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Há cinco jogos sem vencer, distância do Ceará para a zona de rebaixamento da Série A diminui

Com 24 pontos, o Vovô está com apenas três pontos de vantagem para o América-MG, primeiro clube a compor a zona de rebaixamento da Série A
14:10 | Set. 12, 2021
Autor Mateus Moura
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Mateus Moura Jornal
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A derrota do Ceará para o Grêmio neste domingo, 12, por 2 a 0, foi a quinta partida consecutiva do Vovô sem vitórias no Brasileirão. A sequência ruim do Alvinegro começa a refletir em sua situação na tabela. Antes entre os primeiros colocados, a equipe de Tiago Nunes está na 11ª colocação, com apenas três pontos de diferença para o América-MG, 17º colocado.

Ainda nesta rodada, o Vovô pode perder duas posições e cair para o 13º lugar. Internacional-RS (12º), com 23 pontos, e o São Paulo (16º), com 22, podem ultrapassar o Alvinegro caso vençam suas partidas.

A última vitória do Ceará no Campeonato Brasileiro aconteceu no início de agosto, no triunfo por 3 a 1 diante do Fortaleza, no Clássico Rei. Desde então, a equipe empatou em casa contra o Atlético-GO e Flamengo, e perdeu para o Corinthians, América-MG e Grêmio, todos fora de casa. O Alvinegro, inclusive, é o único clube da competição que ainda não venceu como visitante.

A sequência, que resultou na demissão de Guto Ferreira e na contratação de Tiago Nunes, coloca o Ceará em estado de alerta no Brasileirão. Apesar de estar com um jogo a menos, o Vovô tem apenas três pontos de vantagem em relação ao América-MG, primeira equipe a compor a zona de rebaixamento. O clube mineiro também possui um jogo a cumprir.

O Grêmio (18º) chegou aos 19 pontos com a vitória diante do Ceará e subiu uma posição na tabela. O Imortal tem dois jogos a menos. O Sport-PE (19º), com 17 pontos, ainda joga na rodada, na Ilha do Retiro, em Recife, nesta segunda-feira, 13, às 20 horas, contra o Internacional-RS. Já a Chapecoense-SC, último colocado com apenas 10 pontos, venceu sua primeira partida na Série A neste sábado, 11, contra o RB Bragantino, por 2 a 1.

Tiago Nunes terá a semana livre para trabalhar e seguir implementando seu estilo de jogo. O Alvinegro terá duas partidas seguidas na Arena Castelão, contra o Santos-SP, no próximo sábado, 18, às 21 horas, e diante da Chapecoense-SC, no sábado seguinte, 25, às 17 horas, para tentar se reabilitar na competição.

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Memorial JK promove celebração de seus 40 anos

Geral
14:13 | Set. 12, 2021
Autor Agência Brasil
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Para celebrar seus 40 anos de fundação e o 119°aniversário de nascimento de Juscelino Kubitschek, o Memorial JK, em Brasília, lançou duas obras literárias neste domingo (12). A primeira é voltada ao público infantil, e tem como título “De Nonô a JK”. A outra é o terceiro volume da coletânea “Memórias do Brasil — Discursos de Juscelino Kubitschek”.  O evento contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e da família do fundador de Brasília. 

Eles depositaram uma coroa de flores na câmara mortuária, onde estão os restos de JK, em sua homenagem. O ex-presidente morreu em 1976, em um acidente de carro, na Rodovia Dutra, próximo a Resende (RJ). 

O livro infantil é fruto de parceria entre o Memorial JK e a Secretaria de Cultura do Distrito Federal, comandada pelo jornalista Bartolomeu Rodrigues. A obra é composta ainda por um livro de colorir e uma linda pasta, e faz alusão ao apelido de infância de JK. Já o terceiro volume de “Memórias do Brasil — Discursos de Juscelino Kubitschek” é a compilação de todos os pronunciamentos feitos por ele em 1958. A publicação é do Conselho Editorial do Senado Federal (Cedit), presidido pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

O lançamento dos dois livros relembra um dos mais férteis momentos da história política do Brasil, com destaque para a trajetória de JK como deputado, prefeito, governador e presidente.

Trajetória

Mineiro de Diamantina, Juscelino formou-se em medicina, mas logo trocou os bisturis pela política. Começou chefiando o gabinete de Benedito Valadares, nomeado interventor federal de Minas Gerais por Getúlio Vargas, em 1933. No ano seguinte, JK foi eleito deputado federal, mas teve o mandato cassado em novembro de 1937, quando Vargas fechou o Congresso Nacional com o apoio das Forças Armadas.

