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Ceará aciona Fifa para cobrar dívida de clube paraguaio na negociação de Mateus Gonçalves

Vovô vendeu atacante de 26 anos por cerca de R$ 2,3 milhões ao Cerro Porteño, não recebeu pagamento da segunda parcela e decidiu recorrer à entidade máxima do futebol
15:17 | Set. 13, 2021
Autor Afonso Ribeiro
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Afonso Ribeiro Repórter de Esportes
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O departamento jurídico do Ceará prepara ação na Fifa para cobrar o Cerro Porteño, do Paraguai, por dívida na negociação pelo atacante Mateus Gonçalves, vendido em janeiro deste ano por 420 mil dólares (cerca de R$ 2,3 milhões na cotação da época). A informação foi divulgada inicialmente pelo ge e confirmada pelo Esportes O POVO.

No início de 2021, o Alvinegro selou a transação de 40% dos direitos econômicos do jogador de 26 anos para o clube paraguaio. O acordo foi fechado de forma parcelada: 100 mil dólares de imediato, após o atacante ser aprovado nos exames médicos, 200 mil dólares em julho e 120 mil dólares em setembro.

As cifras da entrada foram pagas no ato da transferência - em torno de R$ 560 mil à época. Os valores do meio do ano, entretanto, estão em aberto e sem pagamento por parte do Cerro, o que motivou o Vovô a acionar a entidade máxima do futebol. O montante é equivalente a pouco mais de R$ 1 milhão na cotação atual.

Pelo cenário, o clube de Porangabuçu projeta que a parcela final, prevista para o final deste mês, também deverá se tornar uma dívida e motivo de nova disputa judicial. Seriam mais R$ 627 mil para os cofres.

Após duas temporadas e 56 partidas disputadas com a camisa alvinegra, Mateus Gonçalves rumou para o Cerro Porteño no começo desta temporada. No Paraguai, o camisa 11 soma 29 jogos e um gol marcado.

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Varejo farmacêutico nacional fatura R$ 66 bilhões em um ano e mira indústria de exportação

ECONOMIA
13:19 | Set. 13, 2021
Autor Alan Magno
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Alan Magno Autor
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Entre agosto de 2020 e julho de 2021, o setor varejista farmacêutico no Brasil computou faturamento estimado em R$ 66,07 bilhões. Montante representa crescimento de 14,69% nos últimos 12 meses, conforme levantamento feito pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP) e divulgado nesta segunda-feira, 13, pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Segmento computa 27.476 empregos diretos e outros 162.230 postos indiretos como colaboradores no primeiro semestre de 2021 e consolida crescimento acelerado em meio a fragilidade econômica gerada pela pandemia de Covid-19. Foram 2,81 bilhões de produtos farmacológicos comercializados em 910 milhões de operações nos últimos 12 meses. 

No evento, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga destaca o amplo potencial de crescimento do setor impulsionado pela maior demanda gerada pela pandemia de Covid-19, porém, frisa a necessidade de modernização no segmento

"É necessário que seja mantido os investimentos na área, principalmente com relação a perspectiva industrial do segmento, não apenas para o consumo e atendimento interno, mas também pensando em exportação farmacológica", destaca.

O segmento de saúde suplementar no País e a cadeia farmacológica nacional, desde a produção de medicamentos até o consumo pelos brasileiros, na visão do gestor federal de saúde representa um núcleo estratégico para o desenvolvimento do País. "Não são apenas as farmácias, temos indústrias da produção de matérias primas, de insumos, toda cadeia química, bioquímica, de atendimento", complementa. 

Queiroga frisa que a constituição de hubs de saúde devem ser estruturados em diversas regiões do País em médio e longo prazo pelo segmento ser "motor indiscutível da economia". Como impulsionadores deste cenário, o ministro pontua a perspectiva de reforma tributária específica para produção e comercialização de medicamentos, a digitalização da cadeia, com fortalecimento do comércio digital e uma maior demanda gerada pelas preocupações com a pandemia. 

Tendências de comércio para o setor

Outro fator associado ao crescimento do segmento farmacológico no País é a adesão de serviços de telemedicina. Scott Langdoc, líder global da Cadeia de Varejo da Amazon Web Services, pontua que para o setor varejista de farmácias no Brasil, a digitalização deve ser a chave para expansão. 

