrada das bandeiras dos 205 países, seguida do desfile dos atletas que participaram nestes Jogos, marcados sobretudo pela Covid e as restrições sanitárias, como a realização de competições com portões fechados.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, recebeu a bandeira olímpica das mãos do presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, neste domingo, na cerimônia. A ginasta Rebeca Andrade, que ganhou medalhas de ouro e prata, foi a porta-bandeira do Brasil no evento.

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Brasil é prata no vôlei feminino após ser superado pelos EUA em Tóquio

Esportes
10:39 | Ago. 08, 2021
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Os Estados Unidos não deram chance ao Brasil e conquistaram o ouro olímpico no vôlei feminino ao vencerem a final por 3 sets a 0 (parciais de 25/21, 25/20 e 25/14), em 1 hora e 22 minutos de jogo. Na decisão realizada na Arena de Ariake na madrugada deste domingo (8), as americanas finalmente chegaram ao primeiro título em Olimpíadas na modalidade, após três pratas e dois bronzes. Já as brasileiras tiveram frustrado o sonho do terceiro ouro. Curiosamente, os outros dois foram conquistados em finais diante dos Estados Unidos (Pequim 2008 e Londres 2012).

Olimpíada de Tóquio: Bia Ferreira conquista prata no boxe

Esportes
09:54 | Ago. 08, 2021
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O sonho era de uma medalha de ouro, mas Bia Ferreira fez história na Olimpíada de Tóquio (Japão) ao conquistar a prata após perder a final da categoria até 60 kg do boxe para a irlandesa Kellie Harrington, por decisão unânime dos juízes, na madrugada deste domingo (8) na Arena Kokugikan.

Brasil encerra Tóquio com melhor posição na história no quadro de medalhas

Análise
09:49 | Ago. 08, 2021
Autor Marcelo Romano
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O Brasil terminou a Olimpíada de Tóquio com a melhor campanha da história: 7 ouros, 6 pratas e 8 bronzes. Total de 21 medalhas e a inédita 12º colocação no quadro de medalhas. Por 1 bronze, o Brasil superou a Nova Zelândia. Também ficamos à frente de países com mais investimento esportivo e melhor estrutura como Coréia do Sul, Espanha, Hungria e Polônia.

A melhor campanha em total de medalhas havia sido em 2016 com 19 medalhas. Os 7 ouros de agora, igualaram a Rio 2016. O top 8 do quadro de medalhas ficou assim: Estados Unidos na liderança, conquistada somente no último dia. China em 2º, Japão em 3º, Grã-Bretanha 4º, Rússia 5º, depois Austrália, Holanda e França.

Um recorde de países com conquistas de medalhas em Tóquio: 93 nações que tiveram ao menos um atleta subindo ao pódio. Os países que conseguiram pela 1º vez uma medalha: San Marino com tiro e wrestling, Turcomenistão no levantamento de peso e Burkina Faso no atletismo.

No último dia olímpico, o Brasil ficou com prata nas duas finais que disputou:

Vôlei: A seleção feminina perdeu dos Estados Unidos por 3 a 0. As americanas fizeram uma campanha impecável, com apenas uma derrota na fase de grupos e vencendo os 3 jogos de mata-mata por 3 a 0. Em 15 edições olímpicas é a 1º vez que as americanas conquistam ouro no feminino, após 3 pratas e 2 bronzes. Nas finais de 2008 e 2012, brasileiras e americanas se enfrentaram, com vitória brasileira.

A prata do Brasil foi além do esperado. A equipe entrou como 5º força da competição, após um ciclo olímpico apenas regular. Terminou a fase de grupos em primeiro, venceu Rússia e Coréia do Sul, mas parou diante dos Estados Unidos, o que já havia ocorrido na Liga das Nações.

Boxe: Bia Ferreira perdeu a final olímpica contra a irlandesa Kellie Harrington na categoria 60kg e ficou com a prata.

A brasileira dominou o 1º round terminando com vantagem de 3 a 2. Mas nos 2 últimos rounds não encaixou os golpes e a irlandesa foi melhor, terminando a luta com vitória unanime na decisão dos árbitros. O duelo marcou o encontro das duas últimas campeãs mundiais. Cuba foi o grande destaque do boxe com 4 ouros em 13 possíveis.

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Brasileira mais velha a conquistar medalha, Carol Gattaz vibra: "Honra muito grande"

Tóquio 2020
09:05 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A derrota do Brasil na final do vôlei feminino não foi o resultado esperado, mas a central Carol Gattaz encerra a Olimpíada de Tóquio com uma marca histórica. Aos 40 anos, ela se tornou a mulher brasileira mais velha a ganhar uma medalha em Jogos Olímpicos - superou a levantadora Fofão, que ganhou o ouro em 2008 com 38 anos.

"Fiquei sabendo ontem dessa informação, eu não sabia", disse a atleta, que participou justamente de sua primeira Olimpíada. "É uma honra muito grande na minha idade ser uma medalhista olímpica", emendou.

Carol Gattaz estava afastada das Seleção nos últimos anos, mas chamou a atenção do técnico José Roberto Guimarães pelo ótimo desempenho com a camisa do Minas. Em Tóquio, sua regularidade foi fundamental para a caminhada do Brasil até a final.

Ciente de que ganhou uma oportunidade valiosa, Carol Gattaz procurou curtir todos os momentos nos Jogos Olímpicos, sem pensar no futuro. E, depois de receber a prata, preferiu um discurso positivo para valorizar o resultado.

"Chegar à final é tão difícil, precisamos estar orgulhosos. Se pegar todos os problemas que tivemos, saímos com cabeça erguida, lutamos de todas as formas, sabemos como é desgastante. Claro que eu queria ouro, queria ter jogado mais na final, mas sabemos tudo que significa", destacou.

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Bruno Fratus detona jogadores da seleção de futebol por ausência de agasalho: "Alienados"

Na bronca
07:02 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Medalha de bronze nos 50m livres da natação em Tóquio, Bruno Fratus reforçou o coro daqueles que não gostaram da atitude da seleção brasileira masculina de futebol de não usar o agasalho oficial do Time Brasil na premiação dos Jogos Olímpicos. Os jogadores foram ao pódio com a camiseta oficial da marca esportiva que tem acordo com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

"A mensagem foi clara: não fazem parte do time e não fazem questão. Também estão completamente desconexos e alienados as consequências que isso pode gerar a inúmeros atletas que não são milionários como eles", disse o nadador, em resposta a uma mensagem do chefe da Missão do Time Brasil, Marco Antônio La Porta, sobre o assunto.

Em seu site oficial, o COB emitiu uma nota repudiando a atitude. Ainda por cima, prometeu que "tornará públicas as medidas que serão tomadas para preservar os direitos do Movimento Olímpico".


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