Em 1940, Benedito Valadares o nomeou prefeito de Belo Horizonte. Conciliando a administração da capital mineira com a atividade médica, Juscelino se notabilizou por realizar diversas obras que transformaram Belo Horizonte, passando à história como o “prefeito furacão”. Além de importantes obras de infraestrutura, sua gestão foi marcada pelo início da construção do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Pampulha, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Ainda assim, era quase um desconhecido no restante do país.

Após a deposição de Vargas, em 1945, Juscelino foi eleito deputado constituinte – permanecendo no cargo mesmo após a promulgação da Constituição de 1946. Em 1950, foi eleito governador de Minas Gerais e voltou a convidar Niemeyer para projetar várias obras públicas.

O auge da carreira política de Juscelino se deu em 1955, quando foi eleito presidente da República. Em sua música de campanha, apresentava-se como homem “trabalhador”, “patriota”, vindo das “bateias”, ou seja, de antigas regiões de exploração do ouro em Minas Gerais, que salvaria o Brasil. “Queremos demonstrar ao mundo inteiro e a todos que nos querem dominar que o Brasil pertence aos brasileiros”, dizia o jingle do candidato eleito com o slogan "50 anos de progresso em 5 anos de governo".

Mudança de capital

Ainda durante a campanha, ao fazer um comício em Jataí (GO), em abril de 1955, Juscelino foi questionado por um cidadão, Antônio Soares Neto, se cumpriria a Constituição Federal caso fosse eleito, transferindo a capital do Rio de Janeiro para a região central do país. 

Cinco anos depois, nascia a obra máxima da moderna arquitetura brasileira, inaugurada em 1960, e desde 1972 considerada Patrimônio Cultura da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

JK deixou a presidência em janeiro de 1961, sendo sucedido por Jânio Quadros. Mais tarde, seus anos a frente do governo seriam identificados com o que se chamou de “anos dourados”, embora não livres de polêmicas e denúncias. Eleito senador por Goiás nas eleições extraordinárias de junho de 1961, Juscelino apoiou o regime militar, o qual passou a se opor ao ter seu mandato e seus direitos políticos cassados por dez anos, em junho de 1964.

Exílio

Após dois anos exilado na Europa, JK tentou regressou ao Brasil no fim de 1965. Temendo ser preso, voltou a deixar o país, ao qual só regressou definitivamente em março de 1967. Ocupou alguns cargos públicos até que, em 1976, passou e dedicar-se exclusivamente à administração de sua fazenda em Luziânia (GO). Em 22 de agosto daquele ano, o carro em que ele e seu motorista viajavam se chocou contra um caminhão na Via Dutra. A morte de JK causou comoção nacional e levou centenas de milhares de pessoas às ruas de Brasília, durante seu cortejo fúnebre.

Em 2013, a Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo concluiu que sua morte não tinha sido um acidente, mas sim consequência de um atentado. Um ano depois, no entanto, a Comissão Nacional da Verdade concluiu que a colisão foi acidental.

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Show do primeiro disco de Marisa Monte será exibido na segunda, 13

Música brasileira
14:00 | Set. 12, 2021
Autor Clara Menezes
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Clara Menezes Autor
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Quando Marisa Monte gravou o primeiro disco, no fim da década de 1980, ela já tinha uma certa repercussão entre os ouvintes brasileiros. Seu álbum de estreia “MM” foi gravado ao vivo durante uma apresentação da TV Manchete e se tornou um dos mais vendidos da época. Ela, no ano seguinte, lançou o DVD “MM Ao Vivo”, que será exibido pelo canal Curta! na segunda-feira, 13, às 23 horas.

A obra, registrada em um show no Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, contou com participações especiais do cantor Ed Motta, do maestro Paulo Moura e da banda Nouvelle Cuisine. Conteúdo foi dirigido por Nelson Motta e Walter Salles Jr.

Entre as canções que apresenta, estão “Bem Que Se Quis”, “O Xote das Meninas”, “Negro Gato”, “South American Way”, “Ando Meio Desligado” e “I Heard It Through The Grapevine”.

Além dessas exibições, a semana no canal Curta! trará o documentário “A Casa Azul de Frida Kahlo”, de Xavier Villetard; o filme “Casa de Areia”, de Andrucha Waddington; o quarto episódio da série “O Gene: Uma História Íntima”, de Chris Durrance; e a minissérie “Cuba, A Revolução e o Mundo”, de Mick Gold.