Entre as novas tendências que devem se consolidar nos modelos de negócios para a área estão: 

  • Dinamicidade na compra, com ampla adesão de serviços de atendimento automatizados
  • Investimento em marcas autorais
  • Atendimento personalizado e intimista com cada cliente
  • Monitoramento de dados e padrões de consumo para experiências individualizadas de compra
  • Ampliação intensa de vendas online, por site, redes sociais e plataformas de marketplace

"Os consumidores do setor estão apresentando uma demanda crescente por melhores e mais amplas experiências de consumo, seja com maior independência na compra, facilidade de pagamento, oferta de produtos direcionados para o perfil de cada cliente. Os dados terão papel central na expansão do segmento", pontua Scott. 

Investimentos centrados em experiências de consumo inovadoras, dinâmicas, independentes e com atendimento humanizado e individualizado serão os principais diferenciais entre as grandes redes do segmento. A oferta de produtos e serviços complementares e relacionados a venda de artigos farmacológico irá implementar uma reestruturação física nas farmácias existentes. 

O foco deverá ser o sentimento antes, durante e depois da compra de cada cliente. "Cada marca é diferente, mas definir claramente o conjunto completo de atividades e interações baseadas na tecnologia que podem impulsionar a fidelidade à marca, a frequência e o valor vitalício é uma prioridade crítica e diferenciador de mercado para varejistas de farmácias", reforça o especialista.

Scott detalha sete pontos cruciais de investimentos para as empresas do setor:

>> Personalização da experiência de compra associando valores a cada produto.

>> Execução otimizada de compra com pagamentos digitais e serviços automatizados.

>> Engajamento e consulta de sobre cada consumidor das redes, buscando novos serviços requeridos para melhorar a experiência do cliente.

>> Privacidade, agilidade e segurança nas formas de pagamento.

>> Oferta de entregas dinâmicas, em horários diversos e com consulta prévia ao consumidor devem ser implementadas retorno da empresa com agradecimento ao consumidor pela compra como estratégia de fidelização.

>> Ações de consulta sobre a experiência do cliente com o produto e serviço contratado para criação de banco de dados que guiem reformulações nas unidades de venda.

"Outra perspectiva de crescimento para o segmento é a adoção de métricas de sustentabilidade, de responsabilidade social e no uso de dados para otimizar e aumentar a eficiência dos varejos", complementa.

Ele reforça a necessidade de um monitoramento constante do comportamento dos clientes, especialmente dos motivos que os levam a não comprar algo na unidade como forma de construir um modelo de negócios adaptável a cada padrão de comportamento, seja por região ou por grupo especifico de consumidores. 

"Quanto mais fortalecido estiver o varejo, mais impulsionado será toda cadeia produtiva daquele segmento", complementa ao relacionar as perspectivas de reestruturação industrial da cadeia farmacológica no Brasil com o aumento do consumo dos produtos no País e em eventuais transações econômicas de exportação. 

 

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Ceará e Fortaleza completam somados 10 jogos sem vencer na Série A

10:34 | Set. 13, 2021
Autor Horácio Neto
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Horácio Neto Autor
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Ceará e Fortaleza apresentaram uma queda de desempenho neste momento do Campeonato Brasileiro e, após as derrotas para Grêmio e Atlético-MG, respectivamente, somam juntos 10 partidas sem vencer. Já são cinco rodadas seguidas sem vitórias dos rivais na primeira divisão. A dupla cearense só tem jejum menor que o Santos, há seis confrontos sem triunfos, e o Athletico-PR, com oito partidas sem conquistar os três pontos.

Os clubes que amargam sequências sem triunfo são o Furacão (8), o Peixe (6), o Sport (5), o Vovô (5) e o Leão (5). Dentre os nordestinos com cinco jogos sem comemorar vitória, os pernambucanos ainda jogam na rodada, em casa, contra o Internacional, e podem chegar ao sexto embate. A Chapecoense, clube com maior período sem ganhar nesta edição da Série A, venceu o Bragantino fora e deu fim a marca negativa.

O jejum de vitórias dos rivais da capital cearense se refletiu na tabela. Nos cinco jogos sem vencer, o Ceará somou dois pontos dos 15 possíveis, caindo da sétima colocação para a 11ª. Já o Fortaleza não teve grandes prejuízos e, mesmo obtendo apenas três pontos em cinco rodadas, conseguiu perder só uma posição, saindo do terceiro lugar para o quarto.

Ceará e Fortaleza entram em campo neste final de semana no Brasileirão, pela 21ª rodada, buscando encerrar a marca negativa. O Alvinegro recebe o Santos no sábado, 18, às 21 horas, no Castelão. Já o Tricolor vai a Porto Alegre encarar o Internacional, no Beira-Rio, neste domingo, 19, às 11 horas.