MM Ao Vivo

Quando: segunda-feira, 13, às 23 horas
Onde: no canal Curta! (556 da NET / Claro TV, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra)

Podcast Vida&Arte

O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

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Protestos contra Bolsonaro em cinco capitais têm baixa adesão

POLÍTICA
13:58 | Set. 12, 2021
Autor Agência Estado
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Os atos que ocorreram na manhã deste domingo, 12, em defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro, foram marcados por baixa adesão do público. Organizados pelos grupos de centro-direita Movimento Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua (VPR) e Livres, os protestos foram realizados em cinco capitais brasileiras, sem atrair grandes setores da esquerda. À tarde, estão previstas manifestações em outras dez capitais.
Belo Horizonte e Rio reuniram os maiores contingentes até agora. Na capital fluminense, o grupo começou a se concentrar em Copacabana às 10h. No carro do VPR, um cartaz mostrava o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula (PT) atrás das grades, rompendo a trégua declarada para atrair representantes da esquerda. Organizadores haviam deixado de lado o mote "Nem Bolsonaro, nem Lula" e decidido focar somente no impeachment do presidente da República.
O PDT declarou apoio ao ato, mas o movimento não teve adesão formal de outras das principais siglas de esquerda, como PT e PSOL. Tampouco essa trégua parece ter sido assumida por parte dos ativistas presentes nos atos, como ficou claro em Copacabana.
Os poucos manifestantes de partidos de esquerda presentes na manifestação contra o presidente Bolsonaro no Rio se colocaram ao lado do carro do MBL. Bandeiras do movimento da centro-direita e dos partidos foram balançadas lado a lado na orla. Mais perto do carro do VPR, uma faixa grande reforçava a rejeição ao presidente e ao petista.
Candidato à Presidência pelo Novo em 2018, o empresário João Amoêdo esteve no ato do Rio. Questionado pelo Estadão sobre o embate entre os dois carros de som, que vinham defendendo causas diferentes, ele se colocou ao lado do MBL, que "esqueceu" Lula e se concentrou na bandeira do impeachment.
"A pauta dos brasileiros não é eleição, ‘terceira via’, nada disso", disse. "A gente tem de entender que qualquer construção de um Brasil melhor passa pela saída do Bolsonaro. Se a gente não tiver prioridade total nisso, vai ter ainda mais dificuldade nessa tarefa, que já não é fácil."
'Nosso movimento é de direita'
Em Belo Horizonte, o ato na Praça da Liberdade ganhou força por volta das 11h. Imagens compartilhadas pelo MBL nas redes sociais mostram o público vestido majoritariamente de branco, como pedido pelos organizadores, no intuito de evitar a contraposição entre o vermelho associado à esquerda e o verde e amarelo das manifestações bolsonaristas.
"Não estou nem aí para a participação da esquerda. O nosso movimento é de direita", afirmou o piloto de avião Cláudio Costa Pereira, um dos coordenadores do ato na capital mineira. O estudante de direito César Peret, também parte da coordenação, disse que a participação dos movimentos e partidos de esquerda ficou "no ar", mas os grupos não apareceram.
O PDT, a Rede e o movimento Acredito optaram por apoiar o protesto na capital mineira, mas somente representantes do primeiro apareceram no evento. Por volta de 10h40, um grupo de cerca de 20 pessoas do PDT chegou ao ato, portando bandeiras da legenda e cartazes do ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do partido à Presidência que também deve participar do ato na Avenida Paulista, em São Paulo.
Em Salvador, partidários do PDT, Novo e do Livres se uniram no protesto contra o presidente Jair Bolsonaro no Farol da Barra. Fora do foco planejado para as manifestações pelo Brasil, apenas algumas dezenas de pessoas compareceram.
Alguns transeuntes passaram pelo ponto turístico gritando "fora, Bolsonaro". Apesar do esforço pela união suprapartidária, no microfone aberto, quando militantes do Novo falavam, pedetistas saíam, e vice-versa.
Em São Luís, manifestantes se reuniram na Praça do Pescador a partir das 9h para pedir o impeachment do presidente Bolsonaro. Com faixas e cartazes "Fora, Bolsonaro", o movimento uniu o MBL a representantes do Novo, PDT, Cidadania e Rede, além de integrantes de igrejas evangélicas, em críticas ao presidente.
Para o presidente estadual do Novo no Maranhão, Leonardo Arruda, "Bolsonaro é o maior estelionatário eleitoral do século 21": "Ele enganou todos os seus eleitores e grande parcela da população. Crime de responsabilidade fiscal é carta marcada de seu governo. O impeachment é a saída".
Na capital do Espírito Santo, a manifestação começou às 9h30, na Praça do Papa. Após a concentração, os manifestantes saíram em carreata pela Terceira Ponte até chegar à Prainha, em Vila Velha. Segundo a PM, cerca de 80 veículos participaram do ato, que foi encerrado sem ocorrências.
Diferentemente do que foi decidido em alguns Estados, no Espírito Santo a manifestação manteve o lema "nem Lula, nem Bolsonaro". Por isso, partidos como o PT e o PSOL não aderiram aos atos. O PSB e o PDT convocaram a militância para os protestos, mas não houve grande adesão.
"Querem dizer que só existe Lula e Bolsonaro, mas não é verdade. Temos tempo hábil de buscar um outro nome que respeite a democracia, que respeite as instituições e que, fundamentalmente, tenha condições de fazer a gestão do Brasil", afirmou Gustavo Peixoto, um dos líderes do movimento Vem Pra Rua ES.
Pró-Bolsonaro
Também para esta manhã de domingo estava marcada uma manifestação pró-governo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O ato, marcado para começar às 9h, teve a adesão de poucos manifestantes. Para garantir a segurança, diversas vias próximas ao local foram bloqueadas pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), que esperava movimentação até às 14h de apoiadores do presidente Bolsonaro.