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Tiago Nunes explica saída de Fernando Sobral e avalia atuação do Ceará na derrota para o Grêmio

COLETIVA
15:40 | Set. 12, 2021
Autor Mateus Moura
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Em entrevista coletiva após a derrota por 2 a 0 para o Grêmio, neste domingo, 12, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), pela 20ª rodada da Série A, o treinador Tiago Nunes avaliou o desempenho do Ceará na partida, explicou a saída de Fernando Sobral e comentou sobre as atuações de Vina e Mendoza.

Apesar do Vovô ter tido mais a posse de bola durante a partida (59%) e ter trocado 506 passes, a equipe esbarrou em um sistema defensivo bem montado pelo treinador Felipão e pouco conseguiu produzir ofensivamente. O Alvinegro só teve uma finalização correta no jogo, aos 46 minutos, com Erick.

"Penso que a principal dificuldade que tivemos foi na chegada na última parte do campo, sendo mais agudos, com mais presença ofensiva e finalizações. A equipe teve mais facilidade na construção desde trás, procurando a saída de bola mais curta, mas faltou um pouco mais de profundidade e agressividade para que criássemos mais chances de gol."

A baixa efetividade do sistema ofensivo é algo que perdura desde a época de Guto Ferreira. Com pouca inspiração nas construções das jogadas, o quarteto formado por Lima, Mendoza, Vina e Jael não conseguiu desempenhar um bom futebol.

"Com certeza um dos pontos que precisamos evoluir é a chegada no último terço, a agressividade com movimentos de ataque na última linha do adversário. Mas o futebol não é feito só pela nossa equipe, também tem a equipe adversária, que se propôs a marcar muito bem nossos jogadores e fechou bem os espaços. Precisamos evoluir, mas tem um adversário que conseguiu neutralizar muitas ações nossas por mérito deles."

O treinador de 41 anos comentou, de forma específica, sobre dois atletas: Mendoza e Vina. Tidos como um dos principais atletas do elenco, a dupla não têm conseguido manter a regularidade durante as partidas.

"Particulamente, eu não gosto de personificar em um ou dois jogadores a responsabilidade do resultado, nem quando se ganha e nem quando se perde. O Mendoza cumpriu um papel tático importante. Entendi que até aquele momento (da substituição) ele vinha fazendo uma partida taticamente condizente. Depois acabou caindo um pouco (de rendimento).

Sobre o Vina, que permaneceu em campo até os 43 da etapa final, Nunes ressaltou as qualidades do meio-campista. "O Vina é um jogador extremamente técnico, com potencial de finalização, que em um lance pode desequilibrar. Este tipo de atleta, na minha opinião, tem que ficar em campo mais tempo."

Um dos principais jogadores da temporada, o volante Fernando Sobral foi substituído durante o segundo tempo para a entrada de Marlon. Questionado sobre o motivo da modificação, Tiago Nunes explicou que queria um jogador mais leve para infiltrar no último terço da defesa gremista.

"Sobre a saída do Fernando Sobral, eu optei por um jogador com mais movimento, um pouco mais leve, que tem mais capacidade de chegar no último terço, próximo da área, que é o Marlon. O Fernando é um jogador que tem muita condução de bola e muita força física. Como o Grêmio nos marcou mais atrás, não tinha muito espaço para conduzir essa bola, precisávamos de um jogador um pouco mais leve para chegar neste último terço."

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Luiz Otávio lamenta nova derrota do Ceará como visitante e fala em "aprendizados"

Camisa 13
13:45 | Set. 12, 2021
Autor Afonso Ribeiro
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Depois de mais um tropeço do Ceará fora de casa, na derrota por 2 a 0 para o Grêmio-RS, na manhã deste domingo, 12, em Porto Alegre, pela 20ª rodada da Série A, o zagueiro Luiz Otávio lamentou, mas citou aprendizados para a sequência da temporada e projetou evolução da equipe sob comando do técnico Tiago Nunes.

Na primeira partida sob a batuta do novo treinador, o Alvinegro não conseguiu segurar as investidas do Tricolor e nem levar perigo à meta adversária. No final do primeiro tempo, Diego Souza e Ferreira marcaram os gols que decretaram o placar na Arena do Grêmio.