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Gerente de turnê do Rolling Stones morre ao cavar cova para cachorro

Mundo
13:48 | Set. 12, 2021
Autor Mateus Brisa
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Conhecido por gerenciar turnês de artistas como Rolling Stones e Bob Dylan, o empresário estadunidense Mick Bridgen morreu aos 73 anos ao cavar uma cova para o cachorro da família. O acidente aconteceu na última terça-feira, 7, e reportado pela imprensa local na sexta, 10.

Conforme o portal TMZ, o cachorro da família de Mick estava muito doente e o homem cavava uma cova no caso de uma eventual morte. Ele estava em uma parte do terreno de sua residência, em Santa Rosa, Califórnia, quando o buraco desabou sobre ele.

Julia Dreyer Brigden, esposa do gerente, afirmou que o marido morreu imediatamente e que foi “um acidente estranho”. Segundo ela, um vizinho presenciou o acidente e foi responsável por ligar para os serviços de emergência. A causa da morte ainda não foi confirmada.

O cachorro da família, Travis, era um pastor-australiano de 14 anos e foi sacrificado dois dias depois da morte do tutor. Mick deixa, além da esposa, o filho Jack e o neto David.

A carreira de Mick começou com produção de shows. Ele já trabalhou com diversos artistas, incluindo Van Morrison, Joe Satriani, Humble Pie, Peter Frampton e Carlos Santana. Ele foi co-fundador da gravadora Wolfgang Records.

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Luiz Otávio lamenta nova derrota do Ceará como visitante e fala em "aprendizados"

Camisa 13
13:45 | Set. 12, 2021
Autor Afonso Ribeiro
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Afonso Ribeiro Autor
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Depois de mais um tropeço do Ceará fora de casa, na derrota por 2 a 0 para o Grêmio-RS, na manhã deste domingo, 12, em Porto Alegre, pela 20ª rodada da Série A, o zagueiro Luiz Otávio lamentou, mas citou aprendizados para a sequência da temporada e projetou evolução da equipe sob comando do técnico Tiago Nunes.

Na primeira partida sob a batuta do novo treinador, o Alvinegro não conseguiu segurar as investidas do Tricolor e nem levar perigo à meta adversária. No final do primeiro tempo, Diego Souza e Ferreira marcaram os gols que decretaram o placar na Arena do Grêmio.

"Já deu para colocar algumas coisas em prática, mas, infelizmente, a gente começou devagar no primeiro tempo. Quando estava começando a equilibrar a partida, a gente acabou levando os gols. No segundo tempo, a gente até voltou querendo propor mais, mas faltou efetividade e ser mais contundente na hora de jogar e trabalhar a bola. O Grêmio estava fechadinho no segundo tempo porque estava com a vantagem no placar. Infelizmente, a gente não conseguiu finalizar mais para levar mais perigo ao gol adversário e sai daqui derrotado, mas com aprendizados. O Tiago está começando um trabalho muito bom, e eu tenho certeza que a gente vai trabalhar cada vez mais duro para buscar vitória", disse Luiz Otávio em entrevista ao Premiere.

O duelo no Sul foi o décimo compromisso do Vovô longe de casa na atual edição do Brasileirão. Foram seis empates e quatro derrotas, com aproveitamento de 20%, o que torna a equipe de Porangabuçu a pior visitante da competição e a única a não vencer fora dos próprios domínios.

"A gente ainda não venceu fora de casa e sabe que precisa pontuar sempre, pensar nisso em todos os jogos. Infelizmente hoje (domingo) não deu, agora é trabalhar para o próximo jogo", falou o camisa 13. "Cada jogo é uma oportunidade diferente. Esse aqui já não volta mais, não tem base para ficar se lamentando toda hora. É continuar trabalhando. A gente já tem o próximo jogo, agora é focar nele ao máximo para conseguir os três pontos. Nas próximas partidas fora de casa, a gente tem que pontuar e buscar vencer a todo custo. O Tiago vai corrigir, ele sabe o que a gente precisa fazer e vai falar conosco para os próximos jogos", ponderou Luiz Otávio.

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