"Já deu para colocar algumas coisas em prática, mas, infelizmente, a gente começou devagar no primeiro tempo. Quando estava começando a equilibrar a partida, a gente acabou levando os gols. No segundo tempo, a gente até voltou querendo propor mais, mas faltou efetividade e ser mais contundente na hora de jogar e trabalhar a bola. O Grêmio estava fechadinho no segundo tempo porque estava com a vantagem no placar. Infelizmente, a gente não conseguiu finalizar mais para levar mais perigo ao gol adversário e sai daqui derrotado, mas com aprendizados. O Tiago está começando um trabalho muito bom, e eu tenho certeza que a gente vai trabalhar cada vez mais duro para buscar vitória", disse Luiz Otávio em entrevista ao Premiere.

O duelo no Sul foi o décimo compromisso do Vovô longe de casa na atual edição do Brasileirão. Foram seis empates e quatro derrotas, com aproveitamento de 20%, o que torna a equipe de Porangabuçu a pior visitante da competição e a única a não vencer fora dos próprios domínios.

"A gente ainda não venceu fora de casa e sabe que precisa pontuar sempre, pensar nisso em todos os jogos. Infelizmente hoje (domingo) não deu, agora é trabalhar para o próximo jogo", falou o camisa 13. "Cada jogo é uma oportunidade diferente. Esse aqui já não volta mais, não tem base para ficar se lamentando toda hora. É continuar trabalhando. A gente já tem o próximo jogo, agora é focar nele ao máximo para conseguir os três pontos. Nas próximas partidas fora de casa, a gente tem que pontuar e buscar vencer a todo custo. O Tiago vai corrigir, ele sabe o que a gente precisa fazer e vai falar conosco para os próximos jogos", ponderou Luiz Otávio.

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Na estreia de Tiago Nunes, Ceará perde para o Grêmio pela Série A

SÉRIE A
12:58 | Set. 12, 2021
Autor Mateus Moura
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Na estreia de Tiago Nunes, o Ceará foi derrotado para o Grêmio-RS por 2 a 0 neste domingo, 12, pela 20ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Os gols do Imortal foram marcados aos 42 minutos, com Diego Souza, e aos 45 minutos, com Ferreira, ambos no primeiro tempo.

Com o resultado, o Vovô permanece como a única equipe que não venceu fora de casa na competição e chega a sequência de cinco partidas sem vitória, mantendo-se na 11ª colocação, com 24 pontos. O Alvinegro, que está com um jogo a menos na tabela, pode ser ultrapassado por Internacional (12º) e São Paulo (16º), que ainda jogam na rodada. O Grêmio-RS sobe uma posição, indo para o 18º lugar, com 19 pontos.

A equipe comandada por Tiago Nunes volta a campo no próximo sábado, 18, para encarar o Santos-SP, na Arena Castelão, às 21 horas. O Grêmio-RS joga contra o Flamengo, domingo, 19, no Maracanã, Rio de Janeiro (RJ), às 20h30min.

O jogo

A partida começou equilibrada, com as duas equipes avançando suas linhas de marcação para pressionar a saída de bola do adversário. Com isso, os primeiros 15 minutos foram de muita disputa pela bola, mas poucas chances reais de gol.

A partir dos 20 minutos, o Grêmio passou a ter mais volume de jogo e pressionar o Vovô, que encontrava muitas dificuldades para sair do seu campo de defesa pelo excesso de passes errados. O imortal explorava os espaços na intermediária para arriscar chutes.

E foi em uma dessas finalizações que, aos 23 minutos, o Grêmio teve a primeira grande chance da partida. Diego Souza ajeita para Ferreira, que domina na entrada da área e chuta forte para grande defesa do goleiro Richard. A partir de então, o Imortal passou a pressionar o Vovô, que encontrava muitas dificuldades para sair do seu campo de defesa pelo excesso de passes errados.

Aos 30 minutos, o Ceará voltou a crescer na partida. O Vovô tentava furar a defesa gremista, mas sem sucesso. Quando o Alvinegro estava melhor no confronto, no entanto, o Grêmio fez dois gols em sequência. Diego Souza, livre na pequena área, de cabeça, aos 42 minutos, e Ferreira, aos 45, em chute cruzado, colocaram o Imortal em vantagem.

O Ceará voltou para a etapa final buscando o empate, mas com pouca criatividade ofensiva. A equipe de Tiago Nunes pecava nos erros de passe e não conseguia furar a marcação do Grêmio para finalizar no gol de Gabriel Chapecó.

O Grêmio, por sua vez, adotou uma postura mais defensiva, com o objetivo de explorar os contra-ataques. Confortável na partida, já que o Ceará pouco perigo levava — o Vovô só finalizou uma vez de forma correta no gol, aos 46 minutos com Erick —, e com a vantagem de 2 a 0, os gaúchos diminuíram a intensidade e administraram o placar, que permaneceu inalterado no segundo tempo.